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PRONAC 2516104Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Centro Cultural Universidade Hip-Hop Brasil

INSTITUTO RECREATIVO, CULTURAL E ESPORTIVO FUZAO BRAZIL - I.F.B
Solicitado
R$ 5,82 mi
Aprovado
R$ 5,82 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
ConstruçãoManuImplant d EquipamCult em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Construção, conservação e implantanção de equipamento cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O projeto Centro Cultural e Universitário Hip Hop Brasil tem como objetivo criar um espaço permanente de formação, pesquisa e difusão da cultura Hip Hop, integrando arte, educação e tecnologia no Horto Florestal quilombo Cabulo em Salvador Bahia. O centro será voltado à valorização das expressões do Hip Hop — MC, DJ, Break, Grafite e Conhecimento — promovendo cursos, oficinas, eventos e produções acadêmicas que fortaleçam o movimento como instrumento de transformação social. Além de abrigar salas de aula, estúdios e áreas de convivência, o espaço funcionará como polo de inovação e inclusão, conectando artistas, estudantes e comunidades periféricas em torno da arte, da educação e da cidadania.

Sinopse

O Centro Cultural e Universitário Hip Hop Brasil desenvolverá uma série de produtos culturais e educativos voltados à difusão e valorização da cultura Hip Hop, contemplando todas as suas expressões — MC, DJ, Break, Grafite e Conhecimento. Os principais produtos incluem:Cursos e Oficinas Formativas – Aulas teóricas e práticas em MC, DJ, Break, Grafite e produção musical, com materiais didáticos e acompanhamento pedagógico. Classificação indicativa: livre.Palestras e Seminários – Atividades voltadas à educação, pesquisa e debate sobre cultura Hip Hop, políticas culturais, cidadania e inclusão social. Classificação indicativa: livre.Eventos e Apresentações Artísticas – Batalhas de rima, shows, apresentações de dança e exposições de grafite, com transmissão online e ensaios abertos. Classificação indicativa: livre.Produção Acadêmica e Conteúdos Digitais – Publicação de artigos, manuais, tutoriais e registros audiovisuais das atividades, promovendo pesquisa e difusão do conhecimento.Visitas e Experiências Sensoriais – Atividades de imersão para públicos diversos, incluindo visitas guiadas, oficinas sensoriais e práticas de inclusão para pessoas com deficiência.Todos os produtos têm como objetivo garantir acesso democrático, formação artística e educação cultural, promovendo integração entre artistas, estudantes, comunidades periféricas e instituições acadêmicas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Criar um espaço permanente de referência no Quilombo Cabulo, em Salvador (BA), dedicado à formação, pesquisa, difusão e valorização da cultura Hip Hop, integrando arte, educação, tecnologia e práticas comunitárias. O centro buscará fortalecer as expressões do movimento — MC, DJ, Break, Grafite e Conhecimento — como instrumentos de transformação social, promovendo inclusão, profissionalização de jovens e artistas, produção acadêmica, intercâmbio cultural e atividades que conectem comunidades periféricas, universidades e instituições culturais, consolidando o Hip Hop como vetor de identidade cultural, cidadania e inovação social. OBJETIVO ESPECÍFICOO Centro Cultural e Universidade Hip-Hop Brasil está localizada em Salvador, Bahia. A instituição está dentro de uma região chamada Miolo (Quilombo Cabula - Tancredo Neves), um Horto Florestal de 370 mil metros quadrados que tem 21 comunidades/quebradas/favelas interligadas. com aproximadamente 1 milhão de habitantes, sendo 58% feminino e 42% masculino. -Valorizar e promover as expressões do Hip Hop — MC, DJ, Break, Grafite e Conhecimento — por meio de cursos, oficinas, eventos e vivências artísticas;-Estruturar salas de aula, estúdios, auditório e áreas de convivência voltadas à prática artística, à pesquisa acadêmica e à educação tecnológica;-Incentivar produções acadêmicas, pesquisas e projetos educativos que fomentem a cultura Hip Hop e sua documentação histórica;-Criar um polo de inovação e inclusão, conectando artistas, estudantes, comunidades periféricas e instituições culturais, promovendo cidadania e desenvolvimento social;-Fortalecer a identidade cultural local e regional, ampliando o acesso à formação artística, tecnológica e educacional para jovens e comunidades do entorno;-Estabelecer intercâmbios culturais e parcerias com instituições nacionais e internacionais, promovendo o reconhecimento do Hip Hop brasileiro como patrimônio cultural contemporâneo.

Justificativa

Centro Cultural e Universitário Hip Hop Brasil busca promover, formar e difundir a cultura Hip Hop de maneira ampla e acessível, atuando em educação, pesquisa, inclusão social e valorização artística. Para que o projeto alcance seu pleno potencial e possa oferecer infraestrutura adequada, cursos, oficinas, estúdios e auditórios, é necessário o financiamento por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, que permite o apoio de empresas e pessoas físicas a iniciativas culturais de interesse público.O Hip Hop é um O movimento que já está consolidado dentro das universidades. Nos Estados Unidos, instituições como a Harvard University e a Cornell University possuem acervos próprios para o movimento. No Brasil, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também possui um Arquivo Brasileiro de Hip Hop e universidades de três regiões do Brasil já tiveram disciplinas de Hip-Hop: Unicamp, Universidade Federal de Rondônia, Universidade de Brasília e Universidade Federal de Minas Gerais. Além disso,há batalhas e projetos de extensão voltados ao Hip-Hop em mais de 15 universidades brasileiras. Desse modo, entendemos que é necessário um espaço autônomo, para que o Hip-Hop não seja apenas uma educação complementar, mas tornar-se protagonista no ambiente educativo de um conhecimento plural, interdisciplinar, inclusivo e emancipador, que já é amplamente reconhecido nas periferias do mundo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I: Produção e difusão da cultura brasileira;Inciso II: Conservação e preservação do patrimônio cultural;Inciso III: Formação e desenvolvimento de profissionais para atividades culturais.Além disso, o projeto atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, ao:-Difundir e valorizar a cultura nacional, especialmente a cultura Hip Hop, fortalecendo a identidade cultural;-Promover o acesso da população a atividades culturais, garantindo inclusão social e participação de jovens de comunidades periféricas;-Incentivar a formação e qualificação de artistas e profissionais culturais, estimulando a pesquisa, a educação e a produção acadêmica;-Estimular a inovação cultural e a criação de espaços permanentes de referência, contribuindo para o desenvolvimento do setor cultural. Dessa forma, o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar um projeto estruturado, acessível e transformador, consolidando o Hip Hop como vetor de cidadania, educação e desenvolvimento cultural no Quilombo Cabulo e na cidade de Salvador.

Especificação técnica

Cursos e Oficinas FormativasDuração: 40 a 60 horas por curso/oficina, distribuídas em 2 a 3 meses;Material: Apostilas, manuais pedagógicos, kits de material artístico (tintas, equipamentos de DJ, skates, fones, etc.), recursos digitais (vídeos e tutoriais);Projeto Pedagógico: Estrutura modular contemplando teoria, prática e avaliação, com acompanhamento individualizado dos participantes;Paginação/Registro: Registro de frequência, exercícios, avaliações e certificados digitais.Palestras e SemináriosDuração: 1 a 3 horas por atividade;Material: Apresentações em slides, material de apoio impresso e digital, gravação audiovisual;Projeto Pedagógico: Conteúdos abordando cultura Hip Hop, cidadania, políticas culturais e inovação social, com momentos de debate e interação;Paginação/Registro: Registro de presença, gravação e disponibilização online.Eventos e Apresentações ArtísticasDuração: 60 a 120 minutos por evento;Material: Palco, sonorização, iluminação, equipamentos de DJ, instrumentos musicais, cenografia e materiais de grafite;Projeto Pedagógico: Integração de demonstração prática das expressões artísticas com interação do público;Paginação/Registro: Gravação audiovisual para registro e disponibilização em plataformas digitais.Produção Acadêmica e Conteúdos DigitaisDuração: Produção contínua durante o projeto;Material: Artigos, manuais, tutoriais, vídeos educativos e registros de oficinas e eventos;Projeto Pedagógico: Sistematização do conhecimento produzido, incentivo à pesquisa acadêmica e documentação das atividades do Hip Hop;Paginação/Registro: Publicação digital e impressa de manuais, relatórios e artigos, com organização por módulos temáticos.Visitas e Experiências SensoriaisDuração: 60 a 90 minutos por visita ou oficina sensorial;Material: Espaços acessíveis, materiais adaptados para pessoas com deficiência, recursos táteis, audiodescrição, Libras e materiais em Braille;Projeto Pedagógico: Atividades práticas e interativas que promovam inclusão e compreensão da cultura Hip Hop;Paginação/Registro: Registro fotográfico, audiovisual e relatórios de participação.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:O Centro Cultural e Universitário Hip Hop Brasil será projetado para garantir plena mobilidade de todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência física ou mobilidade reduzida. O espaço contará com rampas de acesso em todos os níveis, banheiros adaptados, corrimãos, sinalização tátil e piso com guias táteis, garantindo segurança e autonomia na circulação. Todas as áreas de convivência, salas de aula, estúdios e auditório serão acessíveis, permitindo participação plena de todos os públicos. Acessibilidade de Conteúdo:As atividades do centro, incluindo cursos, oficinas, eventos e apresentações, serão planejadas para garantir compreensão e participação de pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual. Serão oferecidos serviços de Libras em apresentações e aulas, material em Braille, audiodescrição de performances e exposições, legendas descritivas para vídeos e apresentações, além de visitas sensoriais e guiadas, permitindo que todos os participantes tenham acesso integral ao conteúdo cultural, educacional e artístico do projeto.

Democratização do acesso

O Centro Cultural e Universitário Hip Hop Brasil priorizará o acesso amplo e gratuito às atividades culturais, educativas e artísticas, garantindo que diferentes públicos possam participar e usufruir dos produtos da proposta. Os cursos, oficinas, eventos, apresentações, batalhas de rima e exposições serão disponibilizados sem custo para a comunidade local e estudantes, assegurando a inclusão de jovens de baixa renda e grupos historicamente excluídos.Além da presença física, o projeto adotará estratégias para ampliar o alcance das atividades:Transmissão ao vivo e on-demand de apresentações, batalhas, workshops e palestras, permitindo acesso remoto;Ensaio aberto e mostras públicas, possibilitando que a comunidade acompanhe o processo criativo e interaja com artistas;Oficinas paralelas em escolas, centros comunitários e espaços públicos, levando a cultura Hip Hop a diferentes territórios;Distribuição gratuita de materiais educativos e artísticos, como manuais, tutoriais, conteúdos digitais e registros das apresentações, garantindo que o conhecimento gerado pelo projeto alcance o maior número de pessoas possível.Dessa forma, o projeto garante ampliação de acesso, inclusão social e difusão cultural, alinhando-se ao princípio da democratização da cultura previsto na Lei 8.313/91.

Ficha técnica

Proponente/Coordenador Administrativo/Financeiro: Vanderlei Santos GarridoResponsável pela administração financeira do projeto, desde a contratação de pessoal até a prestação de contas financeira.Currículo resumido: Produtora Cultural RU com atuação no Brasil. Experiência na área de práticas culturais voltadas para juventude, redução de desigualdades e direito à cidade. Pedagoga e Especialista em Políticas Públicas, Infância, Juventude e Diversidade. Atua em diferentes linguagens artísticas: artes visuais, audiovisual, dança, música, literatura e oralidade.Coordenação do projeto:José Carlos Cardoso dos SantosÉ o coordenador geral do projeto e um dos responsáveis legais do Instituto Recreativo Cultural e Esportivo Fuzão Brasil (IFB). Com MBA em Gestão Empresarial/Marketing, ele é um dos mentores e fundadores da iniciativa de Construção Nacional da Cultura Hip Hop, que uniu 26 estados e o Distrito Federal em busca de políticas públicas para o Hip Hop. Ele também é um dos fundadores da Corporação das Casas de Cultura Hip Hop, atuando em todos os 27 estados do Brasil entre 2022 e 2025.Carlos Mossoro: É uma artista do movimento Hip Hop que apresenta um mescla entre o Rap, repente e spoken word, tendo vencido variasd competições de poetry slam em portugal participando de eventos e festivais em varios paises.Viviane Lima de Morais: historiadora, educadora e empreendedora social, com mais de duas décadas dedicadas à valorização da educação, da memória e da diversidade. Doutora em História Social pela PUC-SP, licenciada em História pela Universidade Federal do Ceará e atualmente pós-graduanda em Neurociências e Comportamento pela FAAP. Construiu sua trajetória em instituições como a Fundação Bunge, Fundações da Energia, Museu Afro Brasil e universidades públicas e privadas.É co-fundadora e Diretora de Conteúdos do Afrofile, edtech de impacto social que alia tecnologia e educação para combater o racismo e promover equidade étnico-racial e de gênero. Sob sua liderança, o Afrofile alcançou mais de 2 milhões de pessoas, produziu conteúdos em parceria com o Portal Terra e foi reconhecido em programas de aceleração de startups de impacto.Alyne Sakura: arte-educadora, fotógrafa, documentarista, pesquisadora, comunicadora popular, atriz, produtora cultural, artivista, rapper e escritora. Iniciou sua trajetória em 2007, no Quintal Cultural, compreendendo desde cedo a arte como ferramenta de formação, informação e transformação social. Formada pela Rede de Educação Cidadã (RECID), ministra oficinas que unem teatro, música e política, com foco no fortalecimento comunitário e na formação crítica.Desde 2008, atua ativamente na cultura Hip-Hop, com destaque para o protagonismo feminino e a valorização das vozes periféricas. Idealizadora de ações culturais, integra o Fórum Nacional de Elaboração de Políticas Públicas para Mulheres do Movimento Hip-Hop no Ministério das Mulheres e a Construção Nacional de Hip-Hop, participando de eventos, fóruns e projetos em diversas cidades do Brasil.Yala: rapper, slammer, arte-educadora e produtora cultural de Aracaju/SE. Moradora da zona norte da cidade, cresceu na ocupação da Matinha, no bairro Industrial, onde iniciou sua trajetória no movimento hip-hop em 2013. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Sergipe e pós-graduada em Educação, Cultura e Diversidade, transforma suas vivências como mulher negra e periférica em poesia, música e ação cultural.Em 2017 lançou o EP “Estamos Vivos”, com o grupo Relato Verdadeiro, trazendo letras que abordam racismo, desigualdade e resistência. No campo da poesia falada, conquistou o título de campeã do Slam Sergipe 2023, representando o estado no Slam Brasil, além de criar o Slam de Duplas Aracaju, primeira competição de poesia em duplas do Nordeste. É também slammaster do Slam da Norte, o primeiro slam de Sergipe com acessibilidade linguística, realizado sob a ponte Aracaju-Barra, na zona norte da capital.Yala é criadora do Projeto Sankofa, que leva a pedagogia do hip-hop e oficinas de poesia slam para escolas públicas, unindo arte, educação e ancestralidade africana.MC WHO: Do Grupo “O Credo” cantor e compositor. Produtor e artista participante do LP “Hip-Hop Cultura de rua”,primeiro registro fonográfico do Brasil. Autor do Livro “Hip-Hop Cultura de Rua #2”. Co-autor do livro “Nossa Cidade Nossa Casa”. Orientações técnicas e inspirações afetivas para cuidado com a cidade. Atuação voluntária Membro Fundador e Secretário Geral da ONG- PRESERVASP - Associação que visa proteger o patrimônio Histórico e a paisagem Urbana de São Paulo. Membro fundador do coletivo Hip Hop Cultura de Rua -.Arte educação e difusão da cultura Hip-Hop. Membro Fundador do coletivo carnavalesco ‘Bloco Quero Morrer Amigo”.Carnaval de rua e ação social.Edilson Alves de Oliveira: Nascido em Ceilândia, a maior cidade de Brasília-DF, Edilson Alves de Oliveira é um chef de cozinha com mais de 30 anos de experiência. Formado em gastronomia em Águas de São Pedro, Edilson é especializado em hospitalidade e serviços de hotelaria, com vasto conhecimento em cozinha nacional e internacional, panificação e confeitaria. Ao longo de sua carreira, ele atuou como consultor master de Alimentos e Bebidas (A&B), ajudando a elevar o nível de excelência em diversas cozinhas. Como proprietário da renomada Osteria Vicenza, Edilson lidera a criação deexperiências gastronômicas que combinam a tradição da cozinha . Mediterrânea com inovações contemporâneas. Ele também é filiado à Federazione Italiana Cuochi (FIC), reconhecida pela World Association Chefs Society (WACS).IVO JOSE DOS SANTOS – Negro Rauls Negro Rauls é um produtor cultural de São Paulo com uma trajetória marcante na Black Music Brasileira e em projetos sociais. Iniciou sua carreira no rap com os Libertários MCs e, em 2001, tornou-se produtor executivo do renomado rapper Rappin'Hood, contribuindo significativamente para o sucesso de seus álbuns e turnês nacionais. Sua influência se estendeu à mídia, participando da produção de programas de TV e rádio, e ele também teve um papel ativo na direção da Gaviões da Fiel, além de colaborar no lançamento de trabalhos de outros artistas. Além de sua atuação na música e mídia, Negro Rauls é um idealizador de iniciativas sociais, como o Festival de Música Beneficente do Jardim Jangadeiro, que arrecada alimentos para a comunidade. Ele também é mentor da ONG Janga + Ação, focada em educação sociocultural.JEFFERSON DA CRUZ BAIA – DIMAKNascido e criado em Belém do Pará, aos 12 anos se mudou para São Paulo. Jefferson da Cruz, mais conhecido como Dimak, é um compositor, cantor, poeta e DJ que transita em diversos gêneros musicais, como o Rap, Trap, Funk, MPB, entre outros. Tendo uma caminhada com mais de 13 anos, Dimak também atua como produtor cultural e arte-educador, passando pela organização de mais de 5 Batalhas de Rima e diversos eventos em comunidades e espaços culturais, além de realizar palestras e oficinas sobre discotecagem, produção e escrita criativa em escolas, ONGs e espaços culturais. Passando toda a experiência obtida com as oportunidades que teve trabalhando com nomes como Rappin'Hood, Sampra Crew, Fábio Brazza, Negro Raul, entre outros. Ex-artista da marca Converse, Dimak vem trabalhando com seu grupo “DICAFÈ” na organização do Campo de Batalha e no seu primeiro álbum.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.