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Montagem e temporada de Espetáculo Teatral Síndrme de Estocolmo, texto de Leonardo Netto com Stela Freitas.
Eunice, professora de História que trabalha no ensino público, contrai uma dívida bancária durante a pandemia que alcança níveis astronômicos devido à inadimplência e aos altos juros cobrados. Indo ao banco, para tentar resolver a situação, Eunice é atendida por Juarez, jovem gerente ambicioso e bem treinado. O embate entre os dois vai atingir o ápice quando Eunice propõe uma solução que subverte as convicções de Juarez e o próprio sistema que os aprisiona. Faixa etária - 18+
Objetivo geral: Objetivamos realizar a montagem e uma temporada do espetáculo "Sindrome de Estocolmo", proporcionando ao público uma grande experiência reflexiva através de um texto brasileiro inédito escrito pelo premiado ator, diretor e autor, Leonardo Netto. O objetivo é sobre os efeitos catastróficos da pandemia de COVID-19 na vida da população, em especial as conseqüências financeiras. Objetivo Específico: - Realizar montagem e temporada do espetáculo e artes cênicas "Sindrome de Estocolmo" com um total 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro em teatro com capacidade para 300 pessoas, com público estimativa de público de 4.800 espectadores - Realizar 01 Palestra com elenco e direção sobre "Processo de Criação de Personagem" - Disponibilizar placas do roteiro em braile, Libras nas palestras e monitores para auxiliar deficientes intelectuais - Frase de conscientização educativa/ambiental nos materiais digitais ou gráficos do espetáculo.
Em setembro de 2022, havia no Brasil, de acordo com dados do SERASA, 69 milhões de brasileiros endividados. Embora a pandemia de Covid-19 tenha tido um impacto extraordinário e ocasional nesse cenário, a verdade é que, mesmo sem ela, esses números já seriam alarmantes. Isso evidencia que o endividamento e a inadimplência são características marcantes na economia do brasileiro comum. O texto de Leonardo Netto parte da percepção de que o endividamento é usado como ferramenta pelo sistema bancário para sustentar uma estrutura de poder. "Síndrome de Estocolmo", com sua abordagem concisa e centrada em dois personagens, é um exercício dialético que, sem abrir mão do humor, explora um tema atual e de grande relevância. O teatro, enquanto arte, reflete os tempos em que vivemos. William Shakespeare já afirmava: "Tratem bem os atores, pois eles são a crônica do tempo." Apostar na dramaturgia brasileira e em temáticas contemporâneas como forma de estimular debates que dialoguem diretamente com o público é investir em um processo artístico de reflexão sobre nossa época. Essa é, afinal, a essência do teatro e uma das metas fundamentais do fomento cultural. O projeto em tela se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, em seus incisos; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos a serem alcançados, conforme Art. 3° da Lei 8313/91; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica
Espetáculo Teatral Duração: 65 minutos Faixa etária: 18+ Palestra Duração: 20 minutos após o espetáculo. Ministrada pelo elenco e direção do espetáculo com o tema “Processo de Criação de Personagem”
Espetáculo de Teatro Acessibilidade Física: - A produção buscará teatro com rampas de acesso e adaptações para pessoas com mobilidade reduzida, idosas e cadeirantes. Piso tátil. Acessibilidade de Conteúdo: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público. Os monitores são do teatro e aptos a auxiliar em todas as sessões Palestra ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. Os monitores são do teatro e aptos a auxiliar
- Disponibilizaremos 20% ( vinte por cento) da lotação dos teatros com preços até R$35,00 (ingresso inteiro), permitindo desta forma que mais pessoas tenham acesso ao produto. - Disponibilizaremos 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. - Realizaremos 01 palestra gratuita com elenco e direção do espetáculo com o tema “Processo de Criação de Personagem” , para debater o processos criativo do projeto. - Disponibilização de registro audiovisual do espetáculo (Teasers) nas redes sociais do projeto Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
A Proponente exercerá as funções de Coordenadora do Projeto e Atriz Ficha técnica Texto: Leonardo Netto Direção: André Paes Leme Elenco: Stela Freitas e Thiago Marinho Cenário e figurino: Carlos Alberto Nunes Iluminação: Renato Machado Criação de Trilha Sonora: Ricco Vianna Produção Executiva: Bárbara Montes Claros Direção de Produção: Celso Lemos Texto Leonardo Netto é ator, diretor e dramaturgo brasileiro. Tem extensa carreira no teatro, onde recebeu diversos prêmios, além de trabalhar também em cinema e televisão. Formou-se como ator na CAL – Casa das Artes de Laranjeiras em 1989 e estudou Teoria do Teatro na UNIRIO. Estreou na peça Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, dirigido por Amir Haddad. Em 1990, passou a integrar o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, companhia dirigida por Aderbal Freire-Filho. A partir de 1993 trabalhou como ator convidado de grupos como a Companhia Teatral do Movimento, dirigida por Ana Kfouri e a Companhia dos Atores, dirigida por Enrique Diaz, e em espetáculos dirigidos por Gilberto Gawronski, Jefferson Miranda, Luiz Arthur Nunes, Ticiana Studart, João Falcão, Ivone Hoffmann, Marcus Vinícius Faustini, Pedro Brício, Celso Nunes, Bel Garcia, Christiane Jatahy e Ivan Sugahara. Escreve, em 2014, seu primeiro texto, Para os Que Estão em Casa, que é montado no ano seguinte e pelo qual foi indicado ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto Nacional Inédito. Em 2016, escreve A Ordem Natural das Coisas, montado em 2018 e é indicado, como autor, aos prêmios Shell, APTR, Botequim Cultural e Cesgranrio, tendo ganhado este último. Em 2018, escreve 3 Maneiras de Tocar no Assunto (encenado em 2019), monólogo em que atuou e foi dirigido por Fabiano de Freitas. O espetáculo recebeu 17 indicações a prêmios em várias categorias, tendo recebido os prêmios Cesgranrio de Melhor Texto, Melhor Ator e Especial (pela direção de movimento de Márcia Rubin), o APTR de Melhor Autor, o Botequim Cultural de Melhor Texto e o Prêmio Cenym de Melhor Monólogo. Direção André Paes Leme (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, s.d.). Diretor. Encena espetáculos baseados em fábulas populares, em que explora a teatralidade do gênero épico, e musicais antigos como Forrobodó, com músicas de Chiquinha Gonzaga. Dirige, no grupo Mergulho no Trágico, Medéia e Ifigênia - a Face Selvagem e o Sangue Puro das Virgens. Em 1994, estréia Alcassino e Nicoleta, baseado em fábula francesa anônima do século XII. Seguem-se O Casamento Pequeno Burguês, de Bertolt Brecht, e o musical Forrobodó, de Carlos Bettencourt e Luiz Peixoto, em 1995. Em 1997, retomando a literatura popular francesa e o jogo épico, o diretor adapta Baunilha e Trioleto, de autor anônimo. Também em 1997, o diretor volta aos musicais brasileiros do século XIX com a encenação de A Capital Federal, de Artur Azevedo. Em 1998, retoma as histórias de tradição oral, desta vez para o público infantil, com Fábulas à Meia Luz, e o teatro musical com Tem que Rebolar, roteiro de Flavio Bauraqui e Ana Carbatti. Em 2000 Pequenos Trabalhos para Velhos Palhaços, de Matei Visniec Em 2001, dirige Engraçadinha Seus Amores e Seus Pecados - dos 12 aos 18 Anos, de Nelson Rodrigues. Desde 1996, trabalha na Uni-Rio como professor do Departamento de Direção Teatral. Elenco Stella Freitas participou do seriado Sítio do Picapau Amarelo por três vezes. A primeira foi em 1977 interpretando a Cuca e as outras vezes em 1984 e em 2006. Em 1987, começou a chamar a atenção do grande público ao interpretar a divertida empregada Dinalda na novela Sassaricando, de Sílvio de Abreu. Destaca-se nesse tipo de papel, o repetindo de forma marcante em outras duas novelas: Era uma Vez... (1998), de Walther Negrão e Senhora do Destino (2004), de Aguinaldo Silva. Como diretora teatral, Stela Freitas dirigiu, em 1994 de “Pirandello Nunca Mais, de Ricardo Hofstetter, e Metralha, um musical protagonizado por Diogo Vilela, em 1996. Em 1998, Stella Freitas apresentou o programa educativo "Alô, Vídeo Escola", no Canal Futura. A atriz tem várias participações em filmes, novelas e teatro. No cinema, Stela Freitas ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante, no 18.º Festival de Gramado em 1990, por sua interpretação no filme Stelinha, de Miguel Faria Jr. Em 2001, Stella Freitas participa do musical “South American Way”, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, interpretando Carmem Miranda ao lado de Stella Miranda. Stella Freitas comemorou 30 anos de carreira, em 2002, com o espetáculo “Chega de Sobremesa”. Em 2008, Stela Freitas esteve no teatro com a peça “Nesta Data Querida”, de Aloísio de Abreu e Lícia Manzo, ao lado do próprio Aloísio de Abreu. Trabalhou na Rede Globo durante anos, porém depois de encerrada sua participação no seriado Sítio do Picapau Amarelo, Em 2007, Stella Freitas transferiu-se para a Rede Record para gravar a novela Luz do Sol, de Ana Maria Moretzsohn. também em 2008, a atriz volta às novelas, em Chamas da Vida. Thiago Marinho Bacharel em teatro, começou sua carreira nO Tablado. Entre seus últimos trabalhos no teatro estão “A Falecida”, de Nelson Rodrigues, com direção de Sérgio Modena, o premiado “Se essa lua fosse Minha”, de Vitor Rocha, “O Pescador e a Estrela”, (ator e autor), “Pressa”, com direção de João Fonseca e “Chacrinha - O Musical”, no qual interpretou Abelardo Barbosa ao lado de Stepan Nercessian (Rio de Janeiro e turnê), com direção de Andrucha Waddington. Participou das tragédias "Incêndios” e “Céus”, de Wadji Mauawad, dirigidas por Aderbal Freire-Filho e do musical “Elis – A Musical”, dirigido por Dennis Carvalho. Com Charles Moeller fez “Beatles num Céu de Diamantes” e “O Despertar da Primavera”. Esteve em “Lá dentro tem coisa”, com direção de Renato Linhares. Idealizou “Tudo o que há Flora”, da Nossa! Cia de Atores, da qual é um dos fundadores, com direção de Daniel Herz. No áudio visual, participou do filme “Socorro, virei uma garota”, entre outras participações em séries e novelas. Cenário e Figurino Carlos Alberto Nunes é Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGAC-UNIRIO) (2019). Possui graduação em Artes Cênicas pela mesma Instituição (1992). É Professor Adjunto IV da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, lotado no Departamento de Cenografia. Foi chefe do Departamento de Cenografia de 2007 à 2016 e membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Cenografia e Indumentária de 2012 à 2014. Participou como artista convidado na Mostra Nacional Brasileira na Quadrienal de Praga 2011: Espaço e Design Cênico, com a cenografia de A Chegada de Lampião no Inferno. A Mostra nacional ganhou o Triga de Ouro, prêmio máximo do evento. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cenografia, Figurino e adereços. Iluminação Renato Machado há mais de trinta anos atuando no mercado cultural brasileiro, já realizou centenas de trabalhos iluminando peças teatrais, espetáculos de dança, óperas, shows, exposições etc. - vários deles com repercussão internacional - e é autor do livro “A Luz Montagem”, fruto da sua dissertação de mestrado, que trata de possibilidades da iluminação cênica como ferramenta da construção teatral (Ed. Prismas - 2015). Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) é atualmente Professor Adjunto na Universidade de Évora (Portugal) já tendo lecionado na Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Com 51 indicações na categoria de "Melhor Iluminador" entre 1993 e 2020, recebeu, ao longo de sua carreira, inúmeros prêmios. Criação de Trilha Sonora Ricco Viana trabalha como músico e diretor musical há 17 anos. Fez a trilha de mais de 50 espetáculos de teatro, entre eles Clandestinos, O Pequeno Príncipe e Mamãe Não Pode Saber, dirigidos por João Falcão; JT Leroy, dirigido por Paulo José; O Outro Van Gogh, Mente Mentira e Jim, dirigidos por Paulo de Moraes, com quem trabalha há 12 anos também como diretor musical da Armazém Companhia de Teatro. Ganhou o Prêmio APTR de melhor música por Jim (tendo sido indicado também aos prêmios SHELL e CESGRANRIO), e em 2017 foi indicado ao SHELL e CESGRANRIO por Janis e trilha original de Hamlet; Ganhou o CBTIJ 2015 por A Menina Edith, de Lázaro Ramos e por A Gaiola em 2016 com direção de Duda Maia. No cinema fez diversas trilhas originais, como o premiado Laços dirigido por Flávia Lacerda; Tudo ou Nada em Soterópolis, de Lázaro Ramos; Cinzas, de Edson Celulari e Os Transgressores, de Luis Erlanger. Na TV Globo assinou a trilha sonora das séries 7 Pecados, Dó Ré Mi Fábrica e Clandestinos. No meio musical Ricco produziu alguns discos, entre eles, o premiado Monomania de Clarice Falcão; Gravou com vários artistas da cena musical como Simone Mazzer e Elza Soares. E criou a banda A Roda com sua parceira Laila Garin. Direção de Produção Celso Lemos Sócio fundador da APTR – Associação de Produtores de Teatro Atualmente em cartaz com espetáculo A Lista com direção de Guilherme Piva, com Lilia Cabral. Entre 2018 e 2022 produziu a circulação do espetáculo AS CRIANÇAS, com direção de Rodrigo Portella e INSETOS de Jô Bilac, com a Cia de Atores. Em 2018, produziu Navalha na Carne, de Plínio Marcos, com direção de Gustavo Wabner; Em 2017, “Ivanov”, de Anton Tchekhov, com direção de Ary Coslov e “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher” de Svetlana Aleksiévitch, com direção de Marcello Bosschar. Em 2016 produziu o encerramento das Olimpíadas, para Rio 2016, com direção artística de Rosa Magalhães. Em 2011, 2013 e 2015 ocupou o teatro Dulcina, no RJ, com os projetos – Dulcina no Plural, Dulcina Abre o Pano e Dulcina em Foco. Produziu a MOSTRA de TEATRO – Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura, no Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015. Em 2011 produziu a turnê no Rio de Janeiro do Théâtre du Soleil, maior companhia de teatro da França. Trabalhou com as principais atrizes e atores, entre eles, Marília Pêra, Julia Lemmertz, Bibi Ferreira, Tônia Carrero, Nicette Bruno, Yoná Magalhães, Sérgio Britto, André Valle e diretores como Antonio Gilberto, Eduardo Tolentino, Ary Coslov, Rodrigo Portella, Fernando Philbert.
PROJETO ARQUIVADO.