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O TRAÇO DO SER é a proposta de uma exposição comemorativa aos 48 anos de trabalhos ininterruptos da artista plástica Asta dos Reis, que pretende montar uma exposição onde o que se eleva é a arte e o traço da artista, que carregado de emoções e sutilizas busca o pensar sobre a existência de cada um de nós, e nosso tempo útil. Com curadoria especializada, pautada em sua trajetória de quase 50 anos e com muitos méritos erguidos a partir de uma trajetória de exposições tanto contemplativas quanto didáticas, ASTA DOS REIS e seus "traços de ser", querem contar uma história de como a arte proporciona à pessoa uma qualidade única onde o etarismo, tão comum em outras classes de trabalho, se dissipa perante a atemporalidade da criação do artista, e essa conversa com o público, juntamente com a exposição, farão de O TRAÇO DO SER uma exposição que não fala apenas de linhas, tintas e técnicas, mas de resistência, maturidade, etarismo, de reflexões não apenas sobre quem somos, mas também, o quê?
O TRAÇO DO SER é um projeto potente, mas se simples compreensão e explicação. É composto de 46 telas em tamanho médio de 70 x 70 centímetros, numa expografia definida por um dos maiores curadores de Santa Catarina, cuja apresentação está em anexo, nas informações complementares. É um projeto potente que une exposição, rodas de conversa e oficinas de desenho com giz pastel, direcionada, essa última parte, para pessoas da terceira idade, principalmente mulheres que compõe grupos de idosas em Santa Catarina. A ideia é levar a exposição para a capital paranaense, sonho da artista proponente, a fim de comemorar seus 48 anos de vida artística, contribuindo com as reflexões sobre a velhice, a maturidade, o tempo, os traços que são promovidos no SER, pela trajetória e pela cobertura do tempo sobre cada coisa, sobre cada qual. EXPOSIÇÃO - UMA EXPOSIÇÃO de linguagem acessível, definida por traços feitos por meio de giz pastel, em telas 70 cm (quadradas) em sua maioria. As 46 telas da exposição mostram a singeleza dos objetos tocados pelo tempo, desenhado em traços em tons pasteis, privilegiando a elegância mas também de olho na acessibilidade, já qeu essas cores facilitam a adaptação a pessoas autistas, por exemplo. A mesma será feita na cidade de Curitiba, onde a propontente e artista quer comemorar seus quase 50 anos de vida artística, mulher septuagenária que é. Respeitada no meio das artes plásticas, professora até hoje na Casa da Cultura de Joinville, Asta que montar uma exposição que dselumbre e não que choque, que homenageie pessoas e coisas, e não apenas as aponte. Ela traz por seus traços uma referência sobre os traços do tempo sobre tudo, e será essa a temática proposta para as rodas de conversa. RODAS DE CONVERSA - A proposta é que, a cada sábado (ou domingo, de acordo com a necessidade do espaço expositivo) durante o tempo em que ficar em exposição, ou seja, dentro de 30 dias seriam 4 rodas de conversa, a ideia é qeu a artista se abra para receber estudantes, alunos de arte, comunidade, expectadores, gente interessada em arte, para uma troca de conversa, em ritmo didático, sobre os traços do tempo, sobre a própria arte, sobre o envelhecimento e os trraços do ser que se estabelecem sobre os corpos. A artista levará como material didático seu livro, DIDÁTICA DA ARTE. Por meio dele, falará sobre o papel da idade na produção artística, como esse tempo é retratado no trabalho artístico, e refletir se há envelhecimento, também, no que o artista produz, ou ele se renova com a contemporaneidade. OFICINAS - Serão oferecidas 3 oficinas para três diferentes grupos de idosos: VOO LIVRE, MATURA e BETHESDA, somando um contingente de pelo menos 200 pessoas. Estas, receberão material gratuito para aprenderem, com a própria artista proponente, ASTA DOS REIS, a registrarem em traços, por meio de giz pastel, suas memórias, em cartões já preparados para que cada uma das pessoas inscritas nas oficinas, possam ficar com um presente ao final delas. As mesmas acontecerão no CEU DO AVENTUREIRO, espaço de arte e educação patrocinado pelo Governo Federal, em área periférica, na cidade de Joinville.
OBJETIVO GERALPromover uma EXPOSIÇÃO gratuita de uma artista septuagenária que há 48 anos se apresenta por meio da arte, sempre fazendo refletir sobre o percurso feminino, sobre o percurso da imaginação, e que desta vez, traz uma sequencia de telas onde o traço represente o SER, o seu movimento, a transformação deste ser e dos seus traços com o passar do tempo, fazendo refletir as questões da idade, e como esse tempo pesa sobre o ser humano. A exposição, monitorada, abrir-se-á para rodas de conversa sobre essa perspectiva, alinhavando saberes e dizeres sobre nossos traços, sobre como somos traçados, sobre a arte em si e sua atemporalidade, sobre como a idade pesa sobre a não que pinta, mas não sobre o que ela argumenta em cada imagem. OBJETIVO ESPECÍFICOApesar de apresentarmos uma proposta relativamente SIMPLES para essa plataforma tão fundamental para a execução da arte neste país, enumeamos algums ojetivos específicos que queremos CELEBRAR com a efetização da montagem de O TRAÇO DO SER. São eles:1 - PROMOVER UMA EXPOSIÇÃO/MOSTRA PAUTADA NOS ÚLTIMOS TRABALHOS DE ASTA DOS REIS, todos feitos em Giz Pastel, trazendo temas femininos, objetos do cotidiano, referências plásticas que promovem rápida identificação com o "expectador";2 - PROMOVER RODAS DE CONVERSA, aos fins de semana enquanto a exposição estiver montada, a respeito do que são os TRAÇOS DO SER, convidar pessoas para discussões sobre a arte exposta nessas telas, e como ela se manifesta em linhas, traços, e tintas, num envolvimento didático entre a artista e aos interessados;3 - PROMOVER a MATURIDADE e o tempo útil de vida, da arte e da pessoa, pautada na longeva trajetória da artista, aproveintado esse fator, para treitar A MONITORIA da exposição para perguntar ao público, de forma retórica, o que é o tempo, o que é o traço, qual é o traço do tempo, como o tempo vira traço, como se imprime na arte do artista, como se imprime em seu rosto, o quanto esse tempo mostra, para quem vê, que no artista a impressão do tempo parece ser menos punitiva que nas pessoas comuns, e se isso é verdade ou não;4 - PROMOVER contrapartida social que possibilidade a ampliação do olhar por meio de suas duas fases:A - A PRIMEIRA é ENSINAR técnidas de trabalho plástico com giz pastel, com mulheres idosas de grupos presentes na cidade de Joinville;B - A SEGUNDA É DIRECIONAR o olhar dessas pessoas para seus traços, para a beleza de suas mãos, para suas escolhas, para o caminho, para o percurso. Essa conversa com as alunas e alunos da terceira idade que se inscreverão na contrapartida social, mostrarão uma nova forma de percepção sobre o ser, sobre si mesmo.
O TRAÇO DO SER é um projeto de EXPOSIÇÃO e de FORMAÇÃO. Apresenta o trabalho de uma artista septuagenária, e faz desta, uma mentora em rodas de conversa e contrapartidas sociais, para que outras mulheres e homens idosos, presentes em diverses grupos etários de Joinville, possam não apenas fazer relações e compatilhamento de saberes e histórias sobre o etarismo e a idade de cada um, mas também a desenhar, com GIZ PASTEL, seus próprios traços, gravando em papeis trazidos em oficinas criativas, uma forma de trabalhar a mente, a memória, suas próprias histórias e inspirações através de traços e tintas, giz e cores diversas. Não seria possível, sem o apoio de empresas patrocinadoras, sem a indicação desta plataforma, a realização de algo tão vultuso. PINTAR É CARO...A tela, a tinta, o pincel, a moldura, o transporte, o deslocamento. Não é possível, sem o timbre de um grande marchand, realizar um projeto deste tamanho. Além disso, não é só uma questão de um patrocinador colocando sua marca no projeto de uma artista septuagenária..é muito mais que isso! É a honra de ter o selo do Governo Federal, do Ministério da Cultura na mídia dessa exposição, mostrando o apoio desses órgãos a projetos que celebram o tempo e a vida, e garantem ao artista idoso, a possibilidade de continuar criando, viajando, incentivando eu diria, outros artistas. principalmente, quando o tema proposta são os TRAÇOS DO SER, quando falamos sobre os TRAÇOS DO QUE VEMOS, DE QUEM SOMOS, DO QUÊ SOMOS. SALIENTAMOS nosso apreço pela diversidade cultural e por todos os projetos cadastrados que primam pela inclusão e pela acessibilidade, e, mais do que necessário, por projetos que tenham um cunho SOCIOCULTURAL, principalmente quando apoiados por verbas governamentais. JUSTIFICAMOS nossa força enquanto pessoas representativas da TERCEIRA IDADE, que se agarram em alternativas educativas e artísticas para unirem-se num entrelaço de motivações e não paresia. Para tanto, nos amparamos nos respectivos incisos, abaixo discriminados, dispostos no Art. 1º da Lei 8313/91, informando, e AFIRMANDO, que contemplaremos os incisos I, II, IV, VI e IX do mesmo, para justificarmos nossas boas intenções, nossa capacidade técnica e artística, e principalmente, nosso merecimento depois de 48 anos ininterruptos de trabalhos pela arte. São eles: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios...TODO NOSSO PROJETO É GRATUITO. As oficinas, a contrapartida, a entrada. Queremos apenas valorizar o meu trabalho de artista, de mulher septuagenária, apresentando a todos que a arte e o trabalho não são sinonimos, apenas, de juventude, mas de determinação.II. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais...PROJETO é INCLUSIVO. Oportunizará SENHORAS E SENHORES (literalmente) a reverem seus impulsos artísticas, pintando com GIZ, em oficinas criativas promovidas como contrapartida social; TODAS GRATUITAS!IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira...Que grupo ganha menos incentivo hoje no Brasil? So quem passou dos 70 anos saberá dizer que é justamente esse. O TRAÇO DO SER não é necessariamaente uma exposição sobre a idade, mas é uma exposição que trata com lirismo sobre como vemos o traço do tempo sobre as coisas e sobre nós, permeado por rodas de conversa e contrapartidas sociais, essas sim, direcionadas TOTALMENTE para essa fixa etária. VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;PRESERVEMOS O BEM MATERIAL E AO MESMO TEMPO IMATERIAL DE MAIOR VALOR PARA UMA NAÇÃO: O SEU POVO. Valorizar a arte de uma pessoa idosa é condecorá-la sem necessidade de medalha. IX. priorizar o produto cultural originário do País.MEU TRATATO é com tudo que é nosso, brasileiro. Somos de um lugar sulista, tachado de alemão, de europeu, mas isso é um marketing muito bonito, porque sou brasileira, com amigas e pessoas de tantas etnias que me fazem, e que se refletem na minha arte, na minha leitura de mundo, nos traços do meu ser. É isso que deve ser priorizado: a arte nascida aqui, e mesclada com todas as nuances dos povos que nos fizeram. EM RELAÇÃO AOS incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a FORMAÇÃO dada, por meio de contrapartida social, a pessoas humildes, donas de casa, gente que frequenta clube de mães e de leitura, casas de repouso e ancionatos.II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte ...Nosso evento é uma celebração à MATURIDADE, uma exposição gratuita e visualmente muito bonita, como pode ser conferida nos anexos, tanto pelas telas propostas quanto pela expografia. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção ...Nosso projeto foi pensado para CELEBRAR 48 ANOS DE VIDA ARTÍSTICA....É uma forma de PRESERVAR o patrimônio do artista, este, que compõe o patrimônio nacional com sua presença em salões, exposições, festivais, congressos e congeneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;NÃO SE APRESENTA uma exposição sem estudo e pesquisa. TUDO É PENSADO ANTES. O material, a temática, a expografia. NOSSO PROJETO É FINO, DELICADO, ELEGANTE, POTENTE, VISUALMENTE DIGNO DE GRANDES GALERIAS DE ARTE ESPALHADAS PELO MUNDO AFORA. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:AMPLO E TOTAL ALTRUISMO ás pessoas idosas, àquelas que não se cansam de crair, produzir, instigar, MOTIVAR OUTROS a seguirem o caminho da arte, da criação, da vida.
Apresentamos aqui um PENSAMENTO CRÍTICO desta proposta, e uma visão do que é a arte, especificamente, para que a comissão avalie nosso projeto pelo viés da democratização do mesmo, mas também, pela competência artística e profissional do que apresentamos. A ARTE CONCEITUALA ARTE CONCEITUAL se apresenta como proposta da Arte Contemporânea em que o artista trabalha idéias, críticas ou denúncias pertinentes ao momento presente, trazendo a linguagem subjetiva de suas reflexões para o campo estético. Por esta via, são apresentados tanto conflitos ambientais, a violência urbana, os critérios de consumo ou ações discriminatórias de gênero e raça. ARTE CONTEMPORÂNEACONTEMPORÂNEO – termo qualitativo que nos dá a noção do tempo na atualidade, dentro de parâmetros referenciais variáveis. Quanto tempo representa o espaço da contemporaneidade? Um dia, um ano… A Arte Contemporânea tem se definido como rótulo genérico, usado para designar as linguagens que na verdade são conceituais, podendo incluir quaisquer técnicas expressivas ou materiais, quando usadas em contexto reflexivo, investigativo, contestador ou na ruptura de padrões estéticos. A técnica em si, não define o contemporâneo e nem a experimentação pura e simples o faz. O aprimoramento conceitual das linguagens se processa em todos os campos de saberes humanos, e só com a lapidação e o domínio da técnica o resultado será alcançado com êxito. Gosto de citar exemplos didáticos: um vaso de flores pode ser acadêmico naturalista, contemplativo ou ser composto por materiais e formas não convencionais, importando a leitura do significado da flor em seu contexto expressivo. Sim, a Arte Contemporânea nos induz a pensar nos significados, a sair da passividade e precisa sim de filtros referenciais que nos estimulem na educação do Olhar.ABSTRAÇÃO DA FORMAOs elementos da linguagem visual atingem nossa percepção em diferentes níveis: explícitos figurativos ou abstraídos. A abstração se processa em forma de alienação do formato original, dando lugar ao espaço vazio que se apropria de significados flexíveis. Abstrair significa "tirar de", ou subtrair de uma figura, pressupondo abertura de contornos, mantendo-se a essência da estrutura reconhecível. Quando se tem uma descontinuidade em simetrias ou elementos fechados complexos, tem-se uma leitura mental de interpretação, visando alcançar o significado sugerido. Os processos expressivos sem vinculação com a figura, são considerados na nomenclatura do "concretismo formal geométrico" ou "expressionismo informal".TEMPO DE ESCULTURAConceituar, pesquisar, discutir... espaço, forma e material. É a vontade de criar, ousando no campo da Gestalt, novas concepções que transbordam do pensamento para territórios da linguagem universal da Arte. Ferro, cerâmica, madeira, arame, acrílico, plástico, papel, papelão, tecido, vidro, mármore… É a ESCULTURA que vai se espraiando em práticas e poéticas, na captura da beleza, no jogo dos conflitos e nos enfoques lúdicos. Aos Artistas cabe dar materialidade ao Mundo das Idéias, como dizia Platão.LINHADesde os primórdios do período neolítico, o Homo Sapiens se expressa através das linhas, tornando-ocapaz de registros na pedra. A Linha tornou-se o diferencial da capacidade manual-intelectual da espécie humana, como expressão. A linha configura o espaço linear de uma dimensão, dando a noção do sentido direcional, no contexto do movimento visual no espaço e no tempo. Conforme Fayga Ostrower (1983,p.67) A linha cria, essencialmente, uma direção no espaço. Ela é vista como portadora de movimento direcional. Introduzindo-se intervalos, ou contrastes de direção, reduz-se a velocidade do movimento. Quanto mais forem os contrastes de direção mais diminui a velocidade e, em contrapartida, aumenta o peso visual da linha. Assim há sempre um efeito simultâneo que abrange espaço e tempo: maior velocidade = menor peso visual; menor velocidade=maior peso.0 TRAÇO DO SERO estímulo é como arpão que lança as cores do amanhã. Sim, desde a infância tive olhares para as grinaldas que minha Mãe fazia, os seus bordados e o seu jardim que incluía minha casinha de bonecas rodeada de plantas. Do Pai compartilhava olhares para a paisagem e cantava as canções infantis. Levou-me criança para a Biblioteca Pública para descortinar o universo das letras. Comecei a pintar aos 11 anos. Aos 15 anos fui trabalhar de dia na Fundição Tupy e à noite estudei no Colégio Bom Jesus. Nos finais de semana pintava a óleo, rosas e paisagens. Casei aos 19 anos e tivemos 3 filhos, um já partiu. Quando podia, voltava aos meus pincéis e fui para o Atelier de Victor Kursancew, grande mestre da escola europeia. Muitos ensinamentos. Na Casa da Cultura tive outros olhares da história da Arte, desenho, pintura e cerâmica. A diversidade de linguagens cria novas possibilidades, novas luzes.De aluna, passei a professora e então, em 1987 conhecemos Michinori Inagaki, o mestre das linhas, dadisciplina da mão e do traço, do olhar e dos contrastes simultâneos. De viagens trouxe bagagens de livros e visões dos grandes mestres. A sensibilidade vai sendo lapidada com reflexões e práticas, em busca de um momento pleno de resultados, na vivência da Arte.
ABERTURA DA EXPOSIÇÃO / LANÇAMENTO – A perspectiva de abertura, resguardado o tempo de captação dos recursos, é prevista para o primeiro semestre de 2026, entre março de junho. Na ocasião, um cantor fará uma performance ao vivo, juntamente a um pianista e um poeta, onde serão intercaladas, canções e poemas sobre o tempo.SALA EXPOSITIVA – A sala expositiva deverá ser um dos anexos do MON – Museu Oscar Niemeyer, na cidade de Curitiba, que se mostrou aberto para receber TRAÇOS DO SER.EXPOGRAFIA – Além das 46 telas espalhadas pelas paredes, sem inserções de outros objetos ou palavras, a não ser a identificação de cada uma, terá também uma espécie de tapete, instalado ao chão da sala, feita de material orgânico, chamada de O TRAÇO DO SER. Detalhes das telas e desse “tapete”, em anexo. DURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO – 30 a 60 dias, dependendo do prazo final da captação total dos recursos, após sua abertura.RODAS DE CONVERSA – Limitaremos as vagas em 50 pessoas por RODA, devido a questão de acessibilidade, e também por questões que fomentarão a partilha de saberes. Ela terá duração de Duas horas cada, ministradas pelo escritor Marinaldo de Silva e Silva. SERÃO OFERECIDAS QUATRO RODAS, considerando que será apresentada UMA VEZ POR SEMANA, sempre num sábado ou num domingo, num prazo de um mês. OFICINAS DE DESENHO À GIZ – Serão oferecidas 200 vagas para idosas e idosos se inscreverem, com encontros a serem realizados no CEU AVENTUREIRO, complexo de arte, educação e esporte construído na periferia da cidade de Joinville. Ali, a própria artista apresentará técnicas de desenho com giz, oferecendo afeto, sensação de pertencimento e conversas sobre o papel da pessoa idosa na sociedade, registrando em cartões e traços, suas memórias afetivas. TODO O MATERIAL SERÁ DISTRIBUÍDO GRATUITAMENTE. CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO – Produto com 6 páginas, coloridas, dando detalhes da exposição e direcionando o leitor para a leitura objetiva e subjetiva da exposição, apresentando a temática, a proposta e as discussões a serem realizadas durante as rodas de conversa. Serão produzidos 300 catálogos para serem distribuídos gratuitamente entre os visitantes.
ACESSIBILIDADE FÍSICAO ESPAÇO ESCOLHIDO PARA A EXPOSIÇÃO, na cidade de CURITIBA, estado do PARANÁ, deverá apresentar todos os requisitos necessários para a circulação do publico, tendo os seguintes facilitadores:- Rampas de acesso;- Banheiros adaptados;- Espaços para circulação de cadeirantes;- Guardas de corpo;- Corrimão nos banheiros;II. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO / ATITUDINAL- Inclusão de pessoas com déficit emocional, cognitivo ou psicológico que são atendidas pelo REPART (conforme anuência), dando visibilidade, credibilidade e protagonismo a pessoas que só sãovistas como “loucas”.- ENTRADA FRANCA, PARA TODOS;- APROVEITAMENTO dos clubes de idosos, como grupo VOO LIVRE, MATURA entre outros presentes em Joinville para comporem as contrapartidas sociais;- UTILIZAÇÃO de tons pasteis, na obra, como forma de diminuir os impactos perante autistas, aproveitando também da composição luminosa do espaço expositivo a partir de luzes menos intensas;IiI. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL- O uso da legendagem também será utilizado em todas as postagens, em forma de vídeo, nas redes sociais.- A acessibilidade também estará presente na audiodescrição feita pela equipe (capacitada);- A ACESSIBILIDADE estará presente na PROMOÇÃO DA PESSOA IDOSA para integrar as oficinas, tornando possível o acesso desse público a atividades culturais;- A ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL estará presente na MONITORIA proposta para conduzir a exposição, com linguagem simples, coloquial, e mostrando como O TRAÇO DO SER pode ser amplo, e altamente associativo.
ATENTOS, ao Art. 23, o Plano de Distribuição da NOSSA proposta assegura a democratização do acesso ÀS AÇÕES CULTURAIS que produziremos, contemplando de A a F, as letras que compóe o INCISO PRIMEIRO.DAMOS ÊNFASE NESTA APRESENTAÇÃO A PARTIR DO SUBTÍTULO AMPLIAÇÃO DO ACESSO. As letras correspondentes ao artigo específico, estão descritas nas linhas a seguir. Nosso projeto é de fácil explicação e de TOTAL DEMOCRATIZAÇÃO, simplesmente porque ele é disseminador! E PORQUE É GRATUITO. TEM ALGO MAIS DEMOCRÁTIVO do que permitir que todo mundo entre, de graça? ATENTOS às movimentações propostas nos dois finais de semana, e com as despesas em marketing digital, aceleradas pelo Tráfego Pago que realizaremos, CALCULAMOS QUE ATINGIREMOS UM PÚBLICO ESTIMADO em cerca de CINCO MIL PESSOAS DURANTE UM PRAZO DE 30 DIAS DE EXPOSIÇÃO PROPOSTA.AMPLIAÇÃO DO ACESSOI - DOAR TODOS OS INGRESSOS para distribuição gratuita, visando a entrada de todas as classes sociais. BUSCAREMOS A INCLUSÃO DE CINCO MIL PESSOAS, COM A INTEGRALIDADE DOS INGRESSOS DISTRIBUÍDOS, INDO MUITO ALÉM DO PREVISTO NO INCISO II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;NOSSO INTUITO É APARECER em todas as REDES. SEREMOS MUITO EXIBIDOS. NOSSA INTENÇÃO É REALMENTE APARECER!V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;CONCEDEREMOS total direito de transmissão e captação das imagens, tanto da exposição quanto das rodas de conversa. Para isso, ofereceremos informações constantes a empresas de comunicação, parceiras.JÁ EM RELAÇÃO AO INCISO IV, apontamos como uma atividade paralela (mesmo que ela esteja no cerne da nossa proposta) nossa CONTRAPARTIDA SOCIAL, pautada na formação e compartilhamento de saberes.Com sua execução, atingiremos as LETRAS A e F, do inciso exposto acima, oferecendo uma contrapartida que CAPACITARÁ "IDOSOS" para ingressarem no mundo da arte, da pintura, dos traços, da redescobera. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;TOdas as nossas atividades paralelas, de Contrapartida Social, serão gratuitas. Elas foram pensadas para capacitar "velhinhos e velhinhas" para se tornarem "senhoras e senhores", atentos a novos traços, e capazese de desenhar emoções e memórias. O detalhamento das nossas contrapartidas estão anexadas ao projeto.EM RESUMO, DEMOCRATIZAREMOS TUDO!A PRIMEIRA COISA que queremos democratizar É O ACESSO DO IDOSO NA ARTE.SEGUNDO, é OFERECER GRATUITAMENTE, TAMBÉM, TODA A CONTRAPARTIDA SOCIAL.TERCEIRO - CONVIDAREMOS MASSIVAMENTE, POR RÁDIO, REDES SOCIAIS E ATÉ CARROS DE SOM, POSSIBILITANDO QUE UM GRUPO MUITO GRANDE DE PESSOAS POSSAM TER ACESSO À EXECUÇÃO DOPROJETO, PRINCIPALMENTE, ÀS OFICINAS DE DESENHO PARA A TERCEIRA IDADE.QUARTO - Toda a exposição será gratuita.QUINTO - FAREMOS FALAS MOTIVACIONAIS com o treinamento da MONITORIA, que buscará mostrar o poder da idade, da maturidade, o NÃO contra o ETARISMO.
ARTISTA VISUAL E PROPONENTE - ASTA DOS REISAsta Dos Reis é uma artista joinvilense que contribui para a fruição da arte em seus 50 anos de carreira, seja com seus trabalhos e exposições, que sempre carregam uma forte possibilidade para o pensar, ou seja na formação de novos artistas ministrando aulas em seu ateliê e Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior por mais de três décadas. Hoje sua produção criativa está totalmente voltada para a liberdade que alcançou com seus traços. Em um mergulho em sua biografia, com a mentoria do curador Marc Engler, Asta reconhece o poder da linha em suas composições e cria um diálogo narrativo através de desenhos conceituais que expandem a intenção de promover consciência através da arte. "Ser livre na autonomia do traço. O Pensamento viaja através da mão, em percurso que ora palpita agitado, ora ressoa como o balançar do vento, ultrapassando margens e portais. Nada mais importa quando posso traçar novelos ou paralelas. Figuras ou apenas vestígios entram em simbioses subjetivas, conjugando meu ideário de artista. O infinito é alcançado pelo traço que navega no ritmo do coração, em meandros poéticos. A gestualidade do Traço requer o compromisso com a FORMA, DIREÇÃO E CONCEITO, na configuração de memórias ancestrais. Por vezes contido ou então frenético, alcança os gradientes da emoção, gravando significados perenes", Comenta Asta Dos Reis. Asta, tem um trabalho que representa as energias pulsantes que se perpetuam pelas fontes universais da Vida no planeta. E também um reflexo de sua trajetória, onde o traço e a forma constroem uma narrativa conectada com as necessidades urgentes de mudanças de comportamento em relação ao meio ambiente.CURADOR - MARC EGLERMarc Engler é artista visual, curador e mentor nas artes visuais há dez anos, com trajetória marcada pela integração entre arte, consciência e pensamento crítico. Formado em Fotografia pela Universidade Anhembi Morumbi (SP), baseia sua prática curatorial em fundamentos da antroposofia de Rudolf Steiner, compreendendo a arte como via de autoconhecimento e transformação social. Desde 2017, atua na curadoria de exposições individuais e coletivas, com mais de cinquenta projetos realizados em museus, galerias e instituições culturais de Santa Catarina. Sua curadoria destaca-se por construir narrativas autorais a partir das biografias dos artistas, aliando estética, reflexão e relevância social. Engler coordenou e curou projetos em parceria com o Museu de Arte de Joinville, Museu de Arte de Blumenau, Museu Victor Meirelles, Instituto Juarez Machado e AAPLAJ, da qual foi vice-presidente por três gestões (2018–2023). Coordenou o projeto Garten Art, que aproximou o público do mercado de arte por meio de mostras educativas e inclusivas. Sua atuação é pautada pela valorização da singularidade artística e pela compreensão da curadoria como mediação entre obra, artista e sociedade. Ao unir pensamento filosófico e prática expositiva, Engler consolida-se como um articulador da cena artística contemporânea de Santa Catarina, promovendo visibilidade, ética e consciência estética no ampo das artes visuais.IDENTIDADE VISUAL E MARKETING - CAPITAL CRIATIVOCapital Criativo é uma empresa de criação e assessoria em projetos artísticos, responsável pela concepção poética e visual de diversos projetos em Joinville e cidades da região. Pautada principalmente na gestação de produtos artísticos, a Capital Criativo tem concebido junto a diversos artistas, produções de exposições, festivais, mostras, lançamentos de livros e atividades multiculturais. A empresa Capital Criativo foi criada, com o intuito de criar e assessorar a criação de projetos culturais, sociais, esportivos e educativos, enxergando que essas ações auxiliam na transformação da sociedade, levando arte cultura, desenvolvimento humano e elevação da educação global dos seres humanos.MONITOR - MARINALDO DE SILVA E SILVAMarinaldo de Silva e Silva, é desde 2020, Mestre em Educação pela UFSC, pesquisador Doutorando, igualmente pela UFSC, em Didática, é joinvillense, escreve profissionalmente desde 2002, assim completando em 2023, 21 anos de carreira literária, tendo em sua trajetória 22 livros publicados. Sua veia poético-artística teve início ainda em sua adolescência, e se aperfeiçoou aoconhecer o Grupo Zaragatta e receber influências dos poetas Rubens da Cunha, Dúnia de Freitas, Rita de Cássia Alves e Ana Simões. Publicou seu primeiro livro – O BEIJO DE MEPHISTO - em 2002 através do Périplo Literário, seguido pelos livros Cânticos de Eva(2006), Poesia para as crianças quando ficarem adultas(2009), Adão Monossilábico(2010), Quem são essas crianças que tem superpoderes(2012), Nem Romeu Nem Julieta(2014), A vida e suas Figuras, Amizade é coisa de ser pra sempre(2015), Respostas para Tudo(2016), O Livro que Fala(2017), Edu Cação(2019, LIAN(2020), para todos os livros, Marinaldo organizou os eventos de lançamentos com atividades culturais e sessão de autógrafos. Atuou como Incentivador por meio de oficinas que organizou, gerando livros e lançando outros autores, como o projeto O CIRCO QUE VOA LIVRE em 2017 e CARTAS E DECLARAÇÃO DE AMOR A VIDA em 2016, em parceria com a UDESC Joinville, e seu trabalho mais denso socialmente falando A PALAVRA LIBERTA(Lei Rouanet em 2018 e SIMDEC Joinville em 2020), realizado dentro da Penitenciária Industrial de Joinville em 2018 e com menores infratores do sistema prisional em 2020. Em 2019, adentrou no universo da biografia, e lançou o livro A ETERNA PEQUENINA, biografia da cantora paraguaia Perla, sucesso discográfico dos anos 70 e 80. Além destes trabalhos, possui 340 crônicas publicadas nos jornais A NOTÍCIA e NOTÍCIAS DO DIA, entre janeiro de 2006 e dezembro de 2016, além de, desde 2017 até o momento presente, possuir colunas fixas nas revistas DUO e Premier. Formado em Letras, com Pós graduação em Contação de Histórias, é contador de histórias e nos últimos 5 anos realiza ininterruptamente visitas em escolas públicas e particulares, interpretando os personagens: DOM XICOTE criado em 2016, DOM RATÃO criado em 2015 e REI ALFABETO criado em 2017, com direção e atuação do próprio proponente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.