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PRONAC 2516102Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

FESTIVAL MARÉ ALTERNATIVA

EWERTON LOMBARDI TRINDADE DE LIMA
Solicitado
R$ 432,7 mil
Aprovado
R$ 432,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

O Projeto FESTIVAL MARÉ ALTERNATIVA visa à realização de um evento que une diversos gêneros musicais com a cultura do skate. O local escolhido é a orla, por fazer parte da cultura da população santista, tanto no lazer, quanto nas práticas esportivas. Será montada toda uma estrutura com segurança e acessibilidade ao público, que poderá apreciar as apresentações de 10 bandas de artistas locais e, ao mesmo tempo, desfrutar de um circuito de skate. Além disso, o projeto prevê ações sociais com arrecadações de alimentos não perecíveis, gratuidades e ingressos culturais para promover a inclusão socia

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto tem como principal objetivo realizar um festival de música, esporte e arte, agregando vários gêneros musicais à cultura do skate e do grafite. A iniciativa permitirá momentos de expressão de identidades alinhados à prática esportiva e artística. OBJETIVOS ESPECÍFICOS● Promover talentos de artistas locais, incentivando a arte brasileira;● Proporcionar momentos de lazer e esporte;● Preservar a cultura do skate;● Proporcionar espaços de expressão a artistas e admiradores do grafite;● Incentivar ações sociais por meio da arrecadação de alimentos;● Fortalecer identidades culturais por meio da musicalidade, esporte e arte;● Fomentar o comércio e a arte caiçara local;

Justificativa

O Projeto FESTIVAL MARÉ ALTERNATIVA se enquadra no segmento de Música Regional considerando a especificidade cultural do território onde será realizado — a cidade de Santos (SP) — e o papel que os gêneros rock, punk e metal desempenham como expressões artísticas próprias da identidade local. A noção de música regional, no âmbito cultural, não se limita a manifestações folclóricas ou tradicionais, mas compreende também expressões urbanas contemporâneas que emergem e se consolidam dentro de um determinado território, tornando-se formas reconhecíveis de produção cultural da região. Em Santos, as vertentes do rock, punk e metal configuram um patrimônio cultural urbano presente há mais de quatro décadas, com raízes históricas, sociais e comunitárias amplamente documentadas por coletivos musicais, casas de shows, bandas locais, festivais e movimentos independentes que estruturam a cena artística santista. Esses gêneros nasceram de práticas culturais próprias da cidade portuária, marcada por diversidade social, intercâmbio cultural, juventude ativa e ocupação dos espaços urbanos. Portanto, rock, punk e metal não são aqui tratados como gêneros universais, mas como expressões musicais regionais da cena santista, desenvolvidas por artistas locais, voltadas ao seu público e vinculadas a práticas culturais específicas do território. O projeto reforça esse enquadramento ao priorizar: • contratação de músicos regionais, técnicos e equipes locais; • participação direta de bandas santistas que representam essas expressões; • fortalecimento da cena musical independente da cidade; • valorização de espaços culturais que historicamente acolhem essas manifestações. Dessa forma, a proposta atende plenamente ao critério de promoção da música regional, conforme diretrizes do Ministério da Cultura, ao reconhecer, valorizar e difundir expressões artísticas consolidadas no contexto urbano-cultural de Santos, compreendidas como parte do conjunto da produção musical regional contemporânea. O projeto está alinhado à Lei ROUANET, devidamente enquadrado no Art. 1º da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto, ainda, vai ao encontro dos objetivos do Art. 3º: Objetivo II: "incentivar a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais".

Acessibilidade

A infraestrutura do Projeto FESTIVAL MARÉ ALTERNATIVA irá obedecer às especificações da norma ABNT NBR 9050:2020, proporcionando às pessoas portadoras de deficiências físicas ou intelectuais, um espaço onde possam ter autonomia, conforto e segurança, contando com profissionais de LIBRAS, banheiros e ambientes adaptados para cadeirantes, rampas de acesso, remoção de obstáculos ou barreiras físicas que possam dificultar a locomoção garantindo a acessibilidade aos PCDs.

Democratização do acesso

Será montada toda uma estrutura com segurança e acessibilidade ao público, que poderá apreciar as apresentações de 10 bandas autorais, de artistas locais e nacionais, e, ao mesmo tempo, desfrutar de um circuito de skate e interagir e aprender um pouco de técnica de pintura com artistas de grafite criando painéis ao vivo. O evento contará com tendas de alimentação de comerciantes locais, oferecendo comida caiçara e frutos do mar, típicas do litoral. Além disso, o projeto também prevê ações sociais com arrecadações de alimentos não perecíveis e gratuidade de acesso para promover a inclusão social.

Ficha técnica

Ewerton Lombardi Trindade de Lima é músico há 28 anos e integrante da banda de rock independente Banda High, de Campinas/SP. Atua ativamente na cena musical alternativa e na promoção de eventos culturais no estado de São Paulo. Participou do evento Underground From Hell, em São Sebastião/SP, desde sua primeira edição independente em 01/06/2019 (Juquehy/SP), da segunda edição em 02/06/2022 (Juquehy/SP), da terceira edição em 15/06/2024 (Cambury/SP) e da quarta edição em 14/06/2025 (Barra do Una/SP), contribuindo como apoiador, patrocinador e músico.Ao longo de sua trajetória, Ewerton tem incentivado o fortalecimento da cena independente, participando também do Onira Fest (São Paulo/SP, 2025). Empresário nos ramos de hotelaria, bebidas e alimentação, alia sua experiência empreendedora à promoção cultural, apoiando e estruturando projetos musicais e eventos alternativos.É praticante de surfe e travessias em águas abertas, conectando esporte, arte e estilo de vida. Atualmente, desenvolve um novo projeto de festival em Santos/SP, voltado à diversidade de subgêneros do rock e à valorização de artistas independentes.Jonis Roberto de Almeida Padilha é gestor, produtor e elaborador de projetos culturais, formado em Pedagogia Social. Atua com foco na valorização das ancestralidades afro-brasileiras e das tradições populares. É sócio e gestor da NZ Gestão Cultural, empresa responsável pelo desenvolvimento de ações voltadas ao fortalecimento das expressões artísticas, sociais e comunitárias.Presidente da Torcida Organizada Grito da Altaneira, da GRES Portela, promove projetos e atividades que celebram o samba como patrimônio cultural e memória viva do povo negro. Entre 2020 e 2022, foi Diretor Cultural, de Projetos e Carnavalesco do GRES União do Vilar Carioca, onde criou projetos de incentivo à arte e à identidade afro-brasileira.Jonis também idealizou o Workshop de Elaboração de Projetos Culturais e Sociais, realizado em parceria com lideranças da zona oeste do Rio de Janeiro. Iniciado no Candomblé, atua como agente cultural e militante da diversidade religiosa, promovendo a valorização e o respeito às tradições afro-brasileiras e aos povos tradicionais de terreiro.Cléber dos Santos Meirelles é publicitário, produtor cultural e sacerdote de Candomblé, com trajetória voltada à integração entre comunicação, cultura popular e religiosidade afro-brasileira. Com mais de 25 anos de experiência em publicidade, é sócio e gestor da NZ Gestão Cultural, empresa especializada em criação e execução de projetos culturais e de comunicação.Atua também como diretor de marketing da Torcida Grito da Altaneira, da GRES Portela, desenvolvendo ações de identidade, engajamento e valorização cultural dentro do universo do samba. Foi carnavalesco do GRES União do Vilar Carioca, onde desenvolveu enredos e projetos que exaltavam a ancestralidade africana, a identidade negra e as expressões da cultura popular.Como sacerdote de Candomblé, une sua vivência religiosa e profissional em uma atuação voltada à promoção da diversidade cultural e à preservação das tradições afro-brasileiras, fortalecendo os vínculos entre fé, arte e comunidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.