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O projeto Escrita de Si é uma ação de formação cultural voltada à democratização do acesso à leitura e à escrita como práticas de autoconhecimento, expressão e cidadania. Durante 12 meses, serão produzidas e disponibilizadas gratuitamente 10 aulas em vídeo no canal "Bianca Santana - Escrita de Si", no YouTube, com playlists temáticas e recursos de acessibilidade, além de 36 lives no Instagram e conteúdos educativos contínuos (cards, textos e cortes de vídeo). As ações visam ampliar o repertório literário, incentivar a escrita pessoal e a produção de memória, promovendo o acesso à leitura de autoras e autores brasileiros. Todo o conteúdo será gratuito, acessível e permanente nos canais oficiais da proponente, constituindo um acervo digital de educação literária.
O curso “Bianca Santana – Escrita de Si” é composto por aulas em vídeo gravadas que abordam a escrita autoral como prática de leitura do mundo, memória e expressão cultural. O projeto se estrutura em séries temáticas, com vídeos disponibilizados gratuitamente no YouTube, todas com recursos de acessibilidade.Os episódios tratam de temas relacionados à leitura, escrita, linguagem e literatura brasileira contemporânea.O conteúdo promove a formação literária e o estímulo à escrita pessoal, incentivando o público a reconhecer sua própria voz como forma de produção cultural. Todo o material é acessível, gratuito e permanente nos canais digitais da proponente, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e ao conhecimento.Classificação indicativa: Livre.
Objetivo GeralAmpliar o acesso à leitura e à escrita por meio da prática da escrita de si, promovendo formação literária, fortalecimento do pensamento crítico e desenvolvimento pessoal.Objetivos EspecíficosRealizar, gravar, editar e disponibilizar gratuitamente 10 aulas sobre leitura, memória e escrita no canal de YouTube "Bianca Santana _ Escrita de Si".Produzir e divulgar conteúdos educativos em formatos acessíveis e gratuitos (cards e cortes de vídeo) ao longo do projeto.Ampliar o acesso à literatura contemporânea.Incentivar práticas de escrita autoral e autobiográfica.Criar um acervo digital gratuito, acessível e permanente de educação literária.Garantir acessibilidade comunicacional, com legendas e tradução em Libras nas aulas e vídeos principais.
O Brasil enfrenta desafios históricos na formação de leitores e escritores. A escrita, especialmente a escrita de si, é uma poderosa ferramenta de leitura do mundo, de expressão e de transformação pessoal e social.O projeto propõe articular educação literária, tecnologia e redes sociais, alcançando públicos diversos em diferentes territórios, com destaque para mulheres, jovens e pessoas negras interessadas em aprimorar sua expressão escrita e a leitura crítica.Com mais de uma década de experiência em oficinas e cursos de escrita, Bianca Santana compartilha uma metodologia própria que alia memória, leitura e escrita como instrumentos de emancipação e construção de repertório cultural.A proposta consiste na produção e disponibilização gratuita de conteúdos audiovisuais voltados à escrita de si, memória, literatura e cultura, difundidos pelo canal de YouTube "Bianca Santana _ Escrita de Si" e pelo Instagram, assegurando acessibilidade e livre acesso ao público.A iniciativa se justifica pela necessidade de ampliar o acesso a práticas culturais e formativas por meio de plataformas digitais de grande alcance, promovendo a democratização do conhecimento e a valorização de múltiplas vozes literárias brasileiras.A realização do projeto por meio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet é fundamental, pois viabiliza custos de produção, gravação, edição e difusão digital, garantindo a gratuidade e o acesso irrestrito aos conteúdos. Assim, os recursos públicos incentivados asseguram que o material produzido seja permanente e disponível sem barreiras de ingresso, ampliando o impacto cultural e educativo da proposta.Nos termos da Lei nº 8.313/91, a proposta se enquadra em:Art. 1º, incisos I e III _ na produção, difusão e promoção de bens culturais de caráter educativo e cultural, e no incentivo ao conhecimento dos bens culturais e artísticos;Art. 3º, inciso II, alínea "a" _ na produção e difusão de obras audiovisuais de caráter cultural.
O projeto “Escrita de Si: leitura, criação literária e autoconhecimento” propõe a ampliação do acesso à literatura e à prática da escrita como instrumentos de expressão, memória e formação cidadã, utilizando plataformas digitais de grande alcance (YouTube e Instagram) para democratizar o conhecimento.A iniciativa contribui para as diretrizes do Plano Nacional de Cultura ao valorizar a leitura e a escrita como práticas de desenvolvimento humano, especialmente entre públicos com menor acesso a atividades culturais presenciais.O conteúdo do projeto é orientado por uma abordagem pedagógica que articula literatura, identidade e subjetividade, com ênfase em autoras e autores brasileiros, sobretudo mulheres e pessoas negras. Essa escolha fortalece o compromisso com a diversidade cultural e a representatividade nas produções audiovisuais e educacionais.A metodologia de “Escrita de Si” vem sendo desenvolvida e testada pela proponente em oficinas e cursos ao longo da última década, garantindo maturidade conceitual e consistência na execução.Além disso, o canal já conta com público formado organicamente, o que favorece a continuidade e o impacto do acervo após o término do projeto.O projeto se alinha às políticas de fomento à acessibilidade e à democratização cultural, apresentando soluções concretas para inclusão digital, linguística e comunicacional, e contribuindo para a consolidação de um espaço público e gratuito de formação literária e expressão autoral.
Nome do projeto: Escrita de Si: leitura, criação literária e autoconhecimentoDescrição do canal:Este é um espaço criado especialmente para pessoas que querem destravar a escrita e encontrar prazer ao escrever suas próprias histórias, mesmo com a rotina corrida.Aqui, o público encontrará dicas práticas, reflexões sobre escrita de si, exercícios autorais, inspirações para criar textos próprios e também incentivo para superar bloqueios, inseguranças e o medo da página em branco.O compromisso do canal é mostrar que cada pessoa tem histórias únicas e que é possível escrevê-las com confiança, profundidade e leveza, sem precisar ser especialista, dominar regras inacessíveis ou ter tempo de sobra.A cada semana serão publicados novos vídeos para provocar o pensamento, inspirar a escrita e valorizar múltiplas vozes.1. Organização de ConteúdoPlaylists sugeridas:Escrita de Si Literatura e Memória 2. Linha EditorialEscrita de SiA escrita é uma prática de memória, cuidado e resistência. Escrever permite atravessar dores, elaborar sentimentos, retomar histórias silenciadas e reconhecer a potência do cotidiano.Na série, Bianca Santana conduz reflexões que unem teoria, literatura e experiências pessoais, mostrando como a palavra pode ser um gesto de cura, criação de sentido e afirmação de identidade.A série é voltada a quem deseja destravar a escrita e transformá-la em uma prática de autoconhecimento e expressão.Ao abordar temas como luto, ancestralidade e cotidiano, cada episódio oferece caminhos práticos para superar bloqueios, encontrar voz autoral e perceber que toda experiência, por mais íntima ou simples, pode se tornar matéria-prima de textos profundos e verdadeiros.Cada episódio tem entre 20 e 40 minutos.Os títulos e sinopses estão listados a seguir. Os três primeiros já foram produzidos, e o primeiro episódio está publicado.Episódio 01 – Escrita e lutoComo a escrita pode nos ajudar a atravessar perdas individuais e coletivas? Bianca mostra que escrever não elimina a dor, mas cria espaço de memória, elaboração e continuidade, transformando a ausência em presença simbólica.Link de acesso: https://youtu.be/HkAm9UWGI54Episódio 02 – Escrita e ancestralidadeEscrever é também dialogar com quem veio antes de nós. O episódio mostra como a escrita pode ser um elo com a ancestralidade, preservando memórias e recriando sentidos que fortalecem identidades individuais e coletivas.Episódio 03 – Escrita do cotidianoO que parece banal pode ser o coração de grandes histórias. Bianca mostra como transformar pequenas cenas do dia a dia em textos autorais potentes, recuperando o prazer e a confiança de escrever a partir do vivido.Próximos Episódios (Planejados)Episódio 04 – Escrevivência: quando vida e literatura se encontramInspirado em Conceição Evaristo (Olhos d’água, Becos da memória). Trabalha a escrita como resistência, memória coletiva e política.Episódio 05 – Escrita de si: dizer a verdade sobre siCom base em Michel Foucault (A escrita de si; Dizer a verdade sobre si). Explora o gesto de escrever como prática de subjetivação, cuidado de si e construção da voz.Episódio 06 – Escrever como libertaçãoA partir de Paulo Freire (Educação como prática da liberdade) e bell hooks (Ensinando a transgredir). A escrita como caminho de autonomia, transgressão e emancipação.Episódio 07 – Memória e escritaInspirado em Ecléa Bosi (Memória e sociedade) e Jeanne-Marie Gagnebin (O que significa elaborar o passado?). Mostra como a escrita preserva histórias ameaçadas pelo esquecimento.Episódio 08 – Escrita e corpo: o pretuguês e mais resistências linguísticasA partir de Lélia Gonzalez (Por um feminismo afrolatino-americano) e Muniz Sodré (Pensar Nagô). Analisa como o corpo, a língua e a cultura moldam a escrita.Episódio 09 – Escrever o indizível: testemunho e catástrofeBaseado em Scholastique Mukasonga (A mulher dos pés descalços) e Márcio Seligmann-Silva (História, memória, literatura). A escrita como lugar de narrar traumas coletivos e eventos-limite.Episódio 10 – Cartas, diários e prisões: a escrita como sobrevivênciaInspirado em Abdias Nascimento (Diário de um sentenciado), Natalia Timerman (Desterros) e Rosa Luxemburgo (Cartas). A escrita íntima como resistência à opressão.Episódio 11 – Autobiografia e poderCom base em Leonor Arfuch (O espaço biográfico) e Margareth Rago (A aventura de contar-se). A escrita de si como prática que desloca lugares de autoridade e legitima novas vozes.Episódio 12 – Amor, cuidado e escritaInspirado em bell hooks (Tudo sobre o amor), Sobonfu Somé (O espírito da intimidade) e Toni Morrison (Amada). A escrita como prática afetiva, que acolhe e cria vínculos.Episódio 13 – Futuro ancestral: escrever o amanhãA partir de Ailton Krenak (Futuro ancestral) e Saidiya Hartman (Perder a mãe). Mostra como a escrita conecta passado e futuro, elaborando memórias e criando horizontes de possibilidade.Classificação indicativa: LivrePeriodicidade: Publicações mensais Duração total do projeto: 12 mesesFormato final: Vídeos educativos em audiovisual digital (YouTube e redes sociais)Público-alvo: Pessoas interessadas em leitura, escrita e literatura contemporânea, especialmente mulheres, pessoas negras, jovens e educadores.
Medidas de Acessibilidade Visual:• Inclusão de audiodescrição em vídeos selecionados, para garantir a compreensão de pessoas com deficiência visual.• Inserção de descrições detalhadas em texto (legenda de apoio e campo de descrição do vídeo) sobre os elementos visuais relevantes.Acessibilidade Auditiva:• Legendas em português em 100% dos vídeos.• Inserção de intérprete de Libras em parte dos conteúdos gravados (episódios longos da série principal), garantindo acessibilidade para pessoas surdas e ensurdecidas.Acessibilidade Intelectual:• Uso de linguagem simples e objetiva nas falas, legendas e materiais de apoio.• Segmentação dos conteúdos em séries curtas e temáticas, facilitando a compreensão e a retenção das informações.• Utilização de recursos visuais (cards e elementos gráficos) para reforçar as ideias principais e apoiar o entendimento do público diverso.
Nos termos do Art. 28 da Instrução Normativa nº 01/2023, o projeto adotará a medida prevista no inciso IV, garantindo a disponibilização integral, gratuita e permanente na internet dos registros audiovisuais produzidos (aulas gravadas) no canal do YouTube “Bianca Santana – Escrita de Si”.Todo o conteúdo será acessível ao público em geral, sem restrições de acesso ou cobrança, e contará com recursos de acessibilidade, incluindo legendas em português em 100% dos vídeos, intérprete de Libras em episódios selecionados, audiodescrição e descrição textual dos elementos visuais relevantes.Além disso, serão utilizados recursos de linguagem simples e objetiva, bem como elementos visuais de apoio (cards, legendas explicativas e grafismos), de forma a ampliar a compreensão e garantir a inclusão de diferentes perfis de público. Assim, o projeto assegura acesso universal, gratuito e contínuo ao conteúdo cultural produzido, fortalecendo o princípio da democratização e da difusão pública do conhecimento.
O proponente, através de sua equipe, com remuneração prevista no projeto, será responsável pela coordenação geral do projeto e da programação aqui proposta.Currículo resumido dos principais participantes:Bianca SantanaFunção: JornalistaBianca Santana é escritora, jornalista e professora Doutora em ciência da informação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com uma tese sobre memória e escrita de mulheres negras. Mestra em educação, também pela USP, quando estudou educação de pessoas jovens e adultas e educação ao longo da vida. Autora de “Apolinária” (Fósforo“Arruda e guiné: resistência negra no Brasil contemporâneo” (Fósforo, 2022), "Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro" (Companhia das Letras, 2021) e "Quando me descobri negra" (SESI-SP, 2015), alem dos infantis “Quem limpa?” (Cia das Letrinhas, 2025) e “Diálogos Feministas, antirracistas(e nada fáceis) com as crianças” (Camaleão, 2023). Professora da Faap, colunista da Folha e comentarista do Jornal da Cultura. Realizou pesquisas na RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) sobre apropriação que coletivos e pontos de cultura fazem das tecnologias digitais; na Fundação Getúlio Vargas sobre desigualdades de gênero e no Instituto de Referência Negra Peregum sobre impactos da pandemia por Covid 19 na juventude negra. Pela UNEafro, contribuiu com a articulação da Coalizão Negra por Direitos. Foi diretora executiva da Casa Sueli Carneiro. Uma das fundadoras da Casa de Lua Organização Feminista, onde colaborou com inúmeros projetos e iniciativas voltadas para mulheres e mulheres negras, e da Casa da Cultura Digital. É associada da SOF - Sempreviva Organização Feminista e compõe o conselhod do Instituo Marielle Franco. Ana Cristina Feitosa de PinhoFunção: produção, roteiro e direção audiovisualAna Cristina Pinho é jornalista, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC (UFABC), especialista em Cultura, Educação e Relações Étnico-Raciais pela Universidade de São Paulo (CELACC) e em Criação de Imagem e Som pelo Senac São Paulo. Com mais de duas décadas de experiência em comunicação, atua como coordenadora de comunicação e atendimento no Sesc São Paulo, onde responde pela gestão das estratégias de divulgação e pelo atendimento das atividades do CineSesc. Sua trajetória reúne passagens como roteirista, produtora de audiovisual, editora, assessora de imprensa e gestora de equipes, articulando práticas de comunicação institucional, produção cultural e formação de públicos. É fundadora da Kehinde Estratégia Criativa Ltda, empresa criada para integrar comunicação, tecnologia e criatividade a fim de potencializar marcas e projetos no ambiente digital. A Kehinde atua na gestão estratégica de redes sociais, no planejamento e execução de campanhas de tráfego pago e na produção de conteúdos autorais que unem relevância, estética e propósito. Com foco em resultados mensuráveis e no fortalecimento de comunidades digitais, a empresa propõe soluções inovadoras que combinam análise de dados, narrativas consistentes e estratégias de engajamento, ampliando a visibilidade e a presença digital de seus clientes em múltiplas plataformas.Jessica Franco da SilvaFunção: Assessoria de Projetos e Gestão FinanceiraJessica Franco é gestora financeira e consultora de projetos culturais, com experiência na elaboração, inscrição, acompanhamento técnico e prestação de contas de iniciativas financiadas por mecanismos públicos e privados de fomento, como Lei Rouanet, PROAC e PROMAC. Desde 2020 atua no terceiro setor, colaborando com instituições como Casa Sueli Carneiro, Instituto Procomum e Instituto Paul Singer, em projetos voltados à cultura, educação e economia criativa.É graduada em Nutrição pela Universidade Anhembi Morumbi, pós-graduanda em Marketing pela USP/ESALQ e graduanda em Economia, com foco em políticas públicas e economia criativa. No projeto “Escrita de Si”, é responsável pelo acompanhamento técnico e administrativo, apoio à execução das etapas, controle orçamentário e elaboração da prestação de contas junto ao Ministério da Cultura.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.