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OO Festival AFRICANIZE 2026 é um evento cultural inovador e multifacetado, que celebra a cultura afro-brasileira e africana no bairro histórico da Pequena África, região portuária do Rio de Janeiro. O festival integra música, cinema, moda, gastronomia, artesanato, rodas de conversa e atividades educativas, valorizando a identidade negra e promovendo o fortalecimento das tradições culturais afrobrasileiras. A programação contempla artistas nacionais e internacionais, além da participação de comunidades quilombolas e representantes diplomáticos africanos. O projeto prioriza a inclusão social, sustentabilidade e o desenvolvimento cultural local, adotando os princípios ESG.
Objetivo Geral"Promover a valorização, reconhecimento e fortalecimento da cultura afrobrasileira e africana por meio de um festival cultural integrado, na Pequena África.Objetivos Específicos* Realizar uma programação musical com curadoria especializada, reunindo 08 artistas Nacionais e Internacionais da música afrobrasileira e africana;* Promover 01 roda de conversa sobre identidade racial, patrimônio cultural e políticas públicas para a população negra;* Exibir uma 01 mostra de cinema dedicada à representatividade negra, homenageando o ator Antonio Pitanga;* Desenvolver atividades educativas para o público infantil, com contação de histórias e pedagogia antirracista;* Realizar 01 encontro cultural com as manifestações tradicionais - do Caxambu, Jongo e Ciranda, com apresentações e oficinas; * Promover um 01 desfile de moda preta com estilistas e marcas negras, incentivando o empreendedorismo negro;* Oferecer uma praça gastronômica com culinária afrobrasileira e africana, resgatando tradições da diáspora africana, com 15 expositores;* Valorizar o artesanato negro, convocando comunidades quilombolas para exposição e comercialização de seus produtos, com 15 expositores;
O Festival AFRICANIZE apresenta-se como um evento concebido e direcionado prioritariamente à população negra brasileira, constituindo-se como um espaço de reconhecimento e exaltação da população afrodescendente. O festival propõe a criação de um ambiente seguro e acolhedor onde a comunidade negra possa se encontrar, conectar-se e celebrar sua identidade cultural, promovendo a visibilidade da arte produzida por pessoas negras e proporcionando entretenimento de qualidade.A relevância deste projeto fundamenta-se em dados demográficos significativos que demonstram a crescente importância da população negra no cenário brasileiro. De acordo com o Censo 2022 realizado pela Agência Brasil, a população brasileira encontra-se cada vez mais orgulhosa em se reconhecer "mais escurecida", com 55% da população identificando-se como preta ou parda. Conforme análise da historiadora Wania Sant’Anna, conselheira do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdade Raciais (Cedra), o Brasil atravessa "um momento de reconhecimento e pertencimento étnico-racial no terreno da negritude e afrodescendência", fenômeno evidenciado pela mudança expressiva na autodeclaração racial da população.A escolha do Rio de Janeiro como sede do festival justifica-se pela significativa presença da população negra na cidade e pela relevância histórica da região portuária. Aproximadamente 3,2 milhões de pessoas na região metropolitana do Rio de Janeiro se reconhecem como pretas e pardas, representando um crescimento constante de acordo com dados da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento. Esta população constitui o público-alvo natural do festival, garantindo relevância social e viabilidade de público.A região portuária do Rio de Janeiro, conhecida como Pequena África, representa o local mais apropriado simbolicamente para a realização de um festival que celebre a cultura afro-brasileira. Esta região histórica foi o ponto de entrada de milhões de africanos escravizados no Brasil, constituindo-se como o berço de manifestações culturais fundamentais como o samba, o choro e outras expressões artísticas que definiram a identidade cultural brasileira.Conectado diretamente com o Dia Mundial da África, comemorado em 25 de maio. Esta data celebra a fundação da Organização da Unidade Africana, conhecida desde 2002 como União Africana, criada em 1963. A OUA foi a primeira instituição continental pós-independência de diversos países africanos, organização que se esforça para representar um continente de 1,2 bilhão de pessoas em uma busca por união, desenvolvimento, democracia e liberdade contra a colonização europeia.Em diversos países africanos, como Gana, Mali, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue, o Dia da África constitui feriado nacional. No Brasil, embora não seja feriado oficial, a data tem como objetivo promover o reconhecimento da história e cultura africana e sua conexão com ahistória nacional. Além disso, a data serve como ponto de conexão com os imigrantes de países africanos que residem atualmente no Brasil, fortalecendo laços culturais e diplomáticos.Segundo o sociólogo Alex André Vargem, doutorando em Ciências Sociais, o Dia da África representa "uma efeméride que une o Brasil e o continente africano, num contexto de um Brasil que há um forte racismo e xenofobia, materializa-se no imaginário social um alto grau de desconhecimento das sociedades africanas no que tange aos saberes tradicionais, científicos e tecnológicos, das lutas de emancipação frente aos colonizadores europeus. É uma oportunidade dos brasileiros conhecerem a diversidade social, cultural e política de um continente que pouco é ensinado e refletido nas escolas e universidades no país".O Festival AFRICANIZE visa conscientizar, incluir e ampliar o conhecimento sobre a rica cultura afro-brasileira e suas raízes africanas, considerando o contexto brasileiro contemporâneo. Observa-se nos últimos anos um crescimento significativo no número de pesquisas sobre afro-empreendedorismo em todo o território nacional. Um exemplo relevante é o Projeto Brasil Afro-empreendedor, vinculado ao Instituto Adolpho Bauer, que realizou em 2016 um levantamento abrangente sobre o perfil do afro-empreendedorismo brasileiro, monitorando pequenos negócios comandados por pessoas negras e desenvolvendo políticas públicas para o fortalecimento deste modelo de negócio.Os resultados desta pesquisa revelaram dados significativos: de 1.277 afro-empreendedores entrevistados, 748 eram mulheres (aproximadamente 59%), com faixa etária entre 30 e 40 anos, pertencentes à classe média, com acesso ao ensino superior, mas que abriram seus próprios negócios por necessidade econômica. Os produtos e serviços mais oferecidos concentram-se nas áreas de moda e confecção, artesanato e comércio varejista, sendo que mais de 57% correspondem a empresas familiares, enquanto mais de 48% contam com a participação da família nuclear (cônjuge e/ou filhos).Neste contexto, o Festival AFRICANIZE tem como objetivo fundamental proporcionar para empreendedores negros oportunidades concretas de divulgação e valorização do mercado afro, de seus talentos e competências, estimulando e promovendo networking através de rodas de conversas temáticas, espaços de exposição e atividades de capacitação empresarial.O projeto "Festival Acricanize" se enquadra nos seguintes artigos e incisos da Lei 8313/91: Art. 1º: Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. No Art. 3º: Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão pelo menos um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas mediante: b) Contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
PRODUTO: FESTIVAL MOSTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O evento ocorrerá em um local preparado para eventos, serão preparados rampas de acesso, corrimões e sinalização. Serão disponibilizados banheiros químicos adaptados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição por monitores treinados. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores treinados para atendimento TEA. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL – MÚSICA REGIONAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Rampas, banheiros adaptados e piso tátil. Serão disponibilizados banheiros químicos adaptados. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição por monitores treinados. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores treinados para atendimento TEA.
De acordo com a Instrução Normativa MINC Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto adotará as seguintes medidas para garantir a democratização do acesso aos produtos culturais:Plano de Distribuição: O plano de distribuição do projeto prever as seguintes medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos:I - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um patrocinador, estes receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado.II - Mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. IV - Mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta .Complementação: Além das medidas acima, o proponente adoratá as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme Art. 30 da IN 11/2024:III - Disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados com libras e audiodescrição.IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.VI - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
LAZIE RONALDO SANTOS LOPES - Produtor ExecutivoProfessor, Geógrafo e Produtor CulturalCURSOSLicenciatura em Geografia UFN Universidade FranciscanaBacharelado em Geografia UFSM- Universidade Federal de Santa MariaEspecialização em Educação Ambiental UFSM Universidade Federal de Santa MariaEspecialização em Gestão Pública Estratégica UNICAMP Universidade Estadual de CampinasMestrando em Geografia ( Planejamento Urbano e Espacialidades) UFSM Universidade Federal de Santa MariaDoutorando em Geografia pelo PPGEO UFSMEXPERIÊNCIA SOCIAL\ PROFISSIONALFundador da Associação de Artistas , Intelectuais Negros e da Economia Solidária Ara Dudu Santa Maria, Santa Maria RSCoordenador do Núcleo de Cultura do Bairro Restinga Porto AlegreDiretor da Pondá Assessoria ( produção cultural, Formação de Professores, Consultoria em Projetos Sociais)Colaborador da Associação São Jerônimo de Alvorada RSColaborador do CTG Negro Ronda CrioulaProdutor e Roteirista de documentáriosCoordenador dos Projetos Triangulo Cultural, Fortalecendo com Axé, Comunidade Jovem Daqui. _____________________________Esdras Ribeiro: Coordenador Geral do ProjetoDiretor de relações internacionais da Fenasamba ,Produtor de eventos culturais na França (Maria Rita, Gustavo Lima , Diogo Nogueira, Ed Mota etc )Presidente da Futur sans Limites associação francesa desde de 2007 promove o ensino da língua francesa para imigrantes.Criador do projeto nouvelle Réalité - trabalho com jovens refugiados - ganhei uma Monção da UNESCO , Premio da Isère e a medalha Cruzeiro do Sul como oficial da ordemhttps://www.rfi.fr/br/podcasts/rfi-convida/20210825-advogado-franco-brasileiro-cria-projeto-para-integrar-menores-refugiados-na-françaDiplomas:Bacharel em DireitoBacharel em relações internacionais - Universidade Paris VIMestrado em comércio e relações internacionais - Universidades Assas Pantheon - Paris IIDoutorado em Direiro - Universidade Paris I - SorbonneProfessor (temporário) - Sciences PO de Paris e Universidade Nouvelle Sorbonne. ------------------Guilherme Medeiros - Diretor Artístico- Músico, cantor popular e produtor musical.Integrante do Grupo Bom Gosto (samba/pagode) desde 1997 como cavaquinista e um dos vocalistas.Produtor de eventos na cidade do RJ desde 2003.Produtor de áudio visual desde 2009.Prêmio TROFÉU RAÇA NEGRA melhor música 2010.Finalista troféu Melhores do ano Domingão do Faustão 2011.Turnês internacionais desde 2010 com Grupo Bom Gosto na Europa (Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Suíça, Alemanha, Holanda…) e EUA.Licenciatura em Educação Física pela Universidade Gama Filho.Componente do núcleo artístico em Folclore / práticas populares e do N.I.T. (Núcleo integrado de Teatro) de 2000 a 2007 pela Universidade Gama Filho.Pós-graduação em Educação física escolar.Pós-graduação em Psicologia do Esporte.Bacharel em Psicologia pela Universidade Gama Filho.Graduação em Produção Fonográfica pela Universidade Estácio de Sá.Music&Business pela PUC-Rio.Sócio da CRAWL Produção Artística Ltda.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.