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Projeto voltado à valorização das tradições populares da Bahia, a Lavagem da Purificação celebra há mais de dois séculos a devoção a Nossa Senhora da Purificação em Santo Amaro. Reúne cortejos, apresentações culturais, música e gastronomia típica, promovendo a preservação cultural e o fortalecimento da economia criativa local por meio da salvaguarda das manifestações tradicionais do Recôncavo Baiano.
OBJETIVO GERALRealizar o secular Encontro da Diversidade Artístico e Cultural LAVAGEM DA PURIFICAÇÃO, preservando assim, tão importante manifestação da cultura artística e popular da histórica Santo Amaro, berço da intelectualidade do Estado da Bahia. Tem também como finalidade contribuir com o fortalecimento da identidade cultural e promoção do turismo que é grandioso vetor econômico no Estado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Realizar 1 NOVENÁRIO DE NOSSA SENHORA MÃE DA PURIFICAÇÃO (patrimônio cultural imaterial municipal);2. Realizar 1 PROCISSÃO DA PURIFICAÇÃO, ato de fé, ancestralidade e tradição, relicário maior da herança cultural da Bahia;3. Realizar 30 SHOWS ARTÍSTICOS DE MÚSICA, com participação de artistas nacionais, estaduais e locais;4. Realizar 1 CORTEJO com charangas tradicionais e filarmônicas pelas ruas da cidade no domingo da tradicional LAVAGEM DA PURIFICAÇÃO;5. Realizar 1 ENCONTRO das manifestações da cultura popular de Santo Amaro: NEGO FUGIDO, MACULELÊ, CAPOEIRA e SAMBAS DE RODA;6. Realizar 1 FEIRA GASTRONÔMICA da culinária baiana no tradicional;
A Lavagem da Purificação constitui-se em expressão viva do patrimônio cultural imaterial baiano, símbolo de fé, resistência e diversidade cultural. O projeto contribui para a difusão da cultura popular, o fortalecimento da identidade nacional e o acesso democrático às manifestações tradicionais, conforme previsto no Art. 1º e Art. 3º da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), atendendo aos princípios do Art. 18.Especialmente no Art. 1º:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E no Art. 3º:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
1. Acessibilidade FísicaPara garantir a inclusão plena de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida durante as atividades do projeto serão garantidos:Infraestrutura adaptada: instalação de rampas de acesso nas áreas de circulação, palcos, barracas e sanitários.Banheiros acessíveis: estrutura com barras de apoio, portas ampliadas e sinalização e visual.Áreas reservadas: criação de espaços exclusivos para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida nos locais de apresentações e cortejos.Sinalização inclusiva: uso de placas de sinalização visual ampliada para pessoas com baixa visão.2. Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar o acesso à informação, compreensão e fruição cultural de todos os públicos:Interpretação em Libras: presença de intérpretes durante apresentações, cerimônias e ações formativas do projeto.Legendas descritivas: inserção de legendas em vídeos e apresentações transmitidas ao público.Visitas sensoriais: realização de experiências multissensoriais (sons, cheiros, texturas) voltadas à compreensão simbólica da festa e seus elementos.Capacitação da equipe: formação específica sobre atendimento inclusivo e comunicação acessível para todos os agentes culturais envolvidos.
Todas as atividades do projeto terão acesso gratuito, para os grupos de detentores e brincantes das manifestações culturais serão garantidos o transporte e deslocamentos para apresentações.Durante os ensaios e preparativos serão garantidos o acesso do público interessado e de grupos de estudantes das escolas do município.
Nome: Antonioni Afonso Formação: administrador com ênfase na gestão de organizações do Terceiro Setor (UEMG), especialista em Direitos Humanos e Contemporaneidade (FD/UFBA), especialista em Política e Gestão Cultural (CECULT/UFRB), mestre em Desenvolvimento e Gestão Social (PDGS/UFBA), doutorando em administração (NPGA/UFBA);Função: Produtor Executivo e Coordenador Técnico (Proponente)Mini-bio: é pesquisador e professor da área de patrimônio cultural, responsável pelas disciplinas: Marcos Regulatórios do Patrimônio Cultural e Participação Social e Patrimônio Cultural Brasileiro na pós-graduação lato sensu em Gestão Social do Patrimônio Cultural Brasileiro pela UAB/UFBA e pelo IPHAN-BA/UFBA. Coordenador Técnico do projeto Salvador Cidade Patrimônio. É educador, consultor, gestor e fazedor de cultura, coordenou o projeto de salvaguarda do Bembé do Mercado via Lei Aldir Blanc/IPAC/BA, tendo desenvolvido a Tecnologia Social: Portal Bembé do Mercado (www.bembedomercado.org.br), foi coordenador técnico do Ponto de Cultura Aláfia II entre 2008 e 2016, coordenou a Escola de Música e Tecnologias Pracatum, atualmente exerce o cargo de Coordenador de Comercialização do Programa do Artesanato da Bahia em parceria com a Coordenação de Fomento ao Artesanato/SETRE e a Associação Fábrica Cultural, bem como está à frente de Diretoria Técnica da Ayó Educação e Cultura, liderando projetos de educação patrimonial, gestão e elaboração de projetos, captação de recursos e mobilização cultural. Egbomi do Ilê Axé Ojú Onirê e responsável pela produção executiva do Bembé do Mercado nos últimos 4 anos.Nome: Francisco André Porto Borges dos Santos (Direção Geral)Mini-bio: Ativista cultural, escritor, poeta e compositor, Ex-Vereador de sua cidade e por diversas vezes Secretário de Cultura e Turismo de Santo Amaro, fará a Coordenação do Projeto LAVAGEM DA PURIFICAÇÃO, Tradição Popular das Manifestações Culturais da Bahia.Nome: David Santos da Silva Formação: Comunicação Social - Jornalismo (UFRB) Função: Coordenador do Eixo Comunicação Social Mini-bio: David Sol (Santo Amaro - 2000) é bacharel em Comunicação Social (UFRB), especialista em História e Antropologia e mestrando em Comunicação (PPGCOM - UFRB). Integrou exposições em Moçambique, Colômbia e México. Integrou a equipe de curadoria das exposições “Manifesto Fogueira”, “Onde as cobras (não) dormem” e enquanto assistente de curadoria da “Ecos Malês”. É coautor do livro “Ervas: O Encanto da Cura” (2025) e integrou a equipe do projeto “O Uniforme que Nunca Existiu”, premiado em Cannes (2022). Em 2025, integrou a mostra “Afro-Brasilidades”, (FGV - RJ), participou da coletiva “Interdiáspora” (IGR-Moçambique) e da individual “Pedrinhas Miudinhas” no Museu Mafalala (Moçambique). Em 2024, participou da mostra “Okê Arô Okê” na Cidade do México (IGR), mesma mostra em Medellín (Colômbia), no Museu do Colombo. No Brasil, integrou o Salão de Artes da Bahia (2024). No âmbito da Comunicação atuou enquanto Coordenador de Comunicação do Bembé do Mercado (2025), e enquanto redator na Revista Raça (2018-2020). Nome: Silvia Matos Santos Formação: Produtora Cultural Função: Coordenadora do Eixo Economia Criativa Mini-bio: uma produtora cultural natural de Salvador, premiada pelo projeto Ibero-Americano Arte e Cultura pela Paz. Desde jovem se interessou pelas artes, cursou teatro na adolescência e se formou em Produção Cultural pela Pracatum. Silvinha possui uma trajetória rica na produção de eventos e projetos culturais. Entre 2015 e 2019, produziu a artista Juliana Ribeiro e, em 2020, trabalhou com a banda Coletivo di Tambor. No cinema, atuou como produtora em curtas-metragens como "Dona Antonina e sua cozinha raiz" (2022) e "Bumba Meu Boipeba, o ano que não teve festa" (2021), além do longa-metragem "FAROMI" (2024). Em 2021, Silvinha foi responsável pela produção executiva do Portal Empreendendê, que documentou mais de cinquenta terreiros de Candomblé para criar uma rede de empreendimentos negros. Ela também contribuiu para o projeto Portal Bembe de Mercado, coordenando a produção de campo e o set de filmagem. Silvinha integra a equipe de produção da Festa Literária de Boipeba (FLIPEBA) e participa dos Canteiros Coletivos desde 2018, atuando na produção e na prestação de contas. Em maio de 2024, ela se juntou à equipe da SER, onde coordena a administração financeira do projeto Rede Sergipana de Mulheres Empreendedoras E DO PROJETO SANKOFA.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.