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PRONAC 251592Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

XXII Terra & Cor da Canção Nativa

CONFRARIA DA PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 553,8 mil
Aprovado
R$ 553,8 mil
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

18.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2025-07-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Pedro Osório Rio Grande do Sul

Resumo

A XXII edição do Terra & Cor da Canção Nativa resgata um dos maiores festivais nativistas do Rio Grande do Sul, promovendo a valorização da música regional e incentivando a criação artística. O evento acontecerá no Ginásio Municipal 03 de Abril, com 20 composições inéditas e apresentações de artistas renomados. A Prefeitura de Pedro Osório apoiará o festival, oferecendo infraestrutura e apoio logístico. Com entrada gratuita, o festival contará com premiações e participação ativa da comunidade local. O evento reafirma a importância da cultura nativista para as futuras gerações.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a XXII edição do Terra & Cor da Canção Nativa no município de Pedro Osorio/RS Objetivo específico- Realizar 20 apresentações das composições inéditas concorrentes, conforme regulamento;- Realizar 12 apresentações das composições inéditas finalistas, conforme regulamento;- Entregar 09 premiações conforme regulamento;- Realizar um show regional instrumental do artista Renato Borghetti;- Realizar um show regional do Grupo Carqueja; - Realizar um show regional do artista Jari Terres;- Realizar um show regional do projeto Taureando- Realizar um show regional com o grupo Tchê Barbaridade- Realizar um show regional com o grupo Querência.

Justificativa

A história dos festivais regionais nativistas no Rio Grande do Sul tem um marco fundamental em 1971, com a realização da 1ª Califórnia da Canção Nativa, em Uruguaiana. Embora haja registros de festivais anteriores em Porto Alegre, foi a Califórnia que consolidou o formato e inspirou a criação de outros festivais pelo Estado, revelando nomes que se tornariam ícones da música gaúcha, como César Passarinho, Apparício Silva Rillo, Mário Barbára e José Cláudio Machado _ e hoje é patrimônio cultural do Rio Grande do Sul. Esse movimento deu início a um processo de valorização cultural que resgatou e dignificou ritmos e temas regionais, antes restritos ao ambiente dos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs). Nos anos 80, um movimento cultural promoveu a renovação estética, musical e poética da música. Surgem muitos novos festivais, e o nativismo desencadeou grandes mudanças nos hábitos dos gaúchos, com a participação em massa da juventude. Chimarrão, bombachas e músicas gaúchas se tornaram comuns às ruas, e impulsionado pelos jovens. Em Uruguaiana, o público era de mais de 60 mil pessoas. Foi nesse contexto que surgiu o Terra & Cor da Canção Nativa, no pequeno município de Pedro Osório, no extremo sul do Estado. O festival conquistou prestígio, revelou talentos e chegou a ser considerado o terceiro maior festival nativista do Rio Grande do Sul. No entanto, apesar do sucesso, o tempo e as dificuldades econômicas acabaram por interromper sua continuidade. Pedro Osório, com pouco mais de 7 mil habitantes e uma economia fragilizada, não conseguiu manter a realização do festival de forma contínua e com a mesma grandiosidade de outrora. Houve tentativas de continuidade com recursos próprios, mas sem ajudas de custo adequadas aos participantes e premiações atrativas, o festival perdeu público e visibilidade. O acervo histórico do evento também sofreu perdas significativas, agravadas pelas enchentes do Rio Piratini, comuns nas décadas de 1980 e 1990. Agora, buscamos resgatar essa tradição e devolvê-la à comunidade por meio da XXII edição do festival. A próxima edição do Terra & Cor da Canção Nativa será realizada no Ginásio Municipal 03 de Abril, local histórico do festival. Os 03 dias de programação evento contará com 20 composições inéditas, sendo quatro reservadas a artistas de Pedro Osório e dos municípios vizinhos (Cerrito, Arroio Grande, Herval, Capão do Leão e Piratini), fomentando talentos locais. As demais 16 composições serão selecionadas em nível estadual e nacional em uma triagem feita pelos 05 jurados do festival _ todos nomes consagrados na música regional gaúcha. Vale destacar aqui que a triagem é feita de modo anônimo, ou seja, os jurados recebem apenas letra e áudio das composições, sem informações de quem são seus compositores _ assim é a composição que é analisada e a escolha se torna mais igualitária e idônea. Todas as músicas classificadas receberão um cachê à título de ajuda de custo, e haverá premiações para os primeiros três lugares, além de prêmios individuais como Melhor Letra, Melhor Melodia, Melhor Arranjo, Melhor Intérprete e Melhor Instrumentista. Tudo está mais esclarecido no regulamento de participação, que informamos nesta proposta em campo pertinente. A programação do festival também incluirá ao menos seis shows com artistas renomados da música regional gaúcha, e os apresentadores do festival serão duas vozes que acompanharam o Terra & Cor por seus longos 20 anos de execução: toda a comunidade reconhece e se identifica com as vozes de Maria Luiza Benites e Paulo de Freitas Mendonça no palco do Ginásio 03 de Abril. A entrada será gratuita, permitindo acesso irrestrito ao público conforme a lotação do ginásio, e haverá ainda acessibilidade física e de conteúdo, garantindo a participação de todos. A Prefeitura Municipal de Pedro Osório participará ativamente, cedendo o espaço público para a realização do evento, além de colaborar com estrutura, pessoal de apoio na produção, e sendo responsável pelo backstage e pela recepção dos artistas participantes. Os festivais nativistas seguem sendo um dos principais instrumentos de preservação e difusão da música gaúcha, mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo setor. Eles movimentam a economia local, incentivam a profissionalização de artistas e técnicos, impulsionam o turismo e fortalecem a identidade cultural. Além disso, contribuem para o crescimento de setores como produção musical, gravação, comercialização de pilchas e literatura nativista. No entanto, apesar de seu impacto econômico e cultural, os festivais vêm perdendo espaço nos grandes eventos do Estado, tornando-se ainda mais necessária a busca por apoio para sua continuidade. O retorno do Terra & Cor da Canção Nativa representa uma oportunidade única para Pedro Osório retomar sua relevância cultural no cenário musical gaúcho. Sem o suporte da Lei Rouanet, a viabilização do evento nos padrões de excelência desejados seria inviável. A comunidade local tem uma relação afetiva intensa com o festival, que sempre envolveu moradores, músicos e compositores da região. O público participa ativamente do evento, torcendo por seus favoritos, o que é refletido na escolha da Música Mais Popular, decidida por aclamação do público presente. Mais do que um evento musical, o festival é uma celebração da identidade regional. Resgatar o Terra & Cor é preservar a memória, incentivar novos talentos e reafirmar a importância da cultura nativista para as futuras gerações. A vivência desse festival permite que jovens conheçam e valorizem suas raízes, inspirando-se a contribuir para o fortalecimento do legado cultural gaúcho. Dessa forma, esta proposta se insere como uma ação essencial para o fortalecimento e permanência da música regional no Rio Grande do Sul e no Brasil. Esta proposta se enquadra no art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende ainda os seguintes objetivos do art. 3º:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Acessibilidade

Quanto à acessibilidade, a estrutura física do ginásio de esportes 03 de Abril é adaptada com rampas e banheiros para cadeirantes, não havendo impedimentos de acesso. Cadeiras em frente ao palco serão reservadas para o público PCD, idosos, mães lactantes ou com crianças pequenas, grávidas, e quem mais necessitar, assim como seus acompanhantes (público preferencial). As apresentações dos intérpretes concorrentes, terão também tradução em libras nas três noites. Não havendo partes cênicas, as apresentações poderão ser acompanhadas por deficientes visuais. A equipe estará apta e treinada para lidar e auxiliar o público PCD, conforme necessidade, inclusive a intérprete de libras contratada tem também conhecimento em audiodescrição, havendo de auxiliar nesse propósito. As plataformas de exibição audiovisual atuais disponibilizam legendas automáticas, por isso a transmissão ao vivo poderá ser acompanhada por todos. Vale lembrar também que ao público de casa que seja invisual, seus próprios equipamentos costumam ser adaptados para que consigam usufruir de programas online como este, além de ter acesso à imagem da tradução em libras. Os vídeos também são medidas de acessibilidade intelectual, pois contribuem para um melhor compreendimento do projeto, assim como a linguagem, que será clara e objetiva, outro facilitador. Os custos com acessibilidade (interprete de libras, impressões de acentos reservados) estão associados à porcentagem padrão do seu grupo específico, conforme IN vigente.

Democratização do acesso

Contribuindo ainda com a democratização de acesso e formação de plateia, as duas noites de evento terão transmissão online, além da entrada gratuita no evento, conforme lotação da casa. Assim, cumprem-se também aquelas ações listadas na IN vigente: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - visto que a classificação é livre.

Ficha técnica

GESTÃO ADMINISTRATIVA, PRODUÇÃO EXECUTIVA, COORDENADORES DE SETOR – CONFRARIA DA PRODUÇÃO (cargos máximos do projeto executados pela empresa proponente – currículo/portfólio completo anexado aos documentos de cadastro. Gestão administrativa e de coordenadores serão pagos dentro do grupo administrativo, enquanto a produção executiva está listada no grupo de produção) Mais de 12 anos de conhecimento na produção cultural, atuando desde a consultoria e elaboração e prestação de contas de projetos via Leis de Incentivo (municipais, estaduais e federais), quanto na execução dos mesmos, além de projetos independentes. Tem em seu currículo experiência em mais de 200 projetos de cinema, circo, dança, teatro, música, literatura, entre espetáculos, turnês, festivais, audiovisual, etc. Em seu portfólio mais recente:Clássico Nas Estâncias com Joca Martins | 2024Via Lei Paulo Gustavo - Faxinal do Soturno/RSCoplitas – “o campo” na voz de Juliana Spanevello | 2024Via Lei Paulo Gustavo – Faxinal do Soturno/RSRicardo Comassetto: Terrunho | 2023Via Pró Cultura Pelotas/RSFestival Itinerante da Música Brasileira | 2021 e 2023Via Pró Cultura LIC RS– Frederico Westphalen e Três Passos | RShttps://festivalitinerante.com.br/Festimar da Tradição e Festimar em Cena | 2023Via Lei Rouanet – Rio Grande | RSRock de Galpão – Percorrendo o Rio Grande | 2022Via LIC Federal – Caxias do Sul, Camaquã, Gravataí e Porto Alegre | RShttps://youtu.be/_cIP2ayTPns ASSISTENTES DE PRODUÇÃO – PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO OSÓRIOA assistência de produção será prestada pelos funcionários da prefeitura municipal (acostumados a lidar com eventos do próprio município) coordenados pela empresa do proponente que estará à frente da produção executiva e da coordenação de setores (como recepção e credenciamento de participantes, manutenção de backstage, atendimento aos jurados, atendimento ao público). Essa função será fornecida pela Prefeitura Municipal como apoio ao projeto, sem ônus, por isso não consta na planilha orçamentária. JURADO – ANDRÉ TEIXEIRACantor e compositor, natural de São Gabriel-RS, André Teixeira atua no segmento da música regional gaúcha há 25 anos e é considerado uma das principais renovações da música do Sul. Possui extensa participação nos festivais nativistas com diversas premiações e é detentor de notável carreira artística. Possui oito álbuns lançados. Titular de um primoroso acervo musical, sua obra lhe credencia como artista requisitado e festejado no cenário da música nativista, especialmente nos estados do Sul do Brasil. André Teixeira sintetiza as grandes qualidades de uma voz devotada a interpretar as coisas do campo, do gaúcho, seus usos e costumes. Um talento que concretiza as maiores virtudes da autêntica música regional. JURADA – JULIANA SPANEVELLO Juliana iniciou sua trajetória artística aos 11 anos de idade, participando dos festivais infantis de música gaúcha, e interpretação vocal. Há 32 anos atua no movimento dos festivais e no cenário musical gaúcho. Tem passagem em quase todos os festivais de música gaúcha. Possui inúmeras músicas registradas em sua voz no acervo dos festivais e foi inúmeras vezes premiada nestes eventos. Gravou seu primeiro disco aos 13 anos de idade. Atualmente possui 4 CDs solo gravados, além de sua participação no “CD Mulheres Pampeanas - Cantam o Gaúcho” gravado em2007; e do álbum Folclore & Cantoria, que registra o dueto de Juliana com seu marido, o cantor Joca Martins. Além dos álbuns, frequentemente Juliana lança conteúdo audiovisual nas mídias digitais, aexemplo do videoclipe de “Romance de Flor e Luna”; e do webclipe “O Perfume do teu Poncho”. Gravou recentemente um projeto de música gaúcha para crianças chamado "Infância no Galpão", e um projeto com repertório campeiro chamado “Coplitas”, ambos disponíveis nas plataformas de música. Ao lado de nomes consagrados no cenário nacional como Elba Ramalho e Margareth Menezes, Juliana teve indicação ao 22° Prêmio da Música Brasileira na categoria Intérprete Regional pelo álbum Pampa e Flor, evento que acontece no Rio de Janeiro e brinda os destaques da música brasileira anualmente. Juliana também atua como comunicadora de rádio e apresentadora de eventos. Realiza oficinas e palestras acerca de temas relacionados à mulher gaúcha, carreira artística no universo gaúcho, workshop sobre interpretação vocal, e sobre a importância da música e dos valores que transmitimos às crianças através da tradição. JURADO – FABIANO BACCHIERIFabiano Bacchieri é músico, compositor e intérprete, possuindo mais de 400 músicas gravadas.Iniciou sua carreira em Pelotas na década de 80, formando o Grupo ONTONTE tentando a sorte nos festivais que estavam iniciando e conquistando aos poucos o espaço neste meio. Adquire vasta experiência ao lado de grandes músicos quando integrou como vocalista o Grupo Querência da cidade de Pelotas, onde permaneceu por mais de 2 anos. Em 1991 leva sua música para diversos países europeus ao lado do acordeonista Fernando Saalfeld, representando o Brasil em festivais mundiais de folclore. Em 2005 e 2006, no Chile, afirma a cultura regional gaúcha no maior evento equestre daquele país, a Semana Internacional Criolla de Rancágua. Conquistou diversos prêmios de melhor intérprete e foi vencedor de vários festivais nativistas, durante os 40 anos de sua carreira. Se fez presente em diversos eventos musicais no Uruguai e na Argentina levando sempre a cultura e a arte regional do Rio Grande do Sul. JURADO – EVAIR SUAREZ GOMEZEvair Suarez Gomez , natural de Santana do livramento, poeta compositorAssíduo nos festivais nativistas do estado do Rio Grande do Sul.Premiado diversas vezes dentro e fora do estado, possui parceria com renomados nomes da música nativista.No ano de 2008 teve seu primeiro trabalho fonográfico lançado em parceria com Juliano Gomes e Fernando Soares. Denominado Sensitivo.Ultimamente dedica-se a seu primeiro áudio book( livro áudio ) em qual está em fase de finalização, entitulado “. Açuceno o fugitivo “ JURADO – LUCIANO MAIALuciano Maia é um renomado acordeonista gaúcho, nascido em Pelotas na década de 80. Apaixonou-se pelo acordeon aos 8 anos e, desde então, construiu uma carreira sólida como músico, compositor e pesquisador do instrumento. Ao longo de mais de duas décadas, lançou 15 álbuns e colaborou com artistas consagrados como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Yamandu Costa e Renato Borghetti. Em 2021, mudou-se para Portugal com o objetivo de expandir suas fronteiras musicais e aproximar-se ainda mais do jazz internacional. Seu trabalho atual, denominado "sanfônico" — uma fusão das palavras "sanfona" e "sinfônico" —, busca divulgar o acordeon como um instrumento capaz de reproduzir a grandiosidade de uma orquestra. Em 2024, Luciano celebrou 30 anos de carreira com o espetáculo "Luciano Maia 30 Anos de Música" no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, contando com a participação de artistas como Joca Martins e a dupla César Oliveira & Rogério Melo. Além disso, lançou o álbum "Coisas do Pago", que inclui a faixa "Encomenda", composta em parceria com o poeta Gaspar Machado. Atualmente, lidera o projeto "Baile do Maia", que busca modernizar a sonoridade da música instrumental regional gaúcha, mesclando o som do acordeon a uma variedade de instrumentos. Luciano também mantém o duo "Balaio de Sons" com o violonista Gabriel Selvage e ministra workshops sobre acordeon, compartilhando seu conhecimento e paixão pelo instrumento. SHOW – JARI TERRESIntérprete, músico e compositor natural de Pelotas, iniciou sua carreira em 1982 aos 17 anos, integrando o grupo musical Querência, para o qual foi vocalista por 10 anos. Em 1993 inicia sua carreira solo, gravando o seu primeiro disco. A partir de então firma sua carreira nos palcos dos festivais, onde foi vencedor de premios importantes nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso. São mais de 15 discos gravados, e parcerias com grandes artistas como Luiz Marenco, Gujo Teixeira, Joca Martins, Quarteto Coração de Potro e a dupla César Oliveira e Rogério Melo. SHOW – GRUPO CARQUEJAO Grupo Carqueja é um movimento musical que se forjou pelas bandas de Rosário do Sul, Alegrete, Dom Pedrito, Bagé, Livramento, entre outros distritos e arrabaldes da fronteira oeste do RS...Essa moçada vibra harmônica e sincera ao cantar o regional sem exibicionismos excessivos, mas com gana nos pulsos, ferro nos cascos e ânsias de andar!Este é um resumo e convite para quem quer ouvir uma música gaúcha arejada e feliz...Após o sucesso da música e clipe "Andejo", lançaram o clipe "Não Te Anseia" e uma série + EP com 05 músicas gravadas Ao Vivo. Atualmente é um dos grupos de Música Regional Gaúcha mais requisitados da cena musical. Entregam uma apresentação enérgica, simples e arejada aos eventos culturais onde tocam e cantam. Celebram 05 anos de existência e, preparam para 2025 o álbum Vol.2 que já está em processo de produção.SHOW – RENATO BORGHETTIRenato Borghetti é hoje um os instrumentistas mais conceituados e respeitados do Brasil .Detentor do “Primeiro Disco de Ouro da Música Instrumental Brasileira” , se fossemos encontrar um rótulo ou classificação de sua obra , o instrumental do gaiteiro costuma entrar nos arquivos de música étnica ou até jazz fusion , mesmo tendo na essência ritmos como vanerão, chote, milonga e chamamé . A posição de Borghetti é bastante clara a este respeito :“ Minha música é regional gaúcha , é minha fonte e rumo , é a partir desta posição que desenvolvo meu trabalho”Relativo a suas incursões fora do pais , principalmente europa, o músico diz : “A sonoridade do acordeon é familiar para o público europeu, e como partimos de nossas raízes para uma música mais elaborada, uma coisa mais trabalhada, a aceitação por lá é total “Renato Borghetti é versátil, as formações musicais que o acompanham alternam entre Duos , Quartetos, Quintetos e Sextetos. Com a desenvoltura que abre sua gaita em um salão de baile ou CTG (onde começou) também circula com naturalidade em salas sofisticadas e festivais instrumentais .Trabalhos como solista são frequentes , ele empresta a sonoridade do acordeon gaúcho p/ as mais diversas formações eruditas , tendo se apresentado com quase todas as Sinfônicas do Brasil .Renato Borghetti é frequente atração internacional em festivais do seu instrumento, o acordeon (ou gaita, ou fole, ou sanfona, dependendo da região brasileira) já tendo dividido o palco dentro e fora do pais com mestres como o italiano Ricardo Tesi, o irlandês Martin O´Connor, o português Artur Fernandes, o espanhol Kepa Junqueira e músicos brasileiros como Oswaldinho do Acordeon, os saudosos Dominguinhos e Sivuca , Hermeto Pascoal e tantos outros.Além da agenda exterior, o músico cumpre extensa programação em território nacional, levando a música instrumental gaúcha aos mais diversos cantões de nosso Brasil. SHOW – PROJETO TAUREANDOA combinação perfeita entre campo, harmonia, amizade e música: O Projeto Taureando surgiu inicialmente quando Mauro Silva e Guilherme Jaques defenderam a composição “Taureando”, letra de Marcelo Mendes e música de Mauro Silva no 38º Ponche Verde da Canção Gaúcha da cidade Dom Pedrito, onde consagraram-se o título de Mais Popular do festival, com a grande aceitação que público e todos os amigos que se fizeram presentes após o festival. Com o passar dos dias foram chegando diversas propostas de shows e trabalhos para esta formação da dupla e então numa conversa, decidiram unir o caminho artístico e percorrer as estradas deste Brasil afora levando o melhor da música terrunha composta no Rio Grande do Sul. O objetivo principal do Projeto Taureando, é levar a alegria em forma de música, com muita amizade, resgatando e ao mesmo tempo construindo músicas que falam do nosso cotidiano do dia a dia seja do peão rural, e até mesmo trabalho da cidade que taureia dia pós dia para o seu sustento e dos seus, e que ao escutar a cada música cantada por nós, possam se identificar, e consumir uma música simples e de essência. As influências musicais deste projeto são Ênio Medeiros, Crioulo dos Pampas, Nelson Cardoso, Gaúcho da Fronteira, Adair de Freitas, Paulo Garcia, Cesar oliveira e Rogério Mello, Porca Veia, Gildo de Freitas, entre outros. SHOW – GRUPO QUERÊNCIA O Grupo Querência surgiu em Pelotas-RS em 1982, com o objetivo de difundir a música gaúcha, compromisso cumprido até hoje. Apesar das alterações sofridas em seu elenco desde a formação original até agora, o que é natural quando se busca qualidade e aperfeiçoamento, nosso objetivo principal continua inabalado. Ao longo de nossa carreira, algumas músicas tornaram-se sucessos, dentre as quais; Baile de Loco, Km 11, Vanera Grossa, Batendo Água, Roseira Branca, Barranca e Fronteira, Arrasta-pé, Gana de Farra, Pra dançar com você, Recaída, Roseira Branca, Mãe Campeira, Quando eu pego a estrada, Alma de Campo, De bombacha e de'a cavalo, e a mais consagrada de todas, o chamamé Merceditas. Ao completar 41 anos de existência, e milhares de Km rodados pelos Estados Brasileiros, nos sentimos orgulhosos de nossas conquistas, sobretudo dos amigos e admiradores de nosso trabalho, espalhados por todo Brasil e que a cada dia nos dão a certeza de ver reconhecido todo o nosso esforço.No ano de 2016, o Grupo Querência foi agraciado pelo Departamento de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, MTG, Sindicato dos Músicos Profissionais do Rio Grande do Sul (Sicom/RS) e o Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF) com o Prêmio Vitor Mateus Teixeira na categoria de Melhor Grupo De Baile do Rio Grande do Sul no ano de 2016. SHOW – TCHÊ BARBARIDADEÉ impossível falar da história da música do Rio Grande do Sul sem, em algum momento, deparar-se com o nome de Tchê Barbaridade. São 35 anos de carreira e diversos hits que fazem parte de diferentes gerações, sempre levando alegria, letras de conteúdo, boas melodias e, principalmente, mantendo características da música gaúcha. O Tchê é uma das grandes marcas do cenário e da música do Sul do país e, completando três décadas e meia de carreira presenteia o público com o lançamento do DVD “Tchê Barbaridade 35 Anos – Ao Vivo”, um projeto gravado em Arroio da Silva, em Santa Catarina.Nesta sexta-feira (24 de março), o grupo lança o primeiro EP do álbum comemorativo, composto por quatro faixas: “Flores”, medley de “O Gauchão Voltou” e “O Jeito do Gauchão”, “Saudade” e o medley das músicas “Sabadão do Tchê”, “Toque me Toque” e “Mania de Dançar”, que é a primeira faixa a ser apresentada também no Youtube. O vídeo será lançado na mesma data. Os demais clipes chegam ao canal de vídeo um a um, sendo disponibilizados semanalmente, às sextas-feiras, pela ONErpm.No total, o lançamento do projeto audiovisual “Tchê Barbaridade 35 Anos – Ao Vivo” será dividido em três EPs, somando 12 faixas, entre elas 7 são inéditas.Para o novo DVD, gravado na beira da praia para 55 mil pessoas, em pleno Réveillon, a data e o local foram escolhidos justamente para imprimir a energia que ao longo das décadas se transformou em uma das principais características do Tchê Barbaridade.“Mostramos a atual identidade do Tchê, sendo que regravações são de menor número e a maior parte do álbum é composta por músicas inéditas”, conta Cris Vargas, que explica também a opção por regravações do chamado lado B, saindo um pouco dos grandes clássicos do grupo, que já tiveram outras releituras.A música gaúcha é um dos gêneros musicais do país que mais se mantém ligado às suas raízes. E, ao longo dos anos, o Tchê se mantém como uma banda tradicional, mas que busca andar ao lado das tendências atuais. Segundo a voz principal do Tchê Barbaridade, o sucesso no decorrer dos 35 anos de banda, marcados por diversos hits e a relevância no cenário musical brasileiro, mantém-se por conta da constante renovação, mas também pelo respeito com o público e a cultura. “O Tchê sabe valorizar o tradicional e fazer o moderno sempre que necessário, e vice-versa”, pontua o vocalista. Equilíbrio tão assertivo que mantém o legado e a longevidade nos palcos.O Tchê Barbaridade é formado atualmente por Ronaldo Petiço (gaita e vocal), Julinho Sachet (gaita e vocal), Cavalo (guitarra e vocal), Vava (guitarra e vocal), Miguel Ramos (contrabaixo e vocal), Célio Araújo (bateria) e Cris Vargas (vocal).

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.