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PRONAC 2516022Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Pira Coletiva apresenta Fortal Sem Cena

LOTUS PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV. Websérie (Artigo 18)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-03-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

O projeto Fortal Sem Cena realizará uma temporada de videocast com 10 episódios sobre a cena musical independente do Ceará, acompanhada de duas oficinas formativas gratuitas voltadas à autogestão e produção artística, e de um festival de encerramento com apresentações de artistas locais e convidado nacional. A proposta integra formação, difusão e democratização do acesso à cultura, fortalecendo a visibilidade da música cearense contemporânea.

Sinopse

O Fortal Sem Cena é uma ação cultural e audiovisual que propõe fortalecer a cena musical independente do Ceará por meio de três produtos integrados: um videocast musical, um festival de encerramento e duas oficinas formativas gratuitas, articulando formação, difusão e democratização do acesso à cultura contemporânea. Classificação indicativa: Livre. 1. Videocast “Fortal Sem Cena – 1ª Temporada”Série audiovisual composta por 10 episódios de 20 a 30 minutos cada, reunindo artistas cearenses e convidados nacionais em conversas, reações e performances musicais. O programa aborda a música como ferramenta de resistência e criação coletiva, discutindo temas como autogestão, identidade, tecnologia e cultura popular. Os episódios serão veiculados gratuitamente nas plataformas digitais (YouTube, Spotify e Instagram), com legendagem descritiva e audiodescrição, garantindo acessibilidade e alcance nacional. Classificação indicativa: Livre. Gênero: Série documental musical. 2. Festival “Fortal Sem Cena – Encerramento”Evento musical presencial com apresentações de artistas participantes do videocast e convidados especiais, entre eles Pira Coletiva, O Cheiro do Queijo, Matheus Fazendo Rock e Russo Passapusso (atração nacional). O festival celebra a diversidade da nova música cearense, integrando criações das oficinas formativas, performances colaborativas e projeções audiovisuais. O evento contará com ingresso popular de R$ 30,00, cotas sociais gratuitas e meia-entrada, garantindo o acesso de públicos diversos. Classificação indicativa: Livre. Gênero: Espetáculo musical e performance cultural. 3. Oficinas Formativas “Autonomia Criativa e Produção de Conteúdo”Duas oficinas gratuitas de 20 horas cada, destinadas a jovens artistas e produtores culturais (total de 40 participantes), com foco no desenvolvimento de competências em autogestão artística, produção musical e comunicação digital. Os participantes criarão conteúdos autorais e planos de carreira, apresentados nas redes do projeto e durante o festival de encerramento. Classificação indicativa: Livre. Gênero: Formação artística e cultural (curso de curta duração).

Objetivos

Objetivo GeralFortalecer a cena musical independente do Ceará por meio da realização do videocast Fortal Sem Cena, integrando formação, produção e difusão cultural em um mesmo projeto. A iniciativa busca ampliar o acesso de jovens artistas, produtores e comunicadores às ferramentas de autogestão e criação de conteúdo, ao mesmo tempo em que registra, valoriza e difunde a diversidade sonora cearense. Com duas oficinas formativas gratuitas e um festival de encerramento de ingresso popular, o projeto consolida uma rede colaborativa de artistas, fomenta a economia criativa local e promove a democratização do acesso à música e ao audiovisual contemporâneo, em diálogo com as novas tecnologias e os desafios culturais do presente.Objetivo específicoProduzir e lançar 10 episódios inéditos do videocast Fortal Sem Cena, apresentando artistas cearenses de diferentes estilos e gerações, destacando a diversidade e a inovação da música independente local;Promover duas oficinas formativas gratuitas voltadas à autogestão, produção de conteúdo e comunicação digital, destinadas a jovens artistas e produtores culturais, estimulando competências criativas e empreendedoras;Realizar o Festival Fortal Sem Cena, evento de encerramento com ingresso popular, cotas sociais e transmissão online gratuita, reunindo artistas participantes do videocast, nomes da nova cena musical e convidado nacional;Registrar, difundir e disponibilizar gratuitamente todos os conteúdos nas plataformas digitais, assegurando acessibilidade, alcance público e permanência dos materiais;Fortalecer redes colaborativas e consolidar uma plataforma contínua de formação, visibilidade e intercâmbio para artistas independentes do Ceará, contribuindo para o desenvolvimento simbólico, social e econômico da cadeia produtiva da música.

Justificativa

O projeto Fortal Sem Cena propõe-se a utilizar o Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) para ampliar o alcance e o impacto público de uma iniciativa independente já consolidada na cena musical cearense. Criado em 2024 pela banda Pira Coletiva, o programa promove a difusão de artistas locais por meio de vídeos semanais de reação musical, somando mais de 70 episódios publicados, com média de 7,6 mil visualizações por vídeo, alcance de 5 mil contas e 437 interações por publicação. Esses resultados comprovam o potencial cultural e social do projeto e o engajamento orgânico de seu público.Com o apoio do incentivo fiscal, o Fortal Sem Cena busca profissionalizar e expandir essa ação, transformando-a em um programa completo de formação, difusão e produção audiovisual. O projeto prevê três produtos integrados:uma temporada de videocast com 10 episódios inéditos,duas oficinas formativas gratuitas, eum festival de encerramento com ingresso popular e cotas sociais gratuitas.A proposta se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por estimular a produção, distribuição e acesso a bens culturais e por valorizar o pluralismo cultural e a diversidade regional. Também atende aos objetivos do Art. 3º, especialmente: I — estimular a criação, produção e difusão de bens culturais e artísticos; II — promover a universalização do acesso à cultura; IV — incentivar a diversidade cultural e o fortalecimento das expressões regionais; V — promover a formação de recursos humanos para a cultura; VI — valorizar e difundir as manifestações culturais e artísticas locais.Cada produto do projeto reflete diretamente esses princípios:o videocast cumpre os incisos I e VI ao difundir e registrar a produção autoral cearense contemporânea, fortalecendo a identidade regional;as oficinas formativas correspondem ao inciso V, ao promover capacitação gratuita em autogestão, comunicação artística e produção de conteúdo;o festival realiza na prática os incisos II e IV, ao promover acesso democrático, diversidade cultural e integração de públicos.A relevância da proposta foi reforçada por pesquisa aplicada com artistas participantes das edições anteriores, que destacaram o Fortal Sem Cena como ação essencial de visibilidade, reconhecimento e pertencimento para a cena autoral local. Os participantes manifestaram interesse em novas etapas com formações, festivais e colaborações, comprovando a demanda social e simbólica por essa ampliação.A Pira Coletiva, proponente do projeto, é formada por artistas atuantes desde 2022 na cena de música experimental de Fortaleza, desenvolvendo o estilo "rock massaférico", que mescla elementos digitais e ritmos nordestinos. O grupo já se apresentou em espaços como o Cineteatro São Luiz, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Festival de Música da Ibiapaba e Festival Ceará Tem Pop, além de lançar o EP Futuro Retrovisor, produzido por Russo Passapusso (BaianaSystem). Essa trajetória atesta a competência técnica e a relevância artística do proponente para execução do projeto.O Fortal Sem Cena também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, destacando:ODS 4 (Educação de Qualidade) — ao oferecer oficinas que desenvolvem competências criativas e profissionais;ODS 5 (Igualdade de Gênero) — ao garantir representatividade feminina e LGBTQIAPN+ nas formações e no festival;ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico) — ao impulsionar a economia criativa e remunerar artistas e técnicos;ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) — ao descentralizar o acesso à cultura e ocupar espaços públicos;ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação) — ao articular redes colaborativas entre artistas, coletivos e instituições culturais.Assim, o Fortal Sem Cena justifica-se como uma proposta de interesse público e relevância artística, que utiliza o audiovisual, a formação e o festival como instrumentos de transformação social e fortalecimento da identidade musical cearense. O uso do incentivo fiscal é estratégico para profissionalizar uma iniciativa já testada e reconhecida, assegurando maior impacto simbólico, social e econômico na difusão da música independente brasileira contemporânea.

Estratégia de execução

A banda Pira Coletiva surgiu em Fortaleza, Ceará, em 2022, formada por artistas com experiências diversas em música, audiovisual e comunicação. O grupo se destacou rapidamente por propor uma estética sonora que mistura elementos eletrônicos, dub, guitarras distorcidas e ritmos regionais, em uma linguagem que eles mesmos definem como “rock massaférico”. Suas composições abordam temas como corpo, tecnologia, resistência e cotidiano urbano, transformando a arte em ferramenta de provocação e construção coletiva.Desde o início, a banda adotou uma postura colaborativa e articuladora na cena, tornando-se referência entre jovens artistas e produtores independentes. Em 2024, lançou nas redes sociais o projeto Fortal Sem Cena, um programa de vídeos curtos em formato de reação musical, criado de forma caseira e espontânea. O projeto nasceu da percepção de que, apesar da abundância criativa, a música autoral cearense carecia de espaços de visibilidade e crítica construtiva. A iniciativa se propôs, então, a valorizar os artistas locais e a fortalecer a circulação de suas obras, reagindo e comentando semanalmente lançamentos autorais.Em pouco mais de um ano, o Fortal Sem Cena produziu mais de 70 episódios, apresentando mais de 100 artistas cearenses e alcançando milhares de visualizações orgânicas. O canal tornou-se uma plataforma de difusão cultural e curadoria independente, reconhecida pelo público e pelos próprios artistas. Entre os nomes já contemplados estão Camaleoa, Mateus Fazendo Rock, Os Bardos, Mulher Barbada, Nega Lu e Abu da Pereba, representando uma geração que mistura pop, reggae, rap, experimental e música eletrônica com identidade nordestina.Uma pesquisa aplicada aos artistas participantes revelou dados importantes: mais de 90% relataram aumento de visibilidade após sua participação e 80% destacaram o fortalecimento de vínculos com outros artistas. Muitos apontaram o Fortal Sem Cena como o único espaço de mídia espontânea voltado exclusivamente à cena autoral de Fortaleza. Entre os depoimentos, destaca-se o reconhecimento do projeto como “um espelho da diversidade e potência da música cearense”, evidenciando seu impacto simbólico na formação de uma rede colaborativa.Esses resultados confirmaram a importância do Fortal Sem Cena como um movimento de articulação cultural, impulsionando a decisão da banda de transformá-lo em uma proposta mais estruturada, com formação, registro audiovisual e evento presencial. O projeto que agora se apresenta à Lei Rouanet surge como a evolução natural dessa experiência, consolidando um espaço de valorização, pesquisa e difusão da música independente cearense. A Cena Autoral de FortalezaA capital cearense vive um momento singular de efervescência musical. Coletivos, bandas e artistas solos vêm produzindo obras autorais com forte apelo identitário, mesclando linguagens populares e contemporâneas. É uma geração que não depende de gravadoras nem de estruturas tradicionais: opera com autogestão, tecnologia e redes colaborativas.No entanto, esse movimento ainda enfrenta desafios estruturais. Há poucos espaços de exibição, quase nenhuma mídia dedicada à música local e um circuito de festivais restrito. Muitos artistas lançam seus trabalhos de forma independente, sem recursos para divulgação ou assessoria. Nesse contexto, o Fortal Sem Cena surge como plataforma de fortalecimento e reconhecimento, preenchendo uma lacuna entre o fazer artístico e a visibilidade pública.A proposta também dialoga com uma tradição de resistência cultural de Fortaleza, cidade que historicamente abriga movimentos de contracultura, festivais independentes e coletivos artísticos que impulsionam novas linguagens. O projeto se alinha a essa genealogia, mas o faz com uma linguagem atualizada, digital e conectada às práticas de comunicação contemporânea. Impacto Simbólico e ContinuidadeO Fortal Sem Cena atua em dois planos: como arquivo vivo da nova música cearense e como plataforma de intercâmbio entre artistas e público. Ele registra uma geração que cria com recursos limitados, mas com alta capacidade inventiva, e que utiliza as redes como território de expressão. O projeto busca não apenas ampliar o alcance desses artistas, mas também preservar sua memória e narrativas por meio de registros audiovisuais acessíveis.A partir da experiência acumulada na primeira fase, a banda pretende estruturar o Fortal Sem Cena como um projeto permanente de difusão cultural, que pode ter novas edições em diferentes formatos e cidades. A proposta aprovada pela Lei Rouanet representa o marco inaugural dessa expansão institucional, mantendo o caráter colaborativo e independente que deu origem ao movimento. Plano de Comunicação e DifusãoA comunicação do projeto será coordenada pela Lótus Produções, sob direção de Morgana Staskoviak, com foco em engajamento orgânico e expansão do alcance nacional. A estratégia está dividida em quatro etapas:1. Pré-lançamento: criação da identidade visual do projeto, teasers e chamadas nas redes sociais, com destaque para os artistas convidados. 2. Execução: cobertura audiovisual das gravações, oficinas e bastidores, produzindo conteúdos curtos (reels, teasers, entrevistas) para circulação simultânea nas redes do projeto. 3. Festival: divulgação concentrada com releases, parcerias com rádios e veículos culturais, e ações de mídia local e digital. 4. Pós-projeto: publicação de vídeos-resumo, playlists colaborativas e materiais formativos, consolidando o Fortal Sem Cena como canal ativo de difusão da música cearense.A comunicação utilizará múltiplas plataformas (YouTube, Instagram, Spotify, TikTok), integrando estratégias de tráfego orgânico e segmentação geográfica. O conteúdo seguirá linguagem acessível e inclusiva, com legendas e audiodescrição, reforçando o compromisso de democratização do acesso. Síntese FinalO Fortal Sem Cena é um movimento que nasceu da escuta atenta à cena e cresceu pela força da coletividade. Através da trajetória da Pira Coletiva, a proposta se consolida como um projeto de relevância sociocultural e de impacto comprovado, fundamentado em resultados reais de engajamento e transformação simbólica.Mais do que um projeto de difusão, o Fortal Sem Cena é uma plataforma de pertencimento, um espaço de reconhecimento para quem faz música fora dos grandes centros, e um gesto de afirmação da cultura cearense como potência criativa nacional.

Especificação técnica

1. Videocast “Fortal Sem Cena – 1ª Temporada”Tipo de produto: Série audiovisual documental de temática musical Formato: 10 episódios + 1 trailer + 1 episódio especial (making of) Duração por episódio: 20 a 30 minutos Duração total estimada: 300 minutos de conteúdo original Periodicidade: 1 episódio por semana (veiculação digital) Classificação indicativa: Livre Gênero: Série documental musicalLocações e estrutura: As gravações ocorrerão em estúdio e em locações culturais da cidade de Fortaleza/CE, com ambientação cenográfica minimalista, iluminação LED e elementos visuais inspirados na estética da cena musical cearense contemporânea.Equipe técnica principal: Direção geral, direção de fotografia, captação de áudio, operador de câmera, assistente técnico, edição e finalização, designer gráfico, social media e coordenação de produção.Materiais e equipamentos: Câmeras DSLR e mirrorless com lentes fixa e zoom, gravadores de áudio externos, microfones de lapela e condensadores, iluminação LED, painéis difusores, tripés, estabilizadores e fundo chroma.Formato técnico de entrega: Full HD (1920x1080p), som estéreo 48 kHz, 25 fps, codificação H.264.Pós-produção: Edição em softwares profissionais (DaVinci Resolve / Adobe Premiere), trilha sonora original, correção de cor, mixagem de som, legendagem descritiva e audiodescrição.Acessibilidade:Legendas descritivas e audiodescrição em todos os episódios;Publicação em plataformas acessíveis (YouTube, Spotify e Instagram).Entrega e difusão: Publicação gratuita e permanente nas plataformas digitais, com republicação de cortes e teasers nas redes sociais do projeto e dos artistas participantes. 2. Oficinas Formativas “Autonomia Criativa e Produção de Conteúdo”Tipo de produto: Curso de curta duração (oficina formativa) Formato: 2 oficinas presenciais de 20h cada (total 40h) Vagas: 20 participantes por oficina (total de 40) Carga horária: 20h por oficina (5 encontros de 4h) Classificação indicativa: Livre Público-alvo: Jovens artistas, produtores e comunicadores culturais de 15 a 29 anos Período de realização: Junho e julho de 2026 Acesso: Gratuito (contrapartida social do projeto) Oficina 1 – Produção Musical Independente e Autogestão ArtísticaObjetivo: Capacitar jovens artistas e produtores culturais para compreender o ciclo completo da produção musical independente e desenvolver estratégias de autogestão e sustentabilidade criativa.Conteúdo programático:Panorama da música independente no Ceará e no BrasilPlanejamento e posicionamento artísticoProdução musical low budgetDireitos autorais e economia criativaAutogestão e sustentabilidade de carreiraMetodologia: Aulas teóricas e práticas com dinâmicas colaborativas, estudos de caso e exercícios de planejamento. Cada participante desenvolverá um mini plano de carreira e uma performance experimental, apresentada no festival.Recursos e materiais: Projetor multimídia, sistema de som, microfones, computador, flipchart, material impresso e digital, softwares livres de edição de áudio. Oficina 2 – Comunicação e Produção de Conteúdo para Música e CulturaObjetivo: Capacitar jovens criadores a planejar e produzir conteúdos digitais de divulgação artística, fortalecendo a autonomia comunicacional e o engajamento de projetos culturais.Conteúdo programático:Comunicação cultural e identidade visualStorytelling e roteirização de vídeos curtosCaptação audiovisual com celularEdição de vídeos e publicação em redesÉtica e acessibilidade digitalMetodologia: Oficina prática com experimentação audiovisual. Os participantes produzirão um conteúdo autoral (reel, teaser ou videoclipe curto) divulgado nas redes do projeto.Recursos e materiais: Celulares, tripés, microfones de lapela, iluminação portátil, projetor multimídia, computadores e softwares livres (CapCut, Canva, DaVinci Resolve). Acessibilidade nas oficinas:Intérprete de Libras sob demanda, caso haja participantes que necessitem;Linguagem inclusiva e material pedagógico digital acessível;Apoio técnico e mediação para uso de equipamentos.Projeto pedagógico: As oficinas configuram um percurso formativo de curta duração, articulando teoria e prática para o desenvolvimento de competências criativas e profissionais. Cada oficina gera um produto tangível — plano de carreira ou conteúdo audiovisual — e um material pedagógico digital (PDF) com orientações e referências sobre autogestão e comunicação artística. 3. Festival “Fortal Sem Cena – Encerramento”Tipo de produto: Espetáculo musical e performance cultural Formato: Evento presencial de 1 dia (aprox. 6h de duração) Participações: Pira Coletiva (banda proponente), O Cheiro do Queijo, Matheus Fazendo Rock, Russo Passapusso (atração nacional) e artistas convidados do videocast e das oficinas. Local: Espaço cultural em Fortaleza/CE (a definir) Público estimado: 1.000 pessoas Ingresso: Valor popular (R$ 30,00) com cotas sociais gratuitas e meia-entrada garantida Classificação indicativa: LivreEstrutura técnica: Palco de médio porte, sistema de som PA completo, iluminação cênica, painéis de LED, backline para bandas, camarins, áreas de convivência e acessibilidade física.Materiais e equipamentos: Palco, cobertura, som, luz, energia elétrica, gerador, gradil, tenda de produção, banheiros químicos adaptados e equipamentos de captação audiovisual.Equipe técnica: Produtor executivo, coordenador técnico, iluminador, operador de som, equipe de montagem, roadies, intérprete de Libras (sob demanda), equipe de limpeza e segurança.Registro audiovisual: Captação profissional multicâmera e edição de um episódio especial (20 minutos) integrado à temporada do videocast.Acessibilidade:Rampas de acesso e banheiros adaptados;Área reservada para PCD e cadeirantes;Sinalização visual e atendimento prioritário. 4. Materiais Complementares: Publicações DigitaisTipo de produto: Publicações digitais e material de difusão complementar Formato:Material pedagógico digital (PDF) — 20 páginas, com orientações e síntese das oficinas;Playlist colaborativa (Spotify/YouTube Music) — reúne músicas dos artistas participantes do projeto. Acesso: Gratuito e permanente. Finalidade: Ampliar a difusão dos conteúdos formativos e o legado artístico e educativo do projeto.

Acessibilidade

O projeto Fortal Sem Cena garante condições de acessibilidade física e de conteúdo em todas as suas etapas, assegurando o acesso, a participação e a fruição cultural de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nas atividades formativas, gravações e no festival de encerramento.Acessibilidade Física: Os espaços que receberão as ações presenciais do projeto serão escolhidos com base em critérios de acessibilidade e adequação à mobilidade, priorizando locais que já disponham de rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas de circulação acessíveis, sinalização tátil e visual, corrimãos e assentos reservados. Caso haja necessidade de adequações temporárias, serão adotadas sinalizações complementares e apoio operacional para garantir o conforto e a segurança de todos os participantes.Acessibilidade de Conteúdo: Serão implementadas medidas voltadas à compreensão e inclusão de diferentes públicos, garantindo acessibilidade comunicacional e sensorial aos produtos e atividades do projeto, tais como:Legendagem descritiva em todos os episódios do videocast e nos vídeos de divulgação digital;Audiodescrição nos conteúdos audiovisuais principais;Linguagem acessível e inclusiva nos roteiros, comunicações e materiais pedagógicos;Intérprete de Libras durante as oficinas somente caso haja inscrição de participante que necessite do recurso, conforme as orientações do Manual do Proponente;Mediação cultural e atendimento prioritário durante o festival, garantindo acolhimento e acesso ampliado às pessoas com deficiência.Essas ações asseguram que o projeto seja acessível em suas dimensões física, comunicacional e simbólica, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e alinhando-se às diretrizes do Ministério da Cultura e aos princípios de inclusão e cidadania cultural previstos na Lei nº 8.313/91.

Democratização do acesso

O Fortal Sem Cena tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, promovendo o equilíbrio entre sustentabilidade econômica, acessibilidade e inclusão social. Todas as ações do projeto foram estruturadas para garantir ampla participação do público e difusão gratuita de seus conteúdos artísticos e formativos, em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91.Distribuição e acesso aos produtos: Os 10 episódios do videocast Fortal Sem Cena serão disponibilizados gratuitamente nas plataformas digitais YouTube, Spotify e Instagram, com legendagem descritiva e audiodescrição, assegurando acesso universal e permanente. Os materiais pedagógicos produzidos nas oficinas formativas também serão distribuídos de forma gratuita, em formato digital (PDF e vídeo-resumo), reforçando o caráter educativo e multiplicador da iniciativa.Festival Fortal Sem Cena: O festival será o evento culminante do projeto e contará com ingresso popular no valor simbólico de R$ 30,00, com público estimado de 1.000 pessoas. Serão ofertadas cotas sociais gratuitas (25% do total de ingressos) e meia-entrada destinadas a estudantes, artistas independentes, pessoas com deficiência, beneficiários de programas sociais e moradores de territórios periféricos. Além disso, convites gratuitos serão distribuídos em parceria com escolas públicas, instituições culturais e coletivos locais, assegurando a presença de públicos diversos e prioritários. Essa política de acesso busca equilibrar a viabilidade econômica com a função social do projeto, ampliando o alcance sem restringir o direito de acesso à cultura.Comercialização: A bilheteria do festival constitui fonte complementar de sustentabilidade e sua arrecadação — estimada em R$ 30.000,00 — será integralmente revertida para custos operacionais, ações de acessibilidade e cachês artísticos, conforme planilha orçamentária anexa. Os demais produtos (videocast e oficinas) não serão comercializados, sendo disponibilizados gratuitamente, garantindo o cumprimento das contrapartidas públicas previstas pela Lei Rouanet.Ampliação de acesso e contrapartidas sociais: Para fortalecer a democratização do acesso, o projeto realizará ações complementares e gratuitas, entre elas:Duas oficinas formativas voltadas a jovens artistas, produtores e comunicadores culturais, com inscrição gratuita e emissão de certificado;Transmissão online gratuita de trechos do festival e episódios do videocast, ampliando o alcance do público para todo o território nacional;Ensaio aberto com artistas participantes antes do festival, promovendo aproximação e troca direta com o público;Ações de comunicação inclusiva e divulgação multiplataforma, com uso de redes sociais, imprensa local e rádios comunitárias;Disponibilização online permanente dos conteúdos audiovisuais e pedagógicos, garantindo acesso contínuo após a realização do projeto.Dessa forma, o Fortal Sem Cena assegura o cumprimento efetivo do princípio de democratização do acesso, combinando ações gratuitas, cotas sociais, políticas de meia-entrada e difusão digital aberta, de modo a atingir o maior número possível de pessoas. Trata-se de uma proposta de interesse público, educativo e cultural, alinhada às diretrizes do Ministério da Cultura para inclusão, diversidade e sustentabilidade no setor cultural brasileiro.

Ficha técnica

Proponente: Lótus Produções e ComunicaçãoA Lótus Produções e Comunicação é uma produtora cultural independente com atuação voltada à gestão de projetos culturais, comunicação estratégica e produção executiva de eventos, espetáculos e produtos audiovisuais. A empresa tem experiência comprovada em elaboração, coordenação e execução de projetos aprovados via leis de incentivo, com foco em formação, difusão cultural e valorização da diversidade. Atividade no projeto: Responsável pela gestão administrativa, financeira e institucional do projeto Fortal Sem Cena, incluindo elaboração de relatórios, controle orçamentário, prestação de contas e acompanhamento das ações de acessibilidade e democratização de acesso. Natureza da atuação: Institucional e executiva (sem remuneração por cargo dirigente). Coordenação Geral e Pedagógica – Lucas SaraivaAtividade: Responsável pela coordenação geral e pedagógica do projeto, supervisionando as etapas de planejamento, produção e execução. Atuará diretamente na curadoria dos artistas, na definição das estratégias formativas e no acompanhamento metodológico das oficinas e gravações do videocast. Também será responsável pelo relatório técnico final e pela integração entre as equipes artística e administrativa. Currículo resumido: Produtor cultural, educador e músico integrante da banda Pira Coletiva, com experiência em projetos de formação e difusão artística no Ceará. Atuou em produções musicais, eventos e festivais independentes. Foi participante do Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes (2024–2025), onde desenvolveu o EP Futuro Retrovisor com tutoria de Russo Passapusso (BaianaSystem). Participou de apresentações em espaços como Cineteatro São Luiz, Teatro Dragão do Mar e Festival de Música da Ibiapaba, consolidando trajetória como agente cultural da nova cena musical cearenseCoordenação de Comunicação – Morgana StaskoviakAtividade: Responsável pela coordenação de comunicação, marketing cultural e planejamento de divulgação. Atuará na criação da identidade visual e narrativa institucional do projeto, supervisão de campanhas em mídias digitais, assessoria de imprensa e estratégias de acessibilidade comunicacional (legendagem, audiodescrição e linguagem inclusiva). Currículo resumido: Comunicadora, gestora de projetos culturais e especialista em estratégias de branding e posicionamento artístico. Atua há mais de 10 anos na área da economia criativa, com foco em projetos culturais de impacto social e diversidade. Desenvolve planejamento estratégico para artistas, coletivos e instituições, integrando comunicação, curadoria e políticas de acessibilidade. É também facilitadora de processos criativos e mentora em projetos de formação cultural e produção independente. Equipe Artística – Banda Pira ColetivaAtividade: Grupo artístico central do projeto, responsável pela criação e condução do videocast Fortal Sem Cena, participação nas oficinas formativas e apresentação no festival de encerramento. Integrantes:Adubage (voz, guitarra e synth)Oter.P (voz e baixo)Skilo (voz e bateria) Currículo resumido: Formada em 2022 em Fortaleza, a Pira Coletiva é uma banda de rock experimental e fusão digital-orgânica, criadora do conceito “rock massaférico”. Seu trabalho combina elementos de dub, música eletrônica e ritmos nordestinos, explorando temas ligados à tecnologia, resistência e ancestralidade. O grupo lançou diversos singles e o EP Futuro Retrovisor (2025), produzido por Russo Passapusso (BaianaSystem). Já se apresentou em importantes palcos como o Cineteatro São Luiz, o Teatro Dragão do Mar, o Festival de Música da Ibiapaba e o Festival Ceará Tem Pop, consolidando sua atuação como uma das referências da nova música cearenseEquipe Técnica e de ApoioIky Lourenço – Produtor musical, técnico de som e cofundador da Pira Coletiva. Responsável pela captação, mixagem e finalização de áudio dos episódios e do festival.Jonathan Cidrack – Técnico de som de palco, com experiência em shows e gravações ao vivo.Leandra Yanka – Técnica de iluminação e design de cena.Luan Cavalcante – Produtor de palco e apoio de logística. Todos com experiência comprovada em produção de eventos e espetáculos musicais de pequeno e médio porteNatureza da Participação dos DirigentesO dirigente da proponente, Lótus Produções e Comunicação, atuará de forma institucional e executiva, acompanhando a implementação do projeto, sem vínculo de remuneração direta por cargo administrativo, conforme as normas da Lei Rouanet. As coordenações geral e de comunicação terão função técnica e de gestão artística, integradas à equipe remunerada de execução.

Providência

Projeto aprovado e publicado no Diário Oficial da União.