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A Escola de Choro de Porto Alegre irá oferecer aulas gratuitas com um programa de conteúdo voltado para aprendizagem teórico-prática de choro, com professores que atuam profissionalmente na cena local da música e atividades de práticas coletivas semanais. Ao final do programa de aulas os alunos realização uma apresentação pública com a formação de uma grande orquestra de choro.
Violão no Choro – João Vicente Macedo O curso de Violão no Choro abordará o papel fundamental do violão como base harmônica e rítmica do gênero. O repertório será estudado a partir das contribuições de grandes mestres como Dino 7 Cordas, Meira e Raphael Rabello, cujas técnicas revolucionaram o acompanhamento no choro. Os alunos aprenderão a importância das levadas rítmicas, compreendendo os diferentes tipos de batidas e articulações utilizadas no gênero. Além disso, serão exploradas as características da harmonia aplicada ao violão, com ênfase nos encadeamentos tradicionais, uso de acordes dissonantes e rearmonizações. O curso também incluirá um estudo aprofundado das baixarias, elemento essencial no violão de 6 e 7 cordas, permitindo que os alunos desenvolvam um acompanhamento fluido e estilisticamente coerente. Percussão no Choro – Guilherme Sanches A oficina de Percussão no Choro abordará a importância dos instrumentos de percussão na sustentação rítmica do gênero, contextualizando suas origens históricas e suas aplicações práticas. Serão estudados instrumentos como pandeiro, tamborim, ganzá e reco-reco, bem como suas diferentes levadas e variações. A abordagem incluirá as influências rítmicas afro-brasileiras e europeias que moldaram o choro, destacando as contribuições de grandes percussionistas e a evolução dos padrões rítmicos. Além do estudo técnico de acentuação, dinâmica e controle sonoro, os alunos terão a oportunidade de aplicar esses conhecimentos em rodas de choro, desenvolvendo sensibilidade para a interação musical e a improvisação rítmica dentro do estilo. Sopros no Choro – Lucian Krolow O curso de Sopros no Choro será focado nos instrumentos que historicamente protagonizaram a melodia no gênero, como clarinete, saxofone e flauta. A oficina explorará a sonoridade de grandes mestres como Pixinguinha, Altamiro Carrilho e Paulo Moura, analisando suas abordagens interpretativas e ornamentações típicas. Serão trabalhadas técnicas de articulação, fraseado e respiração, com ênfase no desenvolvimento do vibrato e da expressividade. Além disso, os alunos estudarão a improvisação no choro, compreendendo como a melodia pode dialogar com a harmonia e o ritmo. O curso incluirá transcrições e execuções de repertório tradicional, permitindo que os participantes adquiram fluência na linguagem do choro e desenvolvam uma interpretação autêntica do gênero. Cordas Solistas (Bandolim, Cavaquinho Solo e Violino) - Elias Barboza A oficina de Cordas Solistas no Choro abrangerá o estudo do bandolim, cavaquinho solista e violino, analisando as principais técnicas utilizadas nesses instrumentos. A abordagem será fundamentada no estilo de grandes instrumentistas como Jacob do Bandolim, Luperce Miranda e Waldir Azevedo. Os alunos estudarão o desenvolvimento melódico e a construção do fraseado no choro, incluindo técnicas como trêmolo, apogiaturas e cromatismos. Serão explorados exercícios de digitação e independência dos dedos para aprimorar a agilidade e a precisão na execução. Além disso, a oficina enfatizará a importância da interação com o acompanhamento e a expressividade na interpretação do repertório tradicional e contemporâneo do choro. Cavaquinho Centro – Elias Barboza A oficina de Cavaquinho Centro abordará o papel do cavaquinho como instrumento de base rítmica e harmônica no choro. O curso será fundamentado nas abordagens de grandes referências do instrumento, como Luciana Rabello, Canhoto e Jonas Pereira, explorando diferentes padrões rítmicos e variações estilísticas. Os alunos estudarão técnicas essenciais como o repicado, a distribuição da mão direita para diferentes tipos de acentuação e o uso das inversões de acordes para enriquecer o acompanhamento. Também será enfatizado o papel do cavaquinho na interação com o violão e outros instrumentos da base, garantindo uma execução coesa e estilisticamente autêntica. Teclas no Choro (Acordeon e Piano) Matheus Kleber O curso de Teclas no Choro abordará as funções do piano e do acordeon dentro do gênero, explorando tanto o acompanhamento quanto a condução melódica. O estudo será baseado nas abordagens de artistas como Radamés Gnattali, Chiquinha Gonzaga e Sivuca, destacando a aplicação da harmonia e da rítmica nesses instrumentos. Os alunos aprenderão a criar voicings adequados para a linguagem do choro, estudando progressões harmônicas típicas e explorando o papel das tensões e dissonâncias. No acordeon, serão trabalhadas técnicas de articulação, dinâmica e utilização do fole para obter uma interpretação expressiva e estilisticamente coerente. Já no piano, será enfatizada a distribuição das vozes na mão direita e esquerda, permitindo que o aluno compreenda a lógica da condução harmônica no choro. Arranjo Aplicado ao Choro – Matheus Kleber A oficina de arranjo aplicado ao choro tem como objetivo explorar as particularidades desse gênero musical brasileiro, mesclando tradição e inovação. O conteúdo programático da oficina se concentrará na criação de arranjos que respeitam as raízes do choro, ao mesmo tempo em que incentivam a experimentação e adaptação a diferentes formações instrumentais. Durante o curso, os participantes serão introduzidos às características essenciais do choro, como a improvisação, a ornamentação melódica e a interação entre os músicos, com ênfase nas seções de melodias e contramelodias típicas do estilo. A oficina também abordará as técnicas específicas de arranjo para os instrumentos fundamentais do choro, como bandolim, cavaquinho, flauta, clarinete e violão, destacando a leitura rítmica e a fluidez harmônica, características definidoras do gênero. Ao longo da oficina, os alunos serão desafiados a criar arranjos autênticos, que dialogam com a tradição do choro, ao mesmo tempo em que exploram novas possibilidades sonoras dentro dessa rica linguagem musical. Improvisação Aplicada ao Choro – Lucian Krolow O curso de Improvisação Aplicada ao Choro abordará estratégias para o desenvolvimento da improvisação no contexto do choro, explorando tanto a abordagem melódica quanto a harmônica. Serão estudadas as escalas e arpejos mais utilizados no gênero, além do conceito de cromatismos e notas de aproximação. A oficina também analisará solos improvisados de grandes músicos do choro, permitindo que os alunos compreendam padrões melódicos e rítmicos recorrentes. Serão desenvolvidos exercícios práticos de improvisação sobre bases harmônicas do repertório tradicional, estimulando a criação de variações e a construção de discursos musicais coesos e expressivos. Harmonia e Composição de Choro - Elias Barboza A disciplina de Harmonia e Composição de Choro será fundamentada no Manual de Composição do Choro Brasileiro, oferecendo um percurso didático voltado à criação de choros autorais. Durante o curso, os alunos irão estudar as formas estruturais típicas do gênero, como a forma AABBACCA, além de se aprofundar nas progressões harmônicas características do choro. A abordagem melódica incluirá técnicas de desenvolvimento temático, repetição e variação, com análises de obras de grandes compositores como Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim. Além disso, será dada atenção ao papel do contracanto e à interação entre os instrumentos, elementos essenciais para a fluidez e riqueza do choro. Ao longo da disciplina, os alunos serão incentivados a criar, no mínimo, uma peça autoral, aplicando os conceitos e técnicas aprendidos e desenvolvendo seu próprio estilo dentro do universo do choro. Leitura Rítmica no Choro - Guilherme Sanches A oficina de Leitura Rítmica no Choro será voltada ao desenvolvimento da precisão rítmica, fundamental para a execução fluente e estilisticamente autêntica do gênero. Serão estudadas células rítmicas características, como síncopes, contratempos e variações do ritmo de polca e maxixe.
Objetivo Geral Organizar e desenvolver programa fixo de aulas gratuitas de choro aberto à comunidade de Porto Alegre-RS, ampliando a visibilidade do choro como patrimônio cultural e artístico. Objetivo específico - Oferecer 300 vagas regulares nas aulas de bandolim, cavaquinho, violão (seis e sete cordas), percussão, sopros, teclas, além de arranjo, improvisação, leitura rítmica e composição; - Realizar aulas semanais de cada disciplina ao longo de 7 meses de programa; - Realizar encontro semanal de prática coletiva (bandão/orquestra) com a presença de músicos profissionais ou longo de 7 meses de programa; - Produzir e distribuir material didático detalhado e desenvolvido especialmente para o programa; - Oferecer 07 oficinas musicais mensais para professores e educadores da rede pública da região de Porto Alegre-RS; - Produzir e apresentar publicamente 01 espetáculo de conclusão do programa de curso com os alunos e a participação de músicos profissionais.
A música é uma ferramenta essencial na educação e na construção da cidadania. O choro, além de ser uma manifestação artística popular e ao mesmo tempo sofisticada, é um espaço de socialização e transmissão de conhecimento musical. No entanto, seu ensino ainda é limitado a poucos centros especializados, dificultando o acesso de novos músicos a essa tradição. A Escola de Choro de Porto Alegre propõe democratizar o ensino do choro, oferecendo formação acessível a comunidade local. O choro é o primeiro gênero musical genuinamente brasileiro, surgido no século XIX, e consolidou-se como um dos pilares da música popular nacional. Com sua riqueza harmônica e rítmica, influenciou diversos estilos e permanece vivo através de intérpretes e compositores que renovam essa tradição. Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial, o choro tem um papel fundamental na formação musical e na preservação da identidade brasileira. A Escola de Choro de Porto Alegre nasce com a missão de difundir esse gênero musical, proporcionando ensino gratuito de instrumentos e fundamentos teóricos essenciais para sua prática. O projeto quer promover o ensino, a prática e a difusão do choro em Porto Alegre, fortalecendo sua presença na cena cultural da cidade e valorizando seus artistas, num ambiente que estimule e favoreça a troca de experiências entre músicos iniciantes e profissionais. A Escola de Choro de Porto Alegre propõe uma formação musical acessível e estruturada, contribuindo para a preservação e renovação do choro. Ao promover o ensino gratuito, incentivar apresentações públicas e abrir os ensaios à comunidade, a escola fortalece a cena cultural da cidade, democratiza o acesso à música e assegura que o choro continue vivo para as próximas gerações. Buscamos financiamento neste mecanismo de fomento para potencializar as ações do projeto, garantir as medidas de acessibilidade conforme exposto no formulário e oferecer remuneração justa e adequada aos professores e músicos participantes. De acordo com o Art. 1º da Lei nº 8313/91, este projeto se justifica por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atende aos seguintes objetivos do Art. 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
OFICINAS/WORKSHOPS (Produto Principal) As atividades da escola serão desenvolvidas em três eixos principais: Formação Musical na Escola de Choro com aulas teóricas e práticas ministradas por músicos experientes. - Terças-feiras – Aulas de arranjo, improvisação, composição, leitura rítmica. Vagas oferecidas: 30 vagas por turma Total de turmas: 04 Duração das aulas: 120min - Sábados de manhã – Aulas de instrumentos (bandolim, cavaquinho, violão (seis e sete cordas, percussão, sopros, teclas) e ensaio coletivo do Bandão da Escola de Choro. Vagas oferecidas: 30 vagas por turma Total de turmas: 06 Duração das aulas: 120min Duração do ensaio coletivo: 120min Corpo Docente Professor de percussão e Leitura Rítmica- Guilherme Sanches Professor de Sopros e Improvisação - Lucian Krolow Professor de Teclas e Harmonia - Matheus Kleber Professor de Violão - João Vicente Professor de composição de Choro e Bandolim/cavaquinho - Elias Barboza Bandão da Escola de Choro de Porto Alegre – O Bandão da Escola de Choro de Porto Alegre é um espaço de prática orquestral simultânea, no qual todos os alunos, independentemente do nível técnico, participam de ensaios conjuntos. Os encontros permitem que os estudantes tenham contato direto com a experiência da performance coletiva. Os ensaios do Bandão serão abertos ao público, transformando o espaço em um ambiente de compartilhamento musical e incentivo à apreciação do choro. Dessa forma, a comunidade poderá acompanhar o processo de aprendizado dos alunos e se envolver com a cultura do choro de maneira ativa e participativa. Produto Secundário e ações de democratização de acesso e de contrapartida social APRESENTAÇÃO MUSICAL - formatura 01 apresentação de encerramento do programa de aulas, para mostrar o resultado de aprendizagem dos alunos e realizar cerimônia de formatura. Atividade gratuita. Número ingressos disponibilizados: 284 Duração: 120min OFICINAS/WORSHOPS para professores 07 oficinas de musicalização para professores e educadores. Vagas ofertadas: 30 vagas por turma Duração: 120min
OFICINAS/WORKSHOPS (Produto Principal) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços pré-selecionados para as aulas possuem locais de fácil acesso para pessoas com dificuldade de locomoção ou idosos, por meio de rampas ou rotas acessíveis, banheiros adaptados e poltronas ou locais especiais para alocação de cadeiras de rodas. DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as aulas contarão com tradução simultânea em LIBRAS caso se faça necessário e mediante solicitação de aluno inscrito. DEFICIENTES VISUAIS: Serão oferecidas metodologias específicas para alunos cegos ou com baixa visão, ledores para partituras e outras ferramentas pedagógicas que visem contribuir na aprendizagem e acessibilidade de conteúdo. Em todas as peças de divulgação, sempre que tecnicamente viável, teremos o descritivo das imagens e legenda facilitando a compreensão do conteúdo. DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto estará apta a acolher e atender demandas pontuais ou específicas dos alunos, facilitando seu acesso e fruição às aulas e adaptando conteúdos caso se faça necessário. Em todas as peças de divulgação utilizaremos linguagem que facilite a compreensão do conteúdo. APRESENTAÇÃO MUSICAL - FORMATURA (produto secundário) ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde será realizada a possui fácil acesso para pessoas com dificuldade de locomoção, por meio de rampas ou rotas acessíveis, banheiros adaptados e poltronas ou locais especiais para alocação de cadeiras de rodas. DEFICIENTES AUDITIVOS: A apresentação contará com a presença de um tradutor de LIBRAS para as falas do apresentador e outros momentos do cerimonial. DEFICIENTES VISUAIS: A apresentação contará audiodescrição para os momentos do cerimonial. DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não serão utilizadas luzes piscantes ou que causem desconforto. Será permitido o acesso com abafadores de ruídos e acompanhantes terapêuticos caso seja necessário. A equipe do projeto estará apta a acolher e atender demandas pontuais ou específicas do público, facilitando seu acesso e fruição às atividades. Em todas as peças de divulgação dessas atividades utilizaremos linguagem que facilite a compreensão do conteúdo. CONTRAPARTIDA SOCIAL – OFICINAS PROFESSORES (Produto Secundário) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços pré-selecionados para as aulas possuem locais de fácil acesso para pessoas com dificuldade de locomoção ou idosos, por meio de rampas ou rotas acessíveis, banheiros adaptados e poltronas ou locais especiais para alocação de cadeiras de rodas. DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as aulas contarão com tradução simultânea em LIBRAS caso se faça necessário e mediante solicitação de aluno inscrito. DEFICIENTES VISUAIS: Serão oferecidas metodologias específicas para alunos cegos ou com baixa visão, ledores para partituras e outras ferramentas pedagógicas que visem contribuir na aprendizagem e acessibilidade de conteúdo. Em todas as peças de divulgação, sempre que tecnicamente viável, teremos o descritivo das imagens e legenda facilitando a compreensão do conteúdo. DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto estará apta a acolher e atender demandas pontuais ou específicas dos alunos, facilitando seu acesso e fruição às aulas e adaptando conteúdos caso se faça necessário. Em todas as peças de divulgação utilizaremos linguagem que facilite a compreensão do conteúdo. OBS – Os custos das ações previstas para o atendimento deste item estão incluídos na planilha orçamentária em: CUSTOS VINCULADOS/CUSTOS DE DIVULGAÇÃO. Desta forma não será inserida nenhuma rubrica em separado nos outros produtos, a fim de não gerar duplicidade de custo.
As ações de democratização de acesso previstas na Sessão II da IN 23 de 2025 serão organizadas da seguinte forma: Em atendimento ao Art. 46 que determina sobre as doações e vendas de produtos resultantes do projeto, informamos que as vagas para oficinas/workshops relacionados ao produto principal serão distribuídas gratuitamente conforme detalhamento no plano de distribuição e descrição abaixo. OFICINAS/WORKSHOPS (produto principal): DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS GRATUITAS: Expectativa de público atingido: 240 vagas (24 vagas por turma). Vagas abertas para comunidade em geral, ocupação por ordem de inscrição. POPULAÇÃO VULNERÁVEL: Vagas destinadas: 60 (somadas todas as turmas). Serão asseguradas vagas especialmente destinadas jovens e adultos situação de vulnerabilidade social e alunos de escolas públicas nas cidades atendidas pelo projeto, correspondendo a 20% das vagas previstas, conforme plano de distribuição, atendendo assim Art. 47 da IN em vigor. APRESENTAÇÃO MUSICAL (produto secundário): DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE INGRESSOS Expectativa de público atingido: 284 pessoas. Distribuição de ingressos online. O projeto adotará ainda, em atendimento ao Art 47 da IN 23 de 2025, a seguinte medida de ampliação de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; OFICINA/WORKSHOP (contrapartida – ampliação de acesso): Serão oferecidas oficinas mensais de capacitação para educadores e professores da região de Porto Alegre, com o objetivo de introduzir metodologias que promovam o ensino e a utilização de recursos musicais em sala de aula, estimulando a criatividade, a sensibilização e ampliando o conhecimento cultural dos participantes. As oficinas terão assuntos e temáticas novas a cada mês e poderão ser cursadas individualmente, ou seja, não será obrigatória a participação dos inscritos em todas as oficinas. 07 oficinas longo do período de execução do projeto Ministrantes: a definir Vagas: 210 pessoas (30 vagas por oficina) Duração: 120min (cada evento) Público-alvo: Educadores e professores Atividade gratuita
Elias Barboza Proponente – Direção Artística, Professor e Arranjador Destacado bandolinista, compositor, arranjador e educador musical gaúcho, natural de Porto Alegre. Seu trabalho teu um direcionamento especial para música instrumental brasileira e a inserção da linguagem e dos instrumentos da música popular brasileira para o formato da música de concerto. Para isto já compôs dois concertos: a Suíte do Choro Contemporâneo e Fantasia Jacobeana. Um trabalho fruto de sua experiência como solista de diversas orquestras nos últimos anos. A Suíte do Choro Contemporâneo teve sua estreia no dia 2 de setembro de 2018 com Orquestra da Ulbra e Elias Barboza Quinteto no Leopoldina Juvenil. O bandolinista também possui um CD, juntamente com Regional Ponto a Ponto, lançado em 2012, intitulado “Puro Sentimento” que obteve quatro indicações ao Prêmio Açorianos de Música. Seu mais novo trabalho “Luminoso” foi lançado em 2018 com seu grupo Elias Barboza Quinteto em Porto Alegre e em 2019 no RJ e ganhou MELHOR DISCO INSTRUMENTAL e MELHOR COMPOSITOR, no Prêmio Açorianos de Música. Elias Barboza também atuou como professor da Oficina de Choro do Santander Cultural por dios anos e integra junto com os outros docentes o Sexteto Gaúcho, que em 2019 lançou o CD Bicho Solto. O grupo ministrou Oficina de Choro em 2018 e 2019, no Festival Internacional SESC Pelotas, além se solar a Suíte Retratos com Orquestra. Em 2018 o grupo Elias Barboza Quinteto foi o grande vencedor do festival Musicanto em Santa Rosa /RS. A composição de Elias, Quando Samba Chora, ganhou melhor melodia, melhor arranjo e melhor música instrumental. João Vicente Macedo Professor e músico convidado João Vicente Macedo é um exímio violonista sete cordas gaúcho, natural de Porto Alegre/RS. Conta com um vasto currículo de gravações, concertos com orquestras, shows e projetos culturais em vários estados Brasileiros, além de países como Argentina, Chile, Uruguai. Como violonista sete cordas desde a década de 80, realizou a primeira gravação profissional aos 13 anos. Já atuou ao lado de músicos e artistas como Plauto Cruz Jessé Silva, Rogério Piva, Jamelão, Altamiro Carrilho, Izaías do Bandolim, Jerônimo Jardim, Cauby Peixoto, Lucinha Lins, Elias Barboza, entre outros. Em festivais já foi premiado como melhor instrumentista por várias vezes e atualmente atua ao lado do bandolinista Elias Barboza em gravações, shows, festivais e rodas de choro, como a que ocorre todo sábado no Choro Jazz Café, onde se reúnem vários músicos do gênero para duas horas de música genuína instrumental brasileira. Matheus Kleber Professor e músico convidado Matheus Kleber é acordeonista e pianista. Graduado em Composição Musical pela UFRGS e mestre em Estudos Instrumentais e Performance Musical na UNICAMP. É professor na FUNDARTE e no projeto OUVIRAVIDA. Participou de mais de 80 discos, entre eles IDA, trabalho autoral em duo com o violonista e bandolinista Pedro Franco e o CD Congruências, seu primeiro álbum solo lançado em 2016. Faz shows ao lado de artistas consagrados como Os Fagundes, Nelson Coelho de Castro, Filipe Catto, entre outros. Como solista e arranjador, atuou com as orquestras: SESI/FUNDARTE, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA. Guilherme Sanches Professor e músico convidado Natural de Porto Alegre iniciou as atividades musicais no ano de 1997, participando de festivais de música no estado do Rio Grande do Sul. Foi aluno de Luiz Machado, na primeira turma da Oficina de Choro Santander Cultural em 2004. Em 2005 ingressou no Conservatório Pablo Komlós, da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, onde estudou com os professores Samir Haten e Tiago Barcellos. Participou do II, III, IV, V, VI e VII Festivais Nacionais de Choro. Em 2013 ingressou na Escola Portátil de Música/RJ, referência mundial no ensino e difusão da linguagem musical brasileira, sendo aluno de Jorginho do Pandeiro, Celsinho Silva, Oscar Bolão e Marcus Thadeu. Participou de cursos e oficinas pelo Brasil ministrados por Naná Vasconcelos, Hermeto Pascoal, UAKTI, Marcos Suzano, Fernando do Ó, Ari Colares, Ney Rosauro entre outros. Na área de educação musical atua desde 2003, tendo passado por inúmeros espaços educacionais do RS. Em 2011 foi contemplado com o projeto “OUVIRUNDUM” pelo edital “Concertos Didáticos Funarte”, em 2012 pelo edital “Décio Freitas Fumproarte”, em 2013 pelo “Prêmio Funarte de Música Brasileira” com o projeto “PIXINGANDO”, em 2014 pelo “FAC das Artes” com projeto “INVENSOM”. Ministrou oficinas de percussão nas universidades UCS/Caxias do Sul, UNIPAMPA/Bagé, EST/São Leopoldo, IPA/POA e UFPEL/Pelotas. Ministrou mais de 50 oficinas de música dentro das 4 edições do POA JAZZ FESTIVAL. Nos anos de 2017 e 2018, foi professor da Oficina de Choro Santander Cultural. Em 2018 e 2019 foi professor no Festival Internacional SESC de Música de Pelotas. Atualmente é professor da Ong Sol Maior, que trabalha com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Acompanhou em apresentações e gravações artistas como: Conjunto Época de Ouro (esteve ao lado de Jorginho do Pandeiro, Ronaldo do Bandolim, Antônio Rocha e Toni Azeredo na Rádio Nacional em 2013), Déo Rian, Ademilde Fonseca, Avendano Júnior, Plauto Cruz, Darcy Alves, Luís Barcelos, Nilze Carvalho, Pedro Miranda, Moacyr Luz, Gabriel Cavalcante, Moyseis Marques, Luiz Carlos Borges, João de Almeida Neto, Tonho Crocco, Nani Medeiros, Samuca do Acordeom, Elias Barboza, Mathias Pinto, Fernando Leitzke entre outros. Hoje atua em diversos projetos musicais com destaque para os grupos “Samba e Amor” e “Sexteto Gaúcho”. Lucian Krolow Professor e músico convidado Bacharel em Flauta Transversal pela Universidade Federal de Pelotas, Lucian atua como flautista, compositor e arranjador em diversos trabalhos ligados a música brasileira, se apresentando nos principais palcos do Brasil e nos Estados Unidos. Possui dois discos, “Balanço Diferente” trabalho solo gravado em 2022 no Rio de Janeiro e “Bicho Solto” com o grupo Sexteto Gaúcho. Em 2018 atuou como protagonista do filme “Plauto, um sopro musical” em homenagem ao flautista porto-alegrense. Na área da educação, desenvolve workshops e cursos sobre a linguagem do Choro em diversos Encontros e Festivais de Música, como o “III International Choro Festival” em Nova Iorque, "8°, 9°, 10º, 11º e 12º Festival Internacional Sesc de Música” em Pelotas e “6º, 7º e 8º Encontro de Flautistas do RS”. Nos anos de 2017 e 2018 foi professor da Oficina de Choro do Santander Cultural em Porto Alegre. Juliana Brondani Coordenação Administrativa Especialista em Gestão Cultural - Senac RS (2010) e Bacharel em Teatro – habilitação direção teatral - UFRGS (2008). Como gestora cultural, desenvolve projetos e produtos culturais; projetos de gestão de espaços de arte; ativação de patrocínios culturais; desenvolvimento de programas de patrocínio para empresas privadas e captação de recursos. Em sua experiência profissional na área de produção e gestão de eventos destaca a passagem pelas empresas: Opus Promoções (2010 – 2014), Maria Cultura (2015), Grupo RBS (2009) e Cômica Cultural (2001 – 2008). Nos últimos anos desenvolveu projetos próprios: Festival dos Pitocos (vencedor do edital SEDAC/RS - FAC Regional 2016) e Estações Kombina (vencedor do edital SEDAC/RS FAC Literatura 2017). Realizou a gestão de projetos viabilizados por meio de leis de incentivo à cultura em parceria com outros produtores: Sereno Canto, Let’s Jazz, Circuito da Alegria (4 edições) e Rindo Afú – ambos realizados através da Lei federal de Incentivo à Cultura (PRONAC); Festival Olhe Pra Cima (4 edições), MAAPA – Mostra de Arte Aberta Porto Alegre e Suave_Cine Quintal, realizados através da LIC-RS PRO-CULTURA.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.