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O projeto propõe a edição, impressão e distribuição do livro de fotografias Paulo Vainer, que reúne imagens autorais do artista resultantes de sua pesquisa sobre a relação entre fotografia e pintura. A publicação prevê a difusão de sua obra no campo das artes visuais, por meio de um volume impresso e de uma versão digital acessível. Como ação de democratização do acesso, o projeto terá palestra com o artista Paulo Vainer, com mediação, acessibilidade e registro fotográfico
O livro Paulo Vainer reúne imagens produzidas ao longo de anos de pesquisa do artista sobre as relações entre fotografia e pintura. Com seleção de Edu Hirama e texto de Agnaldo Farias, a publicação apresenta um conjunto de trabalhos que deslocam a fotografia de seu papel tradicional de registro, aproximando-a de um campo mais interpretativo.Neste trabalho de Paulo Vainer, a imagem se constrói em trânsito: a fotografia se aproxima da pintura não apenas por questões formais, mas por partilhar com ela um modo de investigação. Enquanto a pintura cria a partir do vazio, a fotografia parte do já existente, reorganizando o mundo pela escolha, pelo enquadramento, pela intensidade do olhar. É nesse ponto de fricção entre construir e captar, entre invenção e acontecimento, que seu trabalho ganha força e complexidade.Na contemporaneidade, essa relação entre pintura e fotografia se tornou uma das mais instigantes discussões sobre a imagem. Artistas como Gerhard Richter evidenciam como uma linguagem pode contaminar a outra: a pintura incorpora a instantaneidade e o vínculo com o real próprios da fotografia, enquanto a fotografia absorve da pintura a espessura do tempo e a densidade da matéria. Neste livro de Paulo Vainer, esse diálogo se manifesta de forma constante: as imagens mantêm a natureza fotográfica, mas a expandem com gestos, texturas e atmosferas que remetem ao fazer pictórico.Por meio de sobreposições, desfoques e tonalidades sutis, suas fotografias instauram uma tensão entre nitidez e dissolução. Não se trata de descrever, mas de sugerir; de criar imagens que, em vez de afirmar o real, o questionam. A fotografia é apresentada como forma de pensar o visível, não como representação da realidade, do mundo, da paisagem mas como uma interpretação sensível dela.
O objetivo deste projeto é realizar a edição, impressão e distribuição do livro de fotografias de Paulo Vainer, que reúne imagens autorais do artista e propõe a aproximação entre fotografia e pintura. A iniciativa busca difundir a produção do autor e ampliar o acesso do público à fotografia brasileira, por meio de publicação impressa e versão digital acessível.Objetivo Específico - Editar e produzir o livro de fotografias Paulo Vainer, reunindo imagens autorais do artista que exploram a relação entre fotografia e pintura.- Desenvolver o projeto gráfico, realizar a revisão editorial e imprimir 500 exemplares em alta qualidade, com acabamento e materiais adequados a publicações de arte.- Disponibilizar uma versão digital acessível e gratuita do livro, com recursos de acessibilidade, hospedada no site do artista.- Promover uma ação pública de democratização do acesso, com palestra gratuita do artista Paulo Vainer voltada a estudantes de fotografia e demais interessados.- Distribuir exemplares do livro a bibliotecas públicas e instituições culturais em diferentes regiões do país.
O livro de artista é uma forma de expressão visual que transforma o próprio livro em obra de arte. O projeto Livro Paulo Vainer propõe a realização de uma publicação autoral que reúne imagens desenvolvidas ao longo de anos de pesquisa do artista sobre a aproximação entre fotografia e pintura. A obra oferece ao público a oportunidade de conhecer um trabalho de natureza experimental, que amplia o debate sobre os limites da linguagem fotográfica e sua relação com outras formas de expressão visual.A publicação insere-se na tradição dos livros de artista como suporte de difusão da arte e da reflexão estética, campo ainda restrito no país. Além de registrar e preservar parte da produção fotográfica nacional, o projeto promove o acesso do público à arte por meio de uma versão digital acessível, de uma exposição gratuita de lançamento e da distribuição de exemplares a bibliotecas e instituições culturais.A utilização do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet, nos termos do Art. 18 da Lei nº 8.313/1991, é essencial para a execução do projeto, considerando o elevado custo de produção editorial e gráfica de publicações de arte e a ausência de retorno comercial imediato. O apoio público possibilitará a difusão ampla da obra e o fortalecimento da fotografia brasileira como expressão artística.Incisos atendidos do Art. 1º da Lei 8313/91Inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisO projeto contribui diretamente para o desenvolvimento cultural brasileiro ao produzir e difundir um livro de arte que registra a pesquisa autoral de Paulo Vainer sobre a relação entre fotografia e pintura. Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locaisO projeto é desenvolvido integralmente no Brasil, envolvendo profissionais nacionais de curadoria, design, revisão e impressão. A valorização de artistas, técnicos e prestadores de serviço brasileiros reforça o ecossistema cultural do país e estimula o fortalecimento da cadeia produtiva editorial e das artes visuais.Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadoresO livro de artista valoriza uma vertente essencial da produção cultural brasileira contemporânea: a fotografia autoral. Ao explorar temas, paisagens e linguagens visuais produzidas no território nacional, o projeto amplia a difusão da fotografia como expressão artística e contribui para o registro e a memória das artes visuais no Brasil.Inciso V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileiraO livro de artista, como registro editorial de uma obra autoral, atua na preservação de parte do patrimônio fotográfico nacional, assegurando sua permanência e circulação em instituições culturais, bibliotecas e acervos públicos.Incisos atendidos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;O projeto se dedica à edição de uma obra de arte autoral que integra o campo das artes visuais e da fotografia contemporânea. O livro propõe a difusão de uma produção artística brasileira relevante, contribuindo para o fortalecimento da reflexão estética e crítica no campo das artes.
Produto Principal: Livro de Artista – Paulo VainerTipo: Livro de fotografias de arte contemporâneaTiragem: 500 exemplares impressos + 1 versão digital acessível e gratuitaFormato:Aberto: 58 x 22 cmFechado: 29 x 22 cmMiolo: 144 páginasMateriais e Impressão:Miolo: papel couché 150 g/m², impressão em 4x4 cores, com verniz à base d’água.Guardas: papel Master Blanc 135 g/m², impressão 4x4 cores.Capa: dura, revestida em papel Master Blanc 135 g/m², impressão 4x0 cores com hot stamping preto (capa 20 x 23 cm, lombada 1 x 25 cm).Acabamento: capa dura com miolo costurado e colado, shrink individual.Pré-impressão: provas de cor e plotter digital.Versão Digital Acessível:Formato e-book.Hospedagem em site acessível, de livre acesso e gratuito ao público.Acondicionamento e Distribuição:Cada exemplar será embalado individualmente em filme shrink.Os exemplares serão destinados à venda e à distribuição gratuita para bibliotecas, instituições culturais e acervos públicos, conforme o Plano de Distribuição.Descrição da atividade do produtoApresente nesse campo detalhes de sua atividade cultural que não foram mencionados nos campos anteriores, como a programação do evento por exemplo.Ação formativaO projeto Livro Paulo Vainer prevê a realização de ação formativa gratuita voltada à ampliação do acesso à fotografia autoral e à reflexão sobre o processo criativo do artista. A atividade tem caráter educativo e busca aproximar o público da prática artística e editorial no campo da fotografia contemporânea.1. PalestraDescrição: palestra ministrada por Paulo Vainer, com mediação de profissional convidado, abordando sua trajetória, processos de criação e pesquisa.Formato: presencial, com duração aproximada de 1h, aberta ao público e com entrada gratuita.Local: espaço acessível a ser definido posteriormente.Público-alvo: estudantes de artes visuais, fotógrafos em formação, artistas independentes, público interessado em fotografia e arte contemporânea.
Em atendimento ao disposto na Lei nº 10.741/2003 (Estatuto da Pessoa Idosa) e no Decreto nº 3.298/1999, o projeto Livro Paulo Vainer prevê ações de acessibilidade física e de conteúdo que asseguram o pleno exercício dos direitos culturais de pessoas idosas e com deficiência, garantindo o acesso universal às suas atividades e produtos.Acessibilidade de Conteúdo-Será disponibilizada uma versão digital acessível do livro. O conteúdo digital será gratuito e hospedado no site oficial do artista, acessível em dispositivos móveis e leitores de tela.-A atividade de democratização contará com intérprete de Libras, garantindo a participação de pessoas surdas.- Os materiais de divulgação (convites, cartazes, posts digitais) seguirão boas práticas de contraste, tipografia e legibilidade, facilitando a leitura por pessoas idosas.Acessibilidade Física-0 A atividade de democratização será realizada em local que disponha de acessibilidade arquitetônica e terá assentos reservados para pessoas idosas ou com deficiência.
O projeto Livro Paulo Vainer prevê um conjunto de ações voltadas à democratização do acesso à arte e à ampliação do público da fotografia contemporânea brasileira. As iniciativas buscam garantir que diferentes segmentos sociais possam usufruir dos resultados culturais do projeto, em especial por meio da distribuição gratuita de exemplares e da oferta de atividade formativa.Distribuição Gratuita do Livro -Serão doados exemplares do livro impresso. Os exemplares serão destinados a bibliotecas públicas, escolas de arte, universidades, centros culturais em diferentes regiões do país.- A seleção das instituições será feita a partir de critérios de acesso gratuito ao público e relevância educacional, priorizando equipamentos culturais com foco em fotografia, arte contemporânea e formação artística. Versão Digital Acessível- O projeto disponibilizará gratuitamente uma versão digital do livro acessível no site do artista.- Essa versão permitirá que pessoas de diferentes regiões, inclusive onde a distribuição física não alcançar, tenham acesso integral ao conteúdo da publicação.O livro será comercializado, e parte de sua tiragem será distribuída gratuitamente, em atendimento ao disposto na Instrução Normativa MinC nº 11/2024, que regulamenta as medidas de democratização do acesso (Art. 29 e Art. 30).De acordo com o Art. 29, a distribuição dos 500 exemplares do livro se dará da seguinte maneira:- Até 10% (50 exemplares): distribuição gratuita promocional a patrocinadores.- 20% (100 exemplares): distribuição gratuita com caráter social e educativo, destinada a bibliotecas públicas, escolas e instituições culturais.- 20% (100 exemplares): comercialização a preço popular, limitada a R$ 50,00 por exemplar.- 50% (250 exemplares): comercialização a valor de mercado, limitada a R$ 250,00 por exemplar.Essa distribuição assegura o cumprimento das diretrizes de democratização do acesso, equilibrando ações de difusão gratuita, educativa e comercial.
Autor do Livro – Paulo VainerPaulo Vainer é fotógrafo, diretor de fotografia e diretor de cena com carreira consolidada no Brasil e internacionalmente. Iniciou sua trajetória em 1978 como assistente do fotógrafo Bob Wolfenson. Atuou também como assistente de Andreas Heiniger de 1981 a 1986, passando posteriormente por Nova Iorque, onde trabalhou no estúdio de Steve Bronstein, aprofundando sua experiência técnica e artística. De volta ao Brasil, de 1986 a 1990 foi fotógrafo no estúdio da editora Abril antes de abrir seu próprio estúdio em São Paulo, em 1990.Reconhecido como um dos principais fotógrafos de moda e publicidade do país, Vainer realizou ensaios para grandes marcas e revistas, fotografando personalidades como Gisele Bündchen e outros nomes de destaque na cena nacional. Paralelamente, consolidou sua atuação audiovisual: como diretor de fotografia participou de longas-metragens como Noel – O Poeta da Vila (2007) e João, o Maestro (2017). Ele também dirigiu o curta-metragem Voz (2018), que aborda o tema da intolerância. Em seu percurso artístico autoral, Vainer investiga as intersecções entre fotografia e pintura, o olhar, o tempo e a representação da paisagem. Esse trabalho foi apresentado na exposição Dual – Paulo Vainer (Galeria Mario Cohen, São Paulo, junho-agosto 2018), que revisitou cerca de 40 anos de sua produção em formatos dípticos. Em abril / maio de 2024, lançou a exposição e o livro autoral de Polaroids Paulo Vainer – Polaroids (Galeria Mario Cohen), com 32 fotografias em instantes experimentais, ampliando sua linha de pesquisa. Com mais de quatro décadas de atuação que atravessam moda, publicidade, cinema e artes visuais, Paulo Vainer construiu uma obra que se destaca pela elegância técnica, pela versatilidade e — sobretudo — pela pesquisa contínua sobre a imagem como espaço de invenção. Sua trajetória combina domínio técnico, sensibilidade estética e reflexão conceitual, tendo como eixo central a luz, o olhar e a construção de significado na fotografia.Curadoria e projeto gráfico - Edu Hirama Formado em Arquitetura pela FAU-USP, atua na intersecção entre arte, design e cultura, com sólida experiência em projetos editoriais e colaborações com marcas como Esquire, Trip, C&A, Beck’s, Netflix, Evoke, Piet, Dpot, Gol Linhas Aéreas e Bullguer. Assina a direção de arte e o design gráfico de livros de arte, design e fotografia para nomes como Bob Wolfenson, Paulo Vainer e Carlos Motta, entre outros.Texto crítico - Agnaldo FariasAgnaldo Aricê Caldas Farias (Itajubá, Minas Gerais, 1955). Professor, curador e crítico de arte. Interessado pela arte contemporânea, Agnaldo Farias atua como curador em museus, galerias e eventos. Como acadêmico e professor, explora as relações entre as artes plásticas e a arquitetura. Em 1980, forma-se em arquitetura e urbanismo pela Universidade Braz Cubas, em Mogi das Cruzes, São Paulo. Em 1981, começa a lecionar disciplinas ligadas à teoria e à história da arquitetura e das artes plásticas no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) (atual Instituto de Arquitetura e Urbanismo), pertencente à Universidade de São Paulo (USP). Também participa da elaboração da grade curricular do curso como coordenador de graduação entre 1985 e 1987. Farias considera relevante que o ensino de arquitetura dialogue com a cultura de forma ampla, não apenas com as artes plásticas, mas também com a literatura, a música e o cinema, para que a formação profissional não se reduza à técnica. Inicia duradoura colaboração com a Bienal de São Paulo em 1981, na 16ª edição do evento, na seção de cinema da equipe do curador-geral Walter Zanini (1925-2013), colaboração que se repete na edição de 1983 . Em 1986, escreve seu primeiro texto para um catálogo de exposição e, em 1988, passa a publicar artigos nas revistas Galeria e Guia das Artes. Ao longo dos anos de 1990, dá continuidade à formação acadêmica: em 1990, conclui o mestrado em história pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, em 1997, o doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. A partir da década de 1990, consolida e fundamenta seu trabalho curatorial com pesquisas sobre o cenário da arte contemporânea do Brasil, com ênfase em novas modalidades de expressão, como instalações, performances e trabalhos multimídia. Entre 1990 e 1992, realiza um conjunto de exposições temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP); em 1994, atua como curador da Bienal Brasil Século X e da mostra Retrospectiva, primeira grande exposição individual de Nelson Leirner (1932-2020), que inaugura o Paço das Artes. Por esse trabalho, recebe o prêmio “Melhor retrospectiva” da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 1994. Além do levantamento e da seleção de trabalhos artísticos, sua atuação passa pelo exame dos espaços de implementação das obras da atualidade – museus, galerias, centros culturais ou, mais amplamente, a própria cidade. Em 1994, por exemplo, leva ao antigo Matadouro Municipal de São Paulo, em ruínas na época, a primeira mostra Arte/Cidade (Cidade sem Janelas), cuja curadoria realiza em parceria com o filósofo Nelson Brissac Peixoto (1952). A mostra conta com a participação de 15 artistas, entre eles a artista plástica Carmela Gross (1946), o fotógrafo Cassio Vasconcellos (1965) e o músico Arnaldo Antunes (1960). Cada obra “concebe a cidade não como tema, mas como suporte. Cada um dos trabalhos expostos incorpora elementos que têm presença na cidade e os trazem no âmbito da sua linguagem”1. Com essa proposta artística, o objetivo é a reapropriação dos espaços urbanos das grandes cidades.Entre 1998 e 2000, como curador-geral do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Mam Rio), é responsável pela exposição das obras do acervo permanente da instituição e pelas mostras temporárias, como Livros (1999), de Waltercio Caldas (1946). Em 2002, é responsável pela curadoria da representação brasileira da 25ª Bienal de São Paulo.Após breve passagem pelo Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, ingressa como professor do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAU, em 2003, onde coordena projetos de pesquisa e ministra disciplinas que destacam as relações entre arte e arquitetura na contemporaneidade. Seus estudos, em geral, partem do período posterior à Segunda Guerra Mundial, analisando os entrecruzamentos dos dois campos disciplinares, tanto por meio de questões teóricas quanto pela observação da produção nas últimas sete décadas, analisando o contexto brasileiro em relação ao cenário internacional.Em 2010, realiza a curadoria da 29° Bienal de São Paulo, em parceria com Moacir dos Anjos (1963). O trabalho é pautado pela ênfase na relação entre arte e política, em “uma celebração do fazer artístico e uma afirmação de sua responsabilidade perante a vida”2, com o objetivo de ilustrar como a arte comporta em si mesma e de modos diversos um elemento político. O evento é marcado por polêmicas envolvendo as obras El alma nunca piensa sin imagen, do artista argentino Roberto Jacoby (1944), e Bandeira branca, do brasileiro Nuno Ramos (1960), que ressaltam o viés político. Essa edição da Bienal se notabiliza principalmente pelos “terreiros”: espaços idealizados para encontros e ações de distintas naturezas, confirmando o interesse de Farias pelo estudo das relações entre arte e arquitetura. A parceria com Moacir dos Anjos se repete na representação brasileira da 54ª Bienal de Veneza, em 2011, com uma exposição de Artur Barrio (1945). A lado das atividades como curador, também escreve livros sobre o cenário geral da arte contemporânea, como Arte brasileira hoje (2006) e colabora com textos críticos em volumes sobre artistas brasileiros, como Henrique Oliveira (2016).Além da carreira acadêmica, Agnaldo Farias é um curador que participa ativamente do cenário da arte contemporânea. É responsável por exposições de artistas nacionais e internacionais em importantes museus, espaços de cultura e eventos como a Bienal. Produtor Gráfico - Jairo da RochaNascido em 1966, começou suas atividades profissionais em 1986, na São Paulo Criação, como assistente de estúdio ao lado do designer Rafic Farah, assumindo a produção gráfica dois anos depois. Em 1995 abriu seu próprio escritório de produção gráfica e passou a atender, direta e indiretamente, designers e fotógrafos, entre eles: Rafic Farah, Ricardo Van Steen, Bob Wolfenson, Jairo Goldflus, Paulo Vainer, Dora Levy, Rico Lins, Graziela Perez, J. R. Duran, Thelma Vilas Boas, Ciça Pinheiro, Claudia Jaguaribe, Julio Dui, Clarissa Tossin, Pipa e Carol Aborrage, Mariana Bernd, Rodrigo Pimenta, Silvia Ribeiro, Didiana Prata, Fernanda Sarmento, Renato Amoroso, Monique Schenkels, Dag Rizzolo, Eduardo Hirama, Dulce Horta, Noris Lima, entre outros. Atualmente faz produção gráfica na América Latina e Europa.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 22/01/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.