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PRONAC 2515954Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O QUARTO MOLAR - EXPOSIÇÃO

ATELIE BRUNO VILELA LTDA
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-03-01
Término
2027-03-31
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

A Exposição "O Quarto Molar" expande a pesquisa visual e narrativa do artista pernambucano Bruno Vilela, explorando mitologias pessoais, memória e identidade por meio da experimentação audiovisual. Integrando pintura, fotografia, literatura e performance, a exposição utiliza símbolos do teatro Noh e do Butoh, além de compor uma videoarte inédita com uma ambientação sensorial e ritualística.

Sinopse

O artista plástico Bruno Vilela quer dar vida a suas pinturas e narrativas, com forte influência cinematográfica, através da exposição “O Quarto Molar”. A relação entre o privado e o universal, entre uma foto de família e o mito de Caim e Abel, entre a mitologia pessoal presente em suas pinturas e o mito de Adão e Eva, nos leva por uma jornada entre o inconsciente e a espiritualidade. “O Quarto Molar” se insere como exposição multimídia de artes visuais que condensa os trabalhos mais recentes de Vilela, além se se tornar uma forma de adentrar no seu portfólio de 20 anos de carreira.

Objetivos

Objetivo Geral:Criar a exposição "O Quarto Molar" para ampliar a pesquisa visual e narrativa de Bruno Vilela, explorando imagens arquetípicas, mitologias pessoais e a interseção entre tempo, memória e identidade por meio da experimentação.Objetivos Específicos:Utilizar a exposição como um meio de expansão da linguagem artística de Bruno Vilela, integrando pintura, fotografia, literatura e performance em uma obra audiovisual.Celebrar a trajetória de mais de 20 anos de Bruno Vilela como uma referência da nova geração nas artes visuais do Recife.Criar uma videoarte inédita que vai incorporar locações emblemáticas de Pernambuco, como teatros históricos, cemitérios e paisagens naturais, para criar um diálogo entre espaço e narrativa, reforçando a ambientação sensorial da obra.Trabalhar com uma montagem não linear, explorando a fragmentação da narrativa e a justaposição de imagens como estratégia para evocar o inconsciente e a memória.Apresentar a exposição e videoarte "O Quarto Molar" estabelecendo conexões com referências internacionais do gênero e ampliando sua circulação em festivais e espaços de exibição voltados à experimentação artística.Criar um "filme-escola" para trabalhar com jovens da periferia do Recife em uma obra audiovisual com serviços especializados na área.

Justificativa

Bruno Vilela tem uma trajetória artística marcada pela interseção entre pintura, fotografia e literatura, explorando imagens do inconsciente e ressignificando mitos ancestrais. Sua obra, profundamente cinematográfica, já incorpora processos de composição de cena e iluminação, tornando a transposição para a videoarte um caminho natural e instigante.Vilela expressa que sua obra emerge de sonhos e pesadelos, transformando essas visões do inconsciente em pinturas. Ele explora a desconstrução e realocação de mitos ancestrais, liturgias e o imaginário das religiões, buscando dar forma visual às imagens do inconsciente. Desde 2010, desenvolve uma pesquisa que interliga fotografia, desenho e pintura, e busca estabelecer conexões entre literatura e artes plásticas. Ele afirma não ter interesse em criar arte estritamente contemporânea, mas sim atemporal.Em um trabalho e suporte inédito, "O Quarto Molar" amplia suas pesquisas ao integrar elementos do teatro japonês Butoh, simbologias do teatro Noh, histórias bíblicas e outras referências literárias, construindo uma narrativa que explora memória, ancestralidade e o confronto entre destino e livre-arbítrio. É uma obra que dialoga com exposições e trabalhos anteriores, mas cria uma narrativa própria em um outro espaço expositivo, sendo agora com imagens vivas e em movimento.A escolha de locações como o Teatro Santa Isabel, cemitérios e paisagens naturais pernambucanas amplia a relação entre espaço e narrativa, reforçando o caráter sensorial da videoarte. A incorporação de elementos sonoros orgânicos em uma trilha original criam uma experiência imersiva, que desafia a linearidade tradicional do cinema e se aproxima das experimentações contemporâneas do gênero. Nesse sentido, a obra dialoga com a tradição da videoarte enquanto meio de expressão subjetiva e simbólica, permitindo que Vilela explore novas camadas de significado e reafirme sua busca por uma estética atemporal e universal.Este é um projeto que permite a experimentação temporal e visual que já permeia a produção de Vilela, consolidando seu discurso estético em um novo suporte e expandindo sua linguagem artística. "O Quarto Molar" surge como uma evolução desse percurso, utilizando o tempo e o movimento para intensificar sua investigação sobre imagens arquetípicas, narrativas mitológicas e o inconsciente coletivo.Em sua produção, "O Quarto Molar" servirá também como "filme-escola" para formar novos profissionais da área técnica nas artes visuais e no audiovisual. Com o apoio do projeto Cine Maré que trabalha com jovens da periferia do Recife, o projeto será uma forma de treinar jovens estagiários em uma obra audiovisual que tem uma grande demanda de efeitos especiais, de cenografia e serviços técnicos especializados, servindo como vitrine para seus talentos. Esses jovens terão a experiência de conhecer um set de filmagem na prática e ampliar técnicas para futuros trabalhos.E considerando o Art. 1º da Lei 8313/91, este projeto atende aos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E a respeito dos objetivos do Art. 3º da referida norma, abaixo apresenta-se a relação destes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos

Estratégia de execução

Este projeto também funcionará como um “ateliê-escola”, formando novos profissionais na área técnica das artes visuais e do audiovisual. Em parceria com o Cine Maré, jovens da periferia do Recife terão a oportunidade de atuar como estagiários, desenvolvendo habilidades em cenografia e serviços técnicos, ampliando suas experiências para futuras produções.

Especificação técnica

Em sua programação, o projeto terá não apenas a exposição das obras que compõem a temática, como ainda terá uma oficina temática de três dias onde o artista irá replicar sua técnica de pintura em sobreposição de projeção audiovisual. É uma técnica desenvolvida por Bruno Vilela que se adapta e pode ser assimilada tanto por artistas iniciantes e entusiasta quanto artistas e técnicos experientes.A exposição possuirá acessibilidade plena com recursos de audiodescrição nas obras com o uso de fones de ouvido, legenda tátil em braile nas fichas técnicas e ainda legendas descritivas e janela de Libras nos videos a serem criados, além de sua inclusão na obra audiovisual “O Ano da Serpente” que estará em exibição no local.O projeto prevê ainda visitas guiadas com 60 alunos de escolas públicas de forma a apresentar a exposição a um novo público ampliando sua formação e gerando interesse por parte dos jovens entre 14 e 18 anos.

Acessibilidade

Para garantir a acessibilidade da exposição "O Quarto Molar", serão implementadas diversas ações que ampliam a experiência do público com deficiência.FÍSICA: A exposição ocorrerá no Museu do Estado de Pernambuco, espaço cultural com rampas, elevadores de acesso, estacionamento amplo, banheiros adaptados e que contará com assistentes e consultores de acessibilidade.CONTEÚDO: A obra contará com audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e videos com janela de Libras, permitindo maior compreensão para pessoas cegas e surdas. Além disso, serão adotados contrastes visuais adequados para garantir melhor percepção das cenas e materiais complementares acessíveis, como sinopse em áudio, também serão produzidos.

Democratização do acesso

A exposição será gratuita e livre ao público, com ao menos duas visitas de estudantes de escolas públicas ao Museu do Estado de Pernambuco, um equipamento cultural localizado no bairro das Graças, no Recife com ampla oferta de ônibus e conduções.

Ficha técnica

Bruno Vilela (Artista)Nascido em 1977, Bruno Vilela é um artista plástico brasileiro cuja trajetória inicialmente através do grafite. Ele explora a desconstrução e realocação de mitos ancestrais, liturgias e o imaginário das religiões, buscando dar forma visual às imagens do inconsciente. Desde 2010, desenvolve uma pesquisa que interliga fotografia, desenho e pintura, e busca estabelecer conexões entre literatura e artes plásticas. Além da pintura a óleo, suas obras em pastel seco ocupam uma zona limítrofe entre pintura e desenho, com técnicas que envolvem borracha e carvão sobre papel. Já realizou exposições individuais na Fundação Joaquim Nabuco (Recife), Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza), Paço das Artes (São Paulo), Palácio Pombal (Lisboa/Portugal), Galeria Anita Schwartz (Rio de Janeiro) e Galeria Lume (São Paulo). Participou de exposições coletivas em Londres, Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Washington, Rio de Janeiro e Curitiba, entre outros locais. Em 2014, sua trajetória foi objeto de um documentário produzido pelos cineastas Beto Brant e Cláudio Assis, destacando a singularidade e profundidade de sua obra no contexto artístico brasileiro. Recebeu em 2023 o Prêmio Design Brasil pelo livro “A Persistência da Luz” e foi agraciado com o Prêmio FUNARTE de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais em 2010. Já publicou as obras “O livro de São Sebastião” (2016) e “A Sala Verde” (2012).Pollyana Quintella (Curadoria)Escritora, pesquisadora e curadora da Pinacoteca de São Paulo, onde organizou exposições como Lenora de Barros: Minha Língua (2022-23), Cao Fei: O futuro não é um sonho (2023-24) e Lygia Clark: Projeto para um planeta (2024). É doutoranda pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e possui mestrado em História da Arte pela mesma instituição, ocasião em que pesquisou a obra do crítico Mário Pedrosa. No Museu de Arte do Rio (MAR), atuou como curadora assistente entre 2018 e 2021. Como curadora independente, organizou exposições em instituições como Sesc Pompeia, Museu Paranaense (MuPA) e Paço Imperial. Nos últimos anos, escreveu para diversos periódicos como Jornal Folha de São Paulo, Jornal O Globo, Revista ZUM, Revista Select, Revista Continente, Revista ArteBrasileiros!, entre outras, com ênfase nas relações entre arte contemporânea, cultura visual e política. Dá aulas sobre arte brasileira e teoria da imagem em cursos livres. Em 2023, foi contemplada com uma bolsa da Getty Foundation para integrar o Art and Power School, realizado na Bibliotheca Hertziana – Max Planck Institute for Art History, em Roma.Jarmeson de Lima (Coordenação de Produção)Jornalista e produtor cultural. Tem graduação em Jornalismo pela UFPE e pós-graduação em Jornalismo Cultural, além de ter feito cursos técnicos nas áreas de Economia Criativa, Políticas Públicas, Direito da Cultura, Copyright & Tecnologia e Curadoria & Supervisão Musical. Desde 2004 apresenta o programa Coquetel Molotov na Universitária FM - 99,9 Mhz que deu origem ao festival No Ar Coquetel Molotov que surgiu no Recife no mesmo ano e chega a 22 edições em 2025. O produtor também é idealizador da Mostra Play The Movie de cinema e realiza a co-produção do Coquetel Molotov Negócios, evento da área formativa para profissionais e artistas com uma programação de inserção de negócios na área cultural. Produziu as exposições “A Arte da Animação Pernambucana” na Caixa Cultural Recife, “Microcosmos, Macrocosmos” de Kilian Glasner no CCBB SP e “Visões Secretas” de Cavani Rosas em Berlim. Recentemente fez uma pesquisa e residência artística sobre a cena musical colombiana em Bogotá entre abril e maio de 2023 ao ser aprovado pelo programa Ibermúsicas com reportagem publicada pela Revista Continente.Ateliê Bruno Vilela (Produção Executiva)Empresa responsável pela montagem e produção das seguintes exposições do artista Bruno Vilela:2022 – Drama Dream, Galeria Lume, São Paulo/SP. / 2022 – Turquesa Escarlate, Garrido Galeria, Recife/PE. / 2019 – Shiva, Galeria Anita Schwartz, Rio de janeiro/RJ. / 2018 – Hermes, Galeria Amparo 60, Recife/PE. / 2016 – O livro de São Sebastião, Galeria Anita Schwartz, Rio de janeiro/RJ. / 2016 – Textos Bárbaros, Galeria Oscar Cruz, São Paulo/SP. / 2015 – A Sala Verde, Palácio Pombal, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa/Portugal. / 2015 – ELA, MAC-CE, Dragão do Mar. Fortaleza/CE. / 2014 – Animattack, Galeria Amparo 60, Recife/PE. / 2013 – Dia de festa é véspera de dia de luto, Paço das Artes, São Paulo/SP. / 2013 – Voodoo Drama, Amparo 60, Recife/PE.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.