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PRONAC 2515927Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Auto da Compadecida - Uma Farsa Modernesca

RODA PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 901,0 mil
Aprovado
R$ 901,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-07-01
Término
2027-03-31
Locais de realização (12)
Cajazeiras ParaíbaCampina Grande ParaíbaPatos ParaíbaSanta Rita ParaíbaSousa ParaíbaTaperoá ParaíbaCaruaru PernambucoGaranhuns PernambucoGoiana Pernambuco

Resumo

O projeto "O Auto da Compadecida _ Uma Farsa Modernesca" propõe a circulação de uma nova montagem da obra-prima de Ariano Suassuna, integrando as comemorações de seu centenário em 2027. Serão 24 apresentações gratuitas em praças públicas de 12 cidades de Pernambuco e Paraíba, com acessibilidade plena e formação de público, valorizando o teatro popular nordestino e o acesso democrático à cultura. As apresentações acontecerão em frente às igrejas locais, cenário natural da narrativa. Sob direção de Eron Villar e Célio Pontes, a montagem une tradição e contemporaneidade, mantendo o humor, a crítica social e o espírito ético e poético da obra. A iniciativa reafirma a arte como espaço de reflexão, comunhão e celebração da cultura brasileira.

Sinopse

Em celebração ao centenário de Ariano Suassuna, O Auto da Compadecida – Uma Farsa Modernesca revisita uma das obras mais emblemáticas do teatro brasileiro sob uma nova luz estética e simbólica. Ambientado nas praças públicas, tendo as igrejas locais como cenário natural, o espetáculo retoma a essência do teatro popular — o espaço aberto, o diálogo direto com o público e o riso como instrumento de reflexão —, aproximando o clássico de Suassuna das novas gerações e dos territórios que inspiraram sua criação.A montagem une tradição e contemporaneidade ao propor uma leitura armorial moderna, em que o sagrado e o profano coexistem em harmonia cênica. A narrativa acompanha João Grilo e Chicó, figuras do imaginário popular que, com esperteza e humor, enfrentam as desigualdades e provam que a inteligência do povo é também forma de sobrevivência. No encontro entre o sertão e o universal, o espetáculo reafirma os valores de justiça, fé, solidariedade e resistência, tão caros à obra de Suassuna.Com trilha sonora executada ao vivo, música, poesia, corpo e palavra se entrelaçam em uma encenação dinâmica, de estética inspirada no Movimento Armorial e nas manifestações culturais do Nordeste — como o maracatu, o cavalo-marinho, o reisado e o coco. A iluminação e o figurino remetem a uma atmosfera ritualística e popular, criando um ambiente visual que evoca o sagrado e o rústico.O Auto da Compadecida – Uma Farsa Modernesca é, portanto, um espetáculo que celebra o teatro como encontro e partilha, fazendo da rua um altar e do povo seu coro. Uma homenagem viva ao gênio de Ariano Suassuna, que acreditava na arte como caminho de beleza, resistência e fé.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar a circulação do espetáculo "O Auto da Compadecida _ Uma Farsa Modernesca", com apresentações gratuitas em praças públicas de doze cidades de Pernambuco e da Paraíba, utilizando as igrejas locais como cenário natural e simbólico, em celebração ao centenário de nascimento de Ariano Suassuna (1927_2027). O projeto busca valorizar a cultura popular nordestina, democratizar o acesso às artes cênicas, promover inclusão social e acessibilidade plena, e fomentar o diálogo entre tradição e contemporaneidade, reafirmando a relevância da obra suassuniana como patrimônio cultural brasileiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOSHomenagear o centenário de Ariano Suassuna, reconhecendo sua contribuição para a literatura, o teatro e a identidade cultural do Brasil, por meio de uma montagem que une reverência estética e reinvenção cênica.Ampliar o acesso às manifestações artísticas por meio de apresentações gratuitas em praças públicas, promovendo o direito à fruição cultural e aproximando o teatro da população em seus espaços cotidianos.Valorizar a paisagem urbana e o patrimônio religioso das cidades contempladas, utilizando as igrejas como cenário natural, evocando o ambiente original da obra e fortalecendo o vínculo entre arte, fé e território.Descentralizar o acesso à produção teatral, levando o espetáculo a cidades de diferentes regiões de Pernambuco e da Paraíba, Zona da Mata, Agreste e Sertão, fortalecendo a representatividade regional e a circulação cultural fora dos grandes centros.Promover a inclusão social e a acessibilidade, garantindo intérpretes de Libras, audiodescrição, espaços reservados e equipes preparadas para acolher pessoas com deficiência, idosos e gestantes, assegurando equidade no acesso.Estimular o desenvolvimento humano e cultural das comunidades locais, oferecendo ao público experiências artísticas que despertem reflexão crítica, encantamento e pertencimento.Gerar intercâmbio entre artistas, técnicos e comunidades, fortalecendo redes culturais regionais e possibilitando trocas significativas entre criadores e público, com foco na formação e valorização do fazer teatral nordestino.Revisitar a obra de Ariano Suassuna sob uma perspectiva contemporânea, destacando sua atualidade ética, política e social, especialmente em temas como desigualdade, fé, humor e resistência popular.Fomentar a economia criativa e o trabalho artístico, gerando oportunidades diretas e indiretas para profissionais da cultura, como tores, técnicos, produtores, intérpretes de acessibilidade e fornecedores locais, em todas as cidades participantes.Registrar, documentar e difundir a circulação, fortalecendo a memória do teatro brasileiro e ampliando o impacto do projeto nas redes sociais, meios de comunicação e circuitos culturais, garantindo transparência e visibilidade às ações.

Justificativa

O projeto "O Auto da Compadecida _ Uma Farsa Modernesca" propõe a circulação de uma nova montagem da mais consagrada obra da dramaturgia brasileira, em celebração ao centenário de nascimento de Ariano Suassuna (1927_2027), reafirmando o compromisso com a valorização da cultura nacional, a democratização do acesso às artes e a promoção da diversidade cultural brasileira, princípios fundamentais da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991).Em conformidade com o Artigo 1º, incisos I, II, III e IV, a iniciativa visa:I _ estimular a produção, difusão e acesso aos bens culturais;II _ valorizar as manifestações culturais regionais e o patrimônio cultural brasileiro;III _ apoiar e difundir a produção artística e cultural de caráter formador;IV _ democratizar o acesso aos bens de cultura, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento humano.Ao propor apresentações gratuitas e ao ar livre em praças públicas de doze municípios dos estados de Pernambuco e Paraíba, o projeto concretiza a missão de levar a arte aonde o público está, transformando o espaço urbano em palco e tornando a cultura um bem acessível a todos. A escolha das igrejas como cenário natural _ elemento simbólico da narrativa suassuniana e marco arquitetônico e afetivo das comunidades _ reafirma o diálogo entre arte, fé, território e memória, ao mesmo tempo em que revitaliza o uso dos espaços públicos como lugares de encontro e convivência cidadã.A circulação do espetáculo abrange regiões da Zona da Mata, Agreste e Sertão de ambos os estados, garantindo descentralização geográfica e representatividade regional, em consonância com os objetivos de interiorização das políticas culturais nacionais. Essa estratégia fortalece o tecido cultural local, estimula a economia criativa, gera empregos diretos e indiretos e movimenta cadeias produtivas ligadas à arte e ao turismo, contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e humano das comunidades envolvidas.Do ponto de vista artístico, a montagem dirigida por Eron Villar e Célio Pontes propõe uma releitura inovadora e interativa, em que o público é convidado a participar simbolicamente do julgamento das personagens, tornando-se parte ativa da dramaturgia. Essa abordagem amplia a experiência estética e estimula a reflexão sobre temas universais e atemporais — como justiça, fé, desigualdade e sobrevivência — reafirmando o teatro como espaço de crítica, diálogo e encantamento.O projeto presta ainda homenagem à memória da montagem histórica dirigida por Marco Camarotti, cuja importância é reconhecida na história do teatro brasileiro, e à atriz Socorro Raposo, a primeira mulher a interpretar a Compadecida de forma contínua. Ao reunir artistas dessa geração com novos intérpretes, o projeto promove a transmissão de saberes entre gerações, fortalecendo o patrimônio imaterial do teatro nordestino.No campo social, "O Auto da Compadecida _ Uma Farsa Modernesca" incorpora ações de acessibilidade plena, incluindo intérpretes de Libras, audiodescrição, espaços reservados e equipe de acolhimento acessível, assegurando a participação de pessoas com deficiência, idosos, gestantes e seus acompanhantes. Essas medidas reafirmam o compromisso do projeto com a inclusão, a equidade e a cidadania cultural, em total alinhamento às diretrizes da Lei Rouanet e às metas de ampliação do acesso cultural no país.Além da relevância artística e social, o projeto também contribui para o fortalecimento do imaginário cultural brasileiro, estimulando o orgulho identitário, a reflexão crítica e o sentimento de pertencimento. A dramaturgia de Suassuna, marcada por humor, religiosidade e crítica social, ganha aqui nova vitalidade, aproximando o público contemporâneo de uma das expressões mais ricas da nossa tradição popular.Portanto, "O Auto da Compadecida _ Uma Farsa Modernesca" justifica-se como um projeto de alto valor simbólico, educativo e social, que promove o encontro entre arte, povo e território, em consonância com as diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento da cultura brasileira, a inclusão social e o desenvolvimento humano sustentável.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

O projeto “O Auto da Compadecida – Uma Farsa Modernesca” tem como princípio central o acesso universal à arte e à cultura, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou sociais, possam participar plenamente da experiência teatral.Em consonância com o Artigo 1º, inciso IV, da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) — que prevê a democratização do acesso aos bens de cultura — e com as diretrizes de acessibilidade cultural estabelecidas pelo Decreto nº 10.845/2021, o projeto adota uma política de acessibilidade plena e transversal, estruturada em quatro eixos complementares: comunicacional, física, atitudinal e simbólica.1. Acessibilidade ComunicacionalTodas as apresentações contarão com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) posicionados em local de plena visibilidade e com serviço de audiodescrição, garantindo que pessoas surdas, com deficiência auditiva, cegas ou com baixa visão possam acompanhar integralmente o espetáculo. Serão disponibilizados materiais de comunicação acessíveis — cartazes e posts digitais com leitura facilitada, alto contraste e legendas descritivas — nas redes sociais e canais de divulgação do projeto. Sempre que possível, vídeos informativos também contarão com janela de Libras e legendas.2. Acessibilidade FísicaAs apresentações acontecerão em praças públicas de fácil acesso, com piso plano e rampas de acesso nas áreas reservadas ao público. Serão destinados espaços prioritários e visíveis para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e seus acompanhantes, próximos à área de visão frontal do palco. Toda a infraestrutura de palco, som e iluminação será instalada observando normas de segurança e mobilidade, com circulação segura para artistas, técnicos e público.3. Acessibilidade AtitudinalA equipe de produção e acolhimento passará por capacitação específica para atendimento inclusivo, de modo a garantir uma postura empática, respeitosa e não discriminatória no trato com o público. Essas ações incluem orientação sobre terminologia adequada, acolhimento sensível e comunicação acessível, reforçando o compromisso com a cidadania cultural e o respeito à diversidade humana.4. Acessibilidade SimbólicaAlém das ações técnicas, o projeto se propõe a promover a inclusão também no campo simbólico e representativo. A obra de Ariano Suassuna, que valoriza o homem comum, o sertão e as contradições sociais brasileiras, encontra nesta montagem um espaço ampliado de pertencimento, no qual o público é convidado a se reconhecer e participar ativamente da narrativa. O momento do julgamento no terceiro ato — quando o público se torna parte da cena — é um gesto estético de integração e empoderamento, reafirmando que todos têm voz, lugar e valor dentro da experiência artística.5. Compromisso com a ContinuidadeAs ações de acessibilidade não se restringem às apresentações. O projeto prevê a documentação e divulgação das práticas acessíveis em seus canais oficiais, inspirando outras iniciativas culturais a adotarem medidas semelhantes. Assim, “O Auto da Compadecida – Uma Farsa Modernesca” contribui para a formação de uma cultura de acessibilidade no campo das artes cênicas, reforçando o papel do teatro como espaço de encontro, acolhimento e transformação social.

Democratização do acesso

O projeto “O Auto da Compadecida – Uma Farsa Modernesca” tem como fundamento a ampliação do acesso à cultura como direito universal, em consonância com o Artigo 1º, inciso IV, da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), que estabelece como objetivo primordial a democratização do acesso aos bens culturais. Por esse princípio, todas as ações propostas buscam garantir acesso gratuito, equitativo e diversificado, priorizando públicos historicamente afastados das fruições artísticas e promovendo a integração entre arte, território e comunidade.1. Apresentações Gratuitas e em Espaço PúblicoTodas as 24 apresentações do espetáculo serão inteiramente gratuitas e realizadas em praças públicas de 12 municípios dos estados de Pernambuco e Paraíba, com duas sessões em cada localidade. A opção pelos espaços abertos e simbólicos — praças centrais com igrejas ao fundo — reforça o caráter popular e comunitário da proposta, transformando o ambiente cotidiano das cidades em palco de celebração cultural. Essa escolha amplia significativamente o alcance do público, permitindo a presença de pessoas de todas as faixas econômicas, etárias e educacionais, fortalecendo o princípio de igualdade no acesso.2. Reservas para Públicos EspecíficosCom o compromisso de inclusão e diversidade, o projeto destinará áreas reservadas nas apresentações para alunos de escolas públicas municipais e estaduais, pessoas com deficiência, gestantes e idosos, sempre acompanhados de suas famílias ou cuidadores. Essas reservas garantem que grupos com menor acesso às atividades culturais possam vivenciar uma experiência artística de excelência, fortalecendo a formação de público e estimulando o interesse pela arte teatral desde a infância e juventude.3. Transmissão Online e Alcance NacionalPara ampliar o alcance do projeto além das cidades contempladas, algumas apresentações serão transmitidas pela internet, com captação audiovisual e transmissão gratuita em plataformas digitais e redes sociais oficiais do projeto. Essa ação amplia o alcance territorial e simbólico da circulação, permitindo que pessoas de qualquer região do país possam assistir ao espetáculo, inclusive aquelas com mobilidade reduzida ou residentes em localidades não atendidas pela itinerância presencial.4. Acessibilidade e Inclusão PlenaO projeto integra ações efetivas de acessibilidade comunicacional e sensorial:Intérpretes de Libras em todas as apresentações, garantindo o acesso das pessoas surdas ou com deficiência auditiva;Audiodescrição, com 10 equipamentos disponíveis por sessão, para atender pessoas cegas ou com baixa visão;Equipes de acolhimento capacitadas para garantir acessibilidade atitudinal e atendimento respeitoso. Essas ações asseguram a participação plena e equitativa de todos os públicos, fortalecendo o caráter inclusivo e democrático do projeto.5. Descentralização e Representatividade RegionalA circulação contempla cidades de três regiões distintas — Zona da Mata, Agreste e Sertão — nos estados de Pernambuco e Paraíba, promovendo descentralização geográfica e representatividade regional. Essa escolha reafirma o compromisso com o fortalecimento da produção e circulação cultural fora dos grandes centros urbanos, contribuindo para a formação de novos públicos e o fortalecimento das economias criativas locais.6. Integração e Valorização CulturalLevar o “Auto da Compadecida” às praças e igrejas — espaços simbólicos de encontro, fé e convivência — é também um gesto de integração cultural, que reaproxima o teatro de suas origens populares. O espetáculo atua como ponte entre o erudito e o popular, entre o passado e o presente, levando a obra de Ariano Suassuna a públicos diversos e reafirmando o valor do patrimônio cultural nordestino no imaginário nacional.

Ficha técnica

Roda Produção Cultural Ltda Função: Proponente e Coordenação do Projeto Produtora dedicada à promoção das artes em Pernambuco, atuando em música, teatro, dança e cultura popular, sob direção de Daniel de Lima Castro. Destacam-se produções como Jubileu das Cordas, Janeiro de Grandes Espetáculos, Paixão de Cristo do Recife, Festival Chopin/Schumann e Alegres Bandos. Atua na valorização da cultura local, diversidade e inclusão artística.Pedro de Lima Castro (Pedro Castro) Função: Produtor Executivo Produtor cultural com 25 anos de experiência, diretor da P Castro Produções e presidente da Associação dos Produtores de Artes Cênicas e Música de Pernambuco. Destaca-se em projetos como Mostra Histórias no Frevo, Capiba – Madeira que o Cupim não Rói, Semana Arte Mulher, Jubileu das Cordas, FEMPE e Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, promovendo cultura, diversidade e formação de público. Pedro Roberto de Figueiredo Castro (Paulo de Castro) Função: Produtor Executivo Produtor cultural com longa trajetória em Pernambuco, fundador de grupos e instituições como Grupo Experimental de Pernambuco, Teatro da Criança do Recife e Paulo de Castro Produções. Coordenou projetos como Janeiro de Grandes Espetáculos, Mostra Brasileira de Dança e Paixão de Cristo do Recife, consolidando-se como referência em produção, articulação cultural e fortalecimento das artes cênicas no estado.Eronildo Januário da Silva (Eron Villar) Função: Diretor Cênico Ator, diretor, iluminador e dramaturgo com 25 anos de carreira, pesquisando estética nordestina contemporânea junto ao Grupo Engenho de Teatro. Dirigiu espetáculos como O Terceiro Dia, Meninas de Engenho, Luzia no Caminho das Águas e Mariano, Irmão Meu. Atuou em mais de 60 produções de teatro, dança e shows musicais, destacando-se pela direção cênica, iluminação e formação de público. Célio Rodrigues de Lima Pontes Função: Diretor Cênico e Diretor de Arte Artista, professor e pesquisador com mais de 40 anos em Artes Cênicas. Mestre em Educação e especialista em Economia da Cultura e Gestão Cultural. Atuou como diretor cênico, cenógrafo, figurinista e maquiador em projetos como Proscenium! Teatro Jogo, Que História é Essa? e TARGE – Teatro Aventura RGE nas Escolas. Premiado por direção, iluminação, figurino e cenografia, com ênfase em mediação cultural e teatro para juventude.Sóstenes Emanuel Sales Vidal Função: Ator Ator profissional com vasta experiência em teatro, cinema e televisão. Destaca-se em Baile do Menino Deus (Ronaldo Brito), Auto da Compadecida (Ariano Suassuna/Marco Camarotti), Família Ratoplan e outros espetáculos populares. Atuou em novelas como Amazônia de Galvéz a Chico Mendes, Malhação e A Diarista, e no cinema em Lula Filho do Brasil e na série Preamar (HBO), consolidando-se como referência no teatro pernambucano.Williams Wilson de Santana (Williams Sant’anna) Função: Ator Artista de teatro, dança popular e circo com 40 anos de carreira, atuando como ator, palhaço, dramaturgo, encenador e figurinista cênico. Participou de festivais nacionais e manifestações de cultura popular como Quadrilhas Juninas, Maracatu e Bumba-meu-boi. Educador e oficineiro, lecionou no SESC/PE, UFBA e em diversos festivais, promovendo formação artística e gestão cultural no Nordeste.Alexandre José Sampaio de Melo (Alexandre Sampaio) Função: Ator Ator com extensa experiência em teatro, cinema e audiovisual. Atuou em espetáculos como Paixão de Cristo Nova Jerusalém, Proscenium 2.0, Saga Negra e Auto da Compadecida. Participou de monólogos, RPGs sociais e adaptações clássicas. Trabalhou em curtas-metragens e campanhas publicitárias, incluindo projetos para Amazon Prime e Reside Festival. Premiado por atuação em teatro infantil e juvenil.Mário Antônio Miranda de Araújo Pereira (Mário Miranda) Função: Ator Ator com vasta experiência em teatro infantil, adulto, cinema e televisão. Atuou em espetáculos como Paixão de Cristo, Duelo, Ópera do Malandro, O Casamento Suspeitoso e O Pastoril do Véio Mangaba. Participou de adaptações clássicas, teatro ao ar livre e obras de Ariano Suassuna. Também atuou em filmes (Árido Movier) e séries de TV como O Almirante e O Santo Sibernético. Douglas Duan Alves de Albuquerque (Douglas Duan) Função: Ator e Diretor Musical Multiartista, produtor cultural e arte-educador, Douglas Duan atua em teatro, música, animação e cinema desde os 6 anos. É fundador do grupo Alçapão e da Anêmona Studio de Animação. Como ator e diretor musical, participou de espetáculos como Paixão de Cristo do Recife, O Auto da Compadecida, Quatro Luas, Yerma Atemporal e O Beijo no Asfalto. Premiado em direção musical, trilha sonora, direção de arte, atuação e preparação vocal, também ministra cursos e oficinas de teatro, canto e animação em stop motion. Gilson Paz da Silva (Gil Paz) Função: AtorAtor e diretor com experiência profissional desde 2002, atuando em teatro adulto e infantil, cinema, televisão e publicidade. Destaca-se em montagens como Confissões de um Caboclo, A Feira – Cultura Popular Numa Grande Brincadeira, Tudo Sobre Meu Pai, Eu Nunca Mais Vou Te Esquecer, Puro Lixo e O Menino Mais Rico do Mundo, sendo premiado em várias categorias de atuação, direção e cenário. No cinema, participou de Lucicreide Vai pra Marte (Downtown Filmes / Paris Filmes) e dirigiu/roteirizou o filme Burrama – Raízes e Memória (2024). Atuou também em produções televisivas como a série África da Sorte e o sitcom Tá Puxado, além de campanhas publicitárias para grandes marcas e órgãos públicos. Cleusson Alves Vieira (Cleusson Vieira) Função: AtorAtor, diretor, cenógrafo e artista plástico pernambucano com mais de 30 anos de experiência em teatro adulto, infantil, de rua, comédia e drama. Atuou em TV (O Almirante), teatro adulto (O Fanático, Duelo, Trupizupe, A Farsa do Poder, Auto da Compadecida, Os Super Condutores) e teatro infantil (Muitas Luas, O Galo Jackson, O Circo de Seu Bolacha, Os 3 Porquinhos, A Máquina do Tempo). Também desenvolve trabalhos nas artes plásticas, com pinturas, ilustrações, capas de livros e exposições, como Dedilhando Pernambuco – Resgate Musical, Na Pândega do Deboche e Corpos-Maraxatus. Paula de Tássia Costa (Paula de Tássia) Função: AtrizAtriz, palhaça, produtora, dramaturga, arte-educadora e psicóloga (DRT 2928), premiada como Melhor Atriz e Palhaça (2011, 2018) e Atriz Coadjuvante (2014) no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Integra a Cia 2 em Cena desde 2007 e é fundadora do Coletivo 3º Ato, com montagens de palhaços tradicionais como O Circo de Todos e Frevo na Ponta do Nariz. Coordenou projetos pedagógicos de circo e teatro, e sua palhaça Carambola alia contra-augusta e circo contemporâneo, levando humor popular e poético a públicos de todas as idades Paulo Araújo Pontes Filho (Paulo de Pontes) Função: Ator | DRT: 221/PEAtor de teatro, cinema e TV desde 1984, premiado como Melhor Ator Revelação e Coadjuvante. Atuou em grupos como Seraphin, Panorama Teatro e Cia do Sol, e em espetáculos como O Fanático, Avoar, Cinderela, a História que sua Mãe Não Contou, Hamlet ao Molho Picante, Proscenium!, A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, Baile do Menino Deus, O Ninho, Um Recado da Raíz e Frei Caneca, o Salvador da Pátria. Possui experiência em direção, adaptação de textos e teatro infantil, adulto e de rua Simone de Figueiredo Lima (Simone Figueiredo) Função: Atriz | DRT: 412/PEAtriz, gestora e produtora cultural, professora e pesquisadora com mais de 35 anos de experiência em teatro, dança e audiovisual. Atuou em cargos públicos de destaque, como Secretária de Cultura do Recife (2012) e Diretora do Teatro de Santa Isabel (2009-2011).Participou da produção de mais de 20 espetáculos, incluindo Obsessão, Delmiro Gouveia e Paixão de Cristo do Recife. Atriz em espetáculos e curtas-metragens como Peter Pan, Incenso e Cidinha, e preparadora de elenco em projetos premiados como Até 10 e Dente.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Serra Talhada Pernambuco
Tabira Pernambuco
Vitória de Santo Antão Pernambuco