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PRONAC 2516094Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Colaboradora Arte comunidade pela memória e biodiversidade

INSTITUTO PROCOMUM
Solicitado
R$ 3,53 mi
Aprovado
R$ 3,53 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-01
Término
2028-02-28
Locais de realização (2)
Santos São PauloSão Vicente São Paulo

Resumo

O projeto desenvolve ações estruturadas de Educação Patrimonial, por meio de processos educativos formais e não formais, voltados ao reconhecimento, valorização e preservação do patrimônio cultural e ambiental do território do Rio dos Bugres, em São Vicente (SP).Oficinas, residência cultural, rodas de conversa, mediação educativa, exposição multimídia e produção audiovisual constituem os principais dispositivos pedagógicos para a compreensão da história, memória, identidade e relação da comunidade com o rio, a paisagem e os bens culturais locais.A proposta forma públicos e agentes multiplicadores em patrimônio cultural e ambiental, culminando na implantação de um memorial vivo com esculturas ecológicas e plantio simbólico de árvores nativas, como legado educativo e territorial.

Sinopse

Produto principal: Programa de Residência Cultural “Rios e Corpos do Bugre”O projeto propõe um programa de residência cultural formativa em arte, memória e ecologia, realizado no território do Rio dos Bugres, em São Vicente (SP), com base de desenvolvimento e mentoria no LAB Procomum (Santos/SP).Durante o processo, artistas, moradores e estudantes desenvolvem, em diálogo com a comunidade local, instalações, performances, hortas e esculturas criadas a partir de resíduos, associando práticas de criação artística à educação ambiental e à regeneração simbólica do território.A residência integra saberes populares e metodologias colaborativas, estimulando a reflexão sobre a relação entre corpo, rio e memória. O percurso formativo culmina na implantação de um memorial vivo, composto por esculturas ecológicas e pelo plantio coletivo de árvores nativas, simbolizando o legado da arte e da natureza como elementos de reconstrução da identidade e da paisagem local. Produtos SecundáriosOficinas Formativas – Arte Ecológica e Bioconstrução As oficinas oferecem experiências práticas e criativas em hortas comunitárias, arte com resíduos e performance ambiental, promovendo o encontro entre arte, educação e sustentabilidade. Voltadas a jovens, educadores e moradores do território, as formações são conduzidas por artistas e educadores ambientais, estimulando o protagonismo coletivo e o aprendizado por meio da prática.Exposição Multimídia “Rios e Corpos do Bugre” A exposição apresenta os resultados das residências e oficinas, reunindo instalações ecológicas, esculturas, vídeos, fotografias e mapas afetivos. A mostra convida o público a vivenciar o processo criativo e ambiental do projeto, combinando arte, tecnologia e memória coletiva, com recursos de acessibilidade física e comunicacional.Documentário Audiovisual (40–60 min) O documentário registra o processo formativo e artístico da residência, acompanhando os encontros entre artistas, educadores e comunidade no território do Rio dos Bugres. A narrativa destaca a força simbólica das práticas colaborativas e o impacto da arte ecológica como instrumento de transformação social e ambiental. O filme será disponibilizado em formato acessível, com legendagem e audiodescrição.Catálogo Educativo Digital Publicação digital e acessível que reúne textos, imagens, metodologias e depoimentos produzidos ao longo da residência. O catálogo funciona como material formativo e de referência para escolas, coletivos e agentes culturais interessados em replicar as práticas do projeto.Festival Comunitário de Encerramento Evento gratuito e aberto ao público, realizado no território do Rio dos Bugres, que reúne a exibição do documentário, apresentações artísticas, mostra dos resultados das oficinas e vivências ambientais. O festival celebra o encerramento do processo formativo, fortalece os vínculos comunitários e amplia a difusão pública dos resultados do projeto.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a integração entre arte, memória e ecologia no território do Rio dos Bugres (São Vicente/SP), por meio de um programa de residência cultural e ações formativas em Educação Patrimonial, culminando na criação de um memorial vivo como legado simbólico, cultural e ambiental para a comunidade. Objetivos Específicos• Realizar 1 programa de residência cultural com 10 participantes.• Oferecer 10 oficinas temáticas de arte ecológica, hortas comunitárias e performance ambiental.• Desenvolver ações de Educação Patrimonial voltadas à valorização da memória ambiental, cultural e social do território do Rio dos Bugres, formando públicos e agentes multiplicadores em patrimônio cultural e ambiental.• Produzir 1 exposição multimídia com os resultados das residências e oficinas.• Produzir 1 catálogo educativo digital.• Produzir 1 documentário audiovisual (40 a 60 minutos) sobre o processo formativo.• Realizar 1 festival comunitário de encerramento.• Implantar 1 memorial vivo, composto por esculturas criadas a partir de resíduos e pelo plantio simbólico de árvores nativas, como legado formativo e patrimonial.• Contribuir para o reconhecimento do território do Rio dos Bugres como paisagem simbólica e patrimônio cultural e ambiental da comunidade local.

Justificativa

O projeto se justifica pela necessidade de articular arte, memória e ecologia em um território historicamente impactado por resíduos e vulnerabilidade ambiental, promovendo práticas de regeneração simbólica e protagonismo comunitário.Enquadra-se nos incisos do art. 1º da Lei 8.313/91, pela promoção da diversidade cultural e valorização do patrimônio material e imaterial, e no art. 3º da mesma lei, pelo incentivo à produção artística e ao acesso à cultura.A proposta adota metodologias baseadas em Soluções Baseadas na Natureza (SBN) e práticas de arte ecológica, fomentando o engajamento coletivo na reconstrução da memória do território do Rio dos Bugres.O memorial vivo, resultado das oficinas e residências, materializa o aprendizado coletivo, transformando resíduos e paisagem em expressão artística e ecológica.O plantio simbólico de árvores nativas e a criação de esculturas coletivas integram práticas de arte comunitária, consolidando o território como espaço de regeneração cultural e ambiental e reafirmando o poder da arte como ferramenta de transformação e permanência.O projeto também se alinha às diretrizes das políticas públicas de cultura e meio ambiente, ao promover práticas sustentáveis e de formação cidadã que fortalecem a economia criativa e solidária da região. A atuação do Instituto Procomum, referência nacional em inovação cidadã e práticas colaborativas, assegura a integração entre arte, sustentabilidade e desenvolvimento territorial, contribuindo para a valorização dos saberes locais e a criação de novas narrativas sobre o cuidado com o planeta e com as comunidades. Dessa forma, o projeto amplia o alcance da cultura como direito e instrumento de transformação social, consolidando o Rio dos Bugres como território de memória viva, arte e regeneração ambiental.O projeto contempla ações de Educação Patrimonial, entendidas como processos educativos formais e não formais, interdisciplinares, participativos e dialógicos, que utilizam o patrimônio cultural e ambiental do território do Rio dos Bugres como recurso pedagógico para a compreensão sócio-histórica das referências culturais da comunidade.As ações têm como foco o reconhecimento, valorização, preservação e ressignificação do patrimônio material e imaterial associado ao rio, à memória ambiental, às práticas culturais locais e às formas comunitárias de cuidado com o território.As atividades incluem:Oficinas educativas de arte ecológica, memória ambiental e reutilização simbólica de resíduos, com abordagem histórica e territorial;Rodas de conversa e vivências formativas sobre história local, memória do rio e identidade comunitária;Mediação educativa da exposição multimídia "Rios e Corpos do Bugre", com enfoque patrimonial;Produção e uso pedagógico do documentário audiovisual como instrumento de educação patrimonial;Ações práticas de implantação do memorial vivo, integrando escultura ecológica e plantio simbólico de árvores como práticas de preservação da memória coletiva.Essas ações contribuem para a formação de públicos e agentes multiplicadores na área do patrimônio cultural, especialmente jovens, educadores, artistas, estudantes e moradores do território, fortalecendo a mediação cultural, o sentimento de pertencimento e a preservação do patrimônio local.

Estratégia de execução

O projeto é proposto e realizado pelo Instituto Procomum, organização da sociedade civil sem fins lucrativos sediada em Santos (SP), reconhecida nacional e internacionalmente por suas ações de inovação cidadã, cultura, meio ambiente e economia solidária.Desde 2016, o Instituto atua na Baixada Santista e em outras regiões do país com o propósito de fortalecer pessoas, coletivos e territórios por meio de práticas colaborativas, artísticas e educativas que promovem justiça social e climática.Entre suas principais frentes de atuação destacam-se:Cultura e Comunidade: realização de programas de residências artísticas e culturais, como o LAB Procomum, além de exposições, festivais e formações voltadas à criação coletiva e à transformação social;Inovação Cidadã e Sustentabilidade: desenvolvimento de ações baseadas em Soluções Baseadas na Natureza (SBN), economia circular, tecnologia social e agroecologia urbana, com foco na regeneração ambiental e no protagonismo comunitário;Espaço Físico – LAB Procomum: laboratório cidadão localizado em Santos/SP, que funciona como centro de cocriação, experimentação e aprendizagem, reunindo artistas, educadores, empreendedores e moradores de comunidades locais.O Instituto é reconhecido por desenvolver metodologias abertas, colaborativas e replicáveis, que combinam arte, tecnologia social e participação cidadã, estimulando o fortalecimento do espaço público e a criação de soluções coletivas para desafios contemporâneos.A execução do projeto “Colaboradora – Arte comunidade pela memória e biodiversidade” está alinhada à missão institucional do Instituto Procomum, que busca promover uma transição ecológica justa e a regeneração dos territórios por meio da arte, da cultura, da memória e da colaboração, reafirmando o compromisso com o direito à cidade, à diversidade e à sustentabilidade.

Especificação técnica

Residência Cultural “Rios e Corpos do Bugre”Duração: 12 meses de atividades formativas presenciais e semipresenciais.Carga horária: +100 h/aula distribuídas entre encontros, mentorias e práticas de campo.Formato: Programa de residência artística e educativa voltado a artistas, educadores e moradores do território.Projeto pedagógico: Baseado em metodologias participativas e em Soluções Baseadas na Natureza (SBN), articulando arte, memória e ecologia.Equipe formadora: Curadoria, coordenação pedagógica, educadores ambientais e artistas mentores.Resultados esperados: Instalações ecológicas, performances, esculturas e hortas comunitárias que culminam no memorial vivo.Oficinas Formativas – Arte Ecológica e BioconstruçãoDuração: 10 oficinas com 4 h cada.Público-alvo: Jovens, estudantes e educadores da rede pública e comunitária.Conteúdo programático: Introdução à arte ecológica, reutilização de resíduos, plantio simbólico de árvores nativas, técnicas de bioconstrução e compostagem.Materiais: Mudas, substratos, adubos orgânicos, ferramentas manuais, EPIs, tintas atóxicas, recicláveis.Metodologia: Oficinas teórico-práticas em grupo, com mediação artística e educativa.Material de Consumo → mudas, substratos, ferramentas e adubos orgânicos.Serviço Artístico-Educativo → educadores ambientais e artistas formadores.Bolsa de Residência → bolsistas e monitores atuantes nas oficinas e acompanhamento do memorial.Justificativa técnica: “As oficinas integram o eixo formativo e culminam no memorial vivo, unindo arte ecológica e plantio simbólico de árvores nativas.”Exposição Multimídia “Rios e Corpos do Bugre”Duração: 15 dias de exibição.Formato: Exposição híbrida (presencial + digital) com instalações ecológicas, vídeos, fotografias e esculturas.Materiais de montagem: Painéis, cabos de aço, iluminação LED, bases modulares, sinalização acessível.Paginação / expografia: 10 estações temáticas que apresentam o processo da residência, os artistas e o território.Acessibilidade: Rampas, piso tátil, legendas, audiodescrição, maquetes táteis.Equipe técnica: museografia, design, montagem e acessibilidade.Documentário Audiovisual (40–60 min)Duração: 40–60 min, classificação livre.Formato: Documentário educativo em 4K com captação de som direto e trilha original.Conteúdo: Registros das residências, oficinas, performances e depoimentos da comunidade.Acessibilidade: Legendagem descritiva e audiodescrição.Equipe técnica: direção, câmera, som, edição, finalização e acessibilidade audiovisual.Catálogo Educativo DigitalPaginação: Aproximadamente 80 páginas.Formato: PDF interativo e acessível (leitura fácil, descrição de imagens, compatível com leitores de tela).Conteúdo: Textos pedagógicos, registros fotográficos, metodologias, depoimentos e mapas afetivos.Distribuição: Gratuita via Internet e mídias do Instituto Procomum.Equipe: coordenação editorial, designer gráfico, revisores e consultor pedagógico.Festival Comunitário de EncerramentoDuração: 2 dias consecutivos.Formato: Evento gratuito e aberto, com exibição do documentário, apresentações artísticas e feira comunitária.Infraestrutura: Palco, som, luz, mobiliário e estrutura de acessibilidade física e comunicacional.Equipe: produção, comunicação, intérpretes de Libras e segurança.Materiais: Equipamentos de som, iluminação e sinalização acessível.

Acessibilidade

A acessibilidade será garantida de forma transversal em todas as etapas do projeto, abrangendo aspectos arquitetônicos, comunicacionais, atitudinais e de conteúdo, conforme o disposto nos arts. 27 e 28 da IN MinC nº 01/2023.Em cada produto cultural, residência, oficinas, exposição, documentário e festival, serão assegurados os seguintes recursos e procedimentos:Acessibilidade arquitetônica: realização das atividades em espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e sinalização adequada, garantindo circulação autônoma de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade comunicacional: presença de intérprete de Libras e legendagem descritiva em todas as exibições audiovisuais e apresentações públicas.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: produção de audiodescrição nos vídeos e exposição tátil, com maquetes, texturas e objetos acessíveis ao toque.Acessibilidade cognitiva e intelectual: uso de linguagem simples, materiais didáticos acessíveis e mediação inclusiva com educadores capacitados.Acessibilidade digital: publicação dos conteúdos em PDF acessível, com descrição de imagens e compatibilidade com leitores de tela.Essas medidas se estenderão a 100% das atividades previstas, com o acompanhamento de uma coordenação específica de acessibilidade, responsável pela elaboração de checklists por ação, controle de indicadores de atendimento e registro documental para prestação de contas.

Democratização do acesso

Será adotada a medida de “ampliação de acesso”, conforme o art. 28 da IN MinC nº 01/2023, priorizando ações que ampliem a participação de públicos diversos e a difusão dos resultados do projeto.Serão oferecidas atividades gratuitas e abertas ao público, como oficinas formativas, ensaios abertos, rodas de conversa e mostras audiovisuais comunitárias, fortalecendo o diálogo entre artistas, educadores e moradores do território.O projeto também prevê a realização de sessões públicas e acessíveis da exposição e do documentário, bem como a disponibilização de registros e materiais educativos na Internet, em formato acessível (linguagem simples e descrição de imagens).De forma complementar, será buscada parceria com instituições locais para facilitar o transporte de públicos com mobilidade reduzida e o acesso gratuito de estudantes e grupos comunitários.As ações de democratização serão implementadas de acordo com o nível de captação obtido, assegurando que os recursos disponíveis sejam direcionados para ampliar o alcance social, educativo e cultural do projeto.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e será remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de projetos culturais.Georgia Nicolau - Diretora geralJornalista e gestora cultural. Formada em comunicação pela PUC-SP, com MBA em Bens Culturais pela FGV. Foi Diretora da Secretaria de Economia Criativa (2013-2014) e da Secretaria de Políticas Culturais (2015-2016) do Ministério da Cultura. É diretora de projetos do Instituto Procomum. Em 2016, foi uma das fundadoras do Instituto Procomum, organização da sociedade civil que trabalha para fortalecer a experimentação e a inovação social por meio da defesa e da proteção do Comum. Desde então, atua no Procomum como diretora institucional. É autora do livro Comunal e co-autora de vários livros e publicações sobre o Comum, inovação social, cultura digital e cidadania. Entusiasta facilitadora, consultora e articuladora de processos de desenvolvimento organizacional e fortalecimento da sociedade civil. Tem interesse em tudo que diz respeito à transição para um mundo igualitário, justo e cooperativo e pesquisa temas ligados ao bem viver, comum, justiça social e desigualdade. Desde 2022, é Senior Fellow na Atlantic Fellows for Social and Economics Equity, da LSE e pesquisadora associada do grupo de Políticas da Desigualdade na mesma universidade. Entre 2013 e 2016, foi Diretora de Gestão, Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Cultura e secretária-substituta de Economia Criativa e de Políticas Culturais.Fabrício Freitas - Diretor de Recursos e OperaçõesFabrício é Administrador, Ator e Produtor Cultural. Formação Superior em Administração de Empresas pela Unip - Universidade Paulista em Santos/SP. É Diretor de Recursos e Operações do Instituto Procomum, responsável pela equipe administrativa, financeira e de operações. Tem sua carreira voltada à gestão financeira em empresas e organizações de pequeno, médio e grande porte. Faz parte da equipe institucional do Instituto Procomum desde 2019, no desenvolvimento de protocolos, controles e supervisão dos processos de planejamento e execução financeira, contábil, jurídica e auditoria. Trabalha também como ator com formação técnica em Artes Cênicas pela EAC - Escola de Artes Cênicas “Wilson Geraldo”, em Santos/SP. Para além da gestão financeira atua como produtor executivo e artístico em diversos projetos audiovisuais e teatrais.Isabella Cristina Luz Gião - Gerente GeralFormada em Comunicação Visual, atua gerenciando projetos e construindo comunicação para instituições de cultura, direitos humanos e socioambientais nas áreas de gerenciamento de projetos, produção, criação, produção criativa, e direção de arte focada em mobilização de recursos, planejamento estratégico e conteúdos de comunicação. Atendeu contas como a Secretaria de Inovação da cidade de São Paulo e Sesc e Senac na Campus Party de 2018 e 2019. Atuou como gerente de projetos para projetos nacionais e internacionais em agências como Cubo CC e Goodfellas, foi diretora criativa e coordenadora de projetos e equipe na produtora Bela Baderna até 2021. Atualmente, atua como Gerente Institucional, tendo antes ocupado o cargo de Coordenadora de Comunicação e Desenvolvimento Institucional no Instituto Procomum e também com gestão, direção criativa e comunicação para ONGs internacionais e nacionais como Instituto Socioambiental, International Rivers, WWF, Oxfam Brasil, INESC, entre outras.Victor Marinho Nunes de Sousa - Gerente de Inovação e ExperimentaçãoVictor Marinho é jornalista (PUC-SP) e fotógrafo (Escola comunitária Manuel Musto, Rosário-Argentina). Tem sua trajetória ligado ao ativismo das liberdades digitais e analógicas, da democratização dos meios de comunicação, da cultura e da tecnologia. Atuou como colunista de games na Revista Galileu e editor de Inovação e Artes no Catraca Livre. Foi atuante também em projetos de cultura digital e experimental como a Rádio Jacaré e Planeta Cabézon (Rosário, Argentina). Atualmente, é Gerente de Inovação Cidadã do Instituto Procomum, onde atua desde 2017. Soledad Maria | Coordenadora InstitucionalSoledad, cearense radicada em São Paulo, é feminista autônoma, escritora, poeta visual, performer, cantora, gestora cultural e pesquisadora de movimentos culturais e afetivos protagonizados por mulheres latino-americanas. É coordenadora institucional do Instituto Procomum e coordenadora geral do LA Cuida – Laboratório de Ativação da Economia do Cuidado na América Latina. Coordenou importantes projetos culturais que fazem parte do circuito brasileiro, como a Bienal Internacional de Dança do Ceará e o Festival de Direitos Humanos de São Paulo. Também atuou como Coordenadora de Produção do Centro Cultural Dragão do Mar do Estado do Ceará. É especialista em Economias Populares e Feministas pela CLACSO - Conselho Latino Americano de Ciências Sociais.Luiza Ribeiro Xavier - Coordenação de ComunidadesLuiza Ribeiro Xavier é psicóloga (UNIFESP, 2018) e pesquisadora na área de relações raciais, gênero e classe. Trabalhou na Rede de Atenção Psicossocial das regiões metropolitanas paulistas da Baixada Santista e ABC, com ênfase na promoção de saúde de sujeitos com usos abusivos de substâncias psicoativas; e na atenção às crianças e adolescentes que passaram por violações de direitos. Desde 2023, é Mestra pelo programa de pós-graduação da Faculdade de Educação da USP, na qual realizou uma pesquisa sobre as contribuições teóricas e práticas do campo da psicologia na implementação dos debates de gênero, raça e classe na escola, e também é Coordenadora de comunidades e cuidado no Instituto Procomum em Santos.Emanuelly Abade - Coordenação de Produção e Projetos Emanuelly Abade é artista, arte-educadora e produtora. Formada pela Escola de Artes Cênicas “Wilson Geraldo” em 2019, Licenciatura em Teatro na Universidade de Brasília - concluído em 2023. Atuou por 6 anos como arte-educadora no projeto Jornada Ampliada através do Instituto Arte no Dique, pelo qual conquistou o 3º lugar no Prêmio Educador Santista 2021. Atua também como cenógrafa, diretora de arte, assistente de direção e produtora de forma independente, participando de projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc e do Festival Mirada de 2022. Atualmente, está como Coordenadora de Produção e Projetos do Instituto Procomum.Glaucia Rodrigues - Analista de Comunicação É formada em comunicação social, Gestão Empresarial e Pós-graduada em Design de produto de moda, iniciou sua trajetória profissional na agência de notícias Afrobrás, onde permaneceu até iniciar o intercâmbio para a Universidade Fernando Pessoa em Porto onde, ao estudar Ciências da Comunicação, teve acesso à vários conteúdos relacionados ao Marketing, ao Jornalismo e a Publicidade. Ao retornar percorreu empresas como Kantar IBOPE Mídia e SBT. Em 2016 deu início a marca 370 sendo responsável pela direção criativa e divulgação da marca que em 2019 foi destaque em diversos grandes portais de moda. Em 2022, ingressa no Instituto Procomum. Fernanda Gomes - Gerência administrativa e FinanceiraÉ formada em Ciências Contábeis, com formações curtas nas áreas do Terceiro Setor, administração e Gestão de Startups, experiências como educadora social em Serviços de Convivência e fortalecimento de vínculos, escrita de projetos sociais, prestações de contas para o Terceiro Setor e Contabilidade (fiscal e contábil). Atualmente, exerce funções administrativas (Gerente de Recursos no Instituto Procomum) e outras prestações de serviços na área através da empresa Maré Contabilidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.