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Produção, publicação e distribuição do livro intitulado "Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira", nos formatos impresso e áudio book, escrito pelo jornalista Kadu Braga e ilustrado pelo caricaturista Claudio Duarte. A obra conta as origens desta parte importante da cultura popular desse esporte no Brasil por meio da história e pretende preservar a memória dos apelidos no futebol brasileiro, como parte essencial de sua identidade e da cultura esportiva do nosso país.
““Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira” apresentará em seis capítulos mais de 80 nomes mapeados em histórias, crônicas e glossários que contam o surgimento de cada apelido, revelando curiosidades inéditas. A obra trará também ilustrações do cartunista Claudio Duarte, depoimentos de apelidados ilustres, de ex-atletas e de jornalistas esportivos renomados como o jornalista Marcelo Barreto.Classificação: livre
Objetivo Principal: produção, publicação e distribuição da obra "Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira". Objetivos Específicos:Produto: LivroProduzir, editorar, finalizar, publicar e distribuir o livro "Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira", com 180 páginas e tiragem de 500 exemplares e, também, no formato áudio-book. Com textos escritos pelo jornalista Kadu Braga e ilustrado pelo caricaturista Claudio Duarte, a obra irá resgatar e registrar um dos importantes aspectos histórico-culturais do futebol brasileiro que é cultura popular dos apelidos, valorizando a identidade cultural do futebol nacional como um modo de expressão genuína e original desse esporte no Brasil, e como um bem imaterial da cultura e da história do futebol brasileiro.Este projeto irá atingir cerca de 3.000 pessoas, por meio da distribuição gratuita dos exemplares da obra e das ações socioeducativas e culturais descritas na seção democratização do acesso.
A publicação do livro "Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira" atende de forma inequívoca o objetivo constante na Lei 8313/91 em seu artigo 1º, incisos: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como em seu artigo 3º, inciso II, alínea b: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.A obra "Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira" se justifica pela importância de se preservar a cultura popular dos apelidos em prol da memória e da história do futebol brasileiro.Os apelidos são uma forma de identificar a importância de um jogador de futebol. São geralmente nomes criados pela mídia ou pelos torcedores e transmitem memórias e histórias de gerações de torcedores ao homenagear grandes ídolos e valorizar seus feitos na história do esporte. Eles são parte essencial da cultura popular do brasileiro e da identidade cultural do futebol nacional. Os apelidos no futebol brasileiro revelam um mosaico de influência, uma visão de mundo que é nossa. E revelam também a própria diversidade cultural do país continental que é o Brasil, unindo a todos. Unindo todos em uma única torcida. Isso porque, o grande impacto dos apelidos no futebol brasileiro consiste em criar uma conexão profunda entre o jogador e os torcedores, tornando-os mais próximos, criando uma identidade única para o atleta em contato com a sua torcida, em qualquer região do país.Resgatar esta memória da cultura popular de atribuir apelidos aos jogadores de futebol está relacionado aos fatores históricos, culturais e sociais que influenciam a função de transmitir significados, sentidos simbólicos e afetivos. E que, por fim, moldam a construção da própria história do futebol brasileiro, como uma via de mão dupla: a cultura popular cria apelidos e os próprios apelidos se tornam parte da cultura popular. O que será amplamente explorado pelo historiador Antônio Carlos Napoleão no processo de valorização e construção da identidade nacional e local.A arte visual estará presente na obra "Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira" por meio das ilustrações do premiado caricaturista Claudio Duarte, que trabalhou em grandes revistas e editoras como Manchete, Abril, Rocco, Vozes. As caricaturas desempenham um papel importante na cultura e no futebol brasileiro e não poderiam ficar de fora deste projeto. Elas refletem e comentam diversos aspectos do esporte, utilizando a linguagem visual para transmitir mensagens e opiniões que compõem a narrativa dos apelidos no futebol, criando identidade cultural profunda.
DESCRIÇÃO DE ATIVIDADE DO PRODUTODiretrizes conceituais Pouco a pouco se observa que o número de apelidos se reduz no futebol brasileiro. Na Copa do Mundo da FIFA de 1994 a seleção brasileira tinha Zinho, Dunga, Mazinho, Müller e Viola como protagonistas do tetra. Já no penta, Dida, Cafu, Vampeta e Kaká. Em 2010 Kaká era o único do elenco ao lado de Grafite. No Mundial de 2014, Hulk (apelido do jogador Givanildo Vieira de Sousa) não foi chamado assim, mas pelo nome Givanildo. A tendência de usar mais o nome de batismo ao invés do apelido para identificar um jogador de futebol tem sido uma prática da indústria do futebol e do marketing esportivo, influenciado a forma como os jogadores são chamados. Tal diminuição do uso de apelidos em jogadores reflete o contexto da própria indústria do futebol e do marketing esportivo. Em parte, isso pode ser atribuído à busca por uma imagem mais profissional, com nomes mais universais, menos "populares" e que possam ser reconhecidos globalmente. Destaca-se também a influência de outras culturas, como o futebol europeu, onde os sobrenomes são mais comuns. Esta mudança de habito contrasta com a tradicional prática no Brasil, já que o uso de apelidos, em vez de nomes, é marca da história da seleção brasileira.Sendo assim, ao mesmo tempo em que a obra “Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira” vem registrar parte desta memória do esporte, ela também resgata a cultura popular dos apelidos no futebol brasileiro, como forma de resistir à mudança do uso de apelidos em jogadores de futebol.Outro aspecto dos apelidos no futebol brasileiro é que alguns deles se tornaram mais importantes que os nomes próprios dos atletas, viraram marcas, reconhecidas internacionalmente, como “Pelé” e “Zico”, ajudando a imortalizar o futebol nacional em todo o globo. Mais do que destacar um fato marcante, alguma característica, habilidade e até mesmo uma mania ou brincadeira do jogador, os apelidos ajudam a criar uma identidade nacional. Isso porque estes apelidos tornaram-se símbolos da história do futebol brasileiro.O uso de apelidos em jogadores é um costume nosso, é o reflexo do futebol brasileiro em sua forma mais autêntica, assim como a pelada, em sua simplicidade e originalidade. Foi pensando nisso que este projeto convidou Sergio Pugliese, jornalista e fundador do Museu da Pelada, para uma participação especial na publicação. Porque a pelada é um farol, iluminando o caminho de volta às raízes do nosso amado esporte, assim como a obra “Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira”. A pelada e os apelidos, no coração do futebol, nos tornam iguais em nossa diversidade.Para o historiador Antônio Carlos Napoleão, convidado a escrever o prefácio do livro, para contextualizar a obra e lhe conferir impacto e relevância, a importância de se resgatar esta memória da cultura popular na concessão de apelidos aos jogadores de futebol está relacionada à construção da própria história do futebol brasileiro. A cultura popular de atribuir apelidos aos jogadores influencia e é influenciada pelos apelidos, como uma via de mão dupla. Sobre isso, o historiador comenta: “E incrível como Garrincha parecia entender o poder dos nomes, parecia ciente de que o nome do herói molda a realidade de seu destino. No início da carreira, após ter sido chamado por diversos nomes, nos quais via talvez uma ameaça à sua própria identidade, não titubeou em afirmar: ‘Meu nome é Manuel e meu apelido é Garrincha’”.A arte visual estará presente na obra “Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira” por meio das ilustrações do premiado caricaturista Claudio Duarte, que trabalhou em grandes revistas e editoras como Manchete, Abril, Rocco, Vozes. As caricaturas desempenham um papel importante na cultura e no futebol brasileiro e não poderiam ficar de fora deste projeto. Elas refletem e comentam diversos aspectos do esporte, utilizando a linguagem visual para transmitir mensagens e opiniões que compõem a narrativa dos apelidos no futebol, criando identidade cultural profunda. Por fim, não há nada mais original e valioso do que uma marca, uma identidade própria e “Os Imortais do Futebol na Cultura Popular Brasileira” é a nossa. Afinal, como diz o historiador Antônio Carlos Napoleão, “um apelido marcante pode ser tão inesquecível quanto um golaço de placa”.
Especificações: LIVRO CAPA DURAFORMATO: formato aberto 45,4 x 25,0 e formato fechado 20,0 x 20,0Capa, 1 pág(s), 4x1 cores, em Couché Brilho Nacional - LD 150g/m².ACABAMENTO: Prova Digital Baixa, Prova Digital Alta F., Laminação Fosca Frente, Laminação 01 Lado.Lâminas de Guardas, 2 pág(s), 4x0 cores, em Offset - LD 180g/m².ACABAMENTO: Prova Digital Baixa, Prova Digital Alta F., Laminação Fosca Frente, Laminação 01 Lado, dobrado, Capa Dura [Guarda Com Laminação].Papelão, 1 pág(s), 0x0 cores, em Papelão Capa 1,5mm 1735g/m².ACABAMENTO: Páginas, 180 pág(s), 4x4 cores, em Couché Matte Nacional - LD 150g/m².ACABAMENTO: dobrado, Prova Digital Baixa. Costurado, Lombada Quadrada PUR, Prova Digital Alta de 16 páginas.
A acessibilidade está prevista da seguinte forma: - Comunicacional e de Conteúdo Pessoas com deficiência visual: terá uma versão em áudio book e será disponibilizado gratuitamente na internet. Pessoas com deficiência auditiva: não se aplica. - Acessibilidade atitudinalLinguagem inclusiva a fim de promover a conscientização sobre a importância de mudanças de atitudes e comportamentos em relação às pessoas com deficiência na prática da inclusão, o projeto abordará a linguagem inclusiva nas Rodas de Conversa que serão realizadas nas ações de democratização do acesso. Serão abordados os termos corretos e respeitosos ao se referir a pessoas com deficiência, tendo em vista a oportunidade da Roda de Conversa sobre os apelidos no futebol brasileiro a partir de uma perspectiva inclusiva. Nestas ocasiões os apelidos no futebol brasileiro serão o exemplo de linguagem inclusiva, que ressalta e valoriza as habilidades e competências da pessoa e não a sua deficiência, focando em seu potencial, mas suas habilidades, talentos e suas capacidades, em vez de focar nas suas limitações. Esta ação didática junto às organizações sociais, onde as Rodas de Conversa serão realizadas, busca evitar preconceitos, estigmas e discriminações. - Comunicação e Divulgação: disponibilização dos materiais de divulgação em formatos acessíveis.- Acessibilidade Física: as rodas de conversa serão realizadas em locais acessíveis, tendo em vista que equipamentos e espaços culturais devem cumprir medidas de acessibilidade de acordo com a legislação vigente.
A edição do livro será impressa e gratuita. Para amplificação do projeto serão realizdas as seguintes atividades: - Audiobook: será disponível gratuitamente em plataformas digitais como no site exclusivo do projeto e no site do Museu da Pelada.- Debates em instituições culturais sobre a cultura dos apelidos no futebol brasileiro a partir da ótica da linguagem inclusiva. Serão realizadas 6 (seis) Rodas de Conversa: Museu da Pelada (3 Debates), Casa Firjan, (Rio de Janeiro - 3 debates). Público estimado a ser atingido: 300 pessoas. Temas a serem abordados nas Rodas de Conversa: brasilidade do futebol nacional a partir dos Apelidos no Futebol Brasileiro; o Futebol Arte; o futebol como patrimônio cultural imaterial; a cultura dos apelidos no futebol brasileiro a partir da linguagem inclusiva.- Debates culturais no Originais Podcast sobre o futebol arte como patrimônio nacional a partir da cultura popular dos apelidos no futebol brasileiro. Serão realizados três programas especiais com o historiador Antônio Carlos Napoleão e convidados: o jornalista e fundador do Museu da Pelada, Sergio Pugliese, que também participa do livro, o biógrafo Marcos Eduardo Neves e o narrador Edson Mauro. Os episódios serão gravados nos seguintes locais: na cidade do Rio de Janeiro, em Petrópolis (No Centro de Cultura de Petrópolis) e em São Paulo, na Sportheca, centro de inovação em esportes que fica no bairro de Pinheiros. Público estimado a ser atingido: 2.400 pessoas Temas a serem abordados: brasilidade do futebol nacional a partir dos Apelidos no Futebol Brasileiro; o Futebol Arte; o futebol como patrimônio cultural imaterial; o cotidiano, a língua portuguesa e a cultura dos apelidos no futebol brasileiro.
-Carlos Educardo Bailey Braga (Kadu Braga): Autor e ProponenteKadu Braga, jornalista com MBA em Gestão de Marketing pelo IAG, escola de negócios PUC-RJ e especialização em esportes na NYU. PCD, deficiente auditivo, usuário de AASI (aparelho de amplificação sonora individual), entusiasta de diversidade e inclusão, apaixonado por esporte. Sua história de vida é marcada por resiliência e superação na vida pessoal e profissional. Nos últimos 15 anos fez parte das agências Sportlink, Tupinq'in, GMA Brasil e empresas como IBOPE/Kantar Repucom e Coca Cola. Foi gerente de negócios da agência Golden Goal, sendo o protagonista no primeiro projeto digital e institucional do Campeonato Brasileiro de Futebol Série A, levando ao engajamento de milhões de contas digitais. Também participou da reestruturação do projeto executivo da Liga Nacional de Futsal e colaborou para projetos de clientes como Comitê Olímpico Brasileiro, estádio do Maracanã entre outros na área de patrocínios e novos negócios. Em 2022 lançou seu podcast “Sporthinking”, o primeiro podcast do Brasil sobre empreendedorismo & inovação no esporte. Após deixar a Golden Goal, o Sporthinking, o qual era um podcast passou a ter o “sufixo” de Lab, se tornando um laboratório de negócios e projetos especiais com foco na geração de valor para economia criativa trazendo a convergência do esporte com o entretenimento. Assim o podcast passou a se chamar “Originais”, onde Kadu Braga é host e atualmente trabalha a temática de empreendedorismo e inovação no setor, onde empreendedores e empreendedoras contam suas histórias de suas carreiras e como estão a diferença e impacto social através do esporte. Antonio Carlos Napoleão - Pesquisador/Capítulo de AberturaAntônio Carlos Napoleão é jornalista, escritor, pesquisador e historiador esportivo brasileiro. Iniciou pesquisas sobre futebol em 1973 e depois desenvolveu diversos projetos focados na memória de clubes brasileiros. Desde 2008, até o fim de 2023, atuou como gerente de Memória e Acervo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Principais atuações: Escritor da história do futebol brasileiro, de clubes e da seleção nacional; Pesquisa, organização de arquivos, memória esportiva, curadoria de acervo (CBF e Museu Seleção Brasileira); Exposição sobre a participação do Brasil no Centro de Exposições Nélson Mandela, na África do Sul na Copa do Mundo de 2010 e Exposição em Recife nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Alguns títulos importantes da obra de Napoleão: “Memória Social dos Esportes – As Ligas do Rio de Janeiro”, Fundação Estudo do Tempo Presente da UFRJ; “O Brasil na Copa Libertadores e Mundial Interclubes” (1999); “Botafogo de Futebol e Regatas: História, Conquistas e Glórias no Futebol” (2000); “Corinthians x Palmeiras: Uma História de Rivalidade” (2001); “Fluminense F.C. – Histórias, Glórias e Conquistas no Futebol” (2003); “Seleção Brasileira, 90 anos – O Livro Oficial da CBF”, com Roberto Assaf, (2004); “Seleção Brasileira (1914 - 2006)”, também com Roberto Assaf, (2006); “Brasil de Todas as Copes (1930-2006)”, Ministério do Esporte, lançado na Copa do Mundo da África do Sul em 2010, um dos candidatos ao prêmio The Soccer's Global na Áustria; “Chile 1962 - 50 anos”, (2012), sobre a Copa do Mundo de 1962 e “Almanaque da Guerreiras da Seleção Feminina”, produção autônoma. (2025). Trabalhou em veículos como Jornal do Comércio, Jornal dos Sports, Rádio Tupi e Rádio Viva Rio. Na televisão participou de programas como Clube do Coração no canal SporTV e, de 1997 a 2001, fez aparições no programa Debate Esportivo da TVE Brasil. Cláudio Duarte - IlustradorCláudio Duarte é ilustrador, caricaturista e designer gráfico. Realizou trabalhos corporativos para empresas como Shell, Petrobrás e Banco do Brasil. Trabalhou em grandes revistas e editoras como Manchete, Abril, Rocco, Vozes e faz parte do quadro de projetos especiais para o jornal “O Globo”, com destaque para trabalhos recentes em editoriais pré Copa do Mundo da FIFA 2022. Neste último ganhou 7 premiações da Society for News Design –SND. Vencedor do prêmio ESSO, em 2001, na categoria de artes gráficas. Em 2020 venceu o prêmio de melhor caricatura do Salão Internacional de Humor de Piracicaba-SP. Sidnei Garambone - Texto Prefácio Sidnei Garambone é jornalista, comunicador, professor e palestrante. Mestre em Relações Internacionais pela PUC-RJ (2002). Há mais de 30 anos, ocupando cargos executivos e gerenciais em empresas como TV Globo, Isto É e Jornal O Dia. Atualmente, na TV Globo, é o editor-chefe do programa SEGUE O JOGO, sendo também responsável pelo quadro dos CAVALINHOS DO FANTÁSTICO e, no Sportv, chefia o programa HELLO LA. Cobriu as Copas 2006 e 2010 e a Olimpíada de Pequim em 2008, pela TV Globo. Foi palestrante da Bienal do Livro de SP com o tema “Jornalismo Esportivo e Literatura”, em 2010 e também da Bienal do Livro de Belo Horizonte com o tema “Jornalismo e Copa”, também em 2010. Participou da várias bancas acadêmicas como a do projeto “Mesa-Redonda – A história do futebol-debate”, Faculdade Cásper Líbero, em 2006 e ministrou aulas na Universidade de São Paulo e Fundação Getúlio Vargas, além de ter sido professor do curso de pós-graduação em Jornalismo do Jornal O Dia (1997) e professor de Jornalismo da UniverCidade/RJ (1995/1996). Recebeu o Prêmio Pepsi de melhor reportagem sobre a Copa de 1990, pela matéria publicada na capa da revista Domingo do JB. Livros publicados: “O Caçador de Barangas” (2000), Editora SeteLetras; “A Primeira Guerra Mundial e a Imprensa Brasileira” (2003), Editora Mauad; “Eu, Deus” (2006), Editora Record; “Os 11 Maiores Volantes do Futebol Brasileiro”, Editora Contexto e “Fausto Tropical” (2023), Editora SeteLetras.Editora: Rebento Editora https://rebento.com.br
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.