Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A proposta apresenta uma exposição fotográfica artística que documenta as expressões de fé, cultura e identidade da comunidade rural do Vilarejo do Cemitério do Peixe durante o tradicional Jubileu de São Miguel Arcanjo. Por meio de imagens que revelam rituais, gestos e símbolos, o projeto valoriza o patrimônio imaterial, a relação entre fé e território e a ancestralidade que permeia essa celebração popular, fortalecendo a preservação das tradições culturais de Minas Gerais.
O projeto “Cemitério do Peixe: Onde a Terra Reza” é uma exposição fotográfica que documenta e valoriza as expressões de fé, cultura e identidade de uma comunidade rural de Minas Gerais. As imagens da mostra vão explorar os rituais, os rostos, os gestos e os símbolos presentes no Jubileu, oferecendo ao público uma experiência sensível, contemplativa e de aproximação com o patrimônio cultural imaterial da região.Classificação Indicativa: Livre
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral do projeto é promover uma experiência artística que valorize a fé, a cultura e a identidade do povo do Vilarejo do Cemitério do Peixe, por meio de uma exposição fotográfica sobre o Jubileu de São Miguel Arcanjo. A proposta busca registrar e difundir esse patrimônio imaterial, revelando a relação entre fé, território e ancestralidade, e incentivando a reflexão sobre a preservação das manifestações culturais populares. Com isso, amplia o acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, alinhando-se aos incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.OBJETIVO ESPECÍFICO: Realizar duas exposições fotográficas sobre o Jubileu de São Miguel Arcanjo, com duração mínima de 30 dias em cada cidade, sendo uma em Belo Horizonte e outra em Brasília, em locais de visibilidade e relevância cultural. A mostra será composta por painéis fotográficos e textos curatoriais, distribuídos em quatro núcleos temáticos: Entre o Céu e o Chão (paisagem e arquitetura do vilarejo), O Caminho da Devoção (trajeto dos romeiros e primeiros rituais), O Corpo da Festa (momentos coletivos, procissões e celebrações) e Rostos e Rituais (retratos e gestos de fé). As ações têm como finalidade valorizar e difundir o patrimônio imaterial e as manifestações culturais populares, estimulando o diálogo entre fé, território e ancestralidade. Estima-se o alcance de aproximadamente 1.000 pessoas ao longo das atividades.
A essência do projeto "Cemitério do Peixe: Onde a Terra Reza" está em revelar, por meio da fotografia, a força simbólica e espiritual de uma das mais marcantes, porém pouco conhecidas, manifestações populares do interior de Minas Gerais. A exposição busca preservar e valorizar as expressões de fé, cultura e identidade do povo do vilarejo do Cemitério do Peixe, traduzindo em imagens a relação profunda entre o sagrado, o território e a ancestralidade. O projeto nasce do desejo de documentar essa memória viva, dando visibilidade à riqueza estética e humana de um patrimônio imaterial que resiste ao tempo e às transformações sociais.A realização da mostra conta com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, instrumento fundamental para viabilizar o acesso da população a produções artísticas que fortalecem o diálogo entre tradição e contemporaneidade. Através desse incentivo, o projeto poderá circular entre diferentes públicos e regiões, promovendo a democratização da cultura, o reconhecimento de manifestações populares e o registro de expressões de fé que compõem a diversidade cultural brasileira.Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 em que a proposta se enquadra: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados: II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Não se Aplica
Exposição Acessibilidade Física: O local da exposição será escolhido e/ou adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, sinalização tátil e espaços adequados para circulação de cadeirantes.Item na planilha: Custos de acessibilidadeAcessibilidade ao Conteúdo: Serão disponibilizadas legendas e audiodescrições em QR Codes para as obras expostas, permitindo que pessoas com deficiência visual possam apreciar o conteúdo.Item na planilha:Custos de acessibilidade e intérprete de libras
A exposição será gratuita e aberta ao público, com conteúdo acessível via plataformas digitais (YouTube e Instagram), incluindo recursos de acessibilidade como legendas e audiodescrição. Dessa forma, amplia-se o alcance para além dos visitantes presenciais, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 30 da IN MINC nº 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube e Instagram.
Katarzyna Chiluta (Proponente) - Coordenação GeralKatarzyna Chiluta, coordenadora e professora do Instituto Foto em Curso, é uma fotógrafa de origem polonesa com uma vasta formação internacional. Estudou em Roma, Polônia e Brasil, e possui graduação em História da Arte e Fotografia, concluída no Centro Universitário IESB, onde recebeu a láurea acadêmica de melhor aluna. Com forte atuação no cenário cultural de Brasília, Katarzyna já expôs em mostras significativas, como a exposição Domus no Museu da República, que atraiu mais de 200 mil visitantes. Em 2021, ela foi premiada em dois concursos europeus de fotografia, consolidando seu trabalho internacionalmente.Daniel Penna - Artista Fotógrafo - VoluntárioNascido e residente em Belo Horizonte - Brasil, Daniel Penna é um fotógrafo com formação em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, com mais de 10 anos de experiência na captura de paisagens naturais e cenas urbanas, com um olhar atento à composição visual e à interação entre espaço e ser humano. Ao longo de sua carreira, viajou para mais de 20 países, explorando desde as belezas intocadas da natureza até os movimentos dinâmicos das pessoas em seus ambientes urbanos e rurais. Seu trabalho é uma fusão entre a precisão arquitetônica e a sensibilidade fotográfica, utilizando tanto técnicas de fotografia digital quanto analógica para criar imagens autênticas e impactantes.Marcella Santos - CuradoraMarcella Santos é Psicanalista, Especialista em História da Arte e Arte-educadora. Atravessa territórios entre a clínica e a criação, onde escuta e imagem se entrelaçam como gesto e linguagem.Sua pesquisa se volta para a fotografia expandida, em suas dimensões poéticas e simbólicas. Investiga o intervalo, as camadas, o não-dito, o mundo visto desde as margens — aquilo que pulsa no limiar entre o real, a memória e o imaginado. Sua imagem se desdobra em narrativas visuais que atravessam o feminino, a decolonização e modos sensíveis de habitar o mundo.Idealizou e coordena o Laboratório de Subjetividade e Criatividade, espaço de encontro entre psicanálise e experimentação artística. Participou de mostras coletivas de fotografia como o Festival Elas (2025) e expôs trabalhos por duas vezes na Mostra Chama, no Palácio das Artes — em uma delas, integrando também o grupo de Curadoria. Teve ainda uma poesia publicada em antologia da Casa Brasileira de Livros.Monique Andrade - ProdutoraFormada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília (UnB) e formada em Fotografia pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). Especialista em curadoria e produção cultural, Monique já atuou em projetos importantes e premiados, como o “Kwá Yepé Turusú Yuriri Assojaba Tupinambá”, selecionado como uma das melhores exposições de 2021 pela revista Select. Além disso, foi produtora e curadora da mostra coletiva Metamorfoses, reunindo mais de 300 obras fotográficas de artistas de todo o Brasil, realizada no Espaço Oscar Niemeyer em Brasília.Monique também participou do curso de crítica de arte do projeto BSB Plano das Artes, onde aprimorou suas habilidades em análise crítica e curadoria experimental. Com um trabalho que mistura linguagens visuais e outros suportes artísticos, ela possui uma abordagem sensível e inovadora, pautada em memórias e processos criativos. Em 2022, foi curadora da exposição individual “Sobre Tempos que Descansam” de Alexandra Martins, na galeria A Pilastra, e, em 2023, da mostra “Aterrar o chão, Recolher horizontes”, individual do artista Igu Krieger.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.