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"Na Raiz do Sabor" é uma proposta de série documental que investiga como a agricultura familiar brasileira reflete os costumes e identidades culturais de diferentes regiões do país. Este projeto, especificamente, contempla dois episódios de 20 minutos cada. O primeiro será gravado no Sudoeste do Paraná, onde produtores familiares de origem italiana, polonesa e alemã mantêm e reinventam tradições na produção artesanal de queijos e embutidos. No segundo episódio, visitaremos o Sudeste do Pará, destacando as agroflorestas e o cultivo sustentável de cacau e açaí, influenciados pelos saberes indígenas e ribeirinhos.
“Na Raiz do Sabor: por dentro da agricultura familair brasileira” é uma série documental composta por dois episódios de 20 minutos que revelam como a agricultura familiar brasileira expressa a diversidade cultural do país. O primeiro episódio retrata o Sudoeste do Paraná, destacando a tradição dos queijos coloniais e embutidos ligados à herança europeia. O segundo aborda o Sudeste do Pará, onde o cultivo de cacau e açaí em sistemas agroflorestais reflete o conhecimento ancestral de povos indígenas e ribeirinhos. A obra valoriza o trabalho dos pequenos produtores e propõe uma reflexão sobre a relação entre cultura, território e sustentabilidade.Classificação indicativa: livre para todos os públicos.Formato: série documental audiovisual (2 episódios de 20 minutos cada).
Objetivo geralValorizar e difundir os saberes e práticas culturais vinculados à agricultura familiar brasileira, por meio da produção e exibição de uma série documental que mostre a relação entre território, tradição, preservação e produção de alimentos em diferentes regiões do país, retratando as dificuldades enfrentadas, como a de escoar alimentos, adquirir fomento, etc. Assim, será promovida a diversidade e o patrimônio imaterial da cultura brasileira por meio do audiovisual.Objetivos específicos- Produzir dois episódios de 20 minutos sobre a agricultura familiar no Sudoeste do Paraná e no Sudeste do Pará, que visam retratar a influência cultural e histórica na formação das práticas alimentares regionais, valorizando o trabalho de produtores familiares e comunidades tradicionais como guardiões de saberes culturais.- Traduzir o filme para Libras e legendar em português, inglês e espanhol. - Disponibilizar a série em ao menos três plataformas digitais. - Realizar quatro exibições públicas gratuitas, preferencialmente nas comunidades em que os episódios forem gravados e, assim, promover a inclusão e representatividade de diferentes povos e comunidades, como indígenas, ribeirinhos e rurais, fortalecendo o sentimento de pertencimento cultural e possibilitando que públicos historicamente invisibilizados se reconheçam nas narrativas audiovisuais brasileiras.- Gerar trabalho e renda para ao menos sete profissionais da cadeia criativa e técnica do audiovisual.- Alcançar público direto estimado de 1.000 pessoas nas exibições presenciais;- Obter pelo menos 3.000 visualizações online nos primeiros seis meses de lançamento, entre exibição do filme e material de divulgação;- Como contrapartida, realizar uma oficina sobre o processo de produção de documentários em escola pública para adolescentes.
A agricultura familiar é responsável por 70% dos alimentos que chegam ao prato do brasileiro, segundo o Censo Agropecuário do IBGE (2022) e o Conselho Federal de Nutrição. Apesar disso, o setor enfrenta desafios estruturais, como a concentração fundiária e a falta de políticas de valorização simbólica. "Na Raiz do Sabor: por dentro da agricultura familiar brasileira" parte desse contexto para propor um registro audiovisual da cultura agrícola brasileira, reconhecendo a produção de alimentos como manifestação artística, social, política e de sustentabilidade. O projeto enquadra-se nos eixos da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, por promover o patrimônio imaterial, a diversidade cultural, o desenvolvimento regional e a democratização do acesso. A série destaca a agricultura familiar como espaço de resistência ao modelo industrial e financeiro do agronegócio, valorizando o trabalho humano, o conhecimento tradicional e a sustentabilidade ambiental. O episódio do Sudoeste do Paraná enfatiza a criação de pequenos animais, a bacia leiteira e a Rota do Queijo Paranaense, onde famílias preservam técnicas artesanais de produção de queijos e embutidos. Esses produtos simbolizam a fusão entre herança cultural e inovação rural, impulsionando a economia local e o turismo rural gastronômico. Já o episódio do Sudeste do Pará aborda as agroflorestas e o manejo comunitário do cacau e do açaí, práticas baseadas em saberes indígenas e ribeirinhos. O enfoque dialoga com políticas contemporâneas de economia da sociobiodiversidade e com as diretrizes do Plano Nacional de Cultura, que reconhece a relação entre cultura e meio ambiente como eixo estratégico. Do ponto de vista da política cultural, o projeto atua em três frentes complementares: Preservação de patrimônios imateriais, ao registrar saberes, práticas e tradições transmitidos oralmente e vivenciados no cotidiano das comunidades rurais; Educação e formação, ao estimular a reflexão sobre consumo consciente, sustentabilidade e valorização do trabalho familiar no campo; Difusão e acesso, ao disponibilizar o conteúdo gratuitamente em plataformas digitais e em ações públicas de exibição, ampliando o alcance e a inclusão. Desta forma, a série propõe contrapor o discurso homogêneo do progresso rural ao mostrar o valor da produção em pequena escala, da cooperação e da diversidade. Em um mundo marcado pela lógica do lucro e da aceleração, a agricultura familiar oferece um modelo alternativo de futuro, fundado na solidariedade, no tempo do cultivo e na autonomia das comunidades. Além do impacto simbólico, o projeto movimenta a cadeia produtiva da economia criativa, envolvendo profissionais de audiovisual, pesquisa e acessibilidade. O conteúdo será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais e em mostras públicas, garantindo difusão e inclusão social. "Na Raiz do Sabor: por dentro da agricultura familiar brasileira" contribui para o fortalecimento da identidade cultural brasileira e para a construção de um novo olhar sobre o campo: um lugar de cultura, de saberes vivos e de resistência — onde plantar, colher e cozinhar são atos de pertencimento e criação.
O projeto “Na Raiz do Sabor: por dentro da agricultura familiar brasileira” tem como um de seus eixos centrais a valorização da sustentabilidade ambiental e sociocultural. A série aborda a agricultura familiar como prática essencial para o equilíbrio ecológico e para a manutenção da biodiversidade, destacando modos de produção que conciliam o uso racional dos recursos naturais com o fortalecimento das comunidades locais.No Sudoeste do Paraná, as famílias retratadas preservam tradições em suas pequenas propriedades diversificadas, sendo uma parte assentados do Movimento Sem Terra, onde o aproveitamento integral dos insumos e a produção artesanal reduzem o desperdício e o impacto ambiental. Já no Sudeste do Pará, as agroflorestas e sistemas de manejo comunitário revelam a sabedoria ancestral dos povos indígenas, que praticam uma agricultura integrada à floresta, sem desmatamento e com regeneração natural do solo.Ao documentar essas experiências, o projeto estimula o debate sobre formas sustentáveis de produzir e consumir alimentos, contrapondo-se ao modelo intensivo do agronegócio e promovendo a consciência ambiental como parte da cultura brasileira. A obra busca mostrar que sustentabilidade não é apenas uma questão técnica, mas também uma expressão cultural e política, que nasce da relação respeitosa entre pessoas, território e natureza.Durante sua execução, a equipe adotará boas práticas ambientais na produção audiovisual, incluindo o planejamento eficiente de deslocamentos, a redução do uso de materiais descartáveis, o reaproveitamento de recursos e a compensação das emissões de carbono geradas pelas viagens de gravação.Com isso, Raízes do Sabor propõe uma reflexão sobre o papel da cultura na preservação do meio ambiente, ao mesmo tempo em que se compromete, em sua própria realização, com uma produção ética, sustentável e de baixo impacto ecológico.O projeto também se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Agenda 2030 da ONU, especialmente:ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, ao valorizar a agricultura familiar e a produção de alimentos saudáveis e locais;ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis, ao promover práticas produtivas conscientes e o consumo ético;ODS 15 – Vida Terrestre, ao evidenciar modos de cultivo que preservam a biodiversidade e os ecossistemas florestais.Com isso, Raízes do Sabor propõe uma reflexão sobre o papel da cultura na preservação do meio ambiente, ao mesmo tempo em que se compromete, em sua própria realização, com uma produção ética, sustentável e de baixo impacto ecológico.Outro ponto importante é que, embora o projeto “Na Raiz do Sabor: por dentro da agricultura familiar brasileira” destine um percentual de recursos inferior aos 20% previstos para acessibilidade, tal proporção se justifica pela natureza do produto cultural — uma obra audiovisual com número reduzido de peças e produtos derivados. Por se tratar de dois episódios documentais, não há estrutura física de público nem múltiplos eventos presenciais que demandem grandes investimentos em acessibilidade arquitetônica ou logística.Ainda assim, o projeto garante plena acessibilidade de conteúdo, com a entrega de todas as versões acessíveis das obras audiovisuais: legendas e Janela de Libras nas versões digitais. Nas exibições públicas, todos os ambientes serão acessíveis. Essas medidas asseguram acesso integral às pessoas com deficiência, de acordo com as exigências da Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). Dessa forma, o investimento é tecnicamente proporcional às demandas do projeto e suficiente para garantir acessibilidade plena do conteúdo, sem comprometer a execução das demais etapas essenciais da obra.
Minissérie documental de curta metragem com duração de 20 minutos cada episódio, seriados.Formato: 4K UHD, 3840px por 2160pxVideo: 24 quadros por segundoÁudio: Dolby Stereo PCM 2.0Cromia: ColoridoIdioma: PortuguêsLegendas: português, inglês, espanhol.Legendas de acessibilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais. Intérprete de libras. Classificação : Livre
Acessibilidade física:As exibições públicas ocorrerão em locais acessíveis a pessoas com deficiência, garantindo rampas, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeirantes. Acessibilidade de conteúdo:Todas as versões distribuídas do documentário incluirão recursos de acessibilidade, em conformidade com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, sendo legendas para surdos e ensurdecidos; janela em Libras nas versões digitais e nas exibições presenciais; Materiais de divulgação com texto alternativo para imagens, permitindo leitura por softwares de voz. O projeto assegura a participação plena do público com deficiência sensorial, com as exibições sendo adequadas para tal. Todos os materiais de divulgação terão linguagem de fácil entendimento. Equipe:Toda a equipe de produção vai passar por treinamento de acessibilidade cultural, como a ofertada na plataforma Escult ou similar.
A série documental "Na Raiz do Sabor: por dentro da agricultura familiar brasileira" será disponibilizada gratuitamente e em múltiplos formatos de difusão, garantindo amplo alcance e acessibilidade. Após finalizados, os dois episódios serão: Disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais de acesso público, como YouTube e redes sociais, em versões com e sem recursos de acessibilidade (Libras e legendas); Inseridos em circuitos de difusão cultural e educacional, como escolas públicas, universidades, centros culturais e cineclubes; Oferecidos a emissoras públicas e TVs universitárias, mediante licenciamento gratuito não comercial. Essa estratégia visa alcançar tanto o público urbano quanto o rural, especialmente em regiões onde o acesso à produção audiovisual é limitado. As gravações serão abertas ao público que quiser acompanhar o processo de produção. Também serão realizadas exibições públicas gratuitas dos episódios em escolas e espaços culturais do Sudoeste do Paraná e do Sudeste do Pará, regiões retratadas na série. Essas sessões terão mediação de debate com membros da equipe de realização e produtores locais, criando um ambiente de diálogo e troca de saberes sobre cultura, alimentação e sustentabilidade. Em contrapartida ao projeto, realizaremos uma oficina sobre produção documental em escola pública de Pato Branco, incentivando que jovens também entrem para o mercado do audiovisual.
Por ser o idealizadora do projeto e detentora de informações fundamentais sobre o conceito e os conteúdos abordados, a proponente estará envolvido desde a concepção até a finalização. Por isso, exercerá a função de produção executiva, sendo responsável pelo planejamento, acompanhamento e coordenação geral de todas as etapas da realização. Caberá a ela definir cronograma, organizar agendas e contatos, supervisionar a equipe, orientar processos, otimizar prazos e apoiar a tomada de decisões estratégicas. Além da produção executiva, atuará também como roteirista, contribuindo para a estrutura narrativa e a abordagem temática da série, e na assessoria de imprensa, em parceria com Marcilei Cristina Rossi, desenvolvendo estratégias de comunicação e divulgação do projeto junto à mídia e às plataformas digitais.Marcilei Cristina Rossi atuará como roteirista, assessoria de imprensa e produtora. É jornalista formada pela então Faculdade de Pato Branco - FADEP, hoje Afya-Pato Branco, no ano de 2004. É pós-graduação em Comunicação Educação e Artes pela Universidade Paranaense (Unipar), e tem ampla experiência com jornalismo, em especial os projetos culturais. Natural de Pato Branco, morou em Bento Gonçalves - RS de 2009 a 2011, atuando como jornalista. Ao retornar para Pato Branco, passou a fazer parte da equipe do Diário do Sudoeste, onde se dedicou a escrever sobre Política, Economia, Esporte, Cultura e Cotidiano. Em 2019, assumiu a função de editora-chefe, permanecendo na função até junho de 2023. Durante este período, conduziu diversas coberturas jornalísticas e participou da elaboração de diversos projetos especiais. É idealizadora do Conecta Pato Branco e está produzindo o documentário Cabo Dito - Memórias da Favela que Nunca Existiu. Faz assessoria de imprensa para diversas entidades e para projetos culturais, como a Orquestra Violônica de Pato Branco.Patrick Souza será o Diretor, editor e cinegrafista, Graduado em Comunicação Social pela FADEP em 2014, iniciou sua carreia em 2008 como designer gráfico, e em 2015 começou a produzir audiovisual para canais de YouTube, redes sociais e pequenos clientes. Em 2016 fundou o Estúdio Lumio, empresa onde produz filmes institucionais, registro de concertos, espetáculos e também documentários, atuando como diretor, cinematografista e editor. Dirigiu alguns documentários como "Madeira, Tijolo, Concreto" (2021), "No Fluxo do Fole" (2025) e "A Voz dos Muros" (2025), este último, indicado a Melhor Curta Documental, Melhor Direção e Melhor Filme no Festival de Cinema Curucaca. Também fez a direção do registro de vários espetáculos, como "Outro Sul" (2022), "Acordeon Brasileiro" (2023), "Afon" (2025), e de curtas como "Segredo" (2023) e "Duetango" (2024). Em 2025, também pela LPG, dirigiu o podcast "Histórias Coadjuvantes" (2025), e os cursos "Reciclando Ritmo" (2024), "Cultivando Arte" (2024) e Produzindo Harmonia" (2024), todos disponíveis no YouTube. Josiane Carine Wedig será a consultora técnica do projeto. Licenciada e Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Mestre em Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PGDR/UFRGS), Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/ UFRRJ) e doutorado-sanduíche na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS)-Paris. Professora de Sociologia do Departamento de Ciências Humanas e do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). É líder do Grupo de Pesquisa: Gênero, Juventude e Cartografias da Diferença (PPGDR/UTFPR). Realizou pós-doutorado em Sociología na Universidad Autónoma Metropolitana do México (UAM). Realizou pós-doutorado em Antropologia Social na Universidade Estadual de Campinas (PPGAS/UNICAMP). Tem interesse nos seguintes temas de pesquisa: Gênero e feminismos; povos e comunidades tradicionais; movimentos sociais; mudanças climáticas, colonialismo e agriculturas. Wilson Gargioni Neto será o consultor técnico no Pará. Ele é graduando em Agronomia e atua na área de agroflorestas há 8 anos, sendo seu cultivo o cacau.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 26/02/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.