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PRONAC 2516056Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VentreFusion - Festival Internacional de Dança

FERNANDA ALVES PARREIRA GOMES
Solicitado
R$ 395,7 mil
Aprovado
R$ 395,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2025-12-30
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás

Resumo

O projeto VentreFusion - Festival Internacional de Dança realizará, em Goiânia (GO), um evento gratuito de três dias dedicado à dança oriental e suas fusões com outras linguagens, como balé, jazz, flamenco e dança de salão. A proposta contempla apresentações culturais abertas ao público, oficinas formativas, painéis temáticos e ações de contrapartida social, além da concessão de dez bolsas artísticas para solos e grupos selecionados. O projeto também prevê feira criativa e registro audiovisual, promovendo intercâmbio entre artistas brasileiros e estrangeiros e valorizando a diversidade étnica e estética na dança contemporânea.

Sinopse

O VentreFusion – Festival Internacional de Dança é um evento multicultural que celebra a fusão entre a dança oriental e outras linguagens corporais contemporâneas, como o balé, o jazz, a dança flamenca e a dança de salão. Realizado em Goiânia (GO), o festival tem como propósito promover o diálogo entre tradições, expressões e identidades diversas, explorando a pluralidade étnica e estética da dança e sua capacidade de gerar encontros, aprendizagens e transformações sociais.Com duração de três dias, o festival reúne artistas, pesquisadores e o público em uma programação totalmente gratuita, composta por espetáculos, oficinas, painéis temáticos, feira criativa, ações de contrapartida social e a produção de um documentário. O evento valoriza tanto a excelência artística quanto o caráter educativo e inclusivo da dança, possibilitando o acesso do público a experiências culturais de alta qualidade e a oportunidades de formação e intercâmbio.O espetáculo principal, que dá nome ao projeto, é uma performance de fusão étnica criada pela coreógrafa e idealizadora Nandah Gomes. A obra une elementos da dança do ventre, do balé clássico, do jazz e de danças contemporâneas, propondo um diálogo entre o Oriente e o Ocidente, o sagrado e o profano, a técnica e a emoção. Com trilha sonora que mistura sonoridades árabes, percussões brasileiras e texturas eletrônicas, o espetáculo propõe uma experiência sensorial e simbólica, na qual o corpo se torna o elo entre culturas e tempos. A montagem é coletiva, construída com artistas convidados e bolsistas selecionados por edital, e será apresentada em três sessões, nos dias 23, 24 e 25 de outubro de 2026, com classificação indicativa livre e acessibilidade integral.O eixo formativo do festival será composto por oficinas e cursos de capacitação voltados ao aprimoramento técnico e criativo de bailarinos, professores e estudantes de dança. Ministradas por profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente, as atividades abordarão temas como corpo contemporâneo e expressão étnica, improvisação e presença cênica, fusão oriental e jazz, técnica flamenca e processos criativos na dança. As oficinas acontecerão nos períodos matutino e vespertino durante os três dias de evento, com inscrições gratuitas e emissão de certificados. Ao todo, serão seis oficinas que atenderão cerca de quatrocentos participantes.Além das oficinas, o VentreFusion contará com painéis temáticos e rodas de conversa que discutirão a dança como instrumento de transformação cultural e social. Entre os temas estão “A mulher e a ancestralidade na dança contemporânea”, “Interculturalidade e corpo híbrido na cena atual” e “Economia Criativa e sustentabilidade na dança”. Esses encontros serão abertos ao público e reunirão artistas, curadores e pesquisadores, fortalecendo o campo artístico da dança e estimulando reflexões sobre o papel da arte no desenvolvimento humano e social.Um dos pilares do festival é a concessão de dez bolsas artísticas, sendo quatro para trabalhos solos e seis para grupos, selecionados por meio de edital público e avaliados por uma banca independente. Os bolsistas participarão de uma residência artística e das apresentações finais do evento. Essa ação tem como objetivo incentivar a produção autoral e independente, dar visibilidade a novos talentos e apoiar a criação de obras que dialoguem com a proposta do festival.O projeto também contempla ações de contrapartida social, reforçando seu compromisso com a democratização do acesso à cultura. Entre essas atividades estão um ensaio aberto em escola pública de Goiânia, que permitirá a alunos e professores acompanharem o processo de criação do espetáculo, e a oficina “Corpos que Dançam”, voltada a jovens de comunidades periféricas, que abordará a dança como ferramenta de expressão, autoestima e inclusão social. Todas as ações serão gratuitas e realizadas com foco na formação de público e na integração comunitária.Durante os três dias de programação, o público poderá visitar a Feira Criativa VentreFusion, um espaço de valorização da economia criativa e da produção cultural local. Nela, artistas, empreendedores e artesãos poderão expor e comercializar produtos relacionados à dança, como figurinos, acessórios, livros e instrumentos musicais. A feira funcionará como um ambiente de convivência e troca entre público e criadores, fortalecendo redes de colaboração e estimulando o empreendedorismo cultural.Como registro permanente do processo, será produzido o documentário “Corpos em Fusão”, que acompanhará os bastidores do festival, os ensaios, as oficinas e as apresentações, além de depoimentos de artistas e participantes. Com cerca de trinta minutos de duração, o documentário terá legendas, tradução em Libras e audiodescrição, sendo disponibilizado gratuitamente nas plataformas digitais do projeto. O objetivo é documentar o impacto do evento, ampliar seu alcance e oferecer um material de referência para estudos, formação artística e pesquisa sobre dança e interculturalidade.Todas as atividades do festival possuem classificação indicativa livre, sendo abertas ao público em geral, com exceção das oficinas formativas, destinadas preferencialmente a maiores de dezesseis anos, em razão da complexidade técnica das temáticas. O evento será realizado com acessibilidade física e de conteúdo, garantindo rampas, sinalização tátil, banheiros adaptados, tradução em Libras, legendas e audiodescrição.O festival propõe-se como uma experiência artística, educativa e social completa, que articula criação, formação, difusão e inclusão. Ao reunir artistas brasileiros e estrangeiros em torno de um tema que valoriza a pluralidade e a ancestralidade da dança, o projeto fortalece o intercâmbio cultural, amplia o acesso à arte e consolida Goiânia como um polo de referência em dança no Centro-Oeste.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso gratuito à cultura e à formação artística por meio da realização do Festival VentreFusion, evento que integra apresentações, oficinas e intercâmbios culturais entre artistas brasileiros e estrangeiros. O festival visa fortalecer o setor da dança no Centro-Oeste brasileiro, estimular a criação autoral e valorizar a diversidade étnica e estética das expressões corporais, especialmente aquelas inspiradas nas tradições da dança oriental e suas fusões contemporâneas. A iniciativa busca também ampliar a profissionalização de artistas e fomentar a economia criativa regional, contribuindo com Goiânia como um polo de referência para a dança e para o diálogo intercultural nas artes.Objetivos Específicos- Realizar o festival em Goiânia (GO) entre os dias 23 e 25 de outubro de 2026, com entrada gratuita para todo o público, garantindo acessibilidade física e de conteúdo;- Apresentar três espetáculos de dança gratuitos, um em cada dia do evento, reunindo artistas convidados e os bolsistas selecionados;- Oferecer seis atividades formativas gratuitas, incluindo oficinas, painéis e mesas temáticas, voltadas a estudantes, artistas e interessados na área de dança e performance;- Conceder dez bolsas artísticas (quatro individuais e seis coletivas), selecionadas por meio de edital público e banca independente, como incentivo à produção autoral e à pesquisa em dança;- Executar duas ações de contrapartida social, voltadas a escolas públicas e comunidades locais, por meio de oficinas inclusivas e ensaios abertos;- Desenvolver uma feira criativa durante os três dias do evento, abrindo espaço para empreendedores e profissionais ligados à dança comercializarem produtos e serviços culturais.- Registrar e divulgar o festival por meio de documentário e vídeos promocionais, assegurando a difusão online gratuita do conteúdo audiovisual.- Promover intercâmbio cultural entre artistas brasileiros e estrangeiros, incentivando trocas de saberes e experiências que reforcem a pluralidade estética e a inovação artística.- Garantir acessibilidade universal, disponibilizando intérpretes de Libras, audiodescrição, legendagem e comunicação inclusiva, conforme as diretrizes da Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura.- Valorizar o protagonismo feminino na dança e nas artes cênicas, incentivando a participação de mulheres como idealizadoras, criadoras e formadoras.- Estimular a economia criativa local, gerando cerca de 35 postos diretos e indiretos de trabalho nas áreas de produção, técnica, audiovisual, comunicação e arte.- Assegurar a transparência e a legalidade na execução do projeto, cumprindo integralmente as normas da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) e suas regulamentações.- Ampliar o acesso à arte e à formação cultural.

Justificativa

O projeto VentreFusion - Festival Internacional de Dança surge da necessidade de fortalecer e difundir a produção cultural independente no campo da dança contemporânea e das expressões de fusão oriental, ampliando o acesso gratuito à arte e à formação cultural no Centro-Oeste do Brasil. Em um cenário em que a maior parte dos eventos artísticos de porte ocorre em regiões concentradas e com ingresso pago, o VentreFusion propõe um modelo inclusivo, gratuito e acessível, promovendo apresentações, oficinas, feiras criativas e intercâmbios artísticos entre profissionais do Brasil e do exterior.A realização do festival depende do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet por se tratar de uma ação de relevante interesse público, sem caráter comercial, cuja execução envolve custos significativos com estrutura, equipe técnica especializada, passagens, hospedagens e acessibilidade. O incentivo permitirá garantir qualidade artística e técnica, gratuidade total ao público, pagamento justo aos profissionais envolvidos e plena acessibilidade física e de conteúdo, conforme exigências legais do Ministério da Cultura.O projeto se enquadra nos incisos I, II, III e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois:- Inciso I _ incentiva a produção e difusão da cultura, por meio da realização de apresentações gratuitas e de ampla divulgação;- Inciso II _ promove o acesso da população às fontes da cultura nacional e internacional, ao reunir artistas brasileiros e estrangeiros em um mesmo espaço de troca;- Inciso III _ apoia projetos que estimulem a produção independente, fortalecendo artistas e produtores autônomos da dança e das artes cênicas;- Inciso V _ estimula o intercâmbio e a difusão de expressões culturais, fomentando o diálogo entre tradições orientais, mediterrâneas e contemporâneas sob uma perspectiva étnica e plural.Da mesma forma, o VentreFusion contribui diretamente para o cumprimento dos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, especialmente:- Inciso I _ na promoção e estímulo à cultura brasileira e às suas interações com outras culturas, reforçando a posição do Brasil como agente ativo no intercâmbio artístico internacional;- Inciso II _ ao contribuir para o pleno exercício dos direitos culturais, garantindo o acesso gratuito da população a bens e serviços culturais de qualidade;- Inciso III _ ao estimular a difusão da cultura e a formação de público, aproximando comunidades, escolas e novos espectadores do universo da dança;- Inciso IV _ ao valorizar e difundir a diversidade cultural e étnica, sem recortes raciais, mas reconhecendo a riqueza estética e simbólica das identidades;- Inciso V _ ao estimular o desenvolvimento da economia da cultura, gerando trabalho e renda em toda a cadeia produtiva;- Inciso VI _ ao consolidar parcerias e redes culturais regionais, fortalecendo o setor da dança na Região Centro-Oeste. A execução deste projeto na cidade de Goiânia atende, portanto, a uma demanda concreta por ações culturais acessíveis, descentralizadas e de formação continuada. Trata-se de um território com expressivo potencial criativo, mas ainda carente de espaços estruturados que integrem criação, formação, difusão e sustentabilidade cultural. O VentreFusion pretende preencher essa lacuna ao oferecer um festival gratuito e multidisciplinar, com ações que contemplam tanto o público em geral quanto profissionais e estudantes de arte.Em dados quantitativos, o projeto prevê a realização de três dias consecutivos de atividades com programação gratuita e acessível, contemplando três espetáculos principais, seis oficinas formativas, três painéis temáticos, duas ações de contrapartida social e uma feira criativa com até vinte expositores. Estima-se o atendimento de aproximadamente 2.000 pessoas presencialmente, incluindo público das apresentações, participantes das oficinas e visitantes da feira, além de um alcance digital estimado em 5.000 visualizações do documentário e dos registros audiovisuais. Serão concedidas dez bolsas artísticas por meio de edital público, envolvendo diretamente mais de cinquenta profissionais entre artistas, técnicos, produtores e prestadores de serviço. A execução abrangerá 12 meses de atividades, entre pré-produção, realização e pós-produção, movimentando a cadeia da economia criativa local e fortalecendo o setor da dança no Centro-Oeste.O festival se caracteriza ainda por seu caráter étnico e intercultural, abordando a dança oriental e suas fusões contemporâneas não sob uma ótica racial, mas a partir de um olhar que reconhece a diversidade simbólica e estética como patrimônio da humanidade. Assim, o projeto reafirma o papel da arte como linguagem de encontro e diálogo, fortalecendo valores de respeito, empatia e coexistência.Do ponto de vista técnico, a Lei Rouanet é o único instrumento capaz de garantir a viabilidade financeira de um evento deste porte sem comprometer o princípio da gratuidade. O mecanismo permite que recursos privados sejam canalizados para a cultura, transformando parte do imposto devido em investimento direto em educação artística, acessibilidade, inovação estética e fortalecimento da economia criativa. Com a utilização do incentivo fiscal, será possível remunerar de forma adequada cerca de 35 profissionais entre artistas, técnicos, produtores e comunicadores; e gerar produtos culturais permanentes, como o documentário do festival, conteúdos audiovisuais, feira criativa e ações formativas, que permanecerão disponíveis gratuitamente à população.Portanto, o uso do mecanismo de incentivo à cultura é plenamente justificado e indispensável para a realização do VentreFusion - Festival Internacional de Dança, uma vez que assegura acesso democrático à arte, valorização do trabalho artístico, inclusão social, formação de plateia, difusão cultural, respeito à diversidade étnica e fortalecimento da economia criativa brasileira, em estrita conformidade com os dispositivos da Lei Rouanet e as diretrizes do Ministério da Cultura.

Estratégia de execução

O VentreFusion – Festival Internacional de Dança foi concebido como uma plataforma de intercâmbio, formação e difusão cultural que articula dimensões artísticas, pedagógicas e sociais da dança contemporânea, com foco na fusão entre linguagens e no diálogo entre culturas. Embora centrado na dança oriental e suas derivações contemporâneas, o projeto adota uma abordagem plural, não racializada, e sim de caráter étnico e simbólico, em que o corpo é compreendido como território de diversidade, memória e transformação.O festival propõe-se a atuar como um instrumento de fortalecimento do setor da dança no Centro-Oeste, região que, apesar da relevância de seus artistas e grupos, ainda carece de circuitos estruturados de difusão e capacitação. A escolha de Goiânia como sede está associada à consolidação da cidade como polo de formação e experimentação cênica, com equipamentos culturais adequados e público consolidado para eventos de dança. O projeto, portanto, atende a uma demanda real por eventos que articulem excelência artística, acessibilidade e inclusão social.O caráter internacional do VentreFusion decorre tanto do convite à participação de artistas estrangeiros quanto do diálogo com referências globais em dança étnica e fusões contemporâneas. Esse intercâmbio amplia o repertório técnico e conceitual dos participantes e contribui para o fortalecimento das redes de cooperação artística entre o Brasil e outros países. A presença de convidados internacionais será viabilizada mediante captação parcial de recursos e parcerias culturais, priorizando profissionais com experiências formativas que dialoguem com a proposta curatorial.O projeto prevê ainda o registro e a documentação sistemática de todas as etapas, desde a pré-produção até a pós-produção, garantindo a rastreabilidade dos processos e a geração de memória institucional. O documentário “Corpos em Fusão”, os relatórios técnicos e o material fotográfico comporão um acervo digital público, de acesso gratuito, a ser disponibilizado em site próprio. Esse acervo permitirá que o festival transcenda sua realização pontual, tornando-se referência para pesquisas, formação de profissionais e futuras edições.A proposta também considera princípios de sustentabilidade e responsabilidade ambiental. As estruturas cênicas e expositivas utilizarão materiais reaproveitáveis e de baixo impacto ambiental, priorizando fornecedores locais e práticas de economia circular. A comunicação digital será o principal meio de divulgação, reduzindo impressões físicas e incentivando o acesso por QR Codes e plataformas online.Do ponto de vista de gestão, o festival adota uma metodologia integrada de planejamento, execução e monitoramento, em conformidade com a Instrução Normativa nº 23/2025. Todas as contratações seguirão critérios de transparência e legalidade, com registros formais e prestação de contas digital. A gestão financeira será acompanhada por equipe especializada e supervisionada pela coordenação executiva, assegurando a correta aplicação dos recursos públicos e a comprovação das metas estabelecidas.A proposta contempla ainda indicadores de impacto e avaliação que abrangem dimensões quantitativas e qualitativas. Entre eles: número de participantes presenciais e virtuais, alcance das ações formativas, acessibilidade garantida, diversidade regional dos artistas e nível de satisfação do público. Além dos relatórios de público e das listas de presença, o projeto adotará questionários de avaliação das oficinas e painéis, permitindo mensurar a efetividade das ações formativas e a percepção de impacto cultural e social.O VentreFusion também se insere no contexto de políticas públicas para a Economia Criativa, atuando na formação de redes profissionais e na ampliação do mercado de trabalho para artistas, técnicos e produtores culturais. O evento fomentará a circulação de bens e serviços culturais, a geração de renda local e a valorização de iniciativas independentes, especialmente de mulheres e profissionais em início de carreira. A Feira Criativa, por exemplo, cumpre papel estratégico nesse eixo, ao oferecer visibilidade e oportunidades de comercialização para empreendedores criativos da dança.A comunicação institucional do projeto será conduzida por equipe especializada, com estratégias de difusão segmentadas para artistas, estudantes, imprensa e público em geral. O plano de comunicação prevê o uso de redes sociais, mídias digitais, rádio, parcerias com escolas de dança e universidades, além de cobertura jornalística local e nacional. O conteúdo produzido durante o evento – teasers, entrevistas e registros audiovisuais – será disponibilizado gratuitamente e permanecerá online como material de referência e divulgação permanente.A equipe envolvida no festival é composta por profissionais com longa trajetória em projetos culturais e comprovada capacidade técnica, garantindo segurança na execução e legitimidade artística. A curadoria liderada por Nandah Gomes assegura coerência estética e qualidade coreográfica, enquanto a coordenação executiva conduzida por Lucas Andrade e Fernanda Alves Parreira Gomes garante rigor administrativo e aderência às normas da Lei Rouanet.O projeto reafirma seu compromisso com a diversidade e com a democratização do acesso à cultura. A política de acessibilidade contempla medidas físicas, comunicacionais e de conteúdo, assegurando a participação de pessoas com deficiência e grupos historicamente excluídos. As contrapartidas sociais e a política de vagas reservadas em oficinas e bolsas reafirmam o princípio da cultura como direito e não privilégio.O VentreFusion, portanto, configura-se como uma proposta cultural consistente, tecnicamente estruturada e socialmente relevante. Sua realização contribuirá para a formação de público, a qualificação profissional e a internacionalização da dança produzida no Brasil, consolidando um espaço de convergência entre tradição e contemporaneidade, pesquisa e espetáculo, arte e cidadania.

Especificação técnica

1. Espetáculo “VentreFusion”Formato: Apresentação cênica com elenco de bailarinos convidados, artistas bolsistas e direção artística de Nandah Gomes.Duração: Aproximadamente 70 minutos.Sessões: Três apresentações, realizadas em dias consecutivos (23, 24 e 25 de outubro de 2026).Classificação indicativa: Livre.Equipe técnica: direção artística, direção de produção, técnicos de som e luz, equipe de palco, audiovisual e assessoria de acessibilidade.Estrutura técnica: palco de 10x12m, sistema de som profissional estéreo, iluminação cênica com refletores LED, moving lights e projetores, microfones sem fio, painéis de LED e estrutura de camarins climatizados.Cenário e figurino: elementos móveis e simbólicos, com tecidos e adereços inspirados em motivos orientais e contemporâneos, valorizando o movimento e o fluxo visual.Trilha sonora: composição musical combinando sonoridades árabes, percussões brasileiras e texturas eletrônicas.Projeção e efeitos: utilização de projeções gráficas e recursos multimídia para ambientação sensorial.Acessibilidade: audiodescrição, tradução simultânea em Libras e legendas projetadas em painel lateral.Público estimado: cerca de 600 pessoas por apresentação, totalizando 1.800 espectadores presenciais.Local de realização: espaço cultural público de grande circulação em Goiânia, dotado de acessibilidade física e técnica.2. Oficinas e Ações FormativasFormato: seis oficinas presenciais, realizadas nos períodos matutino e vespertino durante os três dias do festival.Duração média: 1h30 cada oficina.Carga horária total: 15 horas de atividades formativas.Público-alvo: bailarinos, professores, estudantes de dança e público interessado a partir de 16 anos.Participantes estimados: até 70 pessoas por oficina, totalizando 420 beneficiários diretos.Temáticas propostas (possibilidade de adequação, frene a disponibilidade dos oficineiros):- Fusão oriental e jazz;- Corpo contemporâneo e expressão étnica;- Improvisação e presença cênica;- Técnica flamenca aplicada à dança oriental;- Processos criativos e interculturalidade;- Dança e empoderamento feminino.Materiais utilizados: tatames de EVA, tecidos cênicos, som ambiente, projetor multimídia, material didático impresso e digital, banners e formulários de avaliação.Certificação: emissão de certificados digitais com registro da carga horária.Acessibilidade: intérprete de Libras em todas as atividades, sinalização acessível e material pedagógico em formato digital acessível (PDF legível e audiodescrição).Coordenação pedagógica: sob responsabilidade de Nandah Gomes, com supervisão da equipe de produção executiva.3. Painéis Temáticos e Rodas de ConversaFormato: três encontros temáticos voltados à reflexão sobre arte, corpo e interculturalidade.Duração: 90 minutos cada painel.Mediadores e convidados: artistas, curadores e pesquisadores de dança convidados pela direção artística.Temas previstos: “A mulher e a ancestralidade na dança contemporânea”; “Interculturalidade e corpo híbrido na cena atual”; “Economia criativa e sustentabilidade na dança”.Metodologia: exposição oral, debate aberto e participação do público.Infraestrutura: auditório ou sala equipada com sistema de som, projetor, cadeiras, microfones e mesa de mediação.Público estimado: 100 pessoas por painel, totalizando 300 participantes presenciais.Acessibilidade: tradução em Libras.4. Feira Criativa VentreFusionFormato: espaço de comercialização e exposição de produtos culturais, figurinos, acessórios, livros e instrumentos ligados à dança.Período de funcionamento: durante os três dias do festival, das 10h às 20h.Número de expositores: até 20 empreendedores locais e regionais, selecionados por chamada pública.Infraestrutura: tendas modulares padronizadas, bancadas, iluminação, ponto de energia e sinalização visual.Objetivo: fomentar a economia criativa local, apoiar empreendedores da dança e promover intercâmbio entre artistas e público.Acesso: gratuito e livre durante todo o evento.Público estimado: aproximadamente 600 visitantes por dia, totalizando 1.800 visitantes.5. Contrapartidas SociaisFormato: duas ações de formação e difusão realizadas fora do espaço principal do festival, voltadas a escolas públicas e comunidades locais.Atividades previstas:- Ensaio aberto – apresentação pública de processo artístico, realizada em escola da rede estadual de ensino, com duração de 60 minutos e conversa com os alunos.- Oficina “Corpos que Dançam” – atividade prática com foco em expressão corporal, autoestima e inclusão social, ministrada por artistas convidados.Público estimado: cerca de 200 participantes diretos.Acessibilidade: comunicação inclusiva, transporte acessível e material didático adaptado.Objetivo: ampliar o acesso à arte e despertar o interesse de jovens e estudantes pela dança como linguagem e profissão.6. Documentário “Corpos em Fusão”Formato: produto audiovisual derivado do festival, com duração aproximada de 5 a 10 minutos.Conteúdo: registro de bastidores, oficinas, painéis, apresentações e depoimentos de artistas e participantes.Edição: montagem em software profissional (Adobe Premiere ou DaVinci Resolve), com finalização em formato MP4 e codec H.264.Acessibilidade: legendagem, tradução em Libras e audiodescrição integradas.Distribuição: gratuita, via canal oficial do festival e redes sociais.Objetivo: difundir o processo criativo do festival, ampliar o alcance das ações e gerar material educativo de referência para o setor cultural.7. Materiais e Recursos Técnicos GeraisO projeto utilizará equipamentos e recursos adequados à execução de eventos de médio porte, incluindo palco modular, som e luz profissionais, equipamentos audiovisuais de alta definição, computadores para edição e projeção, impressões gráficas, mobiliário de apoio e materiais didáticos.Todos os equipamentos e serviços serão contratados conforme as normas técnicas vigentes, priorizando fornecedores locais e garantindo sustentabilidade nas montagens (reutilização de estruturas e materiais recicláveis).8. Projeto Pedagógico e MetodologiaAs atividades formativas do festival seguem um projeto pedagógico interdisciplinar, que articula teoria e prática por meio de quatro eixos:- Formação técnica, com oficinas que desenvolvem habilidades corporais e criativas;- Reflexão crítica, por meio de painéis e debates sobre interculturalidade e mercado da dança;- Vivência artística, através da residência e do espetáculo com artistas convidados;- Cidadania cultural, com contrapartidas sociais que aproximam a arte de públicos vulneráveis.A metodologia baseia-se na integração entre corpo, som, espaço e narrativa, promovendo a construção de conhecimento a partir da experiência estética. Todos os conteúdos terão caráter educativo e serão documentados para avaliação posterior, compondo o acervo digital do festival.

Acessibilidade

O presente projeto foi concebido com o compromisso de garantir acesso pleno, equitativo e inclusivo às suas atividades, observando as normas da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025. As ações de acessibilidade foram planejadas de modo a eliminar barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais, assegurando que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam usufruir integralmente das atividades formativas, artísticas e sociais que compõem o festival.1. Acessibilidade FísicaA acessibilidade física será garantida em todas as etapas do projeto, desde a pré-produção até a execução dos eventos presenciais, por meio das seguintes medidas:- Locação de espaços acessíveis para a realização do evento: todos os locais utilizados (teatros, auditórios, salas de ensaio e áreas da feira criativa) atenderão aos critérios de acessibilidade previstos nas normas da ABNT NBR 9050/2020, contemplando rampas de acesso, corrimãos, piso antiderrapante, áreas de circulação adequadas, banheiros adaptados e assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida;- Sinalização tátil e visual: caso não haja, será instalada sinalização em braille e alto-relevo nas áreas de maior fluxo (entradas, saídas, banheiros e pontos de atendimento), além de pictogramas com contraste de cor e boa legibilidade;- Guias táteis e rotas acessíveis: serão demarcadas rotas táteis e visuais que orientem o deslocamento de pessoas com deficiência visual ou baixa visão, conectando os principais pontos do evento;- Acesso facilitado a camarins e bastidores: a estrutura de palco e áreas técnicas será planejada para garantir o acesso e a permanência segura de profissionais com deficiência;- Equipe de apoio treinada: monitores e voluntários receberão capacitação específica para atendimento inclusivo, de forma a auxiliar o deslocamento e a permanência do público com deficiência, idosos e gestantes;- Espaço reservado durante as apresentações: o público com deficiência contará com áreas preferenciais nas plateias e locais de melhor visibilidade das performances, bem como acesso a cadeiras adaptadas quando necessário.2. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo é parte essencial da política de inclusão do festival e busca garantir a compreensão plena das ações artísticas e formativas do projeto. Todas as atividades (apresentações, oficinas, painéis e ações sociais) serão estruturadas de forma a permitir o entendimento do conteúdo por públicos diversos, com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla.As ações previstas incluem:- Tradução e interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais): todas as apresentações e atividades formativas contarão com profissionais intérpretes de Libras, posicionados em local visível e iluminado, garantindo a tradução integral dos conteúdos;- Audiodescrição nas apresentações e vídeos: será contratada equipe especializada para audiodescrever as performances e os materiais audiovisuais do projeto, tornando o conteúdo acessível a pessoas com deficiência visual;- Legendas descritivas: os vídeos, documentário e demais produtos de difusão digital terão legendas descritivas, garantindo acessibilidade às pessoas surdas e ensurdecidas;- Materiais informativos em formatos acessíveis: os materiais gráficos e impressos (folders, programas, banners e sinalizações) serão produzidos com fonte ampliada, contraste de cores adequado e, sempre que possível, disponibilizados em formato digital compatível com leitores de tela;- Comunicação digital acessível: o site oficial e as redes sociais do festival seguirão boas práticas de acessibilidade digital (WCAG 2.1), com textos alternativos em imagens, descrições de vídeos e compatibilidade com softwares leitores de tela;- Capacitação da equipe de comunicação e mediação: todos os profissionais envolvidos na comunicação e atendimento ao público receberão orientações sobre linguagem inclusiva e acessibilidade comunicacional.- Inclusão em ações formativas: as oficinas e painéis serão estruturados para receber participantes com deficiência, oferecendo suporte técnico e didático conforme necessidade específica (intérpretes, monitores, material adaptado).3. Planejamento e Monitoramento da AcessibilidadeAs ações de acessibilidade do projeto serão planejadas e executadas sob supervisão da coordenação técnica e de comunicação, com acompanhamento direto da produção executiva.Serão adotados os seguintes mecanismos de controle:- Inclusão de rubrica orçamentária específica destinada a acessibilidade, conforme previsto na planilha (20% de custos vinculados sobre cada item do projeto);- Registro fotográfico e audiovisual das ações acessíveis, garantindo comprovação na prestação de contas;- Avaliação participativa junto ao público com deficiência, por meio de formulário digital e presencial, aferindo a efetividade das medidas implementadas;- Relatório técnico final.4. Compromisso e LegadoAs ações de acessibilidade implementadas no evento serão não apenas um cumprimento de exigência legal, mas uma política permanente de inclusão cultural. O projeto busca consolidar-se como referência em práticas inclusivas na área da dança e da performance, fortalecendo o entendimento de que a arte deve ser acessível a todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas.Ao final da execução, os conteúdos produzidos (vídeos, documentário e registros formativos) permanecerão disponíveis online com recursos de Libras, legendas e audiodescrição, ampliando o alcance e o impacto social do projeto, em conformidade com o princípio do acesso democrático à cultura previsto na Lei Rouanet e no Art. 215 da Constituição Federal.

Democratização do acesso

O projeto foi estruturado a partir do princípio da democratização do acesso à cultura, garantindo a gratuidade total de suas atividades e produtos, tanto presenciais quanto digitais. A proposta busca ampliar o alcance das artes cênicas e da dança contemporânea, especialmente das expressões de fusão oriental, ao mesmo tempo em que assegura condições de participação inclusiva e equitativa para públicos diversos.Todas as ações do festival terão acesso livre e gratuito, sem cobrança de ingressos ou taxas de inscrição. A escolha pelo uso do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet (Art. 18) permite que o projeto seja executado com qualidade técnica e artística, remunerando de forma justa os profissionais envolvidos e garantindo a participação ampla da população, sem barreiras financeiras.O festival será realizado em Goiânia (GO), entre os dias 23 e 25 de outubro de 2026, e contará com três apresentações culturais principais, uma em cada dia, com capacidade média de 400 a 600 espectadores, alcançando cerca de 1.400 pessoas presencialmente. Além dos espetáculos, o evento oferecerá seis atividades formativas gratuitas, entre oficinas, painéis e mesas temáticas, voltadas a estudantes, artistas e interessados na área da dança. Essas ações serão complementadas por duas contrapartidas sociais, realizadas em escolas públicas e instituições parceiras, alcançando diretamente mais de 200 participantes.A feira criativa, programada para ocorrer durante os três dias do festival, será outro importante espaço de democratização. Nela, empreendedores e artistas ligados à dança poderão apresentar e comercializar produtos e serviços culturais a preços acessíveis, estimulando a economia criativa local e fortalecendo as redes de produção independente. O ambiente da feira também funcionará como ponto de encontro entre artistas, produtores e público, estimulando trocas culturais e ampliando o engajamento da comunidade com o projeto.As apresentações do VentreFusion serão realizadas em espaços públicos ou de livre acesso, obedecendo às normas de segurança, conforto e acessibilidade. A distribuição dos ingressos será gratuita, feita por meio de inscrições online e retirada antecipada, com reserva de parte das vagas para grupos prioritários, como pessoas com deficiência, idosos, estudantes e educadores da rede pública. As informações sobre o festival serão amplamente divulgadas em meios digitais, rádios comunitárias e instituições de ensino, de forma clara e acessível, garantindo que toda a população interessada tenha condições de participar.Com o objetivo de ampliar o alcance geográfico e social do projeto, o festival também contará com transmissões online das apresentações principais, permitindo que pessoas de outras cidades e estados possam acompanhar os espetáculos ao vivo. Os vídeos das apresentações, oficinas e painéis serão posteriormente editados e disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, com legendas, tradução em Libras e audiodescrição, assegurando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual. Essa estratégia de difusão digital permitirá que o festival alcance mais de 5.000 visualizações online, fortalecendo sua presença e impacto no ambiente virtual.Antes do festival, será realizado um ensaio aberto em escola pública de Goiânia, promovendo o contato direto dos alunos com o processo criativo e técnico das apresentações. Durante o evento, acontecerá a oficina “Corpos que Dançam”, uma das principais ações de contrapartida social, voltada a jovens de comunidades periféricas. Nessas atividades, os participantes terão a oportunidade de vivenciar a dança como instrumento de expressão, autoconhecimento e inclusão.As ações de democratização do VentreFusion também consideram a diversidade e a equidade de acesso como pilares fundamentais. Serão reservadas vagas específicas nas oficinas e bolsas artísticas para mulheres, pessoas autodeclaradas pretas, pardas ou indígenas e pessoas com deficiência, garantindo representatividade e equilíbrio entre os participantes. A linguagem utilizada nos materiais de divulgação e nos editais será simples e inclusiva, permitindo a compreensão ampla do conteúdo.O projeto reforça seu compromisso com a transparência e o interesse público ao prever mecanismos de acompanhamento e comprovação das ações de democratização. Serão registradas as listas de presença das oficinas e das contrapartidas sociais, os relatórios de visualização das transmissões digitais, o clipping de mídia e as evidências de divulgação acessível. Todo esse material será disponibilizado na prestação de contas via SALIC, garantindo rastreabilidade e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.A democratização de acesso no VentreFusion vai além da gratuidade: representa uma política de formação de público e descentralização da cultura, conectando diferentes segmentos da sociedade e proporcionando experiências artísticas e educativas que fortalecem o tecido cultural local. O festival pretende consolidar-se como um evento de relevância regional e nacional, contribuindo para o desenvolvimento da economia criativa, o fortalecimento da dança como linguagem artística e o reconhecimento da arte como um direito de todos.Ao adotar uma estrutura aberta, acessível e inclusiva, o VentreFusion cumpre plenamente os princípios de democratização da cultura previstos na Lei Rouanet, assegurando que o investimento público retorne à sociedade na forma de acesso gratuito, inclusão social, difusão cultural e valorização da diversidade étnica e estética brasileira.

Ficha técnica

Nandah Gomes – Direção Artística e Curadoria: Bailarina, coreógrafa e pesquisadora com mais de 20 anos de carreira. É fundadora da Cia Gomeraks, referência nacional em dança oriental contemporânea e fusões étnicas. Possui trajetória nacional e experiência em festivais e diferentes formações artísticas. Responsável pela curadoria artística, concepção estética, criação dos espetáculos e mediação formativa. Responsável legal pela execução administrativa, financeira e técnica do projeto VentreFusion – Festival Internacional de Dança.Lucas Andrade – Produção Executiva e Coordenação Técnica: Produtor cultural e gestor com mais de 10 anos de experiência em projetos financiados por Leis de Incentivo. CEO da Proyatê e cofundador do LabEC – Laboratório de Economia Criativa, é especialista em planejamento, gestão e execução de projetos culturais e artísticos em todo o país. No VentreFusion, coordena as etapas operacionais, contratações, orçamento e prestação de contas.Letícia Soares – Direção de Produção e Logística: Produtora cultural e artista da dança com experiência em eventos e festivais. Atua na integração de equipes, gestão de palco e acompanhamento de cronogramas técnicos. No projeto, responde pela coordenação de montagem, estrutura e suporte logístico durante o festival.Nelson Vieira – Comunicação e Branding: Designer e consultor de marca com mais de 15 anos de experiência em identidade visual e comunicação institucional para o setor cultural. Responsável pela criação da marca do festival, materiais gráficos e estratégias de comunicação acessível e inclusiva.Cleyber Cardoso Ribeiro – Técnico de Som: Profissional com mais de 25 anos de experiência em sonorização de eventos culturais e musicais. Trabalhou em festivais, espetáculos e montagens de médio e grande porte. No VentreFusion, atua na operação e coordenação técnica de áudio e sonorização ao vivo.Everson Santos – Técnico de Iluminação: Iluminador e cenotécnico com ampla experiência em teatro e dança. Responsável pelo desenho de luz e pela operação técnica de iluminação durante o festival, garantindo qualidade visual e adequação cênica das apresentações.Mayara Coletta – Fotografia e Produção Audiovisual: Fotógrafa, videomaker e produtora audiovisual com experiência em documentários, espetáculos e projetos culturais. Atua na captação, edição e finalização do documentário do festival, assegurando o registro e a difusão digital das atividades.Layza Vasconcelos – Fotografia de Cena: Fotógrafa com mais de 30 anos de atuação, especializada em fotografia de palco e cobertura de festivais de dança e teatro. Possui trabalhos em eventos como Quasar Cia de Dança, Festival Goiânia em Cena e Mostra Paralelo 16. Responsável pelo registro fotográfico oficial do festival.Vivi Dias – Bailarina Convidada: Bailarina e professora com experiência em dança contemporânea e dança oriental. Atua em produções nacionais e internacionais. Participará das apresentações e ações formativas do projeto.Ramayanah – Bailarina Convidada: Artista da dança com trajetória em performances e ensino de fusões contemporâneas da dança oriental. Colabora nas apresentações e nas oficinas abertas do festival.André Canhete – Coreógrafo e Bailarino Convidado: Artista e educador da dança, com pesquisa em corpo, ritmo e improvisação. Atua como performer e orientador nas ações formativas do projeto.Yuri Lopes – Bailarino Convidado: Bailarino e coreógrafo, com atuação em dança social e fusões contemporâneas. Participa dos espetáculos e das oficinas voltadas ao público participante.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.