Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2515772Autorizada a captação total dos recursosMecenato

AYA - Mostra Itinerante de artes visuais Nacionais (nome provisório)

ASSOCIACAO GUAPIENSE DE INTEGRACAO RENOVADORA
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Guapimirim
Início
2026-06-01
Término

Resumo

Realização de uma mostra itinerante de artes visuais inspiradas no universo do cinema brasileiro, composta por painéis ilustrativos, fotografias e instalações visuais educativas que retratam a história e a diversidade do audiovisual nacional, além de exibição de curtas. As exposições ocorrerão em unidades do DEGASE, para adolescentes e jovens em medida socioeducativa, promovendo o acesso à cultura, a fruição artística e a formação de público.

Sinopse

O projeto AYA – Mostra Itinerante de Artes Visuais Nacionais é uma exposição educativa inspirada no universo do cinema brasileiro, realizada nas unidades do DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) do Estado do Rio de Janeiro. A mostra apresenta painéis ilustrativos, fotografias e outros suportes visuais que exploram temas como juventude, diversidade, pertencimento, identidade, relações familiares e direitos humanos, selecionados com base em critérios de pertinência ética, acessibilidade e potencial formativo.Cada edição contará com mediações conduzidas por arte-educadores, que estimularão a reflexão, o diálogo e a expressão dos adolescentes sobre as obras apresentadas, valorizando a leitura crítica da imagem e o reconhecimento de trajetórias do cinema nacional. Como complemento sensorial e pedagógico, serão realizadas exibições pontuais de curtas-metragens nacionais, ampliando o repertório cultural e a integração entre as linguagens visuais e audiovisuais.As atividades terão classificação indicativa livre, com conteúdo voltado para a sensibilização estética e a inclusão cultural. Todas as obras exibidas e os curtas selecionados serão escolhidos por meio de um trabalho de curadoria educativa, priorizando produções contemporâneas e de acesso livre, em consonância com os princípios formativos e sociais do projeto.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar uma mostra itinerante de artes visuais nacionais inspiradas no cinema brasileiro, promovendo o acesso à cultura e a formação de público entre adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa nas unidades do DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) do Estado do Rio de Janeiro, democratizando o contato com as narrativas e estéticas do audiovisual por meio de linguagens visuais acessíveis e transformadoras.Objetivos específicos:Realizar 56 mostras itinerantes de artes visuais com a temática do cinema nacional, distribuídas em 8 edições mensais ao longo de 7 meses, nas diferentes unidades socioeducativas do DEGASE, abrangendo progressivamente as 22 unidades do estado. Cada edição apresentará painéis, ilustrações, fotografias e instalações educativas que narram a história e a estética do cinema brasileiro, acompanhadas de exibições pontuais de curtas-metragens nacionais como recurso complementar de sensibilização e ampliação do repertório cultural dos participantesMediar conversas e atividades de sensibilização cultural pós-exibição, estimulando o diálogo sobre as narrativas audiovisuais e ampliando o repertório estético dos participantes e compreensão dos processos que envolvem a criação de uma peça audiovisual.Garantir a acessibilidade total ao projeto, com linguagem visual, materiais adaptados e foco em públicos com baixa alfabetização, contribuindo para a inclusão social via cultura.Documentar e registrar as ações para fins de prestação de contas e difusão posterior, ampliando o impacto além das sessões presenciais.Ter uma equipe do projeto é composta por 11 profissionais, sendo estes: 1 Coordenação Geral, 1 Produtor, 1 Coordenação de Programação, 1 Cenografia: Material / Confecção, 1 Cenografia: Projeto Cenográfico, 2 Curador(a) / Curadoria, 1 Assistente de Produção, 1 fotográfo, 1 Contador, 1 assessoria de imprensa.

Justificativa

O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E às seguintes finalidades previstas no Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;O projeto AYA _ Mostra Itinerante de Artes Visuais Nacionais propõe a difusão da cultura brasileira a partir de obras visuais inspiradas no universo do cinema nacional, realizadas em formato itinerante nas unidades socioeducativas do DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) do estado do Rio de Janeiro. Com foco na formação de público e na democratização do acesso às artes, a iniciativa apresenta painéis, ilustrações e fotografias educativas que retratam a trajetória e a linguagem do audiovisual brasileiro, alcançando adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social (faixa etária de 14 a 29 anos) que historicamente enfrentam barreiras de acesso a bens culturais e experiências artísticas transformadoras.Este público caracteriza-se por um acúmulo de desvantagens e pela violação sistemática de seus direitos básicos. As principais condições de vulnerabilidade identificadas são: - Desestruturação Familiar e Comunitária: Muitos jovens provêm de famílias com vínculos fragilizados, marcadas pela ausência de figuras de referência, violência doméstica e pela presença de familiares também em conflito com a lei ou em situação de encarceramento. - Residem majoritariamente em territórios periféricos e favelas, áreas com baixo IDH, infraestrutura precária e forte presença do crime organizado e da violência armada. - Evasão Escolar e Baixa Escolaridade: O perfil é majoritariamente marcado por uma trajetória de abandono escolar. A grande maioria apresenta defasagem idade-série, dificuldades de aprendizado e um histórico de desengajamento com o ambiente escolar formal, o que representa uma barreira crítica para o acesso ao mercado de trabalho. - Exposição Precoce à Violência e ao Trabalho Infantil: Muitos foram expostos desde cedo a situações de extrema violência, seja como vítimas ou testemunhas, e tiveram experiências de trabalho infantil ou envolvimento em atividades ilícitas como estratégia de sobrevivência. - Estigma e Dificuldade de Acesso a Oportunidades: O fato de estarem ou terem estado no sistema socioeducativo cria um forte estigma social, que se soma a outras barreiras (como o endereço e a cor da pele) para dificultar drasticamente o acesso a oportunidades de emprego formal, cultura, lazer e educação.Essa ação se alinha aos objetivos da Lei Rouanet de promover a fruição cultural em contextos periféricos e restritos, utilizando o cinema como ferramenta de diálogo e sensibilização. As sessões, gratuitas e adaptadas ao perfil semi-analfabeto do público (com linguagem visual e lúdica), incluem exibições de curtas com breve duração (total de 15 a 20 minutos por sessão) seguidas de atividades de mediação cultural, como debates leves e dinâmicas de sensibilização. O foco principal reside na exibição e difusão de produtos de artes visuais já existentes relacionados ao cinema nacional, fomentando a apreciação da produção nacional e estimulando o repertório cultural dos participantes, sem caráter de formação técnica ou profissionalizante.A relevância social do projeto é evidente: embora o Brasil possua uma vasta e rica tradição nas artes visuais e na produção cinematográfica, esses conteúdos raramente chegam a espaços como as unidades socioeducativas, onde o acesso à cultura é limitado por questões estruturais. A mostra itinerante propõe um movimento de inclusão cultural e educativa, aproximando os jovens da linguagem visual e da memória do cinema brasileiro por meio de painéis artísticos, ilustrações e fotografias, e complementando essa experiência com exibições de curtas-metragens que ampliam o diálogo e a reflexão sobre temas como superação, amizade e escolhas cotidianas. O projeto atende diretamente ao Artigo 18 da Lei Rouanet, promovendo a democratização do acesso às artes e à cultura nacional em contextos de vulnerabilidade, com potencial de impacto direto em 460 adolescentes e indireto em cerca de 10 mil pessoas, entre familiares, jovens das unidades, comunidades do entorno, agentes socioeducativos e público alcançado pelos meios de divulgação. O retorno de mídia do projeto será garantido por meio de divulgação institucional nas redes sociais da Associação Guapiense de Integração Renovadora (AGIR), envio de releases para jornais, TV, rádios, internet e clipagem de matérias em mídia espontânea, com relatório consolidado a ser entregue aos patrocinadores, parceiros e ao Ministério da Cultura com a valoração alcançada. O projeto não objetiva retorno comercial, mas valoriza a visibilidade simbólica das marcas apoiadoras em ações de relevante impacto social e cultural.

Estratégia de execução

O projeto será executado em formato itinerante, com sessões de 2h cada, adaptadas ao ritmo das turmas (5 a 15 adolescentes por exibição). A estrutura prioriza a exibição dos curtas como eixo central, complementada por mediações leves para enriquecer a experiência cultural das pessoas participantes. Essa flexibilidade e adequação ao número de participantes por exibição é fundamental para respeitar as dinâmicas internas de cada unidade, que demandam atenção às questões de segurança vinculadas à convivência entre adolescentes de diferentes grupos e territórios, inclusive relacionados a conflitos entre facções. A medida visa também preservar a integridade dos(as) agentes socioeducativos, da equipe pedagógica do projeto e dos próprios beneficiários, permitindo um acompanhamento mais individualizado, o manejo adequado em situações de risco e a condução pedagógica compatível com o contexto institucional.A Comunicação do projeto: Objetivo- Dar visibilidade positiva ao projeto, posicionando-o como uma iniciativa cultural relevante e socialmente transformadora, tanto para o público participante quanto para a sociedade em geral.- Divulgar com clareza e consistência os impactos sociais e culturais alcançados, prestando contas à sociedade, aos financiadores e às instituições parceiras sobre as ações realizadas, seus resultados e desdobramentos.Princípios Norteadores da Comunicação:Toda a estratégia de comunicação do projeto será guiada por três princípios inegociáveis, que asseguram coerência ética, responsabilidade social e legitimidade institucional.1. Ética e Proteção da Imagem:O respeito à dignidade e à privacidade das crianças e adolescentes é o pilar central da comunicação. Em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), todas as narrativas e registros priorizarão suas potencialidades, criatividade e conquistas, nunca sua condição de vulnerabilidade. Não serão utilizadas imagens ou conteúdos que possam expor, revitimizar ou estigmatizar os participantes, garantindo sempre uma abordagem positiva e educativa.2. Comunicação como Ferramenta de Vínculo:A comunicação terá caráter integrador, sendo usada para aproximar parceiros, apoiadores e instituições do processo, estimulando o sentimento de pertencimento e corresponsabilidade. As ações de divulgação buscarão ampliar redes e consolidar o projeto como referência em difusão cultural e cidadania através do cinema.3. Transparência e Acessibilidade:Todas as informações sobre o projeto, desde sua concepção até a execução e os resultados finais, serão comunicadas de forma clara, acessível e transparente.Serão empregados canais diversificados para garantir que a mensagem chegue a todos os públicos de interesse, especialmente as partes envolvidas (stakeholders), patrocinadores e comunidade local, fortalecendo o vínculo entre o projeto e a sociedade.

Especificação técnica

A sala de mostra, sala comum cedida por cada unidade do DEGASE para a atividade, será transformada em um ambiente de mostra cultural imersiva, com exposição de quadros ilustrados que traçam a história do cinema nacional, desde o cinema mudo e as primeiras narrativas brasileiras, passando por ícones do cinema novo e chegando aos artistas periféricos contemporâneos que atuam no audiovisual, tanto na frente quanto por trás das câmeras. Os painéis destacarão diferentes formatos e linguagens, incluindo mídias digitais, curtas independentes e produções comunitárias, criando um contexto visual que conecta o passado e o presente do cinema brasileiro ao cotidiano dos participantes e preparando o terreno para uma experiência de fruição mais profunda e contextualizada.A exibição dos filmes será realizada em uma Smart TV de 43 polegadas, acoplada a sistema de amplificação de som para aprimorar a experiência sonora. Cada sessão terá duração média de até 2 horas, dividida entre apresentação, exibição dos curtas e mediação cultural conduzida por arte-educador.O material pedagógico de apoio incluirá fichas técnicas e sinopses simplificadas dos curtas exibidos, pequenos painéis informativos e recursos visuais de linguagem acessível, assegurando a plena compreensão do conteúdo por parte dos adolescentes. As mediações seguirão um projeto pedagógico fundamentado na metodologia da educação pela arte, que incentiva a leitura crítica das imagens, o diálogo, a expressão verbal e a escuta coletiva como instrumentos de aprendizado e reconhecimento de si e do outro.O conjunto das ações visa proporcionar uma imersão sensorial e educativa no universo cinematográfico, democratizando o acesso à arte e estimulando a construção de repertório cultural e de pensamento crítico entre os participantes das unidades socioeducativas.

Acessibilidade

As ações do projeto serão realizadas em unidades do DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas), que são instalações públicas estruturadas e adequadas ao atendimento de seu público interno, atendendo aos padrões institucionais de acessibilidade física exigidos pelo poder público. Esses espaços contam com infraestrutura adaptada para circulação segura de todos, incluindo banheiros acessíveis, rampas de acesso e áreas de convívio ajustadas ao deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida.No que se refere à acessibilidade de conteúdo, o projeto prevê a adoção de recursos e práticas que favoreçam a compreensão, o engajamento e a inclusão dos participantes, respeitando as especificidades de cada unidade. As sessões e mediações culturais serão conduzidas em linguagem clara, inclusiva e adequada ao nível de compreensão do público, priorizando materiais de apoio com legendas descritivas e recursos visuais complementares sempre que possível. Além disso, toda a comunicação institucional do projeto seguirá os princípios de acessibilidade informacional, garantindo que as ações culturais sejam acessíveis e compreensíveis a todos os participantes.

Democratização do acesso

O projeto tem como essência justamente a democratização do acesso à produção audiovisual brasileira, sendo sua principal proposta levar o cinema até espaços onde o direito à fruição cultural é historicamente limitado. Suas ações acontecem dentro das unidades do DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas), alcançando adolescentes e jovens em situação de privação de liberdade, um público que, por sua condição, não tem acesso a salas de cinema, mostras culturais ou festivais públicos.Por essa razão, a forma de distribuição dos produtos culturais do projeto ocorre diretamente nas unidades socioeducativas, por meio de mostras itinerantes acompanhadas de mediações culturais e atividades formativas que estimulam o diálogo e o olhar crítico sobre o audiovisual. Não há comercialização dos conteúdos exibidos, uma vez que todos os materiais utilizados são de caráter educativo e devidamente autorizados para exibição gratuita, reafirmando o compromisso do projeto com o acesso universal e gratuito à arte.Como medidas adicionais de ampliação de acesso, o projeto prevê a realização de oficinas paralelas de sensibilização audiovisual, voltadas à introdução de noções básicas de linguagem cinematográfica e produção de imagens, além da produção de registros fotográficos e pequenos vídeos institucionais que serão disponibilizados nos canais oficiais da instituição proponente, garantindo que os resultados e aprendizados das ações possam reverberar para o público externo, inspirando outras iniciativas de difusão cultural em contextos semelhantes.Desse modo, o projeto se consolida como uma ação de inclusão cultural e formação de público, promovendo não apenas o acesso físico ao cinema, mas também o acesso simbólico ao direito de se ver e se reconhecer na arte.

Ficha técnica

A Coordenação de produção será exercida pela diretora financeira da instituição proponente, Andrea Lourenço Couto, que atuará diretamente na coordenação geral do projeto, acompanhando todas as etapas, do planejamento à execução final. Sua responsabilidade será garantir que o cronograma estabelecido seja cumprido, assegurando a integração entre a equipe técnica, a curadoria e as atividades nos espaços de exibição, além de supervisionar os aspectos administrativos e operacionais das ações.Entre suas atribuições estão o gerenciamento dos recursos financeiros e humanos, a articulação com as unidades do DEGASE e com instituições parceiras. A coordenação de produção também responderá pela implementação dos processos de prestação de contas, coordenará o registro e documentação das atividades, garantindo a transparência e o bom andamento do projeto.Seu papel é essencial para manter a coerência metodológica, a viabilidade técnica e o alinhamento dos objetivos propostos, atuando como elo central entre a concepção artística, a execução prática e o compromisso social da iniciativa.Currículos:Coordenação de Produção - Andrea CoutoAndrea Couto é consultora em gestão de projetos, atua há mais de 25 anos na área de políticas públicas, com ampla experiência em gestão de projetos e fortalecimento de organizações da sociedade civil. Ao longo de sua trajetória, contribuiu com diversas instituições do terceiro setor e ocupou cargos estratégicos em diferentes esferas do poder público.No governo federal, foi Assessora para assuntos de justiça, ciência e tecnologia e saúde da população negra na Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República. No estado do Rio de Janeiro, atuou como assessora na Secretaria de Direitos Humanos, e no município de Guapimirim, foi coordenadora municipal de políticas públicas para as mulheres.Como facilitadora, já conduziu processos formativos em elaboração e gestão de projetos em espaços como a Incubadora Afro-Brasileira, a Incubadora de Empreendimentos Populares e a Incubadora Cultural, todas na cidade do Rio de Janeiro.Sua trajetória se conecta diretamente com os temas de gênero, raça e direitos humanos.Gestora Pública de formação, possui MBA em Gestão Social Estratégica e em Liderança e Desenvolvimento de Pessoas e é pós-graduanda em Produção de Artes, Cultura e Entretenimento. Também cursa sua segunda graduação em administração, o que demonstra seu compromisso com constante atualização e aprimoramento. É diplomada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados durante a pandemia da Covid-19.Atualmente é diretora de produção do projeto Mudando a Cena, que consiste na realização de oficinas de teatro voltadas para adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, nas unidades do Departamento Geral de Ações Socioeducativas - DEGASE, em todo o estado do Rio de Janeiro. Produção - Elissandro de AquinoIndicado ao Prêmio Shell de Teatro 2023 pela Dramaturgia em Eu amarelo. Coautor do livro “Escrevendo a Paz” pela UNESCO com tradução para o inglês e francês. Realiza projetos para teatro, artes plásticas, dança, literatura, performance e audiovisual. É parecerista credenciado nas áreas de Artes Visuais, Museus e Memória e Humanidades pela Funarte, Ministério da Cultura e Parecerista para a área de teatro pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa n°08/2021. É psicanalista e psicodramatista. Sócio do Instituto João Donato e da Viramundo Produções. Atualmente faz especialização na PUC Rio de Economia Criativa e MBA na FGV de Gestão de Projetos.Busca a Literatura como fonte de diálogo para outras linguagens. É o caso de “Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus”, em que assina a dramaturgia. O projeto circula há sete anos pelo país. São Paulo (SESI), CAIXA Cultural com temporada em São Paulo, Salvador e Fortaleza. Recebeu o Prêmio Afromineiridades pela Secretaria de Cultura e Patrimônio de Minas Gerais. Fez a dramaturgia e a direção geral do espetáculo de dança contemporânea – vencedor do Edital do SESI-FIRJAN de “Pequena Coreografia do Adeus”, Obra de Aline Bei. Assina a direção do filme “De Piaf a Elis: música e dança flamenca” com exibição nas salas da Estação NET, Instituto Moreira Salles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente circula com a peça “Vou fazer de mim um mundo”, onde assina a direção geral e a dramaturgia - adaptação da Obra [eu sei porque o pássaro canta na gaiola] de Maya Angelou. O projeto (2025) comemora os 60 anos de carreira de Zezé Motta, foi aprovado pelo CCBB em nível nacional com circulação pelas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. A peça, com lotação esgotada em todas as apresentações, emprega mais de 100 colaboradores e teve a valoração superior a 30 milhões de reais. É autor do argumento “Classificados”, finalista no 7.Doc Canal Futura. Realizou a Direção de Produção do Longa Doc “Virando a Página”, pela Chamon Produções – Projeto patrocinado pelo PRODAV – FSA. Realizou a pesquisa para oito documentários longas “Teatros do Brasil” pela Imagem Filmes sobre teatros do Brasil. O projeto foi exibido nos cinemas do Itaú e em negociação com a Fox do Brasil. Coautor do livro Des images pour mémoire/Imagens a contatempo em parceria com a UNIRIO, UERJ e Universidade de Paris. Publicado pela Editora BENNU os livros infanto-juvenis “Dom queijada e o reino de Ancelois”, “Água Rasa” e “Passarinho de gaiola também sabe voar”, com lançamento para 2026. Realiza projetos para o Fundo Setorial do Audiovisual, Sesc Rio de Janeiro e São Paulo, Prefeitura de São Paulo, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Rio de Janeiro, CCBB Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Museu da República, Oi Futuro, MAR (Museu de Arte do Rio), CAIXA Cultural Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Fortaleza, Theatro Municipal do Rio de Janeiro Atualmente está trabalhando na montagem de Édipo em Colono, de Sofócles, direção de Isaac Bernat e Pedro Luis; na dramaturgia de Água que me trouxe: Mãe Senhora e no musical “Muito prazer, eu sou Zezé” a partir da biografia de Zezé Motta.Coordenador de Programação - Heraldo HBAnimador cultural, produtor audiovisual, educador popular, consultor de projetos e cineclubista. Experiências com rádio livre, pré-vestibular comunitário, projetos de Internet popular e Comunicação alternativa. Trabalhou com Animação Cultural em CIEPs e em escolas da rede estadual no II Programa Especial de Educação, no Rio de Janeiro.Desde 2002 atua com Cineclubismo e Audiovisual através do Cineclube Mate Com Angu (www.matecomangu.org).Integra o Gomeia Galpão Criativo (www.gomeia.com.br) e é diretor do Ponto de Cultura Lira de Ouro.Como educador audiovisual popular trabalhou na Oficina de Cinema Ambiental Humano Mar, projeto que realizou em seu primeiro ano, 30 documentários retratando os conflitos da cadeia produtiva do petróleo no litoral norte do Rio de Janeiro. O projeto foi o vencedor do Prêmio Brasil Ambiental 2008.Trabalhou no Laboratório Cultura Viva, projeto desenvolvido pela Escola de Comunicação da UFRJ e Ministério da Cultura, que resultou em mais de cem filmes feitos por Pontos de Cultura de várias regiões do país. Tem experiência em elaboração e articulação de conteúdos de comunicação popular, audiovisual e internet em projetos de Educação Ambiental em 25 cidades do Estado do Rio de Janeiro, em Rondônia e no Pará. Desde 2007 dinamiza e coordena diversas oficinas no campo da Educação Audiovisual Popular, trabalhando prioritariamente conteúdos de documentário, roteiro e direção. Tem experiência em construção de diagnósticos participativos em processos de licenciamento ambiental.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-05-31
Locais de realização (12)
Belford Roxo Rio de JaneiroCampos dos Goytacazes Rio de JaneiroDuque de Caxias Rio de JaneiroMacaé Rio de JaneiroMesquita Rio de JaneiroNilópolis Rio de JaneiroNiterói Rio de JaneiroNova Friburgo Rio de JaneiroNova Iguaçu Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroTeresópolis Rio de JaneiroVolta Redonda Rio de Janeiro