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Campo Cria - Festival Multicultural é uma iniciativa gratuita realizada em territórios periféricos, com uma programação completa que integra música, teatro, circo, cinema, grafite e oficinas de formação, revelando talentos da quebrada e fortalecendo a economia criativa nas periferias.
1. Festival Multicultural (estrutura geral)Eixo central do projeto Campo Cria, o festival reúne, em cada uma das oito favelas participantes, um dia completo de programação artística e formativa. A estrutura abriga palco principal, área para teatro e circo, espaço para exibição de filmes, painéis de grafite ao vivo, praça de alimentação e atividades interativas. O formato incentiva a convivência entre linguagens e a valorização da cultura periférica, em ambiente acessível e gratuito. 2. Apresentações MusicaisShows ao vivo com artistas populares e emergentes das periferias, destacando gêneros como samba, rap, funk, pagode e música instrumental. A curadoria privilegia artistas locais e projetos autorais, promovendo diversidade e circulação da produção musical periférica. As apresentações acontecem em palco aberto e com recursos de acessibilidade comunicacional. 3. Espetáculos de Teatro e Contação de HistóriasEncenações voltadas principalmente ao público infantil e familiar, com grupos teatrais regionais. As montagens utilizam linguagem lúdica e popular, abordando temas sociais, educativos e de valorização das identidades periféricas. As apresentações acontecem em espaços abertos, integradas à programação diurna do festival. 4. Circo e Arte de RuaPerformances de palhaçaria, malabarismo, acrobacia e esquetes itinerantes, realizadas nos espaços de convivência do evento. As intervenções aproximam o público da arte de rua e reforçam o caráter interativo e espontâneo da programação. O eixo privilegia artistas de coletivos e trupes das próprias comunidades participantes. 5. Grafite e Artes Visuais (Painéis e Exposição)Criação de painéis ao vivo e exposição de obras de artistas visuais periféricos. A ação valoriza o grafite como expressão estética e política das quebradas, estimulando a reflexão sobre identidade, território e pertencimento. As obras resultantes permanecem expostas nas comunidades como legado artístico e cultural. 6. Cinema ao Ar LivreSessões noturnas de curtas e médias-metragens produzidos por realizadores periféricos, seguidas de bate-papo com os diretores. As exibições abordam temáticas sociais, culturais e musicais, promovendo o audiovisual como instrumento de reflexão e memória coletiva. A programação conta com recursos de acessibilidade, como legendagem e audiodescrição. 7. Oficinas Formativas (Online)Atividades de curta duração ministradas por profissionais da economia criativa e empreendedores culturais. Os temas incluem produção musical, empreendedorismo criativo, grafite e cinema digital, com foco na profissionalização de jovens criadores das periferias. As oficinas são gratuitas e oferecidas em ambiente virtual acessível. 8. Palestras Online (Complementares às Oficinas)Encontros inspiracionais com criadores, gestores e profissionais do setor cultural, voltados à difusão de conhecimento e incentivo ao protagonismo criativo nas favelas. As palestras tratam de temas como produção cultural independente, economia criativa e gestão de carreiras artísticas periféricas.
OBJETIVO GERALPromover a valorização da cultura periférica e o acesso democrático às artes por meio da realização do Campo Cria _ Festival Multicultural, evento gratuito que integra diversos segmentos artísticos, pensado da favela para a favelaOBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar 04 dias de festival multicultural gratuito em favelas do Estado de São Paulo (01 dia por favela);Promover 12 apresentações musicais de artistas populares e emergentes das periferias (03 por dia);Apresentar 08 espetáculos teatrais e de contação de histórias voltados ao público infantil e familiar (02 por dia);Realizar 06 intervenções de circo e arte de rua em espaços públicos (01 a 02 por dia);Produzir 04 painéis de grafite e exposição coletiva de artistas visuais da quebrada (01 por favela);Exibir 04 sessões de cinema ao ar livre, seguidas de debates com realizadores locais (01 por favela);Oferecer 04 oficinas temáticas e 01 palestra formativa nas áreas de música, empreendedorismo criativo, arte urbana e audiovisual (grade pedagógica em Especificações Técnicas);
O projeto nasce da urgência em ampliar o acesso gratuito à cultura, à formação criativa e à programação cultural, como ferramentas de transformação social e impacto direcionado às famílias periféricas. Em um Brasil de desigualdades históricas, a cultura segue sendo o território onde a cidadania se afirma e onde a imaginação popular floresce, especialmente nas periferias, onde a inventividade é cotidiana, coletiva e profundamente brasileira.A proposta busca consolidar um espaço de difusão e experimentação artística que una formação, criação e exibição, promovendo o encontro entre linguagens contemporâneas e expressões culturais tradicionais. Ao articular a economia criativa com o protagonismo periférico, o projeto reafirma que a cultura é tanto direito quanto vetor de desenvolvimento humano e econômico.Para sua execução plena, garantindo gratuidade, acessibilidade, diversidade territorial e estrutura técnica compatível com padrões profissionais — o apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei 8.313/91 _ Lei Rouanet) é indispensável. A renúncia fiscal federal assegurará a realização de um projeto de grande impacto social e simbólico, com retorno coletivo mensurável e intangível. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91Inciso I _ Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais:As atividades são gratuitas e abertas ao público, garantindo acesso democrático a bens culturais, conteúdos formativos e experiências artísticas de relevância social.Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira:Embora estejamos falando da região Sudeste, em especial o Estado de São Paulo, que é a região e estados que mais recebem aportes, o projeto vem para atuar diretamente nos territórios periféricos, o que pode ser interpretado como a regionalização da produção cultural, visto que a maior parte da equipe também será formada por agentes periféricos.Inciso III _ Apoiar e valorizar manifestações culturais e seus criadores:O projeto fomenta a cadeia criativa independente, fortalecendo coletivos, grupos e agentes culturais que raramente têm acesso a grandes circuitos de difusão.Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira:Ao reconhecer e divulgar expressões artísticas de comunidades periféricas, negras e populares, o projeto preserva o pluralismo da identidade nacional, que é um dos seus maiores bens.Inciso IX _ Priorizar o produto cultural originário do país:Toda a programação é integralmente composta por produção artística nacional, com curadoria voltada à originalidade e à representatividade da criação brasileira. Enquadramento no Art. 3º da Lei 8.313/91I _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos e oficinas de caráter cultural e artístico: Serão realizadas oficinas e palestras voltadas à formação técnica e criativa de jovens artistas e produtores culturais, nos segmentos de: Música, Empreendedorismo Criativo, Grafite, Arte Urbana e Cinema/Audiovisual (Grade pedagógica em Especificações Técnicas).II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore: O festival contempla ações em diversos segmentos, como: apresentações musicais, espetáculos cênicos, contações de história, apresentações circenses, sessões de cinema ao céu aberto, intervenções artísticas (grafite), exposições e painéis de diálogo.IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita de ingressos e acesso público aos espetáculos _ Toda a programação será gratuita;
O Campo Cria – Festival Multicultural propõe a realização de quatro edições presenciais, sendo uma em cada favela do Estado de São Paulo, com atividades gratuitas e classificação indicativa LIVRE, ocorrendo sempre aos finais de semana (sábado, domingo ou feriado), das 09h00 às 20h00. A programação contempla apresentações musicais, teatro e contação de histórias, circo e arte de rua, cinema ao ar livre, artes visuais e grafite, além de oficinas e palestras formativas online. 1. Programação Artística SugeridaMúsica (Eixo Principal)O eixo musical do festival contempla artistas periféricos, regionais e nacionais que expressam a diversidade da produção cultural das quebradas brasileiras, distribuídos por segmentos:Samba e PagodeVinijoe (RJ) – une samba e poética periférica, com letras de resistência e identidade.Dikuã (SP) – sambista e arte-educador da zona sul paulistana.Joyce Alane (PE) – voz feminina nordestina que mistura samba e vivência periférica.Rap, MPB e Soul PeriféricoPastor (MG) – rapper e multi-instrumentista que transita entre rap, jazz, soul e R&B.Juyè (PA) – artista que une rap, R&B, neo soul e referências indígenas.Nego Gallo (CE) – integrante do grupo Costa a Costa, mistura reggae, trap e samba.Zudizilla (RS) – rapper gaúcho com influência de jazz e blues, letras sociais e políticas.Drik Barbosa (SP) – referência feminina do rap nacional.Yzalú (SP) – cantora e compositora que une rap e MPB com discurso social.Dexter (SP) – ícone do rap paulistano, pioneiro da cena.Ana Júlia (SP) – nova geração do rap periférico, com letras sobre resistência e vivência.Funk Consciente e Pop PeriféricoMC Taya (RJ/Baixada Fluminense) – mistura rap, funk e batidas industriais.Melly (BA) – artista pop experimental da periferia de Salvador.Majur (BA) – cantora LGBT+ que mescla pop, MPB e soul com identidade racial.Menos é Mais (DF) – grupo de pagode periférico com destaque nacional.Outros Destaques PeriféricosTribo da Periferia (DF) – referência do rap periférico com letras de forte realismo social.Mariana Cavanellas (MG) – parceira de Vinijoe, representa a nova MPB periférica.Atrações Principais (headline por edição) Cada edição contará com um nome consagrado da cultura periférica, a exemplo de: MV Bill, KL Jay, Negra Li, ADL, MC Hariel, Salvador da Rima, Emicida, MC Marechal, Renan Inquérito ou Fábio Brazza, de acordo com disponibilidade e curadoria. 2. Artes Visuais e GrafiteArtistas Plásticos da PeriferiaChuck Gomes – retrata moradores da periferia com técnica inspirada em pintores clássicos.Fernando Pow – criador da exposição Abaporu Periférico, referência em aerografia.Marcelino Melo (Nenê) – artista multimídia que produz esculturas sobre o cotidiano periférico.Juliana Costa (Ju Costa) – retrata mulheres negras e indígenas, com militância cultural.Ayô – grafiteira e educadora que aborda o protagonismo feminino na arte urbana.Grafiteiros ConvidadosCranio (SP) – referência da street art brasileira, com foco em povos indígenas.Speto (SP) – pioneiro do grafite nacional, une folclore e cultura popular.Pati Rigon (RS) – multiartista que transita entre o grafite e a pintura de resistência.Chivitz e Minhau (SP) – casal de grafiteiros com murais icônicos e diversidade temática.Subtu (SP) – muralista da zona leste com forte abordagem social.Kasca (SP) – grafiteiro da zona norte, com trabalhos sobre identidade local.Os artistas realizarão painéis ao vivo e uma exposição coletiva aberta durante os eventos, com mediação cultural e acessibilidade de conteúdo (Libras, audiodescrição e linguagem simples). 3. Teatro, Circo e CinemaTeatro e Contação de Histórias Espetáculos de companhias periféricas com foco no público infantil e familiar, valorizando temas sociais, educativos e de valorização das identidades locais.Circo e Arte de Rua Performances de palhaçaria, malabarismo, acrobacia e teatro de rua realizadas em áreas abertas, promovendo interação direta com o público.Cinema ao Ar Livre Sessões noturnas com curtas e médias-metragens periféricos, de caráter social, musical ou educativo, seguidas de bate-papos com realizadores e curadores convidados. 4. Grade Pedagógica – Oficinas e PalestrasFormato: Oficinas online (2h de duração cada) e palestras online (45 minutos cada), com mediação acessível em Libras, linguagem simples e certificado de participação.OficinasProdução Musical na Quebrada – Como gravar e lançar música com baixo custo.Empreendedorismo Criativo – Transformar arte em negócio sustentável.Grafite & Arte Urbana – Técnica e narrativa visual do território.Cinema Digital & Curadoria – Roteiro, captação e direitos autorais.PalestraCriadores & Marcas – impacto real na favela – Discussão sobre economia criativa, influência e monetização do conteúdo periférico. 5. Estrutura Técnica e OperacionalCada edição contará com infraestrutura completa para atender às exigências de segurança, acessibilidade e qualidade técnica, incluindo:Palco principal (dimensões variáveis conforme espaço local);Sistema de sonorização profissional e iluminação cênica;Telão de LED e projetor para sessões de cinema;Cadeiras para plateia, camarim, tendas e áreas cobertas;Ambulância e equipe de primeiros socorros;Gerador de energia e segurança patrimonial;Equipe técnica de montagem e manutenção;Sinalização acessível (visual e tátil) em todo o espaço.A montagem e desmontagem ocorrerão em sequência entre as quatro favelas participantes, garantindo padronização técnica e eficiência operacional.
O projeto prevê medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de comunicação/divulgação acessíveis, assegurando a plena participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosas, autistas e demais públicos com necessidades específicas, em conformidade com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009) e com o Art. 44 da Instrução Normativa nº 23/2025.Reconhecemos que a realização das atividades em territórios periféricos, historicamente marcados por infraestrutura irregular, pode tornar algumas adaptações técnicas inviáveis. Ainda assim, o projeto buscará alcançar o mais alto grau possível de acessibilidade universal, dentro das condições reais de cada local de execução.Para garantir a implementação adequada dessas medidas, o projeto contará com uma Assessora de Acessibilidade, que acompanhará todas as etapas e produtos, orientando a equipe sobre as soluções tecnicamente viáveis e as melhores práticas inclusivas.A seleção dos espaços levará em consideração a estrutura pré-existente e os aspectos de acessibilidade já disponíveis, bem como intervenções complementares que possam ser realizadas pelo projeto, sempre priorizando o acesso digno, seguro e inclusivo ao público e aos profissionais envolvidos. APRESENTAÇÕES MUSICAISAcessibilidade arquitetônicaBuscaremos selecionar um espaço que possa atender às exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e às medidas previstas no Art. 44 da IN nº 23/2025, incluindo: piso tátil, sinalização em Braille, rampas de acesso, corrimãos duplos e locais reservados para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.Acessibilidade comunicacional e de conteúdo• Intérprete de Libras em todas as apresentações;• Audiodescrição artística (figurinos, ambientação e ações de cena);• Comunicação com o público em linguagem simples e inclusiva;• Profissional capacitado para apoio a pessoas com deficiência intelectual.Comunicação e divulgação acessíveis• Materiais digitais acessíveis (PDF/HTML acessível, linguagem simples, fonte ampliada e contraste adequado);• Materiais impressos acessíveis (versão em Braille, fonte ampliada e contraste adequado);• Indicação clara das medidas de acessibilidade em cada ação, com uso dos símbolos oficiais. FESTIVAL / ESTRUTURA GERALAcessibilidade arquitetônicaO espaço do festival seguirá as normas de acessibilidade arquitetônica, garantindo rotas universais, piso tátil, rampas interligando todas as áreas, sanitários acessíveis e sinalização tátil e visual em pontos estratégicos.Haverá equipe “Posso Ajudar” treinada em acessibilidade atitudinal.Acessibilidade comunicacional e de conteúdo• Comunicação oral e visual em linguagem simples;• Profissional capacitado para atendimento e mediação inclusiva.Comunicação e divulgação acessíveis• Todos os materiais promocionais e informativos (posts, cartazes, releases) serão publicados em PDF/A acessível, com áudio-release e vídeo com legendagem;• Uso dos símbolos oficiais de acessibilidade e menção explícita das medidas adotadas em todos os canais de comunicação. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS / GRAFITEAcessibilidade arquitetônicaO espaço expositivo atenderá às exigências da Convenção e da IN nº 23/2025, garantindo piso tátil, rampas, sinalização em Braille e rotas acessíveis. A iluminação e o fluxo de visitação serão planejados para pessoas com baixa visão e sensibilidade sensorial.Acessibilidade comunicacional e de conteúdo• Intérprete de Libras nas visitas mediadas e atividades educativas;• Audiodescrição das obras e painéis;• Etiquetas em Braille e QR Codes com narração descritiva;• Comunicação em linguagem simples.Comunicação e divulgação acessíveis• Indicação clara das medidas de acessibilidade e uso de símbolos oficiais em todas as peças. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade arquitetônicaO espaço dos espetáculos seguirá as mesmas condições previstas para as apresentações musicais, pois serão realizados no mesmo espaço, conforme a Convenção e o Art. 44 da IN nº 23/2025, com rampas de acesso, piso tátil, corrimãos duplos, sinalização tátil e visual e locais reservados.Acessibilidade comunicacional e de conteúdo• Intérprete de Libras durante todas as sessões;• Audiodescrição artística das cenas e figurinos;• Comunicação com o público em linguagem simples;• Profissional capacitado para apoio a pessoas com deficiência intelectual.Comunicação e divulgação acessíveis• Materiais digitais e impressos acessíveis (Braille, fonte ampliada, contraste adequado e linguagem simples);• Indicação clara das medidas de acessibilidade em todas as ações e peças gráficas. OFICINAS / PALESTRAAcessibilidade arquitetônicaOs espaços das oficinas e palestras atenderão às exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e do Art. 44 da IN nº 23/2025, com piso tátil, sinalização em Braille, rampas de acesso e sanitários adaptados.Acessibilidade comunicacional e de conteúdo• Intérprete de Libras em todas as turmas;• Audiodescrição e legendagem em português (PT-BR);• Conteúdos em linguagem simples;• Profissional capacitado para apoio a pessoas com deficiência intelectual.Comunicação e divulgação acessíveis• Materiais digitais acessíveis (PDF/HTML acessível, linguagem simples, fonte ampliada e contraste adequado);• Materiais impressos acessíveis (versão em Braille, fonte ampliada e contraste adequado);• Indicação clara das medidas de acessibilidade em cada ação, com símbolos oficiais.
Em cumprimento aos arts. 46 a 48 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o projeto assegura 100% de gratuidade em todas as suas atividades presenciais e virtuais, incluindo apresentações musicais, exposições, espetáculos cênicos, oficinas e palestras. Não haverá cobrança de ingressos nem qualquer modalidade de venda, reafirmando o caráter público, educativo e inclusivo da iniciativa. Para garantir uma distribuição ampla, transparente e socialmente orientada, serão adotados os seguintes critérios e parcerias: Cota social e educativa – mínimo de 10% das vagas e ingressos será destinado prioritariamente a moradores de territórios periféricos e vulneráveis, estudantes e professores da rede pública, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família/CadÚnico e demais grupos previstos no art. 48 da IN nº 23/2025. A distribuição será articulada em parceria com organizações da sociedade civil e redes comunitárias, como a CUFA – Central Única das Favelas, além de Secretarias Municipais e Estaduais de Educação e Cultura. Cota promocional de patrocinadores – até 10% das vagas e ingressos gratuitos poderão ser utilizados pelos patrocinadores em ações de relacionamento institucional, respeitando a proporcionalidade de investimento (art. 46, I). Todos os convites não utilizados nesta categoria retornarão à distribuição pública. Cota promocional do proponente – até 10% das vagas e ingressos gratuitos serão empregados em ações de divulgação institucional e campanhas educativas (art. 46, II), com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e reforçar seu impacto formativo. Ingressos e vagas remanescentes – os ingressos restantes (cerca de 70%) serão disponibilizados ao público em geral, por meio de plataforma on-line acessível, pontos de retirada em espaços culturais parceiros e organizações comunitárias locais, assegurando que qualquer pessoa interessada possa participar livremente das atividades. Medidas de Ampliação de Acesso (Art. 47) Em conformidade com o Art. 47 da IN nº 23/2025, o projeto doará 10% (dez por cento) dos produtos resultantes de sua execução para distribuição gratuita com caráter social e educativo, somando-se à política de gratuidade integral das atividades (Art. 46, III). Assim, o projeto atinge 20% de distribuição gratuita de produtos e vagas com finalidade social, com controle e registro realizados em parceria com a CUFA, Secretarias de Cultura e Educação e demais entidades comunitárias. Ainda a tempo, como as ações serão realizadas em território periférico aberto, o festival pode não ter presença e distribuição de ingresso, pois será em espaço público e aberto.
Proponente: Digital Favela Comunicação e Tecnologia Ltda.Responsável por todo o processo administrativo-financeiro e decisório das ações do projeto, por meio de seu quadro societário, cabendo-lhe a execução, gestão e prestação de contas integral do Campo Cria – Festival Multicultural. GUILHERME PIERRI CHIARIELLO (Produtor Executivo)Cofundador da Digital Favela, empresa que nasce com o propósito de dar espaço e fomentar o empreendedorismo nas favelas e aldeias, por meio dos microinfluenciadores comunitários (os MICs), conectando marcas a milhões de consumidores historicamente pouco representados.Empreendedor no setor da comunicação desde os 25 anos, Guilherme aproximou grandes anunciantes de importantes movimentos sociais, como ONU, UNESCO, Todos pela Educação e CUFA (Central Única das Favelas).Com a Digital Favela, criou uma ponte entre influenciadores invisíveis e empresas que buscam legitimidade e representatividade cultural, impactando mais de 17 milhões de pessoas em 9 mil favelas do país. É também membro do Conselho Digital da ONG Gerando Falcões e sócio do restaurante vegetariano Quincho (SP) e do Hotel Ô Canto Caraíva (BA). TIAGO TRINDADE RODRIGUES (Diretor Artístico e Curador chefe)Chief Creative Officer (CCO) e sócio-fundador da Digital Favela. Reconhecido por sua inovação no setor de publicidade, Tiago foi vencedor do Prêmio Caboré em 2022, jurado no Young Lions 2024 e no Cannes Lions 2024, além de ter presidido o júri do 49º Anuário do Clube de Criação do Brasil.Bacharel em Comunicação Social com especialização em Publicidade e Propaganda pela UniFMU Fiam Faam, destaca-se por sua liderança criativa, desenvolvimento de projetos culturais de impacto e construção de pontes entre marcas e cultura periférica. MAJU TÓFFULI (Diretora de Produção)Produtora e gestora cultural com ampla experiência em execução de projetos artísticos e culturais. Atua na coordenação de equipes, controle de orçamento e entrega técnica de eventos e produtos culturais. Com passagens por projetos de dança, festivais e produções de áudio, como o podcast Calunguinha (Spotify), Maju acumula experiência na área de planejamento, logística e implementação de ações multiculturais. Atuou em produções independentes e projetos de fomento, desenvolvendo metodologias de produção colaborativa e estratégias de integração territorial. FELIPE BRANQUINHO (Coordenação Pedagógica e Coordenador de Produção)Chief Creative Officer (CCO) da Digital Favela, com carreira consolidada no campo da publicidade e design.Antes de seu cargo atual, foi Diretor de Criação na Peppery, Diretor de Arte no Grupo RAI e na Africa Propaganda.Felipe possui sólida experiência em direção de arte e desenvolvimento de linguagem visual, contribuindo para campanhas e projetos de alto impacto criativo. RENAN DAMASCENA (Diretor Geral e Curador)Líder de planejamento estratégico e impacto, com formação em Liderança e Estratégia pela ESPM e pela Miami Ad School.Reconhecido pela publicação Meio & Mensagem entre os “30 Under 30”, Renan atua no fortalecimento de inteligência cultural e comunicação de impacto social, unindo dados, criatividade e representatividade periférica. LUIZ CARLOS BETEGHELLI NETO (Coordenador do Projeto)Coordenador de projetos culturais incentivados, com mais de 11 anos de experiência na área de gestão cultural e produção executiva. Especialista em planejamento, execução e prestação de contas de projetos via Lei Rouanet, coordenou exposições de grande porte como Parque do Terror WB – A Exposição e Estação Vingadores – A Exposição, além de musicais da Broadway no Brasil (O Rei Leão, Anastasia, A Família Addams).Também atua na gestão de temporadas musicais e festivais, como a Temporada de Música Clássica de Sorocaba e o Sorocaba Jazz Festival, consolidando expertise em projetos multiculturais e de difusão artística.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.