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PRONAC 2515782Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Piano que Ouviu Belém

NERO ROGERIO RESENDE DA SILVA
Solicitado
R$ 495,3 mil
Aprovado
R$ 495,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-05
Término
2026-06-01
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Valorizar a memória musical da cidade de Belém por meio da realização de um espetáculo gratuito protagonizado por um piano histórico restaurado, promovendo o acesso democrático à música de concerto, estimulando a fruição cultural, a preservação do patrimônio imaterial e o reconhecimento da identidade artística local. O projeto buscará conectar diferentes gerações através da arte, contribuindo para a ampliação do repertório simbólico da população e para a consolidação de espaços de acesso qualificado à cultura.

Sinopse

"O Piano que Ouviu Belém"“O Piano que Ouviu Belém” será um espetáculo musical e performático que resgata a memória afetiva da cidade de Belém por meio de um piano Steinway & Sons, adquirido em 1967 e restaurado em 2025. A proposta transformará o palco do Teatro em um espaço cênico de reverência à história musical da cidade, reunindo artistas locais e nacionais em uma noite única de celebração da cultura paraense.O espetáculo será gratuito e terá classificação indicativa livre, com foco em um público amplo a partir de 12 anos, incluindo estudantes, músicos, educadores e famílias. Com direção artística de Rogério Resende e produção de Celso Meireles, a apresentação combina interpretação musical ao vivo, projeções visuais, iluminação cênica e narrativa dramatúrgica leve. O piano será o fio condutor de uma experiência imersiva que conectará diferentes gerações, repertórios e memórias.Mais do que uma exibição musical, o projeto apresentará o instrumento como um protagonista histórico, responsável por atravessar décadas de formação artística na cidade. A estrutura técnica do espetáculo contará com recursos de acessibilidade como Libras, audiodescrição e espaço arquitetônico adaptado assegurando inclusão plena na fruição cultural.

Objetivos

Objetivo GeralValorizar a memória musical da cidade de Belém por meio da realização de um espetáculo gratuito protagonizado por um piano histórico restaurado, promovendo o acesso democrático à música de concerto, estimulando a fruição cultural, a preservação do patrimônio imaterial e o reconhecimento da identidade artística local. O projeto buscará conectar diferentes gerações através da arte, contribuindo para a ampliação do repertório simbólico da população e para a consolidação de espaços de acesso qualificado à cultura.Objetivos Específicos- Realizar 1 espetáculo musical gratuito no Teatro, em Belém/PA.- Garantir a participação de, no mínimo, 500 pessoas de forma presencial.- Transmissão nos canais de youtube e instagram- Incluir tradução em Libras e audiodescrição durante toda a apresentação.- Assegurar estrutura física com acessibilidade arquitetônica para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.- Promover a democratização do acesso por meio de ampla divulgação gratuita e acessível.- Reunir 10 artistas convidados, entre pianistas, cantores e instrumentistas da cena paraense e nacional.- Produzir e registrar audiovisual completo do espetáculo com qualidade profissional.- Difundir o espetáculo em mídias digitais com linguagem acessível.- Valorizar a história do piano Steinway & Sons de 1967 como patrimônio cultural afetivo da cidade.- Estimular a formação de público para música erudita e produção artística de memória

Justificativa

Belém, cidade marcada por sua efervescência cultural, abriga uma das histórias musicais mais singulares do Brasil, mas ainda enfrenta a escassez de políticas continuadas de valorização de sua memória sonora. A cidade possui talentos reconhecidos nacionalmente e uma rica tradição no ensino e prática da música erudita e popular. Contudo, a ausência de ações que resgatem e celebrem o patrimônio instrumental, especialmente no que tange à fruição pública gratuita, torna urgente o investimento em iniciativas que reconectem o público à sua própria história musical. Nesse cenário, o piano Steinway & Sons adquirido pela Universidade Federal do Pará em 1967, restaurado em 2025, surge como personagem simbólico e testemunha silenciosa de gerações de artistas, agora pronto para retornar ao palco como agente vivo da memória.O projeto "O Piano que Ouviu Belém" surge como resposta direta a essa necessidade, promovendo um espetáculo musical e performático que transforma um objeto restaurado em narrativa viva, conectando passado, presente e futuro por meio da arte. Ao valorizar o instrumento como patrimônio afetivo e artístico, o projeto contribui para a preservação da memória cultural da cidade, reunindo artistas de diversas gerações para uma apresentação gratuita, acessível e emblemática. O projeto diferencia-se por seu caráter único, por seu compromisso com a acessibilidade plena e pela sua força simbólica: não é apenas um concerto, mas uma celebração da cidade por meio de um de seus ícones esquecidos, agora revitalizado.A viabilização dessa proposta depende diretamente da Lei de Incentivo à Cultura. Trata-se de uma iniciativa que dificilmente encontraria apoio no mercado por depender de valores simbólicos e não comerciais, ainda que seja profundamente relevante do ponto de vista cultural. Sem o mecanismo de incentivo fiscal, projetos como este permaneceriam restritos a nichos ou ao apagamento silencioso da memória artística brasileira. A Lei nº 8.313/91 é, nesse contexto, essencial para garantir a realização de ações que democratizam o acesso, descentralizam os recursos e ampliam o direito à fruição cultural, permitindo que empresas e sociedade civil compartilhem da responsabilidade de preservar, estimular e difundir a cultura nacional.Nesse sentido, o presente projeto visa promover o acesso gratuito à cultura e a valorização da diversidade artística brasileira, em conformidade com a Lei nº 8.313/91 _ Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), especialmente:Art. 1º, da Lei nº 8.313/91:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Art. 3º, da Lei nº 8.313/91:II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Espetáculo Musical e Performático – "O Piano que Ouviu Belém"Plano Conceitual e Artístico:O espetáculo será uma apresentação musical com narrativa dramatúrgica leve, centrada na história e simbologia de um piano Steinway & Sons de 1967, restaurado após décadas de uso e esquecimento. A proposta une música de concerto com elementos cênicos e visuais, valorizando a memória cultural de Belém por meio da performance de artistas paraenses de diferentes gerações. O projeto buscará criar uma atmosfera imersiva, sensível e poética, utilizando linguagem musical e estética de iluminação que valorizem o protagonismo do piano como objeto simbólico e afetivo. O conteúdo será transmitido por meio de interpretações musicais ao vivo entremeadas por falas, vídeos e imagens de arquivo que contextualizam o valor patrimonial do instrumento.Coordenação:- Direção Geral e Artística: Rogério Resende- Direção Técnica e de Produção: Celso Meireles- Produção Executiva: Mariana Lemos- Direção de Comunicação: Veridiana MolinaLocal:Centur / Fundação Cultural do Pará – Belém/PADatas:Apresentação única em 27 de março de 2026Carga horária:Duração total estimada de 2h30m, considerando abertura institucional, execução artística e interações finais com o público.Objetivo do Produto:Valorizar a memória sonora e cultural de Belém por meio de uma apresentação musical que une excelência artística, patrimônio imaterial e fruição acessível, promovendo o reencontro simbólico entre o público e um importante instrumento da história musical da cidade.Público-Alvo:Público geral a partir de 12 anos, com atenção especial a estudantes, professores, músicos, pesquisadores, artistas, comunidade local e admiradores da cultura paraense e da música de concerto.Requisitos de Acesso:Evento gratuito, com retirada de ingressos antecipadamente via plataforma digital e pontos físicos de distribuição popular.Faixa Etária:A partir de 12 anosCapacidade:500 pessoas (lotação estimada do teatro)Temáticas Abordadas:a) Memória e patrimônio cultural da cidade de Belémb) Música como expressão de identidade e históriac) Valorização de instrumentos históricos e da produção locald) Diálogo entre gerações musicais e linguagens artísticase) Afetividade, simbolismo e ressignificação de objetos culturaisMateriais Utilizados:- Equipamento de som profissional- Iluminação cênica com controle automatizado- Projetores e tela de LED para exibição de imagens históricas- Camarins estruturados para elenco e equipe técnica- Piano Steinway & Sons (restaurado em 2025) como elemento central do espetáculo- Material gráfico digital para divulgação com versão acessível (PDF com audiodescrição e Libras)Recursos de Acessibilidade:- Tradução simultânea em Libras durante toda a apresentação- Audiodescrição em tempo real- Espaço com acessibilidade arquitetônica (rampas, elevadores, sinalização tátil e piso tátil)- Recepção com equipe preparada para atendimento a PCDsCertificados:Não aplicável (por se tratar de espetáculo e não ação formativa)

Acessibilidade

Acessibilidade Pessoa com Deficiência FísicaMedidas:Espaços reservados para cadeirantes com visibilidade adequada - Banheiros adaptados com acesso facilitado - Acesso ao teatro com rampas, sinalização visual acessível e piso tátil no entorno.Item no orçamento: Teatro adaptado com recursos de acessibilidadeAcessibilidade para Pessoa com Deficiência AuditivaMedidas:Presença de intérprete de Libras em tempo real durante toda a apresentação ao vivoInserção de legendas descritivas nos vídeos de divulgação e no registro do espetáculoItem no orçamento: Intérprete de LibrasAcessibilidade para Pessoa com Deficiência VisualMedidas:Audiodescrição ao vivo durante o espetáculo e Comunicação adaptadaItem no orçamento: AudiodescriçãoAcessibilidade para Pessoa com Deficiência IntelectualMedidas:Produção de material informativo com linguagem simples, clara e diretaequipe de recepção e mediação cultural capacitada para acolhimento inclusivoItem no orçamento:

Democratização do acesso

Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:§ 8º As obras audiovisuais resultantes de projetos de preservação de que trata o ANEXO I consideram-se licenciadas, a título não oneroso e não exclusivo, para exibição em plataformas públicas ou mantidas com recursos públicos e em estabelecimentos públicos de ensino e cultura quando:I - decorridos quatro anos da entrega final ao Ministério da Cultura; eII - o proponente do projeto for o titular dos direitos autorais das obras ou tiver autorização expressa do titular para negociar a licença para exibição.Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; *Todas as atividades serão gratuitas e trata-se de um projeto de construção.

Ficha técnica

Nome: Nero Rogério Resende da SilvaFunção: Proponente - Coordenador GeralProprietário da Casa do Piano e diretor do Museu Nacional do Piano, ambos localizados em Brasília. Com uma trajetória marcada pela promoção da arte pianística no Brasil, Rogério tem se destacado como curador e diretor de importantes iniciativas culturais. Atuou na Maratona 24 Horas de Piano e no Encontro com a Música, ao lado de nomes como Hermeto Pascoal e Hamilton de Holanda. Participou da Festa da Música com o maestro francês Michel Legrand e do Encontro do Livro de Palmas. Em 2025, auxiliou na produção do Projeto Escola Católica Vila Maria, em Cuiabá – MT, com Álvaro Siviero, lançamento do livro A Arte nos Sonha e a cerimônia de entrega do Título de Cidadão Honorário de Brasília, na qual foi condecorado. Também idealizou projetos como Piano Bike no Eixão, o Museu Itinerante do Piano, a exposição Morar Mais por Menos e o Canto da Primavera. Em agosto de 2025 atuou na produção de boa parte do filme "O último canto das cigarras", longa metragem que será lançado em 2027, consolidando sua atuação como agente transformador da cena musical brasileira.Nome: Veridiana MolinaFunção: Coordenador Técnica - Produtora (na pós)Administradora e atua como produtora cultural, com experiência na organização de eventos artísticos e institucionais. Participou da produção de importantes projetos dirigidos por seu pai, Nero Rogério Resende da Silva, contribuindo para a realização de iniciativas de grande relevância no cenário musical brasileiro. Entre os eventos que coordenou estão A Memória de Neusa França, a Maratona de Piano – 12 horas, o Encontro com a Música, com Hermeto Pascoal e Hamilton de Holanda, a Festa da Música com Michel Legrand, o Encontro do Livro de Palmas, o Projeto Escola Vila Maria, com Álvaro Siviero, lançamento do livro A Arte nos Sonha, de Carlos Netto, e a cerimônia de entrega do Título de Cidadão Honorário de Brasília. Também esteve à frente da produção do Museu Itinerante do Piano, do projeto Morar Mais por Menos, do Canto da Primavera e de Um Piano ao Cair da Tarde, entre outros. Sua atuação é marcada pela excelência na gestão de projetos culturais e pela valorização da música como instrumento de transformação social.Nome: Celso Augusto MeirelesFunção: Coordenador de Produção - Produtor (na pós)Produtor cultural com experiência na concepção, coordenação e execução de projetos artísticos e sociais. Ao longo de sua carreira como produtor, atuou em empresas como Banco do Brasil, MMeireles, Diebold e Inspirartes, desenvolvendo iniciativas que conectam arte, memória e transformação social.Entre os eventos que produziu, destacam-se o INSPIRA BB e Arte Transforma Realidades, voltados à valorização da cultura como ferramenta de impacto positivo. Foi responsável pela produção de A Arte Abraça Brumadinho, que reuniu grandes nomes da música brasileira como Zizi Possi, Marcus Viana, Zélia Duncan e Flávio Venturini, em homenagem às vítimas da tragédia de Brumadinho.Também assinou a produção do Concerto de Natal da Avabrum, com Marcus Viana e Pererê, e dos projetos Inspira – Quem Jamais Te Esqueceria, com Gilberto Gil, Elza Soares e outros artistas, e Inspira – A Esperança Equilibrista, com Zeca Baleiro, Ivan Lins, Leila Pinheiro, entre outros. Sua atuação é marcada pela sensibilidade artística, experiência na gestão cultural e compromisso com causas sociais por meio da arte.Nome: Jeferson RochaFunção: Produtor ExecutivoMini Bio:Jeferson Rocha é gestor cultural, produtor executivo e arte-educador com mais de 25 anos dedicados à cultura brasileira. Entre o palco e a gestão, encontrou na arte uma forma de conectar pessoas, territórios e propósitos. Sua trajetória une sensibilidade artística, visão estratégica e sólida experiência em políticas culturais.Ao longo da carreira, esteve à frente de mais de 70 projetos entre festivais, mostras, turnês e iniciativas educativas realizados por meio de editais, leis de incentivo e parcerias privadas, alcançando milhares de beneficiários em todo o país. Atuou na FUNARTE (2020–2023) em editais nacionais e projetos como Respirarte, Circulação das Artes e Hinos do Brasil.Entre seus trabalhos recentes destacam-se o ARCA Cultural, com oficinas em 16 instituições e mais de 4 mil participantes; o Festeen Music Show, um dos maiores festivais teens do país; e o Museu do Piano, em Brasília.Atualmente, finaliza a graduação em Produção Publicitária, ampliando seu repertório em comunicação, marketing e estratégias digitais — áreas que fortalecem seu propósito de transformar a cultura em um campo de impacto, pertencimento e desenvolvimento humano.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.