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O projeto visa realizar um circuito interestadual de batalhas de rima, destacando algumas regiões do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, com o objetivo de promover, disseminar e incentivar a cultura das Batalhas de Rima e do Hip Hop nessas localidades. O circuito contará com representantes de batalhas de rima, como; Mamuti MC (CPMB)JPA Epycentro (Grajaú Rap City) Ohdu (Central de Diadema) Conspira MC (Estação)Dimak e DJ C.A (Campo de Batalha) Além disso, o projeto traz uma proposta inovadora, inédita no cenário das batalhas de rima: uma roleta para sorteio de beats.
Proposta geral documentárioDeixar registrado em material de vídeo a importância de um movimento que hoje ganhou certa visibilidade mas já foi muito marginalizado. E claro, dar visibilidade a outras batalhas e mcs de regiões diferentes e com menos recursos , alem de mostrar a cultura de cada região para dar incentivo e inspiração ao surgimento de novos agentes culturais.ShowsAtividade composta de diversas atrações culturais relacionadas à cultura urbana: cultura Hip Hop e culturas populares relacionadas com o local de realização da atividade.
Objetivo GeralO propósito deste projeto é realizar um circuito em 5 estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, com o objetivo de levar valorização e incentivo às batalhas de rima e aos MCs dos estados selecionados. Através dessa iniciativa, buscamos promover a integração cultural e fortalecer a cena local das batalhas e do Hip Hop, incentivando jovens talentos a explorarem e expressarem suas vozes.Além disso, serão feitos registros que servirão como plataforma para destacar a diversidade e as particularidades de cada região, oferecendo ao público uma visão rica e autêntica das expressões artísticas emergentes. Essa troca cultural não apenas enriquece a comunidade local, mas também contribui para a construção de uma rede mais ampla de apoio aos artistas independentes.Objetivo Especifico- Fazer um circuito com colaboração de batalhas de rima de 5 estados do norte, nordeste e centro-oeste do Brasil.- Oferecer o mínimo de estrutura e equipamento possível para as batalhas e apresentações.- Priorizar minorias como: pessoas PcD, pessoas LGBTQIA+, mulheres, pessoas negras e indígenas.- Estimular e incentivar os artistas que não estão na grande mídia a dar continuidade em seus sonhos.- A realização de uma grande final com grandes atrações e os campeões de cada estado visitado São Paulo.- A organização também se compromete a documentar todo o processo, criando um acervo rico em histórias e experiências que reflitam a diversidade e a riqueza cultural do Hip Hop no norte e nordeste do Brasil. Esse acervo será disponibilizado de forma gratuita online, para que o público possa conhecer e se inspirar com o talento e a criatividade dos artistas envolvidos no circuito.- Com essas ações, esperamos contribuir para a construção de um cenário artístico mais inclusivo e equitativo, onde cada artista tenha a oportunidade de brilhar e conquistar seu espaço, independentemente de sua origem ou identidade.
A justificativa para a realização deste projeto está na carência de atenção, investimentos e políticas culturais voltadas para determinadas regiões do Brasil, em especial o Norte e o Nordeste. Nessas localidades, as batalhas de rima e os MCs ainda carecem de visibilidade, apesar da evidente riqueza cultural e diversidade artística que possuem.A música, a dança e as manifestações de arte urbana florescem em ruas e comunidades, mas frequentemente permanecem à margem dos holofotes e do apoio financeiro necessários para se desenvolverem de forma sustentável. Essa invisibilidade cultural limita as oportunidades para artistas e criadores locais e, ao mesmo tempo, priva o restante do país de acessar uma imensa riqueza cultural.Diante desse panorama, torna-se essencial a implementação de iniciativas que incentivem e valorizem a produção cultural dessas regiões. Investimentos em infraestrutura, a promoção de festivais e eventos que celebrem a arte e a música locais, bem como a criação de plataformas de visibilidade para os artistas, são passos fundamentais para o fortalecimento da cena.Além disso, é necessário que a mídia e as instituições culturais assumam o compromisso de ampliar os espaços de divulgação e reconhecimento dessas expressões artísticas, reconhecendo-as como parte vital do patrimônio cultural brasileiro.Ao fortalecer e promover a cultura do Norte e do Nordeste, não apenas enriquecemos o cenário cultural do Brasil como um todo, mas também contribuímos para a construção de uma sociedade mais inclusiva e diversa, na qual todas as vozes tenham a oportunidade de ser ouvidas e celebradas.A Lei de Incentivo à Cultura é um mecanismo fundamental para a implementação deste modelo de projeto, que requer um aporte de recursos para viabilizar as diversas ações e a infraestrutura necessária. Os shows programados misturam artistas locais com talentos de renome nacional, oferecendo mais de 10 atrações. Assim, a Lei de Incentivo à Cultura, por proporcionar isenção fiscal a quem apoia a proposta, se torna quase a única alternativa viável para a realização de projetos desse tipo. Incisos da Lei 8313/91 Os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 aos quais a proposta se adapta são: I - Facilitar o livre acesso às fontes culturais e o pleno exercício dos direitos culturais. II - Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais. III - Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos que compõem a sociedade brasileira e que sustentam o pluralismo da cultura nacional. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, que formam e informam conhecimento, cultura e memória. IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos da Lei 8313/91 Os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados com o projeto incluem: I - Incentivar a formação artística e cultural, mediante: °Concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - Fomentar a produção cultural e artística, mediante: ° Produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico, bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) ° Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: ° Distribuição gratuita de ingressos para eventos culturais e artísticos; Todos os produtos da proposta são gratuitos. ° Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e arte e seus segmentos; Importância do Projeto O projeto Elo das Correntes deve ser realizado em virtude da importância desse movimento sociocultural e político. A Cultura Hip-Hop abrange uma variedade de manifestações artísticas, políticas e sociais, promovendo: ° A inclusão cultural, social e individual. ° A democratização do conhecimento e da arte. ° Mobilização de discussões sociais sobre políticas culturais. Ela fortalece a busca por igualdade e combate às violências, valorizando a diversidade de atuação e expressão, além de aprofundar a interação entre a comunidade artística e as comunidades local e nacional. Acreditamos no potencial do projeto, que está alinhado aos princípios da Cultura Hip-Hop, incluindo a efetivação dos direitos culturais e a promoção dos direitos humanos. Contexto Sociocultural O projeto se insere na Cultura Hip-Hop brasileira e suas conexões com identidades negro-juvenis e territórios periféricos. Busca valorizar a cultura negra e periférica, promover a paz, os direitos humanos e o respeito à diversidade cultural. Contribuições do Projeto O projeto desempenha um papel essencial na democratização do cenário artístico-cultural, proporcionando maior acesso da população aos bens e serviços culturais. Os festivais e as batalhas terão como objetivo principal: ° Registrar e divulgar a cultura de rima e improviso único de cada região. ° Fomentar a formação artístico-cultural. ° Oferecer oportunidades de capacitação. ° Incentivar o intercâmbio entre agentes culturais. Além disso, o projeto fortalecerá redes de organizações da sociedade civil, coletivos e grupos informais que atuam na cultura Hip-Hop. Também impulsionará a economia criativa, estimulando o empreendedorismo, o turismo, a inovação e promovendo arranjos produtivos e territórios criativos.
1. Produtos Complementares1.1. Batalhas/ShowsQuantidade: 5 etapas regionais + 1 final nacional (São Paulo)Duração de cada evento: 5 a 6 horas (16h às 23h)Material/Técnico:Estrutura de palco (mín. 8m x 6m), som P.A. 10.000W, iluminação cênicaRoleta digital para sorteio de beats (inovação do projeto)Câmeras (mín. 4 por evento) para captação audiovisual em 4KAmbulância, brigadistas, segurança, tradutores de LIBRASPúblico-alvo: 500 a 1.500 pessoas por etapaAcessibilidade Física: rampas, banheiros adaptados, piso tátil, área reservada para cadeirantes1.2. Registro AudiovisualMaterial produzido:Captação em 4K (batalhas, bastidores, entrevistas)Fotografia documental (mínimo 500 registros por etapa)Making of publicado em redes sociaisProjeto Pedagógico:Produção de apostila digital interativa (40 páginas) com histórico do Hip Hop, metodologia das batalhas de rima, depoimentos de artistas e orientações para produção cultural independente.Formato: PDF acessível (com leitura de tela e versão em Braille impressa – tiragem limitada de 200 unidades).Distribuição: Gratuita para escolas públicas, centros culturais e coletivos de Hip Hop.2. Duração Geral do ProjetoPré-produção: 1 mêsProdução (circuito e batalhas): 5 mesesPós-produção (edição e lançamento): 2 mesesTotal: 8 meses3. Materiais e Recursos TécnicosEquipamentos Audiovisuais: Câmeras 4K, drones para imagens aéreas, microfones lapela, gravadores de som ambiente.Estrutura Técnica de Evento: palco, sonorização, iluminação, telão de LED, gerador de energia.Recursos de Acessibilidade: intérpretes de LIBRAS, audiodescrição, folhetos em Braille, piso tátil.Materiais de Divulgação: cartazes, redes sociais, vídeos promocionais, spots de rádio.4. Projeto PedagógicoObjetivo Educacional:Valorizar o improviso, oralidade e escrita criativa por meio das batalhas de rima.Estimular a pesquisa cultural sobre Hip Hop como ferramenta pedagógica.Fortalecer valores de diversidade, respeito e inclusão.Metodologia:Oficinas integradas às etapas regionais (formação em produção cultural, MC, DJ e graffiti).Roda de conversa com MCs convidados sobre mercado cultural e direitos autorais.Distribuição do material didático em formato acessível.Público Pedagógico-Alvo: jovens entre 14 e 29 anos, especialmente de comunidades periféricas, negras, indígenas, LGBTQIA+ e PcDs.
As ações de acessibilidade visam atender à INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, CAPÍTULO IV, DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA. Seção II - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidades reduzidas ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação;1. Produto: Evento/Batalha:1.1. Acessibilidade física.Serão realizadas em espaços atendendo a todas as prerrogativas legais de acessibilidade, local de fácil acesso, com estacionamento reservado e sinalizado para idosos e portadores de deficiência, rampas de acesso, banheiros PCD, piso tátil, mapa tátil e placas de sinalização.O evento vai disponibilizar equipe de brigadistas e atendimento pré-hospitalar de emergência. Está prevista no orçamento a locação de um elevador para acesso aos cadeirantes em frente ao palco principal, assim como um coordenador de acessibilidade, que deve desenvolver as melhores práticas de acessibilidade.7.2. Acessibilidade para deficientes visuais. Piso tátil, rampas de acesso, vagas em estacionamento reservadas e folheto de programação em Braille.8.3. Acessibilidade para deficientes auditivos. Todas as Batalhas e shows terão interpretação em Libras junto como o documentário produzido.9.4. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Todas as batalhas e shows serão transmitidas em tempo real via internet, com ampla divulgação, e será produzido um documentário em vídeo de pré, pro e pós produção do evento com legendas e interprete de libras.Itens na planilha orçamentária:Evento/Batalhas: 05 - Bombeiro; 11 - Intérprete de libras; 23 - Registro e documentação fotográfica; 24 - Registro videográfico - Diretor de Acessibilidade; 26 - Aluguel de ônibus; 40 - Ambulância; 44 - Bombeiro; 64 - Segurança.
As ações de acessibilidade visam atender à INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, CAPÍTULO IV, DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA. Seção II Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos.1. Produto - Batalhas/ Shows:2.1. Todo acesso será gratuito, sem cobrança de taxas ou quaisquer custos. As inscrições serão online e amplamente divulgadas, além da possibilidade de acesso direto ao local de realização, Não será disponibilizada porcentagem mínima para imprensa, parceiros ou patrocinadores.3.2. As batalhas contarão com parcerias de Casas de Hip-Hop e agentes da cultura atuantes nas periferias dos estados do Acre, Para, Rio de janeiro, Bahia e São Paulo. Esses trabalham com a formação de jovens para o mercado da cultura (agentes culturais), oferecendo bolsas para as áreas de produção, cobertura audiovisual e fotográfica. Será disponibilizado transporte gratuito e com acessibilidade para acesso ao evento durante os dias de shows.Além das ações acima citadas, serão garantidas, de acordo com o Artigo 30 da Instrução Normativa nº 2/2019, as seguintes medidas:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de libras e áudio descrição;
Proponente Sebastião Filho de Oliveira Possa – Vampiro Graffiti Referência do Hip Hop amapaense, sua trajetória une arte urbana, militância cultural e produção de eventos, consolidando o graffiti como ferramenta de educação, inclusão e transformação social. Com mais de duas décadas de atuação, representa o Amapá em espaços nacionais de decisão, como a Comissão Nacional dos 50 Anos do Hip Hop e a C3H2B. Reconhecido por sua presença em periferias, quilombos, escolas e espaços públicos, mantém o compromisso de fortalecer juventudes e comunidades, promovendo resistência cultural, identidade e protagonismo por meio da arte.Coordenação / Produção GeralIvo José dos Santos – Negro Rauls Produtor cultural de São Paulo, com forte atuação na Black Music e em projetos sociais. Iniciou-se no rap com os Libertários MCs e, em 2001, tornou-se produtor executivo de Rappin’Hood, contribuindo para o sucesso de álbuns e turnês nacionais. Atuou em programas de TV e rádio, além da direção da Gaviões da Fiel, e colaborou no lançamento de artistas emergentes. É idealizador de iniciativas sociais como o Festival de Música Beneficente do Jardim Jangadeiro e mentor da ONG Janga + Ação, dedicada à educação sociocultural. Também participa da Revista Baobá, fortalecendo a cultura afro-brasileira.Jefferson da Cruz Baia – Dimak Nascido em Belém e radicado em São Paulo, Dimak é compositor, cantor, poeta e DJ, atuando em gêneros como Rap, Trap, Funk e MPB. Com mais de 13 anos de carreira, é também produtor cultural e arte-educador. Organizou batalhas de rima e eventos em comunidades, além de ministrar oficinas de discotecagem e escrita criativa em escolas e ONGs. Trabalhou com artistas como Rappin’Hood, Sampra Crew e Fábio Brazza. Ex-artista da Converse, hoje integra o grupo DICAFÈ, atuando no Campo de Batalha e na produção de seu primeiro álbum.Mayara Yasmin Ferreira da Silva – Maya Ex-Jovem Monitora Cultural, atuou na Casa de Cultura Municipal Hip Hop Sul. Desenvolveu atividades de articulação e gestão cultural, incluindo atendimento ao público, curadoria, contratações artísticas, organização de agenda e mediação entre artistas e produtores. Responsável também por registros, planilhas e relatórios do núcleo das Casas de Cultura, destacou-se na promoção de atividades e na articulação comunitária.JuradosJoão Augusto - MamutiRapper, Apresentador e Ator. Nos palcos desde 2007 já conduziu diversas festas e festivais de cultura urbana, eventos de games e cultura POP. Conquistou destaque nas Batalhas de MC’s disputando as maiores competições do país entre 2007 e 2011. Em 2012 passou para a produção e apresentação da Rinha dos MCs (Batalha criada por DJ Dandan e Criolo, por onde passaram grandes nomes da cena atual como Emicida, Projota, Rashid, Flora Matos entre outros). Também em 2012 assumiu a curadoria paulista da maior competição de rimas do país, o Duelo de MCs Nacional. Em 2017, diante a demanda crescente de batalhas de rima por todo o estado, fundou o CPBMC - Circuito Paulista de Batalha de MCs - para realizar essa curadoria através de um circuito integrado de batalhas de todos os cantos do estado, atingindo 65 municípios, mais de 100 coletivos organizadores de batalhas e mais de 1000 MCs participantes nos últimos anos.Rafael Avolio Turuzawa – JPA Epycentro Cantor e compositor, iniciou sua trajetória no Grajaú (SP), escrevendo músicas desde os 10 anos. Levou o rap brasileiro ao Japão, participando de festivais, programas de TV e eventos. É integrante da crew Epycentro e lançou os álbuns É Desse Jeito (2008) e Samurai Não Cai. De volta ao Brasil, participou de eventos como Lollapalooza, Virada Cultural, Sons das Ruas e Red Bull Mano a Mano. Fundador e apresentador da batalha Grajaú Rap City, uma das maiores do país, consolidou sua carreira com simplicidade e autenticidade.Eduardo Rafael – OhDu Rapper e mestre de cerimônia desde 2012, iniciou no grupo Total Quebrada, referência do rap no ABC paulista. Em carreira solo desde 2022, lançou singles e prepara seu primeiro álbum. Fundador da Batalha da Central, a primeira da região do Grande ABC, já participou de diversos projetos culturais em São Paulo. Também atua no projeto social Salvando Vidas, promovendo doações de roupas e alimentos para pessoas em situação de rua.Muller Alvez Moraes - Conspira Mc Nascido em 1993 na cidade de São Paulo, na periferia da zona Sul, Müller se criou sempre rodeado de muita cultura e música negra. Sendo de família de sambistas desde novo já se interessava pelo ritmo e pelos instrumentos. Mais foi em meados dos anos dois mil (2000) que começou o interesse pela cultura Hip Hop, foi através do programa de rádio “Espaço Rap” que conheceu suas primeiras referências como ( Trilha Sonora do Gueto, Racionais MC 'S, MV Bill entre vários outros). Em meados de 2008 começou a participar de Batalhas de Rima fazendo parte de algumas chaves como na saudosa “Rinha dos Mc 's", "Batalha do Santa Cruz", “Batalha do Beco” entre outras. A persistência no mundo Freestyle (Rimas de improviso estilo Rap) acarretou à um marco na história do Hip Hop, a profissionalização do Freestyle dentro dos metrôs e trens da cidade de São Paulo e Rio de Janeiro com a fundação do coletivo Wu Trem Clan - Rimadores do Vagão no ano de 2015.MESTRE DE CERIMONIAMana Bella é uma artista multifacetada que transita pelas linguagens da música, poesia e educação. Cantora desde os seis anos, a "soteropaulistana" - como se autodefine - nasceu em Salvador (BA), no bairro da Baixa do Tubo, em Brotas, e se mudou para São Paulo em 2013. Em 2014, cofundou o grupo PretoNuBranco, que se destacou na coletânea Mulheriu Clã. Após dois anos de produção intensa, o grupo encerrou suas atividades, levando a artista a dedicar-se a projetos sociais e educacionais nas periferias de São Paulo. O retorno aos palcos veio em 2017, nas batalhas de Slam, onde se reafirmou como poeta. Nesse período, participou do projeto Música Preta Brasileira Teatral ao lado do cantor Andarilho Cha, marcando o início de sua carreira solo. Em 2022, Mana Bella lançou o EP Denegrindo Saberes, uma obra de crítica social. Em 2023, estreou o clipe da faixa Essa Eu Fiz Para Você, dirigido pela Casa Marighella, e foi premiada com o Troféu Periferia Destaque HipHop. Já em 2024, celebra sua trajetória com o EP Soteropaulistana, que conecta Salvador e São Paulo através de uma fusão de rap, pagode baiano e poesia, exaltando ancestralidade e resistência. No mesmo ano, consagrou-se campeã do Sons da Rua.DJ´SClayton Augusto Andrade Santos – DJ C.A Ativo no Hip Hop desde 1997, iniciou como b-boy e grafiteiro, tornando-se DJ do grupo Do Morro Pro Asfalto. Voluntário da ONG Reviver Recicla, organiza eventos para crianças da comunidade. Desde 2011, atua como DJ em batalhas de rima, incluindo Alvanga Rap City, Batalha da 99, Grajaú Rap City e muitas outras. Já se apresentou em eventos como Varal Cultural e Rap Sem Fome, e dividiu palco com nomes como DJ Hum, DJ Cia, KL Jay e Sabotage. Atualmente é DJ do grupo DICAFÈ e do projeto Campo de Batalha.Deise Miranda - DJ DeiseD J residente no distrito do Jabaquara, dançarina de breaking e produtora cultural, Deise Miranda participou do movimento Hip Hop desde 2000. Atuante como DJ desde 2018, como objetivo vivenciar e fomentar a cultura Hip Hop através do elemento DJ. Uma grande colaboradora dos eventos e projetos nos territórios periféricos da cidade de São Paulo, possui uma atuação bastante expressiva nos distritos do Jabaquara, Cidade Ademar, Santo Amaro e Ipiranga. Estabeleceu algumas parcerias no caminhar deste trajeto artístico com Mana Bela, Yabbatuti, Thais Lim, Desafeto do Sistema, Arkano, Duna Minis, Graja Minas e outros. Indicada ao prêmio Arte em Movimento – As Minas na Cultura Urbana, a maior premiação da América Latina. Uma das pioneiras a ministrar vivências artísticas de DJ na primeira edição do programa Território Hip Hop da Secretaria da Cultura. Repertório: Rap, Hip Hop e Black Music.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.