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O projeto propõe a realização da Festival da Cultura Eletrônica _ Summit Brasil - um evento de três dias com painéis temáticos, oficinas formativas e apresentações artísticas. A iniciativa visa debater gênero, economia e inovação no setor da música eletrônica, promovendo formação profissional e acesso democrático à cultura.
Oficinas Formativas (Ações com carga horária, foco prático e educativo)Oficina: Produção Musical Eletrônica Aborda as etapas de criação de uma faixa autoral com softwares e controladoras. Indicado para iniciantes e produtores(as) iniciantes. Duração: 8h/aula – 25 participantes por turma Público-alvo: Mulheres, juventude periférica, estudantes de escolas públicasOficina: Mixagem Criativa para DJs Técnicas de mixagem digital e analógica com foco na performance ao vivo. Duração: 6h/aula – 20 vagas Requisitos: Interesse por discotecagem e atuação em eventos comunitários ou culturaisOficina: Assessoria de Imprensa e Comunicação no Setor Musical Estratégias de branding, redes sociais, divulgação de lançamentos e relacionamento com imprensa voltados para artistas independentes e DJs. Duração: 6h/aula – 25 vagasOficina Integrada: Da Criação à Masterização – Fluxo Completo de Produção Musical Curso intensivo cobrindo as etapas desde a composição, mixagem, edição, masterização até exportação final da obra. Duração: 10h/aula – 15 vagas Formato: Teórico-prático com estações de trabalho e acompanhamento técnicoTotal: 06 painéis formativos (com mediação, convidados nacionais e internacionais, tradução simultânea e transmissão online) Painel 1 – Precursores da Música Eletrônica MundialObjetivo: Reunir grandes nomes da cena global para debater a história, os marcos e as transformações do setor. Convidados sugeridos: Carl Cox, Armin Van Buuren, Fatboy Slim (participação presencial ou por videoconferência) Duração: 2h Público estimado: 300 pessoas (presencial) + 5.000 (online) Painel 2 – Os Grandes Clubs do BrasilObjetivo: Debater os modelos de gestão, curadoria artística e impacto econômico dos maiores clubes brasileiros de música eletrônica. Convidados sugeridos: Gestores do Green Valley, Warung Beach Club, P12 Parador Internacional Duração: 1h30 Formato: Roda de conversa + perguntas do público Painel 3 – As Grandes Marcas Internacionais da Música EletrônicaObjetivo: Apresentar experiências de grandes festivais do mundo e sua contribuição para a consolidação da cultura eletrônica global. Cases debatidos: Tomorrowland (Bélgica), Ultra Music Festival (EUA), Burning Man (EUA) Duração: 1h30 Formato: Mesa redonda com vídeos institucionais e falas de curadores convidados Painel 4 – Expressões da Cena Eletrônica BrasileiraObjetivo: Valorizar artistas nacionais que projetaram a cena brasileira para o mundo, destacando suas trajetórias e inovações. Convidados sugeridos: Fabrício Peçanha, Vintage Culture, Moshakk, Dubdogz (a confirmar) Duração: 1h30 Formato: Talk show com trechos de apresentações e interação com o público Painel 5 – Os Maiores Produtores da Música Eletrônica BrasileiraObjetivo: Reunir quatro dos maiores produtores em atividade no Brasil para compartilhar técnicas, experiências e perspectivas do mercado. Convidados sugeridos: A definir (exemplos: Bhaskar, Bruno Be, Liu, KVSH) Duração: 1h30 Formato: Apresentações individuais + mesa de debates técnica Painel 6 – A Mulher na Cena EletrônicaObjetivo: Promover o protagonismo de mulheres DJs e produtoras, fomentando a equidade de gênero e a construção de espaços seguros na cena. Convidadas sugeridas: ANNA, Eli Iwasa, Miss Monique, Blancah Duração: 2h Formato: Painel com depoimentos, roda de conversa e apresentação ao vivo de DJs mulheres
Objetivo GeralPromover a integração entre música eletrônica, artes cênicas e circo contemporâneo, por meio da realização do Summit da Música Eletrônica, evento multilinguagem voltado à difusão cultural, à inovação artística e à formação de público, valorizando a diversidade de expressões e fomentando a economia criativa no campo das artes urbanas e tecnológicas.Objetivos EspecíficosO projeto Festival da Cultura Eletrônica _ Summit Brasil tem como objetivos específicos realizar três dias de evento presencial na cidade de São Paulo/SP, com transmissão online integral, reunindo painéis temáticos, oficinas formativas e apresentações artísticas que abrangem música eletrônica, artes cênicas e intervenções circenses. Pretende-se promover quatro painéis de debate com temas voltados à participação feminina, à economia dos clubes, à cadeia produtiva e às políticas públicas para a cultura eletrônica, propiciando diálogo técnico e troca de experiências entre profissionais do setor.Serão ofertadas seis oficinas formativas gratuitas com foco em produção musical, discotecagem, curadoria e empreendedorismo criativo, totalizando, no mínimo, 300 vagas presenciais e 200 vagas online, priorizando a participação de mulheres, estudantes de escolas públicas e grupos minorizados. Está prevista a realização de um showcase de encerramento, com pelo menos cinco apresentações de DJs, observando equilíbrio de gênero — preferencialmente com 50% de mulheres — e priorizando artistas locais e regionais.O evento garantirá acessibilidade universal em todas as suas atividades, por meio de tradução em Libras, legendas em tempo real e espaços adaptados, assegurando a inclusão de todos os públicos. Será produzido e amplamente divulgado um relatório técnico sobre o impacto sociocultural e econômico do evento na cena eletrônica, destacando as práticas de inclusão de gênero e sustentabilidade adotadas. Todas as atividades online serão disponibilizadas gratuitamente, e no mínimo 40% das atividades presenciais terão acesso gratuito, em consonância com a política de democratização do acesso à cultura e à formação no setor criativo.A programação abrangerá os seguintes painéis temáticos: Painel 1 _ Precursores da Música Eletrônica Mundial, destinado a reunir grandes nomes da cena global para debater a história e as transformações do gênero; Painel 2 _ Os Grandes Clubs do Brasil, voltado à análise dos modelos de gestão, curadoria e impacto econômico dos principais clubes do país; Painel 3 _ As Grandes Marcas Internacionais da Música Eletrônica, que apresentará experiências de grandes festivais e sua contribuição para a consolidação da cultura eletrônica global; Painel 4 _ Expressões da Cena Eletrônica Brasileira, com destaque para artistas nacionais que projetaram o país internacionalmente; Painel 5 _ Os Maiores Produtores da Música Eletrônica Brasileira, reunindo produtores renomados para compartilhar técnicas e perspectivas de mercado; e Painel 6 _ A Mulher na Cena Eletrônica, dedicado à valorização do protagonismo feminino, ao fomento da equidade de gênero e à criação de espaços seguros e inclusivos na cena cultural.
O projeto Festival da Cultura Eletrônica _ Summit Brasil requer financiamento por meio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei nº 8.313/91 devido à complexidade e ao custo de produção de suas atividades culturais, que incluem a participação de artistas nacionais e internacionais, oficinas técnicas, acessibilidade universal, registro audiovisual, estrutura tecnológica de transmissão e democratização do acesso. Tais elementos inviabilizam a realização com recursos próprios ou captação direta, especialmente diante do compromisso de garantir acesso gratuito ou com valor simbólico à população.O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos I e III, da referida Lei, pois:I _ Estimula a formação cultural por meio de atividades educativas e formativas em música eletrônica, com ações voltadas à juventude, mulheres e grupos minorizados;III _ Apoia e promove a difusão da cultura brasileira, valorizando a produção musical eletrônica como expressão legítima da identidade contemporânea do país.Atende ainda aos objetivos do Art. 3º, especialmente:Inciso I: Contribuir para a formação de uma mentalidade cultural na comunidade;Inciso II: Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de artistas locais;Inciso V: Apoiar projetos que evidenciem a pluralidade étnica e de gênero da cultura brasileira;Inciso VII: Apoiar as manifestações culturais que valorizem a identidade e a diversidade do país.A realização do evento com apoio da Lei de Incentivo permitirá a formação de público, a profissionalização do setor e a inserção de novos agentes na cadeia produtiva da música eletrônica, ampliando o acesso e a participação cidadã na vida cultural brasileira.
1. Oficina: Produção Musical EletrônicaPúblico-alvo: Adultos iniciantes ou com conhecimento básico interessados em ingressar no mercado da música eletrônica, DJs e produtores independentes.Paginação: 01 oficina presencialDuração: 08 horas (divididas em 2 turnos de 4h)Material didático: Computadores, controladoras MIDI, softwares de produção (Ableton Live, FL Studio), monitores de áudio, apostila impressa e versão digital (.PDF acessível)Projeto pedagógico: A oficina abordará os fundamentos da produção de música eletrônica, incluindo estruturação de beats, uso de sintetizadores, criação de loops, camadas sonoras e exportação básica. O curso possui metodologia prática com orientação técnica personalizada. 2. Oficina: Mixagem Criativa para DJsPúblico-alvo: Jovens e adultos com interesse em performance ao vivo, mixagem e atuação profissional como DJ.Paginação: 01 oficina presencialDuração: 04 horasMaterial didático: CDJs, mixers, controladores digitais, fones de ouvido, sistema de som PA, apostila técnica com ilustrações de equipamentos e comandos.Projeto pedagógico: Introdução à arte da discotecagem com foco em beatmatching, leitura de pista, transições e criação de sets autorais. Aplicação prática em cabines profissionais. 3. Oficina: Assessoria de Imprensa e Comunicação MusicalPúblico-alvo: Artistas, DJs, selos independentes, produtores e gestores culturais que desejam profissionalizar a comunicação de seus projetos.Paginação: 01 oficina presencialDuração: 03 horasMaterial didático: Projetor, notebook, modelos de release e clipping, planilha de planejamento de mídia.Projeto pedagógico: A oficina ensinará noções de branding, comunicação institucional, relacionamento com imprensa especializada e estratégias de divulgação para lançamentos musicais, eventos e carreiras artísticas. 4. Oficina Integrada: Mixagem, Masterização e Produção – Do Começo ao FimPúblico-alvo: Adultos com nível intermediário em produção musical, artistas independentes e técnicos de estúdio.Paginação: 01 oficina intensivaDuração: 4 horas Material didático: Estaçōes completas de produção (notebooks com DAWs instaladas, controladoras, fones, plugins profissionais), apostila avançada com fluxograma técnico.Projeto pedagógico: O curso percorre todo o processo de produção musical eletrônica: criação, arranjo, equalização, mixagem, masterização e exportação. Enfoque em projetos autorais com finalização profissional. Observações Gerais:Todas as oficinas serão ministradas por profissionais atuantes no mercado da música eletrônica, com histórico reconhecido no setor.As atividades serão realizadas em salas equipadas com estrutura técnica apropriada (isolamento acústico, energia, ventilação, acessibilidade física e comunicacional).As vagas serão preferencialmente destinadas a mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e profissionais de regiões periféricas, como ação afirmativa no setor cultural.
O projeto Summit da Cena Eletrônica Brasileira contempla ações estruturadas de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91 e os dispositivos da IN nº 02/2025 do Ministério da Cultura. Acessibilidade Física:A execução do projeto ocorrerá em espaços previamente selecionados com infraestrutura adequada, garantindo:Banheiros acessíveis, com barras de apoio e sinalização;Rampas de acesso e rotas acessíveis entre ambientes (salas de oficina, auditórios e áreas de convivência);Piso tátil direcional e de alerta, conforme norma da ABNT NBR 9050:2020;Reservas de espaço para cadeirantes e acompanhantes, com visão adequada do palco e do telão. Acessibilidade de Conteúdo:Para promover o acesso integral ao conteúdo programático do evento, serão oferecidos os seguintes recursos:Tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante todos os painéis, workshops e oficinas;Legendas descritivas em tempo real nas transmissões audiovisuais ao vivo e nos vídeos gravados;Audiodescrição dos conteúdos audiovisuais oficiais (teasers, chamadas e vídeos institucionais);Materiais informativos e pedagógicos em formatos acessíveis, incluindo:Arquivos digitais compatíveis com leitores de tela (PDF acessível);Impressos com fonte ampliada para baixa visão;Atendimento especializado e acompanhamento mediado, mediante agendamento, para pessoas com deficiência visual ou com necessidades específicas de mediação sensorial.Essas ações visam garantir que a totalidade das atividades – formativas, artísticas e de difusão – sejam universalmente acessíveis, promovendo a inclusão cultural e o exercício pleno do direito à fruição artística, conforme previsto no Art. 2º, inciso III da IN nº 02/2025 e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009).
O projeto Summit da Cena Eletrônica Brasileira adotará uma política robusta de democratização de acesso, garantindo ampla fruição das atividades culturais propostas, tanto presencialmente quanto em formato digital.Distribuição e Comercialização dos Produtos:100% das transmissões online dos painéis e workshops serão gratuitas e abertas ao público, com exibição via YouTube e redes sociais do projeto;Acesso gratuito para, no mínimo, 40% das vagas presenciais das oficinas formativas e painéis, com prioridade para:Mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, estudantes da rede pública e pessoas com deficiência;Ingresso social (valor simbólico) para até 60% das vagas remanescentes, respeitando a Lei nº 8.313/91 e a IN nº 02/2025.Outras Medidas de Ampliação do Acesso:Oficinas paralelas em escolas públicas e instituições culturais da região metropolitana de Porto Alegre, com atividades práticas e conteúdo adaptado;Ensaio aberto/showcase gratuito no encerramento do evento, com DJs convidados e espaço para artistas locais;Publicação digital e gratuita de relatório técnico e catálogo audiovisual, contendo registros das oficinas, painéis e depoimentos de participantes;Certificação gratuita para todos os participantes, inclusive os inscritos nas transmissões online.Acessibilidade e inclusão digital:Transmissão online com recursos de acessibilidade comunicacional: Libras, audiodescrição e legendas em tempo real;Materiais pedagógicos e informativos serão disponibilizados em formato acessível (.pdf com estrutura para leitores de tela e fonte ampliada).Com essas medidas, o projeto atenderá ao princípio da universalização do acesso à cultura e garantirá sua difusão para diferentes públicos e territórios, inclusive fora do eixo presencial do evento.
Letícia Sartoretto (DJ e Oficineira de Mixagem e Performance ao Vivo)DJ, produtora musical e pesquisadora da cena eletrônica brasileira, Letícia Sartoretto atua há mais de 10 anos em eventos culturais, clubes e festivais independentes no Sul do Brasil. Reconhecida por sua versatilidade estética, transita entre o house, techno e vertentes afro-latinas, priorizando em seu repertório artistas independentes e mulheres da cena eletrônica.Foi residente de coletivos como Bass Station e Perifa Tech, com passagens por festivais como Time Warp Experience Brasil, Orujá Festival e Sonido Libre. Atua também como formadora em oficinas de discotecagem para mulheres e juventude periférica, ministrando cursos sobre mixagem criativa, história do vinil e identidade sonora na performance de DJ.Letícia compõe line-ups com curadoria afirmativa e é defensora da equidade de gênero e da descentralização dos espaços culturais, integrando redes de mulheres da música como o WME (Women’s Music Event) e o Coletivo Sonora. No projeto Summit da Cena Eletrônica Brasileira, será responsável por conduzir oficinas formativas, mentorias e apresentação ao vivo no showcase final.Alexandre Pirillo (Produtor Executivo)Produtor cultural com mais de 15 anos de experiência no setor de eventos, festivais e projetos incentivados. Dirige a empresa Alexandre Pirillo Produções, com portfólio que inclui ações multiculturais no Sul do país. Atua com captação de recursos, produção executiva, contratações e logística. Responsável por projetos com grande alcance público e ampla visibilidade de marca junto a patrocinadores.Sandro Horta (Empresário e Palestrante – Gestão de Carreiras e Economia Musical)Empresário artístico e produtor cultural, Sandro Horta é cofundador e gestor do duo brasileiro JetLag Music, um dos projetos de música eletrônica mais reconhecidos internacionalmente, com passagens por festivais como Tomorrowland, Rock in Rio, Lollapalooza e XXXperience.Com mais de 15 anos de experiência no mercado da música, Sandro atua na gestão estratégica de carreiras artísticas, negociação internacional de bookings, licenciamento de obras musicais e desenvolvimento de produtos culturais no setor do entretenimento eletrônico. É também idealizador de painéis e mentorias sobre economia criativa, branding musical e profissionalização do setor eletrônico, tendo participado como palestrante em eventos como WME Conference, Expomusic e Universidade Anhembi Morumbi.Sua abordagem combina visão mercadológica e inovação tecnológica, com ênfase na construção de identidade sonora e posicionamento artístico. No Summit da Cena Eletrônica Brasileira, contribuirá com a mediação de painéis sobre cadeia produtiva, clubes, festivais e gestão artística, além de orientar jovens produtores e DJs sobre estratégias de inserção no mercado nacional e internacional.Luisa Pandolfo (Produtora Cultural e Coordenadora de Produção Executiva)Luisa Fernanda Pandolfo dos Santos é produtora cultural com ampla experiência na elaboração, coordenação e execução de projetos incentivados por leis de fomento à cultura, como a Lei Rouanet e o Pró-Cultura RS. Atua há mais de 10 anos na cena cultural do Sul do Brasil, com ênfase na produção de festivais, eventos formativos e projetos de valorização da diversidade cultural e artística.Especialista em planejamento logístico, prestação de contas e articulação institucional, já coordenou produções em eventos de médio e grande porte como a Rua Aberta Gravataí, Roda Arte, Festival da Cultura Germânica, entre outros. Possui domínio técnico das plataformas SALIC, Mapa da Cultura e Prozis (Equatorial).No projeto Summit da Cena Eletrônica Brasileira, será responsável pela coordenação de produção executiva, incluindo contratações, acompanhamento orçamentário, cronograma técnico, logística de artistas e infraestrutura, assegurando a execução plena das atividades conforme a legislação cultural vigente.DJ Cabeção (DJ, Educador Musical e Articulador Comunitário)DJ Cabeção é um dos nomes mais representativos da cena eletrônica periférica do Sul do Brasil. Com mais de 15 anos de atuação como DJ e educador musical, sua trajetória está marcada pela valorização da cultura de rua, inclusão social por meio da música e difusão da linguagem eletrônica em territórios populares.Reconhecido por suas apresentações em festivais independentes, sound systems e ocupações culturais, é também articulador de projetos de formação voltados a jovens em situação de vulnerabilidade, tendo coordenado oficinas de discotecagem e produção musical em escolas públicas, centros culturais e comunidades urbanas e rurais.Sua identidade sonora mistura elementos do techno, bass music, house e batidas afro-brasileiras, promovendo um repertório autoral e afetivo. No projeto Summit da Cena Eletrônica Brasileira, DJ Cabeção atuará como oficineiro de mixagem com enfoque pedagógico, além de participar do showcase de encerramento com performance ao vivo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.