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Sérgio Sampaio foi um dos grandes compositores da geração que sagrou-se MPB. Ainda que seja um artista de merecido reconhecimento, Sampaio permaneceu à periferia da indústria da música e, talvez por isso, nos ensinou sobre a possibilidade de insurgência frente aos imperativos do capital. Este projeto propõe a circulação de um show em homenagem ao artista, na performance vocal do cantor belo-horizontino Felipe de Oliveira, pois a problemática em torno de sua obra ainda faz-se atual e pertinente para o artista brasileiro contemporâneo. Serão realizadas apresentações do espetáculo em 5 capitais brasileiras. O show é derivado de álbum homônimo, baseado em mesmo repertório, recém lançado pelo artista proponente deste projeto.
Show Velho Bandido:Sérgio Sampaio foi um dos grandes compositores da geração que sagrou-se MPB. Ainda que seja um artista de merecido reconhecimento, Sampaio permaneceu à periferia da indústria da música e, talvez por isso, nos ensinou sobre a possibilidade de insurgência frente aos imperativos do capital. Este projeto propõe a circulação de um show em homenagem ao artista, na performance vocal de Felipe de Oliveira, pois a problemática em torno de sua obra ainda faz-se atual e pertinente para o artista brasileiro contemporâneo. O show tem 75 minutos de duração, classificação livre e conta com instrumentação integrada por voz, guitarra/violão de sete cordas, teclado, bateria, baixo e trombone.Além disso ofertamos, como contrapartida social, uma oficina de Gestão Cultural, com 4h de duração, a ser realizada online.
1) Circular com o show musical Velho Bandido, 4º espetáculo da carreira de Felipe de Oliveira, em 5 apresentações em capitais.2) Difundir um produto cultural de qualidade, proporcionando lazer e fruição artística ao público de diversas cidades brasileiras.3) Ocupar equipamentos culturais de diferentes regiões brasileiras4) Divulgar as ações da Lei Rouanet nas cidades que receberão os eventos, através da circulação nacional do show.5) Promover o intercâmbio entre artistas de Belo Horizonte e o público das cidades que receberão a circulação, ao propor que, em cada show externo da turnê, haja uma participação de um artista de BH que acompanhará a viagem.6) Contribuir para a projeção de músicos de Belo Horizonte para além de sua cidade de origem, ampliando seu campo de atuação, ao levá-los para cidades de outros estados, que muitas vezes não contam com a oportunidade de fazer circularem seus trabalhos.7) Movimentar a memória e diversidade da música brasileira, ao realizar releituras de canções que descrevem e analisam, de maneira poética, nossa conjuntura social.8) Homenagear um importante artista no ano em que se completam 30 anos de sua morte, Sérgio Sampaio, que tematizou em sua obra a necessidade da emancipação e transformação social.
Sérgio Sampaio foi um músico que teceu sua poética a partir do que seu próprio corpo experenciava na jornada de dizer-se artista. Seus embates com a indústria fonográfica, que lhe exigia a repetição do êxito da canção "Eu quero é botar meu bloco na rua", serviram de matéria prima para suas canções. Três décadas após sua morte, o contexto de produção e distribuição da música se atualizou, porém em um rearranjo que apenas apresenta, sob nova forma, a velha configuração da centralização e concentração de capital.O advento da cultura digital nos fez acreditar que a música independente viveria um tempo de plenitude, pela facilidade de produção e acesso. Para além dos ganhos desse processo, que de fato são muitos, percebemos que a facilitação que se apresentava era apenas uma aparência. As novas configurações de mercado, enquanto limam algumas barreiras anteriores, apresentam, também, novos empecilhos à produção e difusão. A música independente está, hoje, submetida de maneiras inéditas aos imperativos da produção dita industrial. Agora, quem incute os parâmetros estéticos da indústria na música independente é o próprio artista. Não mais uma gravadora, mas cada realizador é levado a pactuar com uma lógica estético-ética que, apesar de querer parecer plural, homogeneíza os processos.Alguns artistas conseguiram desenvolver carreiras consistentes nesse contexto. No entanto, este segue sendo um sistema que priva a maior parte dos fazedores de arte de viverem de seu ofício. Os que não alcançaram o mesmo feito, não possuem, por isso, trabalho desimportante, já que, num sistema como o que vivemos, existem diversas outras variáveis que podem influenciar no não-acúmulo de capital simbólico, social e cultural. As plataformas de streaming funcionam de modo a reforçar a distribuição de quem já tem, enquanto colocam a responsabilidade da insuficiência de projeção sobre os próprios artistas. Trata-se de uma lógica falaciosa, pois, dentro desse sistema, para haver quem tem muito, é preciso haver quem tem pouco, e a escolha pelos artistas que serão ouvidos depende de muito mais do que da autonomia do ouvinte.A consistência de um trabalho musical através do tempo, então, não se deve apenas à ampliação da nossa capacidade individual de realização, mas da saúde de todo um ecossistema, que, no contexto atual, está repleto de contradições. Ao contrário do que propala o senso comum, continua a não haver espaço para todos. Nomear, identificar e esmiuçar essa contradição nos dará maior chance de modificar essa lógica, que já dá indícios de cansaço. Uma das maneiras de fazê-lo, é cantar sobre ela.Então, em momento o oportuno, quando se completam 30 anos do falecimento de Sérgio Sampaio, faz-se necessário reverberar seu desejo por um contexto mais equânime para as artes brasileiras, expresso em suas canções. Os poucos discos lançados no decorrer de sua carreira atestam a qualidade de sua produção, mas, justamente por ter permanecido um artista-satélite dos grandes centros de produção e distribuição - sempre os orbitando, mas nem nunca atingir seu núcleo -, os materiais de registro de sua trajetória, como suas entrevistas e vídeos de performance ao vivo, não foram preservados, o que nos impele ao esforço por recolocar suas canções no circuito da música contemporânea.A marginalização atribuída a Sérgio Sampaio pode ser identificada na arte independente de diferentes maneiras. Para um cantor como Felipe de Oliveira, a pauta LGBTQIA+, por exemplo, faz-se inescapável, pois o posicionamento de um corpo como o seu, no palco, já se configura como ato político, e o discurso, ao passar pela sua voz de timbre andrógino, ganha um sentido consonante com sua condição de artista homem cis gay. Em seu trabalho, são favorecidas canções de eu-lírico feminino, canções sobre a disparidade de gênero e sobre relações amorosas que escapam à lógica heterossexual. O artista, através de sua estética, coloca em dúvida os estereótipos de masculinidade e virilidade, com o propósito de discutir criticamente acerca das posições de poder e normatividade que ocupam em nosso tecido social.Ademais, o Brasil é composto historicamente de cantoras, onde poucos homens ocupam a posição de intérpretes. Este projeto vem para confrontar essa lacuna mercadológica e artística. O intérprete é uma figura basilar na mediação entre público e composição. Sua função é convergir diversos autores nele próprio e iluminar outros entendimentos de uma canção, atribuindo novos sentidos ao seu texto. Intentamos oferecer contribuição para reparar a defasagem que há na figura pormenorizada do intérprete no ambiente da música atual, que enfatiza "cantautores" e bandas. Este projeto, portanto, reconhece o lugar do intérprete como autor, posto que é alguém que sintetiza os elementos à sua disposição, propondo como qualquer outro criador, uma organização única para aquele material no mundo.Vivemos, hoje, um momento de reconhecimento de artistas da nossa música que permaneceram negligenciados nas últimas décadas, a exemplo do que vimos, recentemente, com a revalorização da obra de Belchior. A rememoração e movimentação da obra de Sampaio - um homem cuja experimentação estética fez convergir, de maneira inédita, o samba e o rock -, vai de encontro à necessidade de manter viva a memória da música brasileira, não apenas no sentido de sua guarda, mas também de colocá-la em uso, em ação.Faz-se necessário cantar Sérgio Sampaio, pois a problemática abordada em sua obra continua sendo uma das importantes questões para o artista brasileiro independente contemporâneo. Trata-se, então, de um projeto celebrativo de um músico cuja morte precoce, aos 47 anos, o impediu de seguir em sua prática emancipatória: a arte, que é capaz de mover as estruturas simbólicas que sustentam a ordem social, no caminho de abrir espaço para um mundo que, contra a pasteurização e a hegemonia, receba o que cada um tem a contribuir de singular.Além disso, promoveremos o encontro entre músicos da cidade de Belo Horizonte com o público de outras localidades, ao sugerir que cada evento receba uma participação especial. Assim, desenha-se a possibilidade de estabelecer um intercâmbio que favorece a projeção de artistas mineiros, ao mesmo tempo em que divulga-se as ações da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contribuindo para referenciá-la como modelo. Com a recente retomada das atividades presenciais, levar artistas de BH para outras capitais, que, muitas vezes, não consegue circular com seus espetáculos, contribuirá para ampliar os campos de irradiação de seus trabalhos, corroborando o reconhecimento do estado de origem enquanto um polo de produção cultural.
Inicialmente, não havia sido incluído item "Banda regional" no orçamento pois trata-se de projeto de circulação de show de artista em carreira solo, e não de festival, em que há vários tipos de bandas se apresentando concomitantemente. Assim, não há "banda nacional" que dispute os recursos com bandas regionais. Todos os custos discriminados são relativos à execução de um espetáculo de música regional. Em vez de unir todos os custos com cachês artísticos sob a batuta de uma rubrica denominada "banda regional", havíamos discriminado cada um dos gastos com estes cachês artísticos, exemplo: cantor, músicos, participação especial e assim por diante.Agora, diante da diligência recebida, unimos os gastos com cachês artísticos dos músicos que integram a banda do espetáculo/show musical sob a denominação da rubrica "banda regional". A saber, a banda é integrada por teclado, guitarra/violão, bateria, baixo e trombone. Cada um dos instrumentistas receberá o montante de R$ 1000,00 por apresentação, totalizando R$ 5000,00 de cachê para banda regional por apresentação. Ao todo serão 5 apresentações.
O show Velho Bandido tem 1h15 de duração e conta com 16 canções no repertório. Além do cantor, a banda é composta por 5 músicos que se revezam em baixo, bateria/percussão e guitarra/violão, trombone e teclado, totalizando 6 artistas em cena. Além disso, vão em viagem um produtor, um técnico de luz (pois a iluminação foi desenvolvida especialmente para o show de acordo com seu conceito visual e é sincronizada com os arranjos) e um técnico de som (pois elaborou um roteiro de design sonoro para o espetáculo), além de um artista que realizará participação especial, totalizando 10 pessoas em viagem, todas partindo da cidade de Belo Horizonte. Serão realizadas 5 apresentações. Todos os custos do projetos são direcionados às supracitadas apresentações, posto que trata-se de projeto de circulação de show de um artista em carreira solo.Defesa para aprovação no artigo 18 - integralmente composto de música regional:Sérgio Sampaio nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, cidade de outra figura ilustre na constelação musical brasileira: Roberto Carlos. Essa coincidência é representativa da polivalência da indústria musical, que catapulta um artista ao ápice de onde se pode chegar no estrelato artístico, ao mesmo tempo em que enjeita outro à sua periferia, ambos vindos do mesmo lugar no mapa. Com Roberto, Sampaio manteve relação de admiração à distância, embora expressa com sarcasmo em sua canção Meu Pobre Blues. Seu cancioneiro é patrimônio de sua cidade, sendo característico de sua região. O autor "maldito" tornou-se figura capixaba ilustre, elevando a cultura de seu estado ao nível nacional, embora ainda desprestigiado pelo mercado da música. A um artista que não pactua com a lógica do produto e da mercadoria, lhe é reservado o lugar de dejeto, de viver e fazer com as sobras, fora da abundância e excessividade da indústria: a exceção. Para o que não corresponde ao padrão estético pretendido às massas, resta o exílio, ainda que não fisicamente. O degredo subjetivo. O descentramento: a expulsão do centro.A posição de Sampaio enquanto um resistente aos imperativos da indústria da música foi determinante em nossa escolha por homenageá-lo neste projeto. Sua posição se evidencia não apenas em sua biografia, mas está incutida em sua obra. Suas canções abordam essa temática, porém não de modo objetivo, discursivo, direto, mas de maneira inteligentemente sarcástica e irônica, o que lhe atribui, também, um senso de humor e um ar de espirituosidade e irreverência, como no exemplo da canção Foi ela, quando o autor escreve: “se precisar de mim, me encontre, estou na moda”, quando, notadamente, ele não opta pela tendência estética do mercado da música de seu tempo. Sua forma de tocar seus temas é sutil e refinada. Embora suas canções não sejam propriamente humorísticas, elas são oriundas de um autor que ri de sua própria condição, satirizando o sistema que o posiciona como um estrangeiro e periférico. Isso gera identificação em outros cantores independentes, alheios à indústria musical e aos grandes centros de produção e difusão em nosso país.Prova de sua vitória é que a obra de Sampaio, 30 anos após sua morte, a despeito de tudo o que quis silenciá-la, permanece sobrevivente e reconhecida pela classe musical, embora ainda distante de alguma comoção popular. Este projeto intenta oferecer alguma contribuição para a movimentação de seu repertório, que, como mostramos, encontrou resistência de assimilação por parte do mercado, o que nos impele ao apelo de que este projeto seja aprovado sob o artigo 18, para que seja viável sua captação, num movimento em direção à superação de tudo o que já insistiu em destituir a obra de Sampaio de seu lugar em nossa música. Seu repertório será cantado por Felipe de Oliveira, artista de projeção regional que enfrenta os mesmos empecilhos no processo de difusão e circulação de sua obra.Plano da Oficina de Gestão Cultural oferecida como contrapartida social:Esta oficina traçará um percurso geral para a gestão da cultura, que pode ser aplicado na produção de eventos, em políticas públicas para a área cultural, no desenvolvimento de carreiras artísticas, gestão de espaços culturais e afins. A proposta é discutir, com os alunos, os aspectos que envolvem a produção da cultura de maneira ampla e, ao mesmo tempo, fornecer ferramentas técnicas para sua atuação prática na área, que será experimentada através da oficina. O foco das aula será a legislação em torno das leis de incentivo à cultura, a escrita de projetos culturais e um exercício de ateliê em que os alunos desenvolverão textos para projetos de seu interesse.Perfil dos alunos: Graduandos no campo artístico-cultural, de escolas públicas, ou profissionais atuantes na área, ainda que sem formação, que estejam em início de carreira e queiram se inteirar das maneiras de viabilizar seus trabalhos.Recursos didáticos: Aulas expositivas; apreciação de conteúdos multimidia em vídeo, texto, som e imagem; discussões e debates; aulas práticas de escrita e análise de texto.Programação de conteúdos: o aluno discutirá os conceitos de arte e cultura, passando por um panorama crítico sobre aspectos pertinentes ao mercado das artes e à indústria cultural, aprendendo sobre como se dão as dinâmicas de produção em nosso campo e como está estruturada a legislação concernente a essa área;Passará por treinamento para escrita de projetos culturais, passando por todos os textos necessários, boas práticas de escrita e formatos, características e estilos textuais; O aluno também colocará a mão na massa, trazendo seus textos para serem discutidos em aula, de acordo com os critérios de avaliação de um edital real, como seria feito por um parecerista.A participação será gratuita e a oficina será ofertada online, em plataforma de chamada de vídeo. Serão abertas 30 vagas.
No que concerne à acessibilidade, os espaços escolhidos para sediarem as apresentações estarão aptos a proporcionar condições ideais a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e pessoas com deficiência, conforme disposto no artigo 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, com rampa de acesso para cadeirantes, banheiro adaptado, e lugares reservados para PCD’s. Além disso, para todas as apresentações, será contratado intérprete de LIBRAS para fazer a tradução das letras das canções. É importante frisar que, como previsto em lei, a medida de acessibilidade constará nos materiais de divulgação do projeto, cujo público contemplado será focalizado nos direcionamentos de nossa campanha de tráfego pago nas mídias sociais.
O acesso ao bem cultural se dará através da compra de ingresso. Haverá ação de inclusão de público com menos acesso aos bens culturais e estímulo de acesso a eventos artísticos com a proposta de que o valor do ingresso seja popular, sugerindo a inteira a R$20,00 e a meia entrada a R$ 10,00, com a finalidade de democratizar a entrada ao espetáculo e possibilitar que venha, para o ambiente do teatro, um público que muitas vezes não tem essa oportunidade.Todos os materiais gerados a partir do projeto serão disponibilizados gratuitamente na internet, a fim de proporcionar maior alcance e acesso à obra, de maneira democrática. Será critério de escolha dos locais para sediar os eventos a facilidade de acesso através de transporte público e a localização central, contribuindo para um acesso mais democrático a diferentes classes sociais e econômicas.Como contrapartida social, o proponente - especialista em gestão cultural pelo Centro Universitário UNA - oferece uma oficina com duração de 4h/aula sobre escrita de projetos culturais, a ser realizada gratuitamente, em formato online.
Felipe de Oliveira (proponente) – Função: Cantor e Gestor – Homem Cis – Gay – Branco – não é PCD - 32 anos – CPF 11732944652Felipe de Oliveira é um cantor e intérprete mineiro que iniciou sua carreira musical em 2015, após uma trajetória no cinema, área na qual é graduado. O artista vincula a música à herança cênica deixada pela sua passagem pelo audiovisual, bem como à sua experiência com a dança flamenca, construindo shows e álbuns pautados por dramaturgia. Após participar do programa The Voice Brasil (2016), realizou um financiamento coletivo para a produção do primeiro álbum da carreira, que veio em 2018, intitulado “Coração Disparado”, que recebeu elogios do crítico Mauro Ferreira, no G1, e figurou em listas de melhores discos do ano. O trabalho resultou num show que circulou por diversos e importantes palcos pelo Brasil, como SIM SP e MARTE Festival, ao lado de grandes artistas, como João Bosco, Filipe Catto, Leo Cavalcanti, As Baías e Maria Beraldo.Em 2021, viabilizou seu 2º álbum, "Terra Vista da Lua“, através da Lei Aldir Blanc e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, que foi eleito como melhor disco do ano na categoria “Pop, Rock e Afins” pelo Prêmio da Música Popular Mineira, organizado pela Rádio Inconfidência. O show derivado do disco transformou-se em um DVD, lançado em 2023.Dentre suas demais realizações, o artista dirigiu o curta-metragem O Amor em Pedaços, foi Júri Jovem da Mostra de Cinema de Tiradentes e foi selecionado pelo SESC para fazer uma turnê por 8 cidades do Paraná. Recentemente foi contemplado também pelos editais do Espaço Cine Furnas Cultural e do SESI SP, este último para realizar temporada na FIESP da Av. Paulista.Participou da série Hit Parade, do Canal Brasil, recebeu prêmio no Festival Som Plural 2017, pela interpretação da música Noite Sem Fim e integrou o elenco, ao lado de importantes artistas mineiros, de um espetáculo no Grande Teatro do Cine Brasil, em homenagem a Guimarães Rosa. Felipe de Oliveira é Mestre em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais (2023).Discos lançados: Coração Disparado (2018) Terra Vista da Lua (2021) DVD Terra Vista da Lua - Ao Vivo (2023)Velho Bandido (2025)Festivais, feiras e editais: MARTE Festival (2017 e 2019), SESC Sonoro 2020 (PR), Cine Furnas Cultural 2020 (MG), SESI SP 2022 (espaço café) , Cena Plural (BH) 2019, SIM SP (2018), FORMEMUS (ES) 2019, HACKTOWN (MG) 2018, Festival de Inverno de São João Del Rei (2019), Festival Todos os Sons Ouro Preto(2019), Festival da Canção de Itabirito (2019), Festival Música e Deguste (2017), Festival Multi Experiências Ouro Preto (2022), Festival Muthim (2021).Prêmios: Prêmios da Música Popular Mineira - Melhor disco do ano na categoria Pop Rock e Afins para o álbum Terra Vista da Lua (2022) Festival Som Plural: Melhor Canção por Noite Sem Fim (2027) Menção Honrosa no 7º Curta Cabo Frio pelo curta metragem O Amor em Pedaços (2015) Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no 2º FestFilmes - Festival de Cinema Luso Afro Brasileiro, pelo curta metragem O Amor em Pedaços (2015) Prêmio Vito Diniz do Jovem Realizador pelo roteiro do curta metragem O Telegrafista (2012) André de Freitas Milagres – Função: Músico – Homem Cis – Heterossexual – Branco – não é PCD - 36 anos – CPF 034350446 Membro fundador do grupo musical Assanhado Quarteto e vencedor do Prêmio BDMG Jovem Instrumentista, em 2012. Ministrou Masterclasses sobre a linguagem do Choro na Monash University e no Conservatório de Música da Universidade de Melbourne, na Austrália (2017), bem como oficinas sobre a linguagem do violão de 7 cordas no Clube do Choro de Paris. Foi violonista no Grupo de Choro Palácio das Artes (2007-2013) João Paulo Drumond – Função: Músico – Homem Cis – Heterossexual – Pardo – não é PCD - 39 anos – CPF 072028406-69João Paulo Drumond teve formação profissional no Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) e graduação em música / percussão pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, mudou-se para Estrasburgo/França para se especializar em teclas de percussão com o renomado percussionista Emmanuel Séjourné. Excursionou o Brasil com espetáculos como Mineral, de Máximo Soalheiro, e tocou com a Orsquestra Sinfônica de MG. Marco Aurélio Cardoso de Souza (Marco Aur) – Função: Músico – Homem Cis – Heterossexual – Branco – não é PCD - 54 anos – CPF 664586846-49Um dos idealizadores das bandas de rock Quarta Dimensão, Trinidad e Quatro Caras, com as quais excursionou pelo Brasil e exterior nas décadas de 80 e 90 até 2007. Com o “Grupo Folclórico de Danças Sarandeiros”, participou como baixista, flautista e cantor (1998 a 2001). Realizou shows em grandes casas de espetáculo, como Canecão (RJ), Sesc Pompéia (SP) e Grande Teatro do Palácio das Artes (MG). Gravou seu álbum solo “Samba Solto” (2001) e integrou, durante mais de dez anos, a banda do músico mineiro Chico Lobo, gravado por Maria Bethânia Alcione Cristina Gomes Souza – Função: Gestão Financeira – Mulher Cis – Heterossexual – Branca – não é PCD - 44 anos – CPF 034350446-40Mestre em Administração na linha de pesquisa em Finanças pela UFMG (2020), Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA (2019) e Contadora pela PUC Minas (2002), Alcione é contadora, consultora e gestora contábil-financeira de programas e projetos artísticos, culturais, esportivos, sociais e negócios criativos. Responsável pelo planejamento financeiro, execução financeira do projeto e prestação de contas. Assessoria na elaboração do plano de desembolso, na contratação de fornecedores e compras. Gerenciamento, controle financeiro e auditoria financeira preventiva. Controle do orçado x realizado do projeto, gestão de fluxo de caixa, contas a pagar e aportes a receber. Análise e controle de incidência de tributos, retenções e recolhimentos. Monitoramento e revisão do planejamento financeiro. Adequação, readequação e remanejamento orçamentário. Ministra cursos, oficinas e treinamentos de gestão contábil e financeira para projetos incentivados. CRC-MG 079641/OJozane Faleiro – Função: Assessoria de Imprensa – Mulher Cis – Heterossexual – Branca – não é PCD - 45 anos – CPF 03092884604Jozane Faleiro é proprietária da empresa Luz Comunicação. Ocupou cargos de gerência, coordenação e analista de comunicação, além de ter atuado como repórter colaboradora para os jornais O Estado de S.Paulo, Estado de Minas e revistas Contigo! e Veja. É mediadora de debates literários desde 2009, trabalhando no projeto Sempre Um Papo, Bienal do Livro de Minas Gerais e Festival Literário de Araxá - Fliaraxá. Assessorou empresas nas áreas de Cultura, Entretenimento, Gastronomia, Artes, trabalhando com nomes como Milton Nascimento, Titãs, Nando Reis e Lulu Santos. Giselle Thais Favacho (Gigi Favacho) – Função: Coordenação de produção – Mulher Cis – Pansexual – Branca – PCD - 42 anos – CPF 692.388.472-15Gigi Favacho, mulher pansexual e PcD, que trabalha na coordenação da Virada Cultural de BH, tendo idealizado o Festival Divina Maravilhosa, focado em artistas LGBTQIA+ e mulheres. Produziu o disco VOGA, patrocinado pelo Natura Musical, foi booker de Elza Soares em A Mulher do Fim do Mundo e trabalhou na direção de produção de Fernanda Takai e Vander Lee. Fernando Reis de Freitas – Função: Técnico de Luz – Homem Cis – Heterossexual – Negro – não é PCD - 40 anos – CPF 01485493650Técnico cativo do Sesc Palladium por 10 anos, tendo participado da montagem, operação e criação de luz de diversos espetáculos que excursionaram nacionalmente. Trabalhou também nos teatros Sesi Minas e Santo Agostinho.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.