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Promover a 391ª edição da Festa da Penha, uma das festas populares mais aitigas do Rio de Janeiro. É um evento cultural de cunho religioso, tradicional, enriquecido com atividades artístico-sociais, fortalecendo a identidade cultural e a coesão comunitária. Serão 08 dias de evento, em outubro de 2026, na histórica Igreja da Penha, Rio de Janeiro. Aberto ao público, com ênfase na comunidade local, peregrinos, turistas e amantes da cultura e da história. A Festa da Penha é um evento multifacetado, que mantém sua essência religiosa, combate a intolerância religiosa enquanto agrega valor cultural e social, enriquecendo a experiência dos participantes e contribuindo para o desenvolvimento integral da comunidade e da região.
Festa da Penha com 8 apresentações musicais de artistas nacionais.16 palestras com temas variados8 dias de feira gastronômica
Objetivo Geral: Promover 08 dias de evento, celebrando a 391ª Festa da Penha, um evento diversificado e inclusivo, que celebre a fé religiosa, resgate e valorize a rica história cultural, e fortaleça os laços comunitários, reunindo públicos variados em torno de atividades que enriqueçam o patrimônio cultural e social da região. Objetivos Específicos: Realizar missas solenes, novenas e procissões que honrem Nossa Senhora da Penha, mantendo a tradição por mais de 04 (quatro) séculos de devoção.Promover 16 palestras com temas variados: catolicismo, diversidade e intolerância religiosa, sincretismo, história da influência cristã na cultura nacional, patrimônio imaterial e material; cultura carioca; história do samba, etc.Promover 8 dias de feira gastronômica, com 20 tendas com comidas típicas.Promover atividades de apoio à cidadania, saúde e bem estar, com 05 tendas.Promover 8 apresentações de grupos artísticos e musicais.
III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;Uma das mais antigas igrejas do Rio de Janeiro, foi construída pelo capitão Baltazar de Abreu Cardoso em 1635, em reconhecimento por um milagre recebido. O evento tem uma grande importância histórica, cultural e religiosa para a cidade, atraindo não apenas moradores da capital, mas também peregrinos e turistas de diversos outros locais. No início do século XX, chegava a reunir cerca de 100 mil pessoas em celebração na região da Leopoldina. Não foi Vila Isabel o bairro mais cantado por Noel Rosa, e sim a Penha. São inúmeros os sambas que citam a Penha e sua festa. Nos finais de semana do mês de outubro acontecia a tão famosa festa da Penha. Era um verdadeiro carnaval fora de época, considerada a avant-première do carnaval carioca, tornando-se uma das mais tradicionais manifestações culturais da cidade do Rio de Janeiro, de acordo com inúmeras publicações em periódicos da época. A Virgem da Penha, lá do alto da pedra, foi musa inspiradora para toda uma geração de sambistas que vivenciou o auge da festa nas primeiras décadas do século XX. A Penha continuou inspirando compositores ao longo das décadas subsequentes e outros sambas foram surgindo. Caetano Veloso em Pé do meu samba: "Você é a Festa da Penha /A Feira de São Cristóvão / É a Pedra e o Sal"; João Bosco e Aldir Blanc em Escadas da Penha: "Nas escadas da Penha, penou / No cotoco da vela, velou / A doideira da chama, chamou / O seu anjo-de-guarda, guardou"; E até em ritmo de baião a Penha foi cantada e imortalizada na voz do Rei Luiz Gonzaga, em Baião da Penha de David Nasser e Guio de Moraes: "Demonstrando a minha fé / Vou subir a Penha a pé / Pra fazer minha oração / Vou pedir à padroeira / Numa prece verdadeira / Que proteja o meu baião". A festa da Penha foi a grande festa do Rio de Janeiro do início do século XX, cantada e batucada por diversos sambistas. Foi o grande abre-alas do carnaval carioca. A Festa da Penha servia, em seus primórdios, para que colonos e moradores de fazendas festejassem o resultado das plantações, além de conhecer a famosa história do milagre de Baltazar. Como antigamente não tinha casas na região, as pessoas acampavam nas áreas verdes ao redor, onde a Festa acontecia. Portugueses, escravos, colonos, entre outras classes sociais, participavam dessa festa, promovendo um espaço de celebração cultural e religiosa. A continuidade do projeto é de suma importância para preservar a sua história secular. Além do aspecto religioso, a Festa da Penha também possui uma dimensão cultural importante. Ela é uma oportunidade para a comunidade local e visitantes se unirem em celebração, fortalecendo laços e compartilhando tradições. Durante a festa, são realizadas diversas atividades de cunho religioso católico, uma feira gastronômica, diversas apresentações artísticas, stands oferecendo serviços de apoio à cidadania. A Festa da Penha é um exemplo da riqueza das tradições religiosas e culturais que fazem parte do Brasil. Ela une pessoas de diferentes origens e crenças, proporcionando um momento de reflexão espiritual, devoção e celebração da história e cultura da região.A Festa da Penha é patrimônio imaterial do RJ reconhecida pela Lei Estadual 10.915 de agosto de 2025.A Festa reúne até atrações culturais locais, participações artísticas de várias linguagens, gastronomia, história e memória.durante todos os finais de semana de outubro, a tradicional festividade atrai turistas de diferentes localidades.
A Festa da Penha será realizada no formato aberto e gratuito ao público, com setorização por barracas das culturas gastronômicas brasileiras e regionais. Conta com a participação de artistas populares que se apresentam, além dos grupos musicais previstos no projeto. A capacidade de público é 5 (cinco) mil pessoas por dia.
O projeto prevê ações temáticas para pessoas PCD Tradução em LIBRAS de parte da programação.
A Festa da Penha é aberta e gratuita ao público. Além disso, haverá oferta de transporte gratuito para grupos específicos de formação de platéia. As palestras e ações de cidadania previstas no projeto estimulam a ampla participação da população.
Fernanda Borriello - Coordenadora do projeto Gestora Cultural; Especialista em projetos culturais, esportivos e de responsabilidade social; 7 anos diretora nacional da CUFA; Superintendente de Direitos Humanos do RJ por 2 anos; Consultora de diversos projetos culturais de pequeno grande porte; Instrutora de projetos Incentivados; Consultora do Cristo Redentor e dos projetos de restauração 28 anos no mercado cultural como profissional. DRT 32.293
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.