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Realizar uma edição do 9ª Edição Festival de Fotografia de Paranapiacaba terá como eixo central processo curatorial de exposições fotográficas por artistas diversos e por convocatórias públicas. O Festival abordará, de maneira transversal, a importância do meio ambiente, sem restringir-se a uma temática específica, reforçando o papel da fotografia como ferramenta de reflexão crítica, sensibilização e formação de plateia.O evento contemplará exposições, projeções audiovisuais, debates e oficinas, valorizando a produção fotográfica brasileira e promovendo ações educativas de acesso democrático à cultura. Além de ocorrer em Paranapiacaba, o projeto terá itinerância para as cidades de São Paulo, Lisboa (Portugal) e Arles (França), reafirmando a vocação internacional do Festival. Todas as atividades são gratuitas.
A 9ª edição do Festival de Fotografia de Paranapiacaba tem como eixo curatorial exposições fotográficas por artistas diversos e por convocatórias públicas, tratando transversalmente a importância do meio ambiente e reforçando a fotografia como ferramenta de reflexão crítica e formação de plateia. O evento contempla exposições, projeções audiovisuais, debates e oficinas, é inteiramente gratuito e terá itinerância para São Paulo, Lisboa (Portugal) e Arles (França), ampliando o alcance e a circulação internacional. Em cada edição participam 150+ artistas (palestras, exposições e projeções), e houve parceria com o Festival de Arles por meio de convocatória para projeção noturna na cidade francesa, evidenciando a relevância do projeto como vitrine da fotografia brasileira. A proposta está alinhada aos arts. 1º e 3º da Lei 8.313/91, reforçando democratização e pluralidade cultural, e valoriza a Vila Histórica de Paranapiacaba como território de memória e formação de público.1) Exposição Fotográfica Principal Exposição coletiva presencial em Paranapiacaba por 2 dias, com entrada franca, seguida de itinerância: São Paulo (30 dias) e Lisboa (30 dias). Conteúdo interpretativo centralizado no texto curatorial.2) Projeções Audiovisuais Sessões de projeções internas vinculadas a convocatórias, com possibilidade de difusão digital posterior (website/redes) quando houver autorização; prevê-se itinerância de projeções para Lisboa e Arles.3) Debates / Palestras Realização de três debates com artistas e especialistas, estimulando o diálogo entre diferentes linguagens e olhares e a formação de público.4) Oficinas (Curadoria Educativa) Dez atividades formativas presenciais distribuídas em 3 dias (10 aulas), abertas ao público geral e à comunidade local, com público-alvo aproximado de 80 participantes. Conteúdos: mediação de exposição, leitura de imagens e práticas introdutórias de fotografia.Classificação / acesso Todas as atividades do projeto são gratuitas e abertas ao público em geral.
Objetivo GeralPromover a formação de público em artes visuais, utilizando a fotografia como instrumento de reflexão crítica e educação cultural, com foco na valorização da diversidade, do patrimônio histórico e do meio ambiente. Busca-se: ● democratizar o acesso à cultura, em consonância com o art. 1º da Lei 8.313/91; ● estimular o exercício da cidadania cultural e da diversidade; ● consolidar Paranapiacaba como museu a céu aberto, ampliando sua relevância como polo cultural.Objetivos Específicos1. Exposição Fotográfica Principal _ realização de uma exposição coletiva durante 2 dias, com entrada franca, em Paranapiacaba, com posterior itinerância para São Paulo (30 dias) e Lisboa/Portugal (30 dias).2. Projeções Audiovisuais _ exibição de audiovisuais em projeções internas, com posterior itinerância para Lisboa/Portugal e Arles/ França3. Debates _ realização de três debates com artistas e especialistas, estimulando o diálogo entre diferentes linguagens e olhares.4. Curadoria Educativa _ desenvolvimento de ações formativas com oficinas presenciais, com público-alvo de aproximadamente 80 participantes total.5. Oficinas _ realização de dez atividades formativas em 3 dias, totalizando 10 aulas, aberto ao público em geral e a comunidade da região.
O Festival de Fotografia de Paranapiacaba discute através da fotografia e suas imagens capturadas questões importantes como comportamento, direitos humanos, preservação ambiental, entre outros que são capazes promover o diálogo / discussão e reflexão a respeito da imagem no mundo contemporâneo potencializando o local de sua exposição, conceitos, sentidos e opiniões, tudo acontecendo num ambiente atípico que exala preservação patrimonial e natureza, como num museu a céu aberto. O local de realização, tem sido palco há 06 edições e traduz de forma íntegra a idealização do festival, sendo um ambiente tombado pelo Iphan e fica cercada pela Mata Atlântica. Em cada edição do Festival temos mais de 150 ( cento e cinquenta ) artistas se apresentando, por meio das palestras, exposições e projeçoes. Tornando o evento uma vitrine da fotografia brasileira, apresentando novos talentos. Na última edição fizemos parceria com o Festival de Arles na França, por meio de uma convocatória para projeção noturna na cidade francesa. Todo o contexto do projeto se fundamenta nos incisos dos artigos 1º e 3º da Lei de Incentivo Fiscal Federal no que tange sua contextualização, produção e execução que visa a pluralidade, democratização e expansão cultural. Com realização inteiramente gratuita e elementos que abraçam desde crianças à profissionais envolvidos ao universo fotográfico, o projeto não somente produz e compartilha como propaga conteúdos de enorme valorização cultural.O local de realização do projeto também estimula a regionalização e valorização cultural, tendo sido escolhido local - Vila de Paranapiacaba (patrimônio histórico nacional) reforçando a vocação turística e fotográfica e transformando e a região em pólo de convergência cultural, educação e formação de público.Assim, fundamentados, seguem os incisos do artigo 1º e nos objetivos do artigo 3º da Lei 8313/91, listamos abaixo as relações do projeto:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Dessa forma o projeto se justifica uma vez que além do enquadramento nos incisos da Lei de Incentivo Fiscal Federal e seus decretos e normativas, se traduz como elemento de capacidade para engajamento da economia e empreendedorismo local.O pedido pelo deferimento no Programa Nacional de Cultura se faz necessário uma vez que a Lei de Incentivo Fiscal Federal é uma das grandes facilitadoras de apoio ao setor e considerando ainda a dificuldade de vangloriar fundos através de captação direta.
IMPACTO AMBIENTAL O projeto prevê a compensação de carbono das atividades do Festival. A Vila de Paranapiacaba fica no Parque das Nascentes na mata atlântica, numa linda reserva natural. Incentivamos o acesso à Vila por transporte público ( trem e ônibus urbano ) e bicicletas ( o local tem muitas atividades de bicicletas durante o ano todo). Vamos buscar práticas de sustentabilidade, com orientação e formação da equipe e do público.
A exposição usará equipamentos da Vila de Paranapiacaba cedidos pela Prefeitura para realização das oficinas, exposições e outras atividades. O projeto expográfico poderá ter alterações em função da curadoria a ser desenvolvida após a aprovação final do projeto e pesquisa dos curadores. Algumas oficinas poderão ser feitas remotamente, ampliando o alcance para outras regiões do Brasil. A lista final de convidados e fotógrafos será elaborada mais próxima da realização do Festival pela curadoria. 1) Exposições FotográficasDuração: mostra principal durante o Festival em Paranapiacaba; itinerância prevista (temporadas definidas pelos espaços).Material: impressões e suportes definidos pela curadoria; uso de estrutura local/equipamentos da Vila.Projeto pedagógico: eixo de Alfabetização Visual, mediação e leitura de imagens; conteúdos acessíveis (textos/QR codes) conforme curadoria.2) Projeções AudiovisuaisDuração: sessões em auditório na programação do Festival; grade definida pela convocatória.Material: arquivos digitais entregues segundo especificações da convocatória; projeção com equipamentos da Vila.Projeto pedagógico: fruição mediada e debates associados ao eixo curatorial.3) Palestras / DebatesDuração: encontros ao longo do final de semana do Festival (programação definida pela curadoria).Material: mesa, som e projeção conforme necessidade dos(as) convidados(as).Projeto pedagógico: encontros formativos com contextualização e leitura crítica de imagens.4) Oficinas (Formação de Público)Duração: turmas com 2h cada; parte da programação pode ocorrer on-line.Material: equipamentos da Vila e materiais digitais quando remoto.Projeto pedagógico: conteúdos introdutórios em fotografia, educação e meio ambiente, com exercícios de mediação/leitura de imagens.5) Feira de Fotografia e Lançamento de LivrosDuração: durante o período do Festival.Material: livros, fotolivros e fotografias de autores(as); expositores definidos por convocatória/curadoria.Projeto pedagógico: aproximação do público aos processos editoriais e à produção autoral.6) Catálogo Digital AcessívelPaginação: definida na diagramação final conforme conteúdos aprovados.Duração: publicação disponibilizada durante/ao final do Festival.Material: PDF acessível (recursos de leitura, linguagem simples e QR codes).Projeto pedagógico: material de mediação e registro das exposições, ampliando a fruição pós-evento.7) ItinerânciasDuração: temporadas definidas por cada espaço anfitrião.Material: adaptação expográfica e técnica conforme local; transporte/instalação definidos na produção.Projeto pedagógico: mediações locais e ações educativas conectadas às comunidades anfitriãs.
A Vila Histórica de Paranapiacaba, tombada e cercada pela Mata Atlântica, é tratada como “museu a céu aberto”, com todas as atividades do projeto gratuitas e com medidas de acessibilidade planejadas desde a pré-produção.PRODUTO: EXPOSIÇÕES DE ARTESACESSIBILIDADE FÍSICA: Galpão ferroviário acessível a cadeirantes; quando em Cine Lyra, há rampa de acesso e sanitários para pessoas cadeirantes.ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Consultor de acessibilidade; formação e treinamento de monitores e equipe de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Uma exposição com dupla legenda e audiodescrição; seis imagens produzidas por fotógrafos com deficiência visual com QR code para audiodescrição e dupla legenda (português impresso + braile); monitor para leitura de imagens e textos quando solicitado; QR code com texto de abertura acessível em cada exposição.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Visitas guiadas em Libras em pelo menos uma atividade.RECURSOS DE CONTEÚDO: Catálogo digital acessível (PDF) e textos em linguagem simples; divulgação com mailing para associações de pessoas com deficiência.PRODUTO: FESTIVAL / MOSTRA AUDIOVISUAL (PROJEÇÕES)ACESSIBILIDADE FÍSICA: Projeções no Cine Lyra, que possui rampa de acesso e sanitários para pessoas cadeirantes.ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Consultor de acessibilidade; formação da equipe do educativo/receptivo.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO (AUDITIVA): Intérpretes de Libras nos debates vinculados à programação.RECURSOS DE CONTEÚDO: Difusão digital acessível quando houver autorização; QR codes de textos de abertura nas exposições que integram a programação.PRODUTO: AÇÕES EDUCATIVOS CULTURAIS (OFICINAS E DEBATES)ACESSIBILIDADE FÍSICA: Debates no Cine Lyra com rampa e sanitários para pessoas cadeirantes.ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Formação e treinamento de monitores e equipe de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Atendimento dedicado com monitor para leitura de imagens e textos, quando solicitado.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes de Libras durante os debates.RECURSOS DE CONTEÚDO: Catálogo digital acessível (PDF) como material de apoio e comunicação em linguagem simples.
O Festival de Fotografia de Paranapiacaba será um evento inteiramente gratuito e, para cumprimento do art. 27 da IN 01/2023, serão observados os seguintes limites de distribuição, ao que tange o material de divulgação, sendo:I - até 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto.Forma de distribuição e comercialização dos produtos da proposta ● Todas as atividades do projeto são gratuitas (exposições, projeções, debates e oficinas). ● Haverá catálogo físico/digital como material de difusão do conteúdo curatorial. ● Abertura de espaço para apresentação de obras fotográficas amadoras e itens selecionados por convocatória (artistas, editoras etc.), com valor simbólico revertido à estruturação da área. ● O projeto prevê a ampliação do acesso, com a adoção das seguintes medidas:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por meios digitais gratuitos, por meio de difusão digital de registros (website/redes), quando houver autorização;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas, tais como oficinas formativas e debates/palestras integrados à programação.
João Kulcsár — Curadoria e Coordenação Geral Mestrado em Artes pela Universidade de Kent, Inglaterra (1996/97), bolsista do The British Council. Professor visitante na Universidade de Harvard (2002/03), bolsista da Comissão Fulbright. Professor e coordenador de Fotografia do Senac-SP desde 1990. Presidente da Rede de Produtores da Fotografia no Brasil. Curador de exposições no Brasil, com destaques: Claudia Andujar (2004 e 2009); Cristiano Mascaro (1999); David Drew Zingg (1999); Maureen Bisilliat (1999); Thomaz Farkas (2000); Pedro Martinelli (2011); Lewis Hine – trabalho infantil (2004); “Documentando América — FSA” (2007); “Magnum 60 anos” (2008); “Impressões Visuais” (2010); Edward Curtis (2009); “Observadores — Fotografia da Cena Britânica de 1930 até hoje” (2012, Prêmio APCA de melhor exposição fotográfica); “Retratos Imigrantes” no Museu de Ellis Island, NY (2015) e no Museu da Imigração, SP (2015); Arno Rafael Minkkinen — “corpo como evidência” (2016); “Magnum no Cinema” (2017); “Retratos — diálogos da identidade” (2017); “Henri Cartier-Bresson — primeiras fotografias” (2017); e “Elliott Erwitt — vida de cão” (2017). No exterior, foi curador em Portugal, Estados Unidos, Cuba, Inglaterra, Itália e Suíça. Na formação de professores, coordenou/idealizou o projeto de uso da fotografia em sala de aula (Itaú Cultural e Secretaria de Educação do Estado de SP, 2004). Coordena o projeto de alfabetização visual, com ações na Fundação Gol de Letra, Meninos do Morumbi, Febem e, no exterior, na Alta Scuola Pedagogica di Locarno (Suíça), no Instituto Português de Fotografia (Portugal), na HABLA (México) e na Graduate School of Education da Universidade de Harvard (EUA). Atua com projetos e consultoria de acessibilidade, fotografia e pessoas com deficiência visual desde 2008, atendendo Museu do Futebol, Galeria do SESI-SP, SESC-SP, Senac-SP, STF (Brasília) e Memorial da Inclusão. Realiza oficinas de fotografia e percepção em várias cidades do Brasil e no exterior (Portugal, UK, EUA, Suíça e México). Exposição “Rever”, com fotografias feitas por pessoas com deficiência visual, na Pinacoteca de SP. Autor dos livros: Herança Compartilhada (com Matthew Shirts, Editora SESC-SP e Senac-SP); Árvores da Cidade de São Paulo (Prefeitura de São Paulo); Impressões Visuais (Comissão Fulbright); Observadores da Cena Britânica (Editora SESI-SP); Viva o Brasil (Imprensa Oficial SP); Retratos Imigrantes (Ed. SESI-SP); Acervo do MIS-SP (Memória Paulistana); Lambe-lambe, fotógrafos de rua nos anos 70; e Ferrovia Madeira-Mamoré (Editora SESI-SP).Felipe Ferrara — Produtor Cientista, escritor e fotógrafo. Cursou fotografia na Faculdade de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie (2000). Retomou a prática em 2018 com o curso “Luz Marginal Procura Corpo Vago” (Gal Oppido, MAM-SP) e o Workshop de Retratos com Juan Esteves (Respira-SP), que resultou em exposição no Conjunto Nacional, São Paulo. Desde então, dedica-se à fotografia como linguagem. Participou de exposições fotográficas digitais em Haia e Viena. Vencedor do concurso “Isolados Mas Nunca Sozinhos” (Galeria Lume, São Paulo, 2020) com o vídeo pa.te.ti.ka, posteriormente exposto na própria galeria. Atua profissionalmente desde 2019, quando fotografou o São Paulo Fashion Week. Voluntário do Festival de Fotografia de Paranapiacaba e integrante/fundador do coletivo Lux770, que administra a sala Arquivo 770, na Casa de Cultura Odisseia, realizando curadoria e produção de exposições.Ana Rosa da Silva Carrara — Comunicação Formada em jornalismo e produção audiovisual, com especialização em Jornalismo Cultural. Atua há 20 anos na comunicação de organizações e entidades do terceiro setor, movimentos sociais e mídias independentes, com foco em Direitos Humanos e setor cultural. Realizou cursos de fotografia (fotografia de espetáculos, iluminação de estúdio, revelação de negativos analógicos e ampliação P&B). Foi aluna especial nas disciplinas “Recepção estética em museus” e “Espaços da Arte: História das Exposições e Arquitetura de Museus” no PPG Interunidades em Estética e História da Arte (USP). Dedica-se ao estudo de elaboração e execução de projetos culturais. Integra a equipe do Festival de Fotografia de Paranapiacaba desde 2021.Diana Vaz — Identidade Visual Mestre em Artes Visuais (UNESP) e especialista em História da Arte (FAAP). Atua há mais de 20 anos no setor cultural, com experiência em programação cultural, curadoria, produção, coordenação educativa e pareceres. Trabalhou no Centro da Cultura Judaica, no Instituto de Arte Contemporânea (IAC) e no Centro Cultural FIESP/SESI-SP, onde foi responsável por exposições e mostras de cinema entre 2012 e 2020. Desde 2020, é produtora e curadora independente, realizando exposições no Centro Cultural FIESP/SESI-SP, além de atuar em festivais como “Festival Imaginária: festa do livro” (2022) e no Festival de Fotografia de Paranapiacaba, do qual faz parte desde 2020. Em março de 2021 criou a galeria virtual Pequena Galeria, especializada em obras seriadas em fine art de artistas emergentes. Curadoria: “MySelfie”, de Gigi Manfrinato (SESI São José do Rio Preto, Campinas e Itapetininga, 2022); “Urbanossomos” (Vila de Paranapiacaba, programação do Festival, 2022); “Identidades: Futuro Ancestral” (exposição virtual na Balada Literária 2021); “Resistência da Memória” (Vila de Paranapiacaba, 2021); curadora e proprietária da Pequena Galeria. Produção: “Corpo da Obra”, de Celina Portella (SESI SJ Rio Preto, Campinas e Itapetininga, 2023; e Galeria de Fotos do Centro Cultural FIESP, 25/05 a 30/10/2022); “Cidades Líquidas”, de Gustavo Minas (Galeria de Fotos do Centro Cultural FIESP, 22/11/2022 a 23/04/2023); “Festival Imaginária — festa do fotolivro” (Edifício Vera, 13 a 17/07/2022); assistência na coordenação de produção da exposição “Era Uma Vez o Moderno”, com mais de 250 obras (Galeria de Arte do Centro Cultural FIESP, 10/12/2021 a 29/05/2022). Assina a identidade visual do Festival de Fotografia de Paranapiacaba desde 2019.Carmem Maldonado Peres — Produtora Graduada em Farmácia e Bioquímica (USP), com Pós-Doutorado em Fisiologia e Biofísica (USP e intercâmbio com a Universidade Católica de Nijmegen, Holanda). Técnica em Fotografia (Senac, 2010). Participou do projeto “Povos de São Paulo” (450 anos da cidade) e recebeu 1º lugar no concurso “Mulher fotografa Mulher” (2004), da Secretaria de Estado da Cultura. Editora de fotos e conteúdo do livro Como cultivar células (Editora Guanabara Koogan, 2005). Realizou diversos cursos na área de fotografia. Integra a equipe de organização do Festival de Fotografia de Paranapiacaba desde 2019.Alfabetização Visual — Direção Geral e Artística (funções no projeto) Desde 1990, foca na realização de projetos de produção cultural e social com exposições fotográficas no Brasil e no exterior (Portugal, EUA, Inglaterra, Itália, México, Espanha e Suíça). Desenvolveu projetos de exposições fotográficas em instituições como Senac-SP, SESC-SP, Itaú Cultural, SESI-SP, Museu da República (RJ), Memorial da América Latina, Fundação Gol de Letra, Ação Educativa, Secretaria do Estado da Cultura, MIS-SP, Memorial da Inclusão, Museu de Fotografia de Fortaleza e Museu da Imigração, entre outras. Produziu livros e catálogos de diversos fotógrafos brasileiros e estrangeiros com Editora Senac-SP, Imprensa Oficial, Editora Sesc-SP e Editora do Sesi-SP.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.