Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2516031Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

RECICLE – ARTE & UPCYCLING - 2026

ASSOCIACAO OTROPORTO INDUSTRIA CRIATIVA
Solicitado
R$ 335,0 mil
Aprovado
R$ 335,0 mil
Captado
R$ 222,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

66.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2026-04-01
Término
2027-04-15
Locais de realização (1)
Pelotas Rio Grande do Sul

Resumo

Recicle, em sua 2ª edição, é uma iniciativa de economia criativa que acontece na cidade de Pelotas, a partir de materiais recicláveis - reaproveitamento de tecidos, que visa capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica para a criação e confecção de peças utilitárias - ecobags.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo GeralCapacitar grupos de mulheres, através da costura e arte criativa, a criarem peças diversas a partir do reaproveitamento de uniformes e roupas descartadas, proporcionando inclusão social e ferramenta de trabalho para fonte de renda familiar. Objetivos EspecíficosRealizar 9 oficinas de costura a partir de material reciclável;Produzir no mínimo 900 peças de moda reciclável. Municiar entidades, instituições e lares assistenciais com as 900 peças de ecobags produzidos; Capacitar 90 mulheres, gerando oportunidade de trabalho e renda.

Justificativa

A cidade de Pelotas, localizada no sul do Rio Grande do Sul, segue enfrentando desafios significativos em relação ao desperdício têxtil e ao impacto ambiental. A intensa atividade industrial e portuária gera um volume substancial de resíduos têxteis, incluindo uniformes descartados de trabalhadores portuários. Esse desperdício não só sobrecarrega os sistemas de gerenciamento de resíduos locais, como também contribui para a poluição ambiental, intensificando problemas como a contaminação do solo e a emissão de gases de efeito estufa.Além dos desafios ambientais, Pelotas e outras cidades do Brasil enfrentam problemas socioeconômicos que afetam a qualidade de vida de suas comunidades. Muitas artesãs e costureiras locais vivem em condições de desigualdade econômica e exclusão social, enfrentando barreiras que limitam seu acesso a mercados, recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional. A falta de capacitação adequada e a ausência de infraestrutura apropriada dificultam que essas mulheres possam alcançar seu pleno potencial econômico, perpetuando um ciclo de vulnerabilidade.A comunidade local, incluindo empresas e indivíduos, muitas vezes carece de uma compreensão clara dos benefícios da reciclagem e do consumo consciente. Isso resulta em práticas de descarte inadequadas e em uma subvalorização dos materiais recicláveis, o que agrava os problemas ambientais e reduz as oportunidades de desenvolvimento sustentável.O projeto Recicle, em sua primeira edição, ofereceu uma abordagem integrada e inovadora para enfrentar esses desafios. Ao reaproveitar roupas e uniformes descartados, o projeto não só reduziu o desperdício têxtil, mas também promoveu práticas de economia circular, conservando recursos naturais e diminuindo as emissões de gases de efeito estufa. Isso contribuiu significativamente para a sustentabilidade ambiental da região.Nesta segunda edição incentivada, o projeto Recicle busca ampliar o atendimento às mulheres artesãs e costureiras locais proporcionando as ferramentas e habilidades necessárias para transformar resíduos têxteis em produtos de valor agregado. A aquisição de maquinário e a oferta de capacitações fortalecem a economia criativa local, criando novas oportunidades de geração de renda e promovendo a inclusão econômica dessas mulheres. Ao empoderar essas artesãs e costureiras, o projeto ajuda a romper o ciclo de vulnerabilidade, promovendo a autossuficiência e a segurança econômica.O público-alvo do projeto Recicle continuam sendo as mulheres artesãs e costureiras locais de Pelotas e região, que enfrentam desafios econômicos e sociais significativos. Estas mulheres, muitas vezes, vivem em condições de vulnerabilidade e têm acesso limitado a recursos e oportunidades que poderiam melhorar suas condições de vida e potencializar suas habilidades.Atualmente, essas artesãs e costureiras enfrentam dificuldades para acessar mercados e obter os insumos necessários para suas atividades. Muitas trabalham em condições precárias, sem acesso a equipamentos adequados ou capacitação profissional, o que limita suas oportunidades de gerar uma renda substancial e sustentável. Além disso, a falta de infraestrutura e suporte técnico frequentemente resulta em baixa competitividade e dificuldades para expandir seus negócios.A realidade dessas mulheres é marcada por uma alta taxa de informalidade no trabalho, insegurança econômica e uma ausência de redes de apoio que possam fornecer as ferramentas e conhecimentos necessários para seu desenvolvimento profissional. A falta de consciência e capacitação em práticas sustentáveis também contribui para a dificuldade em incorporar técnicas de upcycling e reciclagem em suas atividades diárias.Os impactos esperados do projeto Recicle para esse público-alvo são significativos e multifacetados. Primeiramente, a aquisição de novo maquinário e a manutenção do grupo Recicle em Pelotas proporcionarão às mulheres participantes acesso a equipamentos modernos e adequados para a produção de novos produtos a partir de uniformes reaproveitados. Isso permitirá que elas melhorem a qualidade de seus produtos, aumentem sua capacidade produtiva e tenham acesso a mercados mais amplos.A capacitação oferecida através do projeto será crucial para aprimorar as habilidades dessas mulheres em técnicas de upcycling e gestão de negócios. Com treinamentos específicos e suporte técnico, elas poderão transformar resíduos têxteis em produtos de valor agregado, contribuindo para o desenvolvimento de uma economia circular e sustentável. Esse empoderamento profissional não só ajudará a aumentar sua renda, mas também fortalecerá sua autoconfiança e capacidade empreendedora.Além disso, o projeto Recicle promove uma maior conscientização sobre práticas de reciclagem e sustentabilidade, tanto entre as participantes quanto na comunidade em geral. Pertinente às finalidades previstas na Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memóriaIX - priorizar o produto cultural originário do País. Com relação ao enquadramento no Art. 3º da Lei, para fins de cumprimento das finalidades expressas acima, o projeto atende aos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura, sendo que, neste caso, a lei não é clara em objetivos voltados à design, ao artesanato ou produção artesanal, e valorização da cultura na produção de peças para figurino, vestuário e afins.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Acessibilidade Física· Adequação do Espaço de Trabalho: Garantir que o local onde as atividades do projeto ocorrerão (oficinas, espaço de produção e eventos) seja acessível a pessoas com mobilidade reduzida ou deficiências físicas. Isso inclui:o Rampas de acesso e portas largas para cadeirantes;o Banheiros acessíveis com barras de apoio e espaço adequado;o Corredores livres de obstáculos para facilitar a circulação. · Sinalização e Orientação: Instalar sinalizações visuais claras e facilitando a orientação para pessoas com deficiência visual. Essas sinalizações podem indicar as diferentes áreas de trabalho e saídas de emergência. Acessibilidade de Conteúdo· Materiais em formatos acessíveis: Todo o conteúdo dos treinamentos, workshops e materiais de divulgação devem ser adaptados para diferentes formatos, como:o Documentos em texto com formatação simplificada, fonte de tamanho adequado e contraste de cor para facilitar a leitura de pessoas com baixa visão;o Legendas em vídeos e materiais visuais para pessoas com deficiência auditiva.· Linguagem simples e direta: Usar uma linguagem clara e acessível em todas as comunicações, evitando termos técnicos e complexos, para que todas as participantes possam entender plenamente o conteúdo, independentemente de seu nível educacional.· Tradução em libras (Língua Brasileira de Sinais): Oferecer intérpretes de Libras durante os treinamentos, workshops e eventos para que, em casos de necessidade, pessoas surdas possam acompanhar e participar ativamente das atividades. Acessibilidade Atitudinal· Sensibilização da equipe: oferecer treinamentos para toda a equipe do projeto, incluindo facilitadores e organizadores, sobre atitudes inclusivas e respeito à diversidade. Esse treinamento deve abordar a conscientização sobre as necessidades das pessoas com deficiência, promovendo o respeito e a valorização das diferenças.· Atendimento personalizado: incentivar a equipe a adotar uma postura aberta e empática, oferecendo assistência individualizada conforme necessário. Isso pode incluir o ajuste das atividades práticas de acordo com as capacidades e necessidades de cada participante, garantindo que todos tenham as mesmas oportunidades de aprendizagem e envolvimento.· Promoção de um ambiente inclusivo: Criar um ambiente acolhedor e respeitoso, onde todas as participantes, independentemente de suas características, se sintam valorizadas e parte integrante do projeto. A inclusão deve ser promovida ativamente, evitando preconceitos ou discriminações.

Democratização do acesso

As ações do projeto objetivam:- Incentivo à participação de grupos sub-representados, promovendo a participação de grupos em situação de vulnerabilidade social, como mulheres de baixa renda, pessoas com deficiência, idosos, jovens em situação de risco e minorias étnicas, população transgênero e travesti, criando mecanismos para que esses grupos tenham prioridade ou condições facilitadas de acesso.- Capacitação de mulheres empreendedoras com foco nas mulheres artesãs e costureiras como público prioritário, oferecendo oportunidades de capacitação e geração de renda, promovendo empoderamento social e econômico.- Estabelecimento de parcerias locais com organizações não governamentais (ONGs), associações comunitárias e serviços de assistência social que possam identificar e apoiar a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade no projeto. Além, naturalmente, de que as atividades são plenamente gratuitas.

Ficha técnica

Nome completo: OTROPORTOFunção no projeto: Gestão administrativa e Captação de recursosCurrículo: ANEXADO aos documentos do proponente Nome completo: DUDA KEIBER (222 CONTEÚDO CRIATIVO - CNPJ nº 14.633.954/0001-46Função no projeto: Coordenação de ProduçãoCurrículo: EM ANEXO.“João Eduardo Keiber é produtor cultural com diversos projetos aprovados e executados via leis de incentivo e fundos de apoio à cultura. É escritor. Autor de O Outro lado da palavra, Potchua Babulenka (2010) e O Herege (2019). Idealizou e coordenou as três edições do Festival Manuel Padeiro, dos três volumes do Almanaque do Bicentenário de Pelotas, das duas edições do Pelotas Jazz Festival, e das duas edições do álbum histórico Figurinhas de Pelotas e Figurinhas de Rio Grande/RS, autor e produtor executivo dos projetos Porto Memória, Cruzeiro do Saber, OTROPORTO Rede de Economia Criativa, Oficinas de Música do CCMar, Laboratório Faber Sapiens, Galeria de Arte da OTROPORTO, e do Festival Spraysons.” Nome completo: MARIANA HEINECK - CNPJ nº 17.826.062/0001-50Função no projeto: Coordenação GeralCurrículo: EM ANEXO.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$221.960,32 em 24/04/2026.