Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização de uma semana de atividades musicais no Espaço Parlapatões, localizado na Praça Roosevelt, com shows de bandas de rock e performances cênicas abertas ao público, promovendo o encontro entre a música, o teatro e a cultura urbana no centro de São Paulo.
Rock In Ruzivelt é uma celebração da cultura do rock na cidade de São Paulo. Reunindo bandas autorais e independentes, além de intervenções teatrais e debates, o projeto transforma a Praça Roosevelt em um palco de múltiplas linguagens.
Objetivo GeralPromover o diálogo entre a cultura do rock e as artes cênicas por meio de uma programação multicultural e gratuita na Praça Roosevelt, fortalecendo a expressão artística e democrática do centro de São Paulo.Objetivos EspecíficosRealizar 12 (doze) dias de programação cultural, com atividades diárias;Apresentar 10 shows de bandas de rock autoral e independente, com artistas locais e convidados de outras regiões;Promover 3 intervenções teatrais inspiradas na cultura rock e urbana, encenadas por artistas convidados e integrantes dos Parlapatões;Oferecer 1 roda de conversa sobre a história do rock na cena paulistana, com músicos, jornalistas culturais e artistas do teatro.
O projeto Rock In Ruzivelt se enquadra no Artigo 1º, incisos I e VII da Lei 8.313/91, por realizar a difusão da música e das artes cênicas e promover a formação cultural e o acesso gratuito a bens culturais.Também atende os objetivos do Art. 3º, especialmente nos incisos:I: Estímulo à democratização do acesso aos bens de cultura.III: Apoio e estímulo a manifestações culturais regionais e locais.V: Apoio a projetos culturais que favoreçam a formação de público.A proposta tem como foco a ocupação cultural da Praça Roosevelt, reconhecida por seu histórico de revitalização artística e social, sendo um espaço de convergência de diferentes linguagens e públicos. A Lei de Incentivo é fundamental para garantir a viabilidade técnica e estrutural do projeto, permitindo acesso gratuito para a população.
Shows de Rock: Palco do Espaço Parlapatões. Sistema de som PA, iluminação de palco e monitores de retorno.Intervenções Teatrais: Cenografia adaptável para espaços abertos, utilização de microfones de lapela ou headset, iluminação de apoio.Roda de Conversa: Espaço Parlapatões com sonorização e microfonação para até 6 participantes.Registro audiovisual: Filmagem em HD para redes sociais e acervo.
Acessibilidade Física: Toda a programação ocorrerá em locais com acesso universal, com estrutura adaptada no Espaço Parlapatões e na Praça Roosevelt (acesso plano, banheiros acessíveis).Acessibilidade Comunicacional: Todos os shows e performances contarão com intérprete de Libras e Audiodescrição.
Todas as atividades do projeto serão gratuitas e abertas ao público, com ampla divulgação por redes sociais, veículos de imprensa e cartazes no entorno da Praça Roosevelt. Além das apresentações presenciais, as ações serão disponibilizadas posteriormente nas redes sociais do grupo, ampliando o acesso para quem não puder comparecer presencialmente.
Direção Artística e Coordenação Geral: Hugo PossoloO ator, dramaturgo, diretor, cenógrafo, figurinista e aderecista Hugo Possolo faz questão de ser chamado de Palhaço.Em 2019 e 2020 foi Diretor Artístico do Theatro Municipal de São Paulo. Foi Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, no ano de 2020, na gestão do Prefeito Bruno Covas. Foi Diretor Geral da Fundação Theatro Municipal de São, da Secretaria Municipal de Cultura. Nas duas passagens pelo Theatro Municipal desenvolveu a curadoria e a programação de óperas, concertos, balés, espetáculos de teatro e das mais variadas linguagens. Na sua atuação no Theatro dirigiu a Orquestra Sinfônica Municipal, o Balé da Cidade de São Paulo, o Coro Lírico, o Coral Paulistano e o Quarteto de Cordas. Também fez direções artísticas de espetáculos produzidos pelo Theatro Municipal tais como Uma País Sem Futuro; Corpos em Vertigem e São Paulo, Meu Amor!Fundou o grupo teatral Parlapatões, que em 2025 completou 34 anos. Seus espetáculos participaram dos principais festivais brasileiros: Festival Internacionalde Artes Cênicas - FIAC (SP); Festival Internacional de Londrina - FILO (PR); Festival Internacional de Teatro (MG); Porto Alegre em Cena e Festival de Teatro de Curitiba (PR). Suas montagens já estiveram na Colômbia, Chile, Uruguai, Espanha, Portugal, Itália, E.U.A. e Escócia.Boa parte de seu trabalho como encenador está ligado aos Parlapatões, dirigindo e atuando em trabalhos como: Nada de Novo (92); Zèrói (95); U Fabuliô (96); Não Escrevi Isto (98); Os Mané (99); Um Chopes, Dois Pastel e Uma Porção de Bobagem (2000); As Nuvens e/ou Um Deus Chamado Dinheiro (2003); Auto dos Palhaços Baixos (2004); O Pior de São Paulo (2007); Vaca de Nariz Sutil (2008) e o Papa e Bruxa (2009); Parlapatões Revistam Angeli (2103) e OBurguês Fidalgo (2013). Em 2014, produziu e atuou em A Besta. Em 2015, atou em Jacques e Seu Amo, de Milan Kundera, direção de Roberto Lage. Em 2018, dirigiu e atuou na montagem dos Parlapatões de O Rei da Vela, de Oswald de Andrade.Em 2019, também pelos Parlapatões escreveu, dirigiu e atou em A Cabeça de Yorick. Em 2022, co-dirigiu com Camila Turim, o espetáculo Consentimento, texto de Nina Raine. Recentemente, em 2023, escreveu, dirigiu e atua no espetáculo dito de feito, dos Parlapatões. Em 2024, estreou com os Parlapatões o espetáculo Decameron, a partir da obra de Giovanni Boccaccio, cujo processo de criação, com a Ocupação Decameron, envolveu mais de 120 artistas, cinco grupos parceiros convidados em dez apresentações de rua.Recebeu o Prêmio Shell pela cenografia de Farsa Quixotesca (99). Foi indicado, em 98, aos Prêmios Apetesp e Mambembe (melhor ator) pela atuação em ppp@WllmShkspr.br e ao Prêmio Shell (melhor ator) pela atuação em Prego na Testa (2005). Recebeu o grande Prêmio da Crítica APCA (98) pelo evento Vamos Comer o Piolin. Recebeu o Prêmio Shell Especial (2016) pelas atividades da SP Escola de Teatro.Foi Coordenador Nacional de Circo da Funarte, Ministério da Cultura (2004/2005). Há oito anos é curador do Festival Paulista de Circo, da Secretaria de Estado da Cultura. Coordenou de 2006 a 2012 o Circo Roda, que realizou quatro grandes produções circenses, três das quais fez roteiro e direção: Stapafúrdyo (2006); Oceano (2008) e DNA – somos todos muitos iguais (2010). Atualmente preside a Associação dos Amigos do Centro de Memória do Circo. Idealizador e produtor da Festa do Teatro, evento de distribuição gratuita de ingressos. Foi o idealizador e coordenador geral do FIC – Festival Internacional de Circo da cidade de São Paulo, realizado pela Associação dos Amigos do Centro de Memória do Circo em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura. Escreve eventuais colaborações para diversos jornais e revistas. Uma seleção destes textos compõe o livro Palhaço-Bomba (2009), publicado pelos Parlapatões. Publicou seu livro de poemas Excêntrico (2012), pela Editora Giostri. Suas peças Nóis Otário[s] (2012), Eu Cão Eu (2012) e Até que deus é um ventilador de Teto (2015), Yerus Halem (2021) também foram publicadas pela Editora Giostri. Em 2014, recebeu o Prêmio Fundação Bunge em Artes Circenses, por vida e obra. Em 2017, recebeu o Prêmio Cidadão – (Catraca Livre) pelo trabalho cultural, junto aos Satyros e Parlapatões, de revitalização da Praça Roosevelt.Além do grupo Parlapatões, coordena o Espaço Parlapatões, teatro que abriga encenações dos Parlapatões e de outros grupos teatrais.Produção Executiva: Manoela FlorÉ produtora cultural desde 2018, quando idealizou o projeto Flor e Ser na cidade de Criciúma, visando a valorização de artistas através da produção de eventosmulticulturais. Formada em Teatro (bacharelado e licenciatura); técnica em Teatro; pós graduada em Gestão Cultural. Atualmente é produtora executiva doGrupo Parlapatões onde realiza a produção de espetáculos do repertório do grupo. É fundadora da Gaveta Criativa e atua como elaboradora e produtora de projetos culturais, e por meio de suas elaborações já auxiliou mais de 30 projetos a serem aprovados e realizados por meio de editais e leis de incentivo; além de lançar um Mapeamento Cultural na cidade de Criciúma, através do site proposto na contrapartida social do projeto Gaveta Criativa 2.0. É professora de Produção Teatral e Gestão de Cia no Estúdio de Treinamento Artístico, em São Paulo. É Gestora do ponto de cultura Casa do Hip Hop Flor e Ser e atua como conselheira em outros diferentes Pontos de Cultura, como: Nunca Pare de Sonhar; Clube União Operária. Faz parte do Coletivo e Ponto de Cultura Cineférico - Pólo de Cinema, que trabalha para a democratização do acesso ao cinema por meio de cineclubes em periferias.Responsável pela sonorização: Deivison NunesProfissional atuante na área de produção, monitoria e técnico audiovisual, registrado sob o DRT n° 44950/SP como Artista Sonoplasta pelo Sated-SP. Possui formação pelo Instituto do Áudio e Vídeo (IAV) em 2018 e pela SP Escola de Teatro, onde cursou Sonoplastia entre 2014 e 2015. Realizou estágio na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MIT/SP) e cursou Comunicação Social - Rádio e TV na UESC, em Ilhéus/BA, até 2012.Ao longo da carreira, acumulou experiência em diversos espaços culturais, exposições e instituições. Em 2024, trabalhou na sonorização e trilha sonora do Projeto Decameron, do Grupo Parlapatões, e operou o audiovisual do espetáculo Brasil: Pecado Capital, de Eduardo Bueno, no Teatro Safra. Também atuou como técnico de som no espetáculo Festa no Céu – Manhas e Manias em 2023 e na operação audiovisual da Jornada do Touro de Ouro, do grupo Hermes e Renato. Além disso, trabalhou no Teatro SESC 24 de Maio em 2020, atuando na pré-produção, montagem, desmontagem e operação de espetáculos e exposições, e no SESC Centro de Pesquisa e Formação em 2019. Entre 2013 e 2014, foi monitor cultural no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso(CCJ), vinculado à Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, desempenhando funções de atendimento, educativo e produção. Na área teatral, possui vasta experiência como técnico de som e audiovisual. Participou do Projeto Buzum – Ônibus Teatro, operando som e luz para o espetáculo Caipira em 2019. Trabalhou com o grupo Hermes e Renato no espetáculo Uma Tentativa de Show e com a Cia. do Riso/Wilson de Santos na temporada 2018 de Dóris, a Mulher da Tupperware, versão brasileira de Dixie’s Tupperware Party, apresentada no Teatro Renaissance/SP. Também integrou a equipe técnica do repertório do Grupo Parlapatões e foi técnico sonoplasta no Palco Giratório em 2017, com o espetáculo Os Mequetrefe, que circulou por 18 estados do Brasil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.