Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2516043Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Ku-Bhata

ADRIANO SANTOS DE SOUSA
Solicitado
R$ 197,5 mil
Aprovado
R$ 197,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-11-20
Término
2026-11-23
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O Festival Ku Bhata é um evento gratuito de 4 dias em Salvador que valoriza as culturas africanas e afro-brasileiras. Oferece 1 apresentação musical instrumental, 1 debate sobre línguas africanas na diáspora e seu papel no redesenhar nas línguas colonizadoras, 1 oficina de Capoeira Angola, 1 vivência de culinária africana, 1 vivência de Samba de Roda, 1 visita a um quilombo e 1 visita a sítio histórico relevante. Inclui curso de capacitação em língua inglesa para 30 jovens da periferia, com material didático e apoio de acesso, além de 1 oficina sobre línguas africanas.

Sinopse

O Festival Ku Bhata é um evento cultural que reúne diversas expressões artísticas e formativas relacionadas às culturas africanas e afro-brasileiras. Inclui uma apresentação musical instrumental que inicia o festival, seguida por um debate sobre línguas africanas na diáspora e seu papel no redesenhar nas línguas colonizadoras, proporcionando reflexão crítica e intercultural. Oficinas práticas de Capoeira Angola e vivências de culinária africana e de Samba de Roda aproximam os participantes das tradições culturais negras. Visitas educativas a um quilombo e a sítio histórico fortalecem o vínculo com a memória e história afro-brasileira. Um curso de capacitação em língua inglesa é oferecido a 30 jovens negros da periferia, acompanhado de materiais didáticos e apoio ao acesso. Uma oficina pontual sobre línguas africanas complementa a programação, incentivando a preservação linguística e cultural.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização das culturas africanas e afro-brasileiras em Salvador, contribuindo para a formação racial, a inclusão social e a democratização do acesso à cultura por meio de atividades culturais, formativas e comunitárias.Objetivos EspecíficosRealizar 1 apresentação musical instrumental e 1 debate sobre línguas africanas na diáspora e seu papel no redesenhar nas línguas colonizadoras, visando a disseminação do conhecimento e fortalecimento das identidades culturais.Promover 1 oficina de Capoeira Angola e vivências de culinária africana e de Samba de Roda, proporcionando o contato direto com expressões culturais negras tradicionais.Organizar 1 visita a um quilombo e 1 visita a sítio histórico relevante para o povo negro de Salvador, estimulando o reconhecimento da memória e da história afro-brasileira.Realizar 1 oficina pontual sobre línguas africanas, incentivando o estudo e a valorização da diversidade linguística das culturas africanas.

Justificativa

O Festival Ku Bhata se justifica pela necessidade de promover a valorização, preservação e difusão das culturas africanas e afro-brasileiras, territórios históricos e linguísticos frequentemente sub-representados e com recursos escassos para seu fortalecimento. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar um evento gratuito, de acesso amplo e inclusivo, garantindo infraestrutura, materiais e profissionais necessários para seu desenvolvimento pleno.O projeto enquadra-se nos incisos I e IV do Art. 1º da Lei 8313/91, que abrangem ações culturais, artísticas e de valorização da diversidade cultural, e fomento a atividades de promoção cultural regional e étnica. Alinha-se ainda aos objetivos do Art. 3º dessa norma, sobretudo no que tange à promoção do acesso democrático à cultura e à difusão de manifestações culturais tradicionais e populares.Ao captar recursos via Lei de Incentivo, o Festival Ku Bhata assegura sua sustentabilidade e impacto social, garantindo que jovens negros e a comunidade em geral possam participar e se beneficiar de ações formativas, culturais e de fortalecimento identitário, contribuindo para a redução das desigualdades culturais e educacionais no país.

Estratégia de execução

O Festival Ku Bhata é uma iniciativa que visa fortalecer o protagonismo cultural negro e a preservação das tradições africanas e afro-brasileiras, articulando saberes ancestrais com práticas contemporâneas. A proposta prevê a participação de mestres e comunidades locais, garantindo autenticidade e valorização dos conhecimentos tradicionais.O projeto está alinhado com políticas públicas de promoção da igualdade racial e valorização da diversidade cultural, tendo como foco a inclusão social e o empoderamento das populações historicamente marginalizadas. Além disso, realiza ações de formação e sensibilização para o público em geral, contribuindo para a construção de uma sociedade mais plural e democrática.Preocupado com a sustentabilidade ambiental, o festival adotará práticas de redução de impactos, como uso de materiais recicláveis, gestão adequada de resíduos e incentivo ao transporte coletivo e sustentável para o acesso aos locais do evento.

Especificação técnica

Apresentação musical instrumental: duração aproximada de 1 hora; realizada ao vivo com músicos locais; espaço equipado com sistema de som e iluminação profissional. Debate sobre línguas africanas na diáspora: duração de 2 horas; participação de 3 a 5 especialistas; disponibilização de material de apoio em formato digital e impresso, com síntese dos temas abordados. Oficina de Capoeira Angola: carga horária de 3 horas; atividades práticas e teóricas; fornecimento de apostilas educativas e vídeo-aulas complementares para acompanhamento remoto. Vivência de culinária africana: duração de 3 horas; demonstração e participação prática; distribuição de material explicativo com receitas e origem cultural dos pratos. Vivência de Samba de Roda: duração de 2 horas; atividades práticas com músicos e dançarinos; material didático com histórico e letras das canções. Visita a quilombo e sítio histórico: duração de 4 horas; realização de passeio guiado com relatores locais; entrega de folheto informativo contendo dados históricos e culturais. Oficina pontual sobre línguas africanas: duração de 3 horas; fornecimento de recursos linguísticos e bibliográficos; oferta de conteúdo audiovisual para aprofundamento. O projeto pedagógico está estruturado para promover a aprendizagem experiencial e reflexiva, articulando conteúdo teórico com vivência prática, respeitando a diversidade cultural e linguística dos participantes, e garantindo acessibilidade por meio de materiais adaptados e ferramentas inclusivas.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaO Festival Ku Bhata será realizado em espaços culturais acessíveis, que contam com rampas, banheiros adaptados e sinalização tátil para pessoas com deficiência visual. Haverá facilitadores presentes para auxiliar na locomoção, garantindo que todas as áreas do evento sejam acessíveis e seguras para pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar a compreensão plena das atividades, o projeto oferecerá interpretação em Libras durante palestras, debates e cursos. Materiais didáticos serão disponibilizados em formato acessível, incluindo Braille e versões digitais com opções de audiodescrição e legenda descritiva. Também serão promovidas visitas sensoriais nas vivências culturais, visando à inclusão de pessoas com deficiências sensoriais e cognitivas.

Democratização do acesso

A proposta garante que todas as atividades do Festival Ku Bhata sejam gratuitas e abertas ao público, eliminando barreiras financeiras para acesso às manifestações culturais e formativas. A distribuição dos produtos culturais, como apresentações, oficinas, debates e visitas guiadas, será realizada diretamente nos espaços físicos do evento, com ampla divulgação para garantir diversidade e representatividade do público.Para ampliar ainda mais o acesso, serão realizados ensaios abertos ao público, possibilitando o acompanhamento próximo das práticas culturais. Paralelamente, oficinas e palestras serão transmitidas por meio da internet, alcançando pessoas que não puderem comparecer presencialmente. Também serão disponibilizados materiais digitais para suporte às capacitações, ampliando o alcance educativo do projeto, com especial atenção à inclusão de jovens da periferia e comunidades tradicionais.Essa estratégia visa garantir a máxima inclusão cultural e educacional, fomentando o diálogo e o reconhecimento das culturas africanas e afro-brasileiras em diferentes frentes.

Ficha técnica

Adriana Zabayomi (Coordenação de Produção)Profissional com mais de 16 anos de experiência em produção e gestão de eventos culturais, artísticos e musicais.Atua desde o planejamento estratégico até a execução e pós-evento, incluindo controle orçamentário, contrataçãode fornecedores e coordenação de equipes. Responsável pela logística nacional e internacional de viagens.Desenvolveu projetos para órgãos públicos como ProAC, SESC, SESI, CNPq, entre outras instituições. Participou deproduções relevantes como Troféu Raça, Flink Sampa e Bienal Internacional do Livro.Adriano Santos de Sousa (Curadoria)Nascido e criado em Salvador, 30 anos. Educador, capoeirista e candomblecista, Walê dedica sua trajetória à valorização e difusão das culturas africanas e afro-brasileiras. Amante das tradições de seus ancestrais, construiu sua vida em torno da educação, das artes e da espiritualidade, acreditando no poder transformador do conhecimento como instrumento de fortalecimento da comunidade negra.Atua como educador desde a juventude, desenvolvendo práticas pedagógicas voltadas para a identidade étnico-racial e para o ensino de saberes tradicionais. Possui experiência na organização de atividades culturais, na produção de materiais educativos e na condução de oficinas relacionadas à musicalidade afro-brasileira.Domina os idiomas Português e Inglês, além de estar em processo de formação na língua africana Kimbundu. Seu percurso artístico inclui também o domínio de instrumentos musicais tradicionais, que utiliza como recursos pedagógicos e expressivos em seu trabalho educacional e cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.