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O projeto "1º Congresso Farol: A tecnologia como propulsora da cultura" propõe a realização de um congresso de inovação que visa a integração entre tecnologia e cultura. O congresso terá duração de três dias no município de Fortaleza para um público estimado de 6.000 participantes, com o objetivo central de debater, desenvolver e apresentar soluções tecnológicas que possibilitem alavancar a gestão de políticas culturais, o mapeamento do cenário cultural nacional e a democratização do acesso à cultura. O congresso contará com palestras, rodas de conversa e exposição de ideias de soluções tecnológicas para a área da cultura. O evento conectará gestores públicos, artistas, empresas e desenvolvedores para impulsionar de forma estratégica a economia criativa do país.
O "1º Congresso Farol" foi estruturado em quatro grandes Eixos Temáticos, concebidos como trilhas de conhecimento interconectadas. Cada eixo aprofundará um aspecto crucial da relação entre tecnologia e cultura, funcionando como os pilares que sustentam a ponte entre o presente e o futuro do ecossistema cultural brasileiro. As palestras, rodas de conversa, e todas as ações serão guiadas por estas vertentes, garantindo um mergulho profundo e organizado nos desafios e oportunidades da nossa era digital integrada à cultura. Eixo 1: Cultura & Gestão Pública Este eixo temático aborda a tecnologia de como modernizar a administração pública da cultura no Brasil, principalmente no que tange aos municípios, que muita das vezes não dispõe de efetivo pessoal e estrutural para aplicação de políticas públicas e até mesmo de fomentos descentralizados oriundos do governo federal. O debate se concentrará em como as ferramentas tecnológicas podem transformar a maneira como as políticas culturais são planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas. A proposta é atualizar para uma governança cultural ágil, que seja mais eficiente e democrática na alocação de recursos, além da transparência para a sociedade. Tópicos-chave a serem explorados: - Treinamento de gestão pública para gestores dos entes federativos - Apresentação de soluções tecnológicas focadas em resolver problemas do setor público, como softwares para gestão de editais, plataformas de inscrição e prestação de contas digital. - O uso da tecnologia para criar portais e plataformas de cultura - Como as tecnologias podem ampliar a participação da sociedade na formulação e avaliação das políticas culturais, tornando o processo mais democrático e conectado com a realidade. Objetivo do Eixo: Capacitar gestores públicos e interessados com um repertório de ferramentas e conceitos que possibilitem a implementação de uma gestão cultural mais moderna, eficiente e democrática. Eixo 2: Pesquisa e Mapeamento Cultural Um dos maiores desafios para a formulação de políticas culturais eficazes no Brasil é a ausência de um panorama claro e integrado sobre quem são, onde estão e o que fazem os agentes, espaços e eventos culturais locais e nacionais. Este eixo se dedica a explorar as tecnologias e metodologias capazes de construir um mapa cultural regional e nacional que seja dinâmico, colaborativo e unificado. O foco é transformar dados fragmentados em um poderoso ativo estratégico para a nação. Tópicos-chave a serem explorados: - Uso de Sistemas de Informação Geográfica para mapear a distribuição de equipamentos culturais, artistas, mestres da cultura popular e eventos. - O desafio técnico e político de criar um padrão nacional para a coleta de dados culturais, permitindo que os sistemas de estados e municípios interagam entre si, formando um grande banco de dados nacional. - Análise de dados de mapeamento cultural para criação de ações culturais conectadas com a realidade cultural - O potencial de criar sistemas onde os próprios agentes culturais possam se cadastrar e atualizar suas informações, tornando um organismo vivo e constantemente atualizado pela própria comunidade. - Como a tecnologia pode ser usada para mapear, registrar e proteger manifestações culturais imateriais, como saberes, celebrações e formas de expressão, garantindo sua memória e salvaguarda. Objetivo do Eixo: Fomentar um consenso sobre a importância estratégica de pesquisa e mapeamento cultural, proporcionando debates sobre caminhos técnicos e políticos para a construção de uma plataforma nacional de dados da cultura. Eixo 3: Fomento e Mercado: A Tecnologia na Economia Criativa Este eixo volta seu olhar para o mercado e a sustentabilidade econômica dos agentes culturais, explorando como a tecnologia está criando novos modelos de negócio, otimizando o fomento privado e fortalecendo a economia criativa. As discussões conectarão empresas, investidores, produtores e artistas, demonstrando que a inovação tecnológica é um diferencial competitivo e um motor para o crescimento do setor. Tópicos-chave a serem explorados: - Soluções tecnológicas que facilitam para institutos, fundações e empresas, o lançamento, a gestão e a avaliação de seus editais de fomento à cultura. - O uso da tecnologia e mapeamento para que agentes culturais possam ser vistos e contratados por produtores culturais. - Como empresas do setor cultural podem usar a análise de dados para entender o comportamento do público e personalizar a oferta cultural. Objetivo do Eixo: Apresentar um panorama das inovações tecnológicas que estão redefinindo o mercado cultural e conectar agentes de fomento privado com projetos e criadores que estão na vanguarda da economia criativa. Eixo 4: Tecnologia como Ferramenta de Democratização de Acesso e Inclusão Cultural O eixo conectado à democratização de acesso da cultura. Aqui, o foco é investigar e apresentar soluções tecnológicas que atuam diretamente na democratização do acesso e na promoção da inclusão. O debate irá além da simples digitalização de acervos, explorando como a tecnologia pode criar experiências culturais significativas, acessíveis e impactantes para todas as esferas da população, superando barreiras locais, econômicas e sociais. Tópicos-chave a serem explorados: - Apresentação de ferramentas e boas práticas para a inclusão de pessoas com deficiência. - O desenvolvimento de plataformas de capacitação sobre arte e cultura online que atingem toda a população. - Políticas públicas e iniciativas que visam que toda a população possa de fato usufruir dos bens culturais em ambiente digital. - Como o uso da tecnologia integrada à cultura oportuniza a aplicação de recursos nas diferentes esferas da sociedade. Objetivo do Eixo: Inspirar e capacitar os participantes com o conhecimento sobre tecnologias e projetos que utilizam a inovação como uma força poderosa para a inclusão social e a plena efetivação dos direitos culturais.
Objetivo Geral O objetivo deste projeto é realizar o "1º Congresso Farol: A tecnologia como propulsora da cultura" na cidade de Fortaleza-CE, durante 3 (três) dias consecutivos no ano de 2026, com entrada gratuita para um público de 6.000 (cinco mil) pessoas. Objetivo específico - Realizar 1 (um) congresso intitulado "1º Congresso Farol: A tecnologia como propulsora da cultura", com duração de 3 (três) dias (sexta, sábado e domingo), oferecendo 5.000 vagas gratuitas para os participantes acompanharem a programação completa do evento. - Realizar 8 (oito) palestras magnas com especialistas de renome nacional e internacional, abordando os eixos temáticos de tecnologia, gestão, mercado e acesso à cultura, que serão distribuídas ao longo dos 3 (três) dias do congresso. - Realizar 4 (quatro) rodas de conversa temáticas com a presença de convidados e mediador. As sessões serão abertas à participação do público e ocorrerão durante a programação do evento para aprofundamento dos temas debatidos. - Realizar 2 (dois) momentos de exposição de ideias e projetos, nos quais criadores e desenvolvedores, previamente selecionados por uma chamada pública, apresentarão suas soluções tecnológicas aplicadas à cultura em um espaço dedicado dentro do evento. - Disponibilizar na internet, de forma permanente e gratuita, o registro audiovisual completo do congresso. Todo o material será editado e publicado com recursos de acessibilidade.
O projeto "1º Congresso Farol: A tecnologia como propulsora da cultura" nasce em um momento crucial da humanidade, no qual a transformação digital se impõe como uma realidade incontornável em todas as esferas da sociedade. Isso inclui a área cultural, que encontra-se diante da oportunidade de utilizar a tecnologia como uma ferramenta estratégica propulsora de suas ações de gestão cultural, políticas culturais, impacto na sociedade e democratização de acesso. É neste contexto que o incentivo federal, previsto na Lei 8.313/91. que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), emerge como um instrumento para a viabilização do 1º Congresso Farol. O projeto não se resume a um único produto cultural; ele é uma plataforma de fomento, capacitação e articulação de alcance nacional, cujos benefícios se desdobrarão em inúmeros outros projetos e políticas públicas no futuro. Por ser inteiramente gratuito e direcionado para gestores públicos, agentes culturais e representantes de empresas apoiadoras do setor cultural, utilizar a Lei de Incentivo à Cultura é a forma mais eficaz de mobilizar os recursos necessários para construir essa ponte fundamental entre a produção cultural e a inovação tecnológica, garantindo que os resultados obtidos através do congresso sejam colhidos por toda a sociedade brasileira. Dito isso, o projeto alinha-se integralmente às finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme demonstram seus enquadramentos nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Um dos intuitos do Congresso Farol é a democratização. Ao debater e apresentar soluções tecnológicas que ampliem o alcance cultural para toda sociedade, o projeto atua diretamente na criação e difusão de novos meios de acesso à cultura. Ele não apenas discute, mas fomenta ativamente as ferramentas que podem romper barreiras geográficas, econômicas e físicas, permitindo que um número muito maior de brasileiros possa exercer plenamente seus direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O debate sobre soluções tecnológicas integradas à cultura possui a capacidade de inspirar e auxiliar na implementação de políticas culturais que transcendam as barreiras de localidade. Uma grande dificuldade das políticas públicas é a descentralização dos recursos públicos de fomento à cultura. Houveram passos largos rumo á este sentido através de leis de fomento que transferiram a execução dos recursos financeiros para os municípios, favorecendo a aplicação em políticas adequadas à realidade cultural local. No entanto, percebe-se uma dificuldade dos municípios, principalmente dos menores, em operacionalizar estes recursos. Implementar tecnologia neste processo contribui para esta regionalização, e consequentemente na valorização da cultura local. Além disso, debates sobre mapeamento da realidade cultural a nível nacional, contribuem para que novas políticas sejam criadas á partir dos dados obtidos. O congresso propõe estes debates, e surge como um potencial estimulante para o cumprimento desta finalidade. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O Congresso Farol funciona como uma potente plataforma de apoio, valorização e difusão para todo o setor cultural. A exposição de soluções tecnológicas, por exemplo, é uma ação desenhada especificamente para descobrir, apoiar e dar visibilidade a projetos e criadores inovadores de todo o país. O evento em si, com sua ampla cobertura e a presença de 5.000 participantes qualificados, oferece um espaço ímpar para que gestores culturais, artistas e produtores possam difundir seus trabalhos, estabelecer parcerias e serem valorizados por suas contribuições ao cenário cultural. Ao considerarmos o cenário digital, o congresso torna-se ainda mais importante. O digital atinge grande parte da sociedade, transpassando as barreiras de localidades. Estimular a inserção de ações culturais neste ecossistema elevam o potencial de difusão de diferentes manifestações culturais.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O principal produto do congresso é um bem cultural intangível, porém de imenso valor: o conhecimento. As palestras, os debates, as pesquisas e as soluções apresentadas constituem-se como bens culturais formadores de conhecimento. Este conteúdo será difundido amplamente, servindo como referência para políticas públicas, para a academia e para o mercado, ajudando a formar uma nova geração de gestores e criadores e a construir a memória do pensamento cultural brasileiro na era digital. Adicionalmente, a realização do congresso contribuirá diretamente para o alcance dos seguintes objetivos expressos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O congresso é, em sua essência, um catalisador de estudos e pesquisas. O evento reunirá pesquisadores, gestores e tecnólogos para debater metodologias, apresentar estudos de caso e estimular novas pesquisas sobre o impacto da tecnologia nos diversos segmentos da cultura, gerando conhecimento aplicado e de alta relevância, além de estimular a criação de novas tecnologias. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. O "1º Congresso Farol" representa uma ação pioneira e de alta relevância estratégica para o Brasil. Sua natureza inovadora, conecta dois setores vitais para o desenvolvimento do país — cultura e tecnologia —, preenchendo uma lacuna presente no setor cultural. O potencial de impacto estrutural do congresso na modernização e sustentabilidade da cultura o qualifica como uma ação de inegável interesse público, fundamental para o avanço das políticas culturais no país e, portanto, de extrema relevância para o desenvolvimento cultural do país.
O "1º Congresso Farol" transcende a definição de um simples evento; ele se posiciona como um marco necessário em um ponto de inflexão histórico, onde a cultura e a tecnologia convergem de forma definitiva para redesenhar o futuro. A sua importância reside na convicção de que a tecnologia, quando guiada por uma visão estratégica, é a mais potente aliada para os desafios e as oportunidades do setor cultural no cenário atual. O impacto positivo que buscamos catalisar é multifacetado: desde a modernização da gestão pública, tornando-a mais eficiente e inclusiva, até a democratização radical do acesso, levando a arte e o conhecimento a cantos do país antes inalcançáveis. Trata-se de amplificar a voz de nossos artistas, preservar nossa memória digitalmente e criar novos modelos econômicos sustentáveis para toda a cadeia da economia criativa. Mais do que um palco para especialistas, a intenção fundamental do Congresso Farol é ser um ponto de encontro para o Brasil. A nossa ambição é reunir em Fortaleza os mais diversos sotaques, saberes e realidades, trazendo participantes de todas as regiões do país. Queremos promover um diálogo forte e colaborativo que visa fortalecer o desenvolvimento cultural em nosso país. Para isso o projeto pretende realizar a seleção de 30 pessoas para participarem do congresso, sendo 6 de cada região do Brasil, assim como é feito o processo do MicBr. Cientes da dificuldade que a logística impõe, iremos realizar pelo site inscrições de agentes culturais que queiram participar do congresso, e terão suas passagens, hospedagens e alimentação custeadas pelo projeto. Pretende-se assim alcançar diferentes regiões do país e contribuir com o ecossistema plural do congresso. Por não ter locais definidos das pessoas, não colocamos os deslocamentos, já que estes serão definidos após a seleção. Destaca-se também que o público-alvo do congresso é totalmente plural, não havendo diferenciação entre grupos historicamente em situação de vulnerabilidade como mulheres, negros, comunidade LGBTQIAPN+ entre outros. Acreditamos que as soluções para os grandes desafios culturais do Brasil não virão de uma única mente ou região, mas da inteligência coletiva que emerge do encontro. Ao fomentar essa convergência, o congresso busca ser o catalisador de parcerias, projetos e políticas públicas que nasçam dessa construção conjunta. O objetivo final é que cada participante retorne ao seu território não apenas com novas ferramentas e conhecimentos, mas com uma rede de contatos fortalecida e a inspiração para agir e transformar.
O "1º Congresso Farol: A tecnologia como propulsora da cultura" será um evento imersivo de três dias, projetado para um público estimado de 5.000 pessoas. Com um formato inovador e centralizado, todas as ações ocorrerão em um único palco, concebido como o epicentro de todo o conhecimento do evento. Este palco será equipado com um painel de LED de grande formato, que servirá não apenas para a projeção de conteúdos, mas como um elemento cênico dinâmico. Ao longo da programação, este espaço central abrigará 8 palestras, 4 momentos de rodas de conversas e 2 momentos de exposições tecnológicas, criando um fluxo contínuo de aprendizado e interação. A potência do Congresso Farol reside na pluralidade e na excelência de seus convidados, um corpo de especialistas cuidadosamente selecionado para construir uma visão 360 graus sobre a intersecção entre cultura e tecnologia. Para decifrar os caminhos da inovação em larga escala, o congresso convidará Silvio Meira, cientista e cofundador do Porto Digital, uma das maiores autoridades do país em transformação digital e na criação de ecossistemas que unem tecnologia, economia criativa e desenvolvimento local. Complementando a visão estratégica sobre políticas públicas, convidaremos Letícia Cesarino, antropóloga e professora da UFSC, cuja expertise em cultura digital e plataformas embasa a criação de políticas de cidadania digital, e Sérgio Amadeu, sociólogo e uma referência histórica em software livre e inclusão, que traz a bagagem da implementação de políticas públicas de acesso tecnológico. Fechando este pilar de gestão e redes, Uirá Porã, articulador de cultura digital, compartilhará sua experiência prática na criação de ferramentas como o Mapa da Cultura de Fortaleza, demonstrando como a tecnologia pode fortalecer a participação cidadã. Da visão macro das políticas públicas, o congresso mergulha na realidade da produção e da criação cultural. A alma do fazer artístico será representada por Eduardo Moreira, cofundador do lendário Grupo Galpão, que trará décadas de experiência em criação cênica, formação de público e a relação do artista com os espaços, provocando um contraponto essencial entre o analógico e o digital. No campo da produção e gestão de carreiras, será convidada Paula Lavigne, à frente da Uns Produções, abordará os desafios do mercado audiovisual e musical, incluindo a articulação de pautas cruciais como os direitos autorais na era digital. Para dialogar com as novas gerações e a economia dos criadores, convidaremos o Youtuber Felipe Neto, um dos maiores comunicadores digitais do Brasil e cofundador da Play9, trará sua vasta experiência em engajamento, alcance massivo e estratégias de comunicação para o público jovem. Complementando o debate, o Farol ilumina as iniciativas que nascem da base da sociedade e trazem perspectivas críticas e sociais. Nina da Hora, cientista da computação, provocará uma reflexão indispensável sobre ética em Inteligência Artificial e justiça algorítmica, garantindo que o avanço tecnológico no campo cultural seja pautado pela responsabilidade e inclusão. A cultura que pulsa nos territórios periféricos terá a voz de Antônio Silva, coordenador da Casa de Cultura Tainã, uma referência em tecnologia social e na Rede Mocambos, que compartilhará sua longa trajetória em cidadania e formação cultural nas bordas do sistema. Por fim, convidaremos Jader Gama, pesquisador que trará a perspectiva da cultura digital na Amazônia, discutindo como redes comunitárias e Pontos de Cultura podem usar a tecnologia para o desenvolvimento sociocultural em contextos únicos e desafiadores. Essa polifonia de saberes, unindo estrategistas, artistas, produtores, ativistas e gestores em um mesmo palco, é o que garantirá que o Congresso Farol cumpra sua missão: ser um ponto de convergência para gerar não apenas inspiração, mas insights práticos e conexões reais para impulsionar o futuro da cultura no Brasil.
PRODUTO PRINCIPAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, espaço de fácil acesso para pessoas com dificuldade de locomoção, locais reservados para pessoas com deficiência. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Áudiodescrição, material gravado na rede de internet MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras, material visual utilizado nas palestras na rede de internet O "1º Congresso Farol: A tecnologia como propulsora da cultura" parte do princípio fundamental de que o debate sobre o futuro da cultura deve ser, em si, um exemplo de inclusão e acessibilidade. Entendemos que a democratização do acesso não se limita ao conteúdo cultural, mas começa na própria estrutura dos eventos que o promovem. Portanto, o projeto foi concebido com um compromisso integral de garantir que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam participar de forma plena, autônoma e confortável. Nossas medidas de acessibilidade são transversais e contemplam tanto a infraestrutura física quanto a comunicação e o conteúdo do congresso. Acessibilidade Arquitetônica e Física A garantia de um espaço acolhedor e livre de barreiras é a base do nosso planejamento. A escolha do local para a realização do congresso em Fortaleza será pautada, como critério prioritário, pela oferta de uma infraestrutura plenamente acessível. Todas as entradas e rotas de circulação do evento, incluindo o acesso aos palcos, auditórios, áreas de exposição e estandes, serão livres de obstáculos. Em todas as áreas de palestras e atividades, haverá assentos reservados para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, obesos, idosos e gestantes, localizados em pontos de fácil acesso e com excelente visibilidade do palco e das telas. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo Acreditamos que o acesso ao conhecimento é o pilar central do Congresso Farol. Para garantir que a mensagem e o conteúdo do evento sejam compreendidos por todos, implementaremos um conjunto robusto de medidas de acessibilidade comunicacional. Todas as atividades do palco principal, incluindo as palestras magnas e as rodas de conversa, contarão com a presença contínua de intérpretes de Libras. Incentivaremos todos os palestrantes, mediadores e apresentadores a iniciarem suas falas com uma breve autodescrição (descrevendo suas características físicas e vestimentas). Essa prática inclusiva é fundamental para que pessoas com deficiência visual possam criar uma imagem mental dos interlocutores, tornando a experiência mais imersiva e pessoal. Após o evento, todo o conteúdo gravado das palestras e debates será disponibilizado gratuitamente online. Os vídeos contarão com legendas garantindo a plena compreensão por pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Os materiais de apoio utilizados nas apresentações (como slides e textos) serão revisados e, sempre que possível, adaptados para uma linguagem simples e direta. O objetivo é facilitar a compreensão de conceitos técnicos por um público mais amplo, incluindo pessoas com deficiências intelectuais, dislexia ou diferentes níveis de formação. Esses materiais também serão disponibilizados em formato digital acessível após o congresso, permitindo o uso de leitores de tela.Com estas ações, o Congresso Farol reafirma seu compromisso não apenas em discutir a democratização da cultura, mas em praticá-la em todas as suas dimensões, criando um ambiente verdadeiramente inclusivo e acolhedor para todos os participantes.
O "1º Congresso Farol" foi concebido com o propósito central de ser um bem público, um ponto de convergência e difusão de conhecimento acessível a todos os interessados. A democratização do acesso é, portanto, um pilar fundamental e inegociável do projeto, refletido em um plano de distribuição abrangente que visa eliminar barreiras econômicas, geográficas e temporais. A principal medida para assegurar o mais amplo acesso ao congresso, cumprindo as exigências do Art. 46 da Instrução Normativa, é a completa gratuidade do evento. Não haverá cobrança de ingressos, taxas de inscrição ou qualquer outra contrapartida financeira para a participação nos três dias de programação. O plano de distribuição prevê a oferta de 5.000 vagas (cinco mil ingressos) totalmente gratuitos, que darão acesso a todas as áreas do evento. Esta gratuidade universal é a ação mais direta e eficaz para democratizar o acesso, permitindo que estudantes, artistas, produtores independentes, pesquisadores, educadores e membros da sociedade civil possam ter contato com um conteúdo de alto nível, que de outra forma poderia ser restrito por barreiras econômicas. Medidas de Ampliação do Acesso Além da gratuidade total, e em estrito cumprimento ao Art. 47 da Instrução Normativa, o projeto adotará medidas de ampliação de acesso de grande impacto, visando perpetuar e multiplicar o alcance do conhecimento gerado. A medida escolhida é a prevista no inciso III e do referido artigo: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Todas as palestras e rodas de conversa serão gravadas profissionalmente em áudio e vídeo de alta qualidade. Este material será editado e, após o evento, disponibilizado de forma permanente e gratuita em uma plataforma de vídeo de amplo acesso, como o YouTube, e no site oficial do congresso. O conteúdo audiovisual não será apenas uma simples gravação. Cada vídeo será tratado para incluir recursos de acessibilidade robustos, garantindo que o conhecimento seja acessível a todos: Língua Brasileira de Sinais (Libras): A janela com a interpretação em Libras, capturada durante o evento ao vivo, será mantida na edição final dos vídeos, garantindo o acesso da comunidade surda. Legendas: Além da Libras e da audiodescrição, todos os vídeos conterão legendas.Esta ação transforma um evento de três dias em um acervo de conhecimento perene e de alcance ilimitado. Ela rompe as barreiras geográficas de Fortaleza e as barreiras temporais do congresso, permitindo que dezenas de milhares de pessoas em todo o Brasil e no mundo possam, a qualquer tempo, acessar as discussões e aprender com os maiores especialistas da área. Ao unir a gratuidade presencial com a disponibilização online totalmente acessível, o Congresso Farol maximiza seu impacto social.
Uirá Porã – Coordenador Geral e Palestrante Uirá Porã é especialista autodidata em governança colaborativa e tecnologias livres, com mais de 20 anos de atuação junto a governos, instituições e movimentos cívicos. Foi consultor em políticas digitais para o Banco Mundial e para o BID, além de gestor em projetos federais, estaduais e municipais em diferentes áreas da cultura, saúde e inovação. É fundador do Instituto Brasileiro de Políticas Digitais – Mutirão e coidealizador do FeliciLab, laboratório de inovação em saúde do Ceará. Atuou diretamente na criação e implementação de plataformas que se tornaram referências nacionais, como o Mapa Cultural do Ceará, o Login Cidadão no Rio Grande do Sul e sistemas de participação social para o Ministério da Cultura. Também coordenou oficinas e formações sobre cultura digital, software livre e participação cidadã em diversas regiões do Brasil, além de participar de fóruns e comissões nacionais de políticas culturais. Reconhecido internacionalmente, Uirá tem trajetória marcada pela defesa do conhecimento livre e pela criação de soluções digitais para a gestão pública. Funções no projeto: será responsável pela coordenação geral, acompanhando todas as etapas de pré, produção e pós-produção, assegurando a boa realização do congresso, a qualidade programática e a fidelidade metodológica. Também atuará como palestrante, além de conduzir rodas de conversa e debates com os participantes. Gabrielle Ramos de Carvalho – Coordenadora de Projeto Gabrielle é Turismóloga por formação, atualmente cursando Pós-Graduação em Produção Cultural e Indústria Criativa na PUC-Rio. Fundadora e Diretora Executiva da Fluir Experiências, empresa criada em 2019, onde lidera a gestão e execução de projetos culturais, esportivos, ambientais e sociais, garantindo conformidade com a legislação e excelência na prestação de contas. Em sua gestão na empresa, nos anos de 2022, 2023 e 2024, coordenou a execução de importantes projetos como Tim Music Goiás, Festival Música no Prato, Festival Parada Beer, Festival Burger Time, Circuito Gastrô, Festival Deu Praia, Happy Land, Blokinho Aê, Coleção Elementos de Moda da Thear Vestuário na SPFW (moda), Coleção Todas a Coras da Thear Vestuário na SPFW (moda), entre outros. Entre 2020 e 2022, integrou a equipe da Gerência de Programas e Projetos Culturais da Secretaria de Estado de Cultura, contribuindo na administração da Lei Aldir Blanc, e atuou como Coordenadora de Turismo do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás em 2021. Sua experiência inclui sua contribuição na Agência Estadual de Turismo, de 2015 a 2019, com importante atuação na coordenação do “Programa Experiências na Natureza” do Governo de Goiás, na liderança da implementação do Caminho de Cora Coralina, além de ter produzido importantes eventos como o Circuito Gastronômico Goiás, Arraiá do Cerrado, Aruanã EmCanto, Réveillon de Goiânia, entre outros programas que são marcos históricos para o turismo, a cultura, o esporte, a gastronomia e o meio ambiente em Goiás. Funções no projeto: será responsável pela coordenação administrativa, financeira e gestão de contratos de toda a execução. Acompanhará inscrições, comunicação, prestação de contas e adequação às normas da Lei Rouanet. Sua função garante a governança institucional e a conformidade legal do projeto. Bruno Ribeiro – Coordenador de Produção Bruno Ribeiro possui mais de uma década de experiência em marketing, produção cultural e turismo, atuando tanto no setor público quanto no privado. Foi servidor da Goiás Turismo, onde integrou equipes de comunicação e produção de importantes eventos como o FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, o Circuito Cavalhadas de Goiás, o Réveillon de Goiânia e festivais gastronômicos regionais. No setor privado, é sócio da Fluir Experiências, empresa referência em projetos culturais no Estado de Goiás, responsável por iniciativas de grande porte como TIM Music Goiás, Parada Beer, Happy Land, Blokinho Aê e exposições da Thear. Também é proprietário da B4 Turismo, Design e Eventos, onde coordenou ações de marketing e logística em turnês nacionais, shows e festivais. Ao longo de sua carreira, acumulou atestados de capacidade técnica em editais como a Lei Paulo Gustavo e o Programa Goyazes, atuando como coordenador de comunicação, parecerista e consultor de projetos. Essa vivência garante domínio sobre todas as etapas de planejamento e execução de políticas e ações culturais, qualificando-o como instrutor capaz de articular a prática de campo com a gestão estratégica. Funções no projeto: será o responsável pela coordenação de produção, cuidando da montagem da estrutura, acompanhamento técnico de cada etapa e logística operacional de equipe e palestrantes. Lucas Pinola – Coordenador de Programação Desenvolvedor com mais de 10 anos de experiência, especialista em manter infraestruturas digitais públicas e construir soluções digitais para políticas públicas com software livre. Atualmente lidera o desenvolvimento da Rede das Artes pela Funarte, utilizando o Mapa da Cultura como infraestrutura para governança cultural. É diretor de tecnologia no Instituto Mutirão, desenvolvendo soluções digitais escaláveis para o Ministério da Cultura e Ministério das Cidades — incluindo ferramentas de processamento geoespacial, mapeamento e gestão cultural com foco em software livre. Contribuiu também para a implantação do Mapa da Cultura em múltiplos estados e municípios. Além disso, desenvolveu o plugin WordPress DELIBERA para auxiliar a construção do Plano Nacional da Cultura durante o governo Dilma. Funções no projeto: será responsável pela curadoria e coordenação de programação, assegurando coerência entre as palestras e os temas centrais do congresso.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.