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O projeto "Antiguidade é Posto! _ Show sobre a história do Samba com o Boneco Carne Seca" propõe a realização de um espetáculo musical e teatral que celebra o samba e sua ancestralidade por meio da performance do boneco Carne Seca, um velho sambista que afirma ter nascido em 1825, no mesmo dia e ano de D. Pedro II, de quem teria sido amigo. Misturando roda de samba ao vivo, interpretação teatral e interação direta com o público, o show conduz o espectador a uma viagem pela memória do samba e da cultura popular brasileira. Criado e interpretado por Luis Carlos Nem, artista, diretor teatral e bonequeiro, o projeto pretende circular por espaços culturais do Rio de Janeiro, promovendo o encontro entre música, teatro de bonecos e a poesia do samba que "agoniza, mas nunca morre".
SINOPSE“Antiguidade é Posto!” é um show musical e teatral que celebra a história do samba brasileiro através do olhar e das memórias do boneco Carne Seca, um velho sambista que diz ter nascido em 1825, no mesmo dia e ano de D. Pedro II. Misturando humor, música e poesia, o espetáculo apresenta um repertório com 12 sambas — entre composições autorais e paródias — interpretados por músicos de primeira linha e costurados pelas divertidas histórias contadas pelo próprio boneco.Com linguagem popular e cênica, o show transforma a tradicional roda de samba em um espaço de encontro entre gerações, onde o público é convidado a reviver momentos marcantes da formação do samba, seus personagens e seus lugares de origem. “Antiguidade é Posto!” é uma homenagem ao tempo, à memória e à resistência do samba, que, assim como Carne Seca, “agoniza, mas não morre”.
OBJETIVOSGeral:Preservar, valorizar e difundir o samba e a cultura popular brasileira, aproximando o público contemporâneo da memória histórica da música e das tradições cariocas. Específicos:*Apresentar o show "Antiguidade é Posto" em rodas de samba, teatros e espaços culturais, destacando o boneco Carne Seca como cronista e intérprete do samba. *Estimular o diálogo intergeracional sobre a história e evolução do samba, incentivando a valorização da memória musical do Brasil. *Promover oficinas e atividades educativas, ensinando técnicas de manipulação de bonecos e contando a história do samba de forma lúdica e acessível. *Produzir registro audiovisual do Show, garantindo preservação e difusão do projeto em plataformas digitais e mídias sociais.
JUSTIFICATIVAO samba é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e da Humanidade, símbolo de resistência, identidade e memória coletiva. O projeto "Antiguidade é Posto" se insere nesse contexto ao unir música, teatro e tradição oral, dando corpo e voz a um personagem que traduz a longevidade do samba e sua capacidade de se reinventar.Carne Seca, ao completar 200 anos, torna-se metáfora da própria história do samba e do Brasil. Nascido em 2 de dezembro de 1825, no mesmo dia e ano de Dom Pedro II — de quem foi amigo —, o personagem atravessa dois séculos como testemunha privilegiada da vida cultural brasileira. A coincidência de datas ganha ainda mais força simbólica ao lembrar que 2 de dezembro viria a ser consagrado como o Dia Nacional do Samba, estabelecendo uma ponte definitiva entre Carne Seca, a história do país e a história da nossa música.Sua presença em cena evoca gerações de sambistas — de Donga a Cartola, de Paulo da Portela a Martinho da Vila — e cria uma ponte entre passado e presente, tradição e inovação, memória e ludicidade. Carne Seca encarna a máxima de Nelson Sargento: "o samba agoniza, mas não morre", reafirmando a imortalidade dessa expressão cultural.O espetáculo se propõe a preservar e difundir a memória do samba em diálogo com o público contemporâneo, além de proporcionar uma experiência artística inovadora, mesclando música ao vivo e manipulação de bonecos, valorizando a cultura popular brasileira em suas dimensões estética, histórica e social.Além da relevância cultural, o projeto prevê contrapartidas sociais, como apresentações gratuitas em espaços públicos e oficinas sobre manipulação de bonecos e cultura do samba, ampliando o acesso e a formação de público.Assim, o show "Antiguidade é Posto" afirma-se como uma proposta artística de alto valor simbólico e pedagógico, capaz de emocionar, divertir e educar, celebrando o samba como linguagem universal do povo brasileiro.
Especificações Técnicas do ProdutoO espetáculo “Antiguidade é Posto! Show sobre a história do Samba com o Boneco Carne Seca” será apresentado em formato de roda de samba ao vivo, com duração média de 80 minutos.O elenco é composto por músicos e intérpretes, além do boneco Carne Seca, personagem central operado por um bonequeiro e iluminador.O show conta com cenografia simples e funcional, ambientada como um quintal ou botequim de samba, iluminação cênica quente e intimista, e sonorização profissional adequada a apresentações em espaços abertos e fechados.Serão utilizadas microfonação individual para voz e instrumentos, sistema de som PA, mesa de mixagem, e estrutura de palco modular (ou equivalente), com equipamentos de luz LED de baixo consumo.Todo o espetáculo será gravado em áudio e vídeo para registro e difusão em plataformas digitais.
O projeto “Antiguidade é Posto!” busca garantir acessibilidade física, sensorial e sociocultural ao público. Por se tratar de um show em formato de roda de samba, o espaço é concebido de maneira circular, próxima e participativa, aproximando artistas e plateia e fortalecendo o sentimento de pertencimento coletivo, marca essencial do samba de raiz. As apresentações acontecerão em locais de fácil acesso, como praças, centros culturais e espaços públicos tradicionais da cidade — entre eles a Pedra do Sal, berço histórico do samba carioca —, permitindo a participação livre e diversa do público. Sempre que possível, serão asseguradas condições de acessibilidade física (rampas, áreas reservadas para cadeirantes), intérprete de Libras, audiodescrição e materiais de divulgação acessíveis (digitais e com leitura facilitada). Além disso, o caráter popular do espetáculo reforça o conceito de acessibilidade simbólica e cultural, ampliando o acesso de pessoas de diferentes origens e idades a uma experiência artística que celebra a memória, a oralidade e a tradição do samba. O boneco Carne Seca, com sua presença cênica e linguagem lúdica, atua como mediador entre gerações, dialogando com crianças, jovens e adultos de forma inclusiva e afetiva. Seu humor, sabedoria e improviso criam um ambiente de empatia e participação, quebrando barreiras sociais e etárias e convidando o público a se reconhecer no universo poético e popular do samba.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO O projeto “Antiguidade é Posto!” tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura popular brasileira, promovendo apresentações totalmente gratuitas em espaços públicos e comunitários, como praças, centros culturais e pontos tradicionais do samba carioca, a exemplo da Pedra do Sal.A proposta valoriza o encontro direto entre artistas e público, recriando a atmosfera das antigas rodas de samba, onde a arte se faz de forma espontânea, participativa e sem barreiras. A escolha desse formato busca alcançar pessoas de diferentes idades, origens e contextos sociais, fortalecendo o direito de todos à fruição artística.Além das apresentações, o projeto prevê ações de mediação cultural, como conversas abertas entre o público, os músicos e o boneco Carne Seca, que compartilha histórias, causos e memórias do samba com humor e sabedoria popular. Essa interação aproxima gerações e amplia a compreensão do samba como patrimônio vivo e acessível da cultura brasileira.Por seu caráter gratuito, popular e inclusivo, o espetáculo reafirma a cultura como um bem comum, promovendo educação, pertencimento e cidadania através da arte.
CRIAÇÃO E MANIPULAÇÃO DO BONECO: Luis Carlos Nem DIREÇÃO MUSICAL e COMPOSIÇÕES: Sérgio Ricardo ARRANJOS: Aldo Medeiros MÚSICOS: Aldo Medeiros, Sérgio Ricardo e banda CENOGRAFIA E FIGURINOS: Kika de Medina ESCULTURA DO BONECO: Juan Farias MECANISMOS DO BONECO: Polo Maker Studio DIREÇÃO DE MANIPULAÇÃO: Liliane Xavier DIREÇÃO DE CENA: Cecília Hoeltz PRODUÇÃO: Gabriel GarciaCURRÍCULOSLuis Carlos Nem é Mestre em Artes pela UNICAMP com graduação e Bacharelado em Direção Teatral na UNI-RIO. Trabalha como Diretor e Iluminador Teatral. Foi aluno da Escola Nacional de Circo onde conheceu e firmou parceria de trabalho com um dos maiores palhaços e Diretores brasileiros, Luiz Carlos Vasconcelos, o Palhaço Xuxu. Dirigiu em 2005 o espetáculo de Xuxu: “Silêncio Total! Vem chegando um palhaço...”, além de Iluminar o premiado “Vau da Sarapalha”. Em 2006 dirigiu em Campinas/SP “Quando as pernas fazem miserê”, uma homenagem ao mestre Pastinha da Capoeira de Angola. Com Direção do gaúcho Luiz Arthur Nunes, iluminou “Correio Sentimental de Nelson Rodrigues” e em 2001 “O Menino de Paixão de Ópera”, assim como o espetáculo “A vida como ela é...”. Gabriel Garcia- Ator, Pesquisador e Produtor Teatral.Bacharel em Teoria do Teatro pela UNIRIO (2010); e também no curso profissionalizante em Artes Cênicas, da Casa das artes de Laranjeiras -CAL. Diretor da produtora Ideias e Ideais Soluções Culturais contemplada com os editais: “Por detrás do Anjo Negro”(FOCA,2023); “Pedro, Pedro e o quadro - Pesquisa, Criação e Desenvolvimento”(Retomada Cultural, 2021) Memórias Técnicas com "Bastidores Projeto Shakespeare nas praças" e “Repensa Festival"(Lei Aldir Blanc 2021). Seus últimos trabalhos como produção foram: "Furacão" do Amok Teatro e "Para meu amigo Branco" com direção de Rodrigo França. Fez a direção de “Tá com medo de quê?” Ganhador melhor Texto original no Prêmio CBTIJ 2023 e “Uma Revolução Dos Bichos” que foi indicado ao Prêmio APTR como Melhor espetáculo e Melhor direção. Trabalha com as principais companhias de teatro do Rio de Janeiro como o Amok Teatro e a Cia Teatro Esplendor. Cecilia Hoeltz é atriz e professora de teatro formada em Licenciatura em Artes Cênicas e Interpretação Teatral pela UNI-RIO. É professora regente de Artes Cênicas da Rede Municipal do Rio de Janeiro há 21 anos e tem como especialização a Arteterapia na Educação, cursada na Universidade Cândido Mendes. Foi professora de teatro para crianças na Escola de Atores Wolf Maya. Destaca como principais trabalhos no teatro sua participação como atriz no “Teatro do Saara”, na peça “Folhas de Vidro”, em “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em “Malala - A menina que queria ir para a escola” e em “Relações - Peça quase romântica”, trabalho que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no XVI Festival de Teatro do Rio. Ainda no teatro, destaca sua parceria em trabalhos com Renato Carrera, Camilo Pellegrini, Fernando Maatz, Michel Blois, André Paes Leme e Ivan Sugahara, nomes importantes do teatro carioca. Sérgio Ricardo Bara de Vasconcelos é Músico e Compositor, tendo iniciado sua trajetória em 1985, quando ainda era bem jovem no Colégio Estadual Visconde deCairú, assumindo a Direção Musical dos espetáculos Teatrais “IMAGEM”, “TISTU, o menino do dedo verde”, “GERAES”, “VINÍCIUS”, uma homenagem ao Poetinha Vinícius de Morais e “CHICO BUARQUE”, todos sob a Direção Teatral de Áureo Vilhena. Como violonista e cavaquinhista tocou em diversos bares e casas noturnas cariocas. Estudou com o Maestro Milton Fagundes. No final dos anos 1980, após estudar na Escola de Música do conceituado compositor Claudionor Cruz, começou a acompanhar o mestre realizando inúmeros shows, participando do Projeto “O SOM DO MEIO DIA, grandes compositores”. Durante a década de 1990 acompanhou Claudionor Cruz até seus últimos dias, tocando com o mestre em diversas rádios como a Rádio Nacional eTeatros como o Teatro da ABI. Fizeram também shows no Teatro João Caetano, Cândido Mendes, Carlos Gomes e outros. Aldo Medeiros é músico, compositor, poeta, escritor, professor e tradutor de alemão. Gravou os Cds independentes “Deixa eu te dar um toque” (2002) e "Sucessos inéditos" (2014). Publicou "Poemas que cansaram da gaveta" (2005) e escreveu e atuou no espetáculo "Ex-Atuais-Futuros" (2007). Atua como músico-compositor convidado do Clube da Cena, para o qual escreveu inúmeras canções (desde 2009), e do Teatro do Nada, com o qual trabalhou em "Rio de Histórias" (2016). Criou a trilha sonora para espetáculos d´O Teatro Tablado: O Beijo no Asfalto (2013), O Doente Imaginário (2014) e Dormindo com Bukowski (2015) – e também as trilhas de Bastidores (2019) da Cia. Muito Franca e Ana e a tal Felicidade (2021). Kika de Medina é Formada em Conservação e Restauração na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, 2023 e também em Artes Cênicas com habilidade em cenografia na UNIRIO em 1999. Seus principais trabalhos de figurino são: GRUPO CRIA, grupo musical. 2025. O HOMEM CORDIAL, direção Marcia Beatriz Bello, Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro, 2024. PLUFT, O FANTASMINHA, direção Miguel Vellinho, Cia Pequod de Teatro de Animação. Prêmio Caneca é a Vovozinha de melhor figurino. PINÓQUIO, direção Miguel Vellinho, Cia Pequod de Teatro de Animação. Indicada para Prêmio CBTIJ de melhor figurino 2022 VAMOS AGUARDAR SÓ MAIS ESSA AURORA, direção Lúcio Mauro Filho, Teatro PetraGold. Liliane Xavier é Produtora cultural; artista; atriz animadora/bonequeira e restauradora. Atuação em diversas áreas da cultura e das artes, como o teatro, o cinema, a TV, a confecção e restauração de objetos, bonecos, cenários e de bens culturais do patrimônio histórico nacional. Representante Legal da Pequod Produções Artísticas Ltda, empresa representante da Cia PeQuod Teatro de Animação, companhia teatral carioca, que há 26 anos trabalha de forma contínua para a difusão do Teatro de Animação brasileiro. No grupo, além de atriz animadora, é responsável pela direção de produção e criação artística de projetos. Como atriz, atua, desde de 2003, em todos os espetáculos da PeQuod, participando de temporadas, turnês, festivais nacionais e internacionais. Com o espetáculo Fábrica de Nuvem, foi nominalmente indicada por Formas Animadas, no 8o Prêmio PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS – 2023, categoria pela qual também foi indicada, como companhia, junto à PeQuod e da qual saiu vencedora.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.