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PRONAC 251619Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circuito de Orquestras e Corais

INSTITUTO ODEON
Solicitado
R$ 883,5 mil
Aprovado
R$ 883,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-07-01
Término
2026-07-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Circuito de Orquestras e Corais promove 12 concertos gratuitos em Belo Horizonte, distribuídos entre centros culturais, espaços públicos e o Teatro Francisco Nunes, além de 6 ações formativas voltadas para artistas, estudantes e apreciadores da música clássica. O projeto valoriza a produção musical local, promove o intercâmbio entre diferentes formações e amplia o acesso à música de concerto em territórios diversos da cidade. Com ações acessíveis e inclusivas, busca formar novos públicos, fortalecer coletivos musicais e provocar reflexões sobre os desafios contemporâneos da música clássica.

Sinopse

O Circuito de Orquestras e Corais surge como uma ferramenta de democratização do acesso à cultura e a valorização da música clássica em Belo Horizonte. A cidade possui um vasto potencial para essa linguagem musical, sendo sede de importantes formações orquestrais e reconhecida pela qualidade de seus artistas e equipamentos culturais. A partir da parceria com o Circuito Municipal de Cultura (CMC) — projeto que tem por objetivo descentralizar e democratizar o acesso à cultura por meio de ações artísticas e formativas realizadas nas dez regionais de Belo Horizonte, promovendo a valorização da diversidade cultural e o fortalecimento dos territórios — pretendemos ampliar ainda mais o acesso a este gênero musical. O Projeto terá sua estrutura organizada em três módulos, sendo o primeiro módulo o lançamento do Circuito, marcado por um concerto especial no Teatro Francisco Nunes em comemoração aos 75 anos do espaço. Esse evento inicial destaca a importância histórica do teatro, que homenageia o clarinetista e maestro mineiro Francisco Nunes (1875-1934), figura central na consolidação da música clássica na cidade. Além do concerto de abertura, esse módulo contempla as Ações Formativas, que incluem seis atividades voltadas para artistas e apreciadores da música clássica, proporcionando debates, rodas de conversa e trocas de experiências com músicos de destaque. Essas atividades fortalecem a formação de novos talentos e incentivam o intercâmbio de conhecimentos entre diferentes gerações e estilos musicais. O segundo módulo, voltado para a difusão, propõe a circulação da música clássica nos Centros Culturais das 9 regionais de Belo Horizonte, com 9 concertos gratuitos em formatos simplificados. As apresentações são planejadas para valorizar a acústica natural dos espaços culturais da cidade, proporcionando uma experiência mais próxima e acessível entre os artistas e o público. A descentralização das apresentações amplia o alcance do projeto e reforça a inclusão de novos públicos, garantindo que diferentes territórios possam se conectar com a riqueza da música clássica. O terceiro módulo, denominado Concerto Aberto, contempla duas ações de médio porte realizadas em espaços públicos. Em que o primeiro concerto será feita a escolha do local, a partir do compromisso do projeto em democratizar o acesso à música clássica e estabelecer diálogos entre o erudito e o popular, promovendo um encontro singular entre linguagens musicais distintas. Essa apresentação reafirma a música como um direito universal e fortalece os laços comunitários, tornando a experiência acessível e significativa para os moradores da região. A segunda ação será o Concerto de Encerramento, um grande evento que reunirá músicos e convidados especiais para celebrar os resultados do Circuito. Realizado em um espaço aberto de grande circulação, esse concerto busca reafirmar o impacto da iniciativa na cena musical local e consolidar seu papel na ampliação do acesso à cultura. Além das apresentações e das atividades formativas, o projeto desenvolve estratégias de mobilização para garantir o envolvimento da comunidade. Mobilizadores locais atuarão na divulgação e no engajamento do público nas diferentes regiões da cidade, ampliando o alcance do Circuito e incentivando a participação ativa da população. Para assegurar a acessibilidade, serão oferecidos transporte e lanche aos participantes, permitindo que um público diverso possa usufruir dessa experiência cultural. Essa mobilização será limitada a 15 pessoas por ação, garantindo um acompanhamento qualificado e uma vivência enriquecedora para cada grupo. Ao levar a música clássica para diferentes regiões de Belo Horizonte, o projeto não apenas amplia o acesso, mas também contribui para a quebra de barreiras culturais, permitindo que novos públicos se aproximem dessa expressão artística. A experiência proporcionada pelos concertos e pelas ações formativas incentiva o desenvolvimento de uma apreciação musical mais ampla e diversificada, fortalecendo a cena musical local e estimulando o engajamento de novas gerações. A estrutura modular do Circuito também foi pensada estrategicamente para viabilizar a captação de recursos, permitindo que empresas e instituições possam apoiar o projeto como um todo ou patrocinar módulos específicos. Essa abordagem favorece a sustentabilidade da iniciativa e amplia as possibilidades de continuidade das ações culturais, garantindo que a música clássica chegue a um público cada vez mais diverso e descentralizado.

Objetivos

- Democratizar o acesso à música clássica, promovendo apresentações gratuitas e acessíveis em diferentes espaços culturais e públicos de Belo Horizonte, incluindo teatros, centros culturais e praças.- Ampliar a circulação de grupos musicais regionais e locais, fortalecendo a cena musical da cidade e criando oportunidades para artistas e coletivos em múltiplos formatos de apresentação.- Integrar a música clássica às dinâmicas culturais e sociais dos territórios, promovendo concertos em espaços convencionais e não convencionais, estimulando o diálogo entre a música erudita e manifestações culturais populares.- Estimular a formação de público e a aproximação com a música clássica, por meio de ações formativas, debates, trocas de experiências e estratégias de mobilização comunitária.- Fortalecer a sustentabilidade e a continuidade do projeto, estruturando a iniciativa em módulos que possibilitem maior viabilidade na captação de recursos e parcerias estratégicas.

Justificativa

Justificativa O Circuito de Orquestras e Corais é uma iniciativa que visa fortalecer a música clássica mineira por meio da democratização do acesso a concertos gratuitos e da valorização de grupos musicais regionais e locais. Essa proposta se alinha à trajetória do Instituto Odeon, proponente do projeto, que há mais de duas décadas atua na gestão e produção cultural, consolidando-se como uma referência nacional na realização de projetos culturais, educacionais e de formação de público. Com experiência na gestão de equipamentos culturais de relevância, o Instituto tem como premissa o fortalecimento da cultura como instrumento de transformação social, promovendo a ampliação do acesso à arte e à diversidade cultural. A cidade de Belo Horizonte, berço de renomadas instituições musicais e celeiro de grandes talentos, possui uma cena de música clássica rica e expressiva. No entanto, o acesso a esse gênero ainda é restrito a um público específico, devido à centralização das apresentações em espaços formais e à percepção elitizada da música erudita. O Circuito de Orquestras e Corais busca romper essas barreiras, levando concertos gratuitos para diferentes territórios da cidade, proporcionando experiências imersivas e descentralizadas que aproximam esse repertório do público em geral. A parceria com o Circuito Municipal de Cultura (CMC), política pública consolidada em Belo Horizonte, amplia o alcance e o impacto desta iniciativa. O CMC tem um histórico de valorização da cultura popular e da democratização do acesso à arte, e a inclusão da música clássica em sua programação representa um avanço na diversidade de linguagens artísticas oferecidas à população. Essa conexão permite um intercâmbio entre diferentes formas de expressão musical, contribuindo para a formação de novos públicos e para a valorização dos artistas locais. Além das apresentações, o projeto se diferencia ao incluir ações formativas que incentivam o diálogo entre músicos, estudantes e o público interessado, criando oportunidades de aprendizado e intercâmbio cultural. Essa proposta reforça o papel da música clássica não apenas como entretenimento, mas como um elemento essencial para a formação cultural e a ampliação das referências artísticas da população. A divisão do projeto em módulos possibilita ainda um planejamento estratégico para sua viabilidade financeira, permitindo que patrocinadores apoiem diferentes partes da iniciativa. Com essa estrutura, o projeto se torna mais sustentável e acessível para parcerias institucionais e privadas, garantindo sua continuidade e ampliação ao longo dos anos. Dessa forma, o Circuito de Orquestras e Corais se apresenta como uma ação fundamental para o cenário musical mineiro, promovendo acesso, descentralização e valorização da música clássica, ao mesmo tempo em que fortalece a política pública cultural da cidade por meio da parceria com o Circuito Municipal de Cultura. Ao conectar a tradição erudita ao contexto contemporâneo e popular, o projeto reafirma a importância da música clássica como um bem cultural acessível a todos.

Estratégia de execução

TODAS AS PEÇAS DE DIVULGAÇÃO CONTARÃO COM A LOGOMARCA DA LEI DE INCENTIVO, DO MINC E DO GOVERNO FEDERAL, CONFORME MANUAL DE APLICAÇÃO. Sobre a remuneração do proponente Coordenação Geral, gestão administrativa do projeto ( custos administrativos) e Captação de recursos O Instituto Odeon, associação sem fins lucrativos ou econômicos, executa o serviço de coordenação geral e captação de recursos deste projeto, desde seu planejamento, desenvolvimento das ações, monitoramento e prestação de contas

Especificação técnica

Formato: Apresentações presenciais (concertos)Ações formativas em formato presencial/online Periodicidade e Cronograma de Execução: 1 apresentação mensal ao longo de 12 meses, conforme cronograma do projetoExecução escalonada dos três módulos: Módulo 1 (Lançamento): Setembro 2025 a Agosto de 2026Concerto 01 - Teatro Francisco Nunes: Setembro 2025Ações formativas: Novembro 2025, Janeiro 2026, Março 2026, Maio 2026, julho 2026 e Agosto de 2026 Módulo 2 (Difusão): Outubro de 2025 a Agosto de 2026Concerto 02: Outubro 2025Concerto 03: Novembro 2025Concerto 05: JaneiroConcerto 06: FevereiroConcerto 07: MarçoConcerto 08: AbrilConcerto 09: MaioConcerto 10: JunhoConcerto 11: JulhoConcerto 12: Agosto Módulo 3 (Concerto Aberto): Dezembro 2025 e Setembro de 2026Concerto 04: Dezembro 2025Concerto 13: Setembro 2026 Pós-produção e finalização: Agosto e Setembro de 2026 Total de Apresentações: 9 concertos em Centros Culturais1 concerto especial de abertura no Teatro Francisco Nunes1 concerto em espaço aberto em um espaço aberto a ser escolhido1 concerto de encerramento em espaço abertoTotal: 12 concertos 6 ações formativas Total geral de atividades públicas: 19 Estimativa de Público por Ação: Concerto de abertura (Teatro Francisco Nunes):380 pessoasConcertos nos Centros Culturais (média de 60 pessoas por espaço): 9 x 60 = 540 pessoasConcerto na um espaço aberto a ser escolhido: 500 pessoasConcerto de encerramento em espaço aberto: 500 pessoasAções formativas (média de 30 participantes por encontro): 6 x 30 = 180 pessoasVirtualização de 3 atividades do projeto - 3000 Estimativa Total de Público Atendido: Concertos: 380+ 540 + 500 + 500 = 1.920 pessoasFormações: 180 participantesPúblico Virtual: 3000Total Geral Estimado: 5.100 pessoas Duração Média de Cada Ação: Concertos: aproximadamente 50 minutos cadaAções formativas: 2 horas por encontro Locais de Realização: Equipamentos culturais municipais (centros culturais e teatro)Espaços públicos com circulação popularParcerias com instituições sociais e educativas para ações formativas

Acessibilidade

O Circuito de Orquestras e Corais reafirma seu compromisso com a inclusão e democratização do acesso à música clássica, garantindo que todas as suas atividades sejam acessíveis a públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência (PcD), sensorial, intelectual e mobilidade reduzida. Para isso, serão implementadas estratégias que promovam uma experiência cultural acessível e acolhedora, eliminando barreiras físicas, comunicacionais e sensoriais. Uma das ações centrais será a contratação de um mestre de cerimônias especializado para realizar uma breve audiodescrição prévia antes de cada concerto. Essa iniciativa visa permitir que pessoas com deficiência visual possam contextualizar o espaço, a formação instrumental dos grupos e a atmosfera do espetáculo, tornando a experiência mais imersiva e significativa. Além disso, será contratado um profissional de recepção especializado, que atuará diretamente no acolhimento do público com deficiência. Esse profissional auxiliará na orientação e no deslocamento dentro dos espaços das apresentações, garantindo conforto e segurança desde a chegada até o término do evento. Para ampliar o impacto e garantir que as ações de acessibilidade alcancem o maior número possível de beneficiários, o projeto também desenvolverá parcerias com instituições e associações que atendem pessoas com deficiência. Essa mobilização permitirá que o público tenha ciência da programação e possa participar ativamente dos concertos e das ações formativas. Outras medidas complementares serão adotadas para assegurar a plena acessibilidade do projeto: Garantia de espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida em todos os concertos, tanto nos teatros e centros culturais quanto nas apresentações em espaços abertos.Disponibilização de intérpretes de Libras nas ações formativas e nas apresentações de médio porte, garantindo que o público surdo tenha acesso ao conteúdo verbal transmitido.Para pessoas com deficiência intelectual, serão adotadas medidas específicas de acessibilidade comunicacional e de mediação, tais como: Linguagem clara e simplificada em materiais de divulgação e apresentação dos concertos;Acompanhamento personalizado, quando necessário, por meio dos profissionais de recepção treinados para atuar com empatia e respeito à diversidade de compreensão;Ambientes acolhedores, com estímulos controlados nas apresentações de pequeno porte, respeitando as particularidades sensoriais desses públicos.Com essas iniciativas, o Circuito de Orquestras e Corais se posiciona como um projeto verdadeiramente inclusivo, promovendo o direito de todas as pessoas à fruição cultural e fortalecendo a democratização da música clássica em Belo Horizonte.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto, incluindo os concertos e atividades formativas, serão gratuitas, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso à cultura. O projeto também se preocupa com a acessibilidade, garantindo que os eventos sejam inclusivos e acessíveis a todos os públicos. Com esta proposta, o Circuito de Orquestras e Corais contribuirá significativamente para a difusão da música clássica em Belo Horizonte, fortalecendo a cena cultural local e promovendo o acesso à arte de forma descentralizada e inclusiva. Em atendimento aos incisos III e V, do art. 30 da Instrução Normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024 do Ministério da Cultura: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Carlos Gradim [ Diretor Presidente] CARLOS GRADIM iniciou sua carreira artística como ator de teatro. Fundou a Odeon Companhia Teatral em 1996 e, com mais de 25 anos de carreira, já assinou a direção e coordenação de mais de 20 espetáculos teatrais, tendo conquistado prêmios como o COPASA/SINPARC com Horácio (2013) e o Prêmio Sesc de Melhor Diretor com Amor e Restos Humanos (2001). Logo cedo Gradim descobriu seu talento para produzir e empreender. Suas experiências elevaram seu grau de conhecimento na área. Como publicitário, ator, diretor e realizador cultural, Carlos Gradim promove ações culturais junto aos diversos setores da sociedade assumindo importantes funções em grandes instituições de Minas Gerais, como a coordenação da Escola de Teatro – CEFAR / Palácio das Artes – Fundação Clóvis Salgado; e em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, encarregou-se da gerência executiva do Circuito Cultural da Praça da Liberdade e também do programa Plug Minas; além de assumir a coordenação e produção de diversos espetáculos e festivais de teatro, como o FIT-BH e o Festival Internacional de Arte Negra. Em 2012, à frente do Instituto Odeon, Gradim ganhou a licitação para gerenciar o Museu de Arte do Rio - MAR no Rio de Janeiro, e ocupou o cargo de Diretor Presidente da instituição até dezembro de 2020. Hoje, o Odeon é correalizador das atividades do museu. Em 2022, o Instituto Odeon retorna às atividades na capital mineira e, sob a direção de Gradim, assume a gestão do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte - FIT BH e do Circuito Municipal de Cultura - CMC. Roberta Kfuri [Diretora de Operações e Finanças] ROBERTA KFURI é formada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, atuou como Consultora no Governo Federal, Secretaria Nacional de Assistência Social – SEAS/MPAS, entre 2000 a 2002, na implantação e monitoramento do Programa de Atendimento a Família, e na Assessoria Parlamentar, na elaboração de Projetos de Emendas Parlamentares e articulação com gestores Municipais e Estaduais. Em 2003, vai para a Secretaria Municipal de Trabalho do Rio de Janeiro, prestando consultoria na elaboração de programas de inserção no mercado de trabalho voltados para população em situação de risco social. Ainda em 2003 é nomeada assessora na Secretaria Municipal de Assistência Social, atuando na gestão de projetos sociais das 10 Coordenadorias Regionais, na assessoria do Conselho Municipal de Assistência Social, e no grupo de assessoria técnica do gabinete do secretário. Em julho de 2004, assumiu interinamente a Secretaria Especial da Terceira Idade, com responsabilidade de execução desta política setorial. Em janeiro de 2005 retornou a Secretaria Municipal de Assistência Social, na assessoria técnica do gabinete, permanecendo até dezembro de 2008. Neste período foi membro do Conselho Municipal de Assistência Social, presidente e vice-presidente, e compôs o Comitê Gestor da Agenda Social PAN/RIO 2007. Em 2009, assume a Gerência Executiva do Programa Estruturador do Governo do Estado de Minas Gerais, Poupança Jovem, atuando na gestão técnica e orçamentária do Programa que atendia mais de milhares de jovens estudantes do Ensino Médio de 09 Municípios de Minas Gerais, coordenado mais de 500 profissionais envolvidos com as ações do Programa nos Municípios, em parceria com Prefeituras e de contratos com Organizações Sociais. Em 2012, assumiu a Gerência de Operações do Museu de Arte do Rio, estando sob sua responsabilidade todos os processos operacionais do Museu, bem como contribuindo nos processos administrativos e financeiros do Instituto Odeon. Em 2017 acumula ainda a Gerência de Produção. Emilia Paiva [Diretora Executiva] EMILIA PAIVA é formada em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Planejamento Urbano pela University of Pennsylvania, EUA e doutora em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Já atuou como Gerente do Programa de Educação Patrimonial pela Fundação Vale, também foi Coordenadora do Núcleo de Entregas e Empreendedores Públicos e Vice-Presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais.De 2015 a 2022 foi membra do Conselho de Administração do Instituto Odeon, nesse período o Instituto era responsável pela gestão do Museu de Arte do Rio - MAR (2012-2021), do Theatro Municipal de São Paulo (2017-2020) e do Museu da Diversidade Sexual (a partir de 2022). Em 2023, assume a Direção Executiva do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo (MDS), equipamento do Governo do Estado de São Paulo gerido pelo Instituto Odeon, por meio do contrato de gestão celebrado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Leandro Oliveira Leandro Oliveira é educador, maestro e gestor cultural. Atualmente atua como coordenador de planejamento artístico da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira e coordenador pedagógico da OSB Jovem. Foi curador de música e regente da orquestra do Instituto Inhotim (2023–2024), onde reestruturou projetos como a Escola de Música de Brumadinho, a Orquestra Inhotim e criou o festival Jardim Sonoro. Tem passagem destacada pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), onde foi assistente de John Neschling (2003–2006), participando de turnês, gravações, concursos e projetos como a Academia de Música. Como regente, já atuou com diversas orquestras brasileiras, incluindo a do Theatro São Pedro (SP) e a Orquestra Sinfônica de Brasília. É também compositor, com obras como a ópera A Musa do Subsolo. Foi curador e produtor de eventos de grande porte e colaborou com artistas renomados como Maxim Vengerov, Nelson Freire e Paquito de Rivera. Atua também na produção de conteúdo para TV, rádio e podcasts voltados à música clássica, para instituições no Brasil e no exterior. É autor do livro “Falando de música – oito lições sobre música clássica” (Todavia, 2020), e tem uma sólida trajetória em projetos de educação musical em instituições como Sala São Paulo, SESC-SP, MASP, entre outras. Aristeo Serra Negra - Coordenador de Produção Formado em Tecnologia em Produção Multimídia pela Faculdades Anhanguera de Dourados-MS, participou das Oficinas de Produção: Planejar Arte em Tempos de Guerra, com Andréa Alves da CEO na Sarau Agência De Cultura. Atualmente atua como coordenador de produção no Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte (Instituto Odeon); Produtor no Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte - 2022; Produção dos Espetáculos de palco do FIT BH 2022; Produtor na 21a edição do Festival Mundial de Circo - 2022; Gestor e produtor do Teatro Espanca - 2016 a 2022; Produção executiva do livro - Quanto Tempo Dura um Bairro - 2020; Produção do espetáculo e desenvolvimento de aplicativo de realidade aumentada “Recado do Morro”; Cia Fusion de Danças Urbanas - 2019; Assistente de produção - Festival Estudantil de Teatro - FETO - 2018/2019/2020; Produtor do espetáculo "Marcapasso" - desde 2018; Produtor do espetáculo “Xabisa” - desde 2018; Assistente de produção – Coletivo Negras Autoras - 2017; Produção executiva - Cia. Luna Lunera - 2016; Produção local Grande Dança Brasil em Belo Horizonte-MG, programa idealizado pelo Ministério da Cultura e Funarte – 2014; Assistente de Produção - Grupo Armatrux – 2014; Teatro Empresarial - Rede de supermercados ABEVÊ – 2013; Art Sesc - Exposição de obras de arte para unidade do Sesc em Dourados – 2013; Assessor de Planejamento - Secretaria Municipal de Cultura de Dourados – 2013 à 2015; Administrador Teatro Municipal de Dourados – 2010 à 2013; Produção local do espetáculo “El Olivo” do grupo Niño Proletário do Chile – 2012; Diretor de Palco FIT – Festival Internacional de Teatro de Dourados-MS – 2012; Instrutor de audiovisual - Associação Submarino Amarelo – 2009 e 2010; FIT Dourados - Assistente de Produção no 2o Festival internacional de Teatro de Dourados – 2009. Atuou também como Monitor no laboratório de vídeo do laboratório das Faculdades Anhanguera - Dourados/MS; Estágio remunerado no Canal 22 da ViaCabo TV; Cinegrafista em GazetaMS. Marina Abelha de Fuccio Barbosa - Coordenadora de Comunicação Atuando como Coordenadora de Comunicação do CIRCUITO MUNICIPAL DE CULTURA, atuou também em UMA Assessorias – Período: dezembro 2019 aos dias de hoje como gestora de redes para pequenos empreendedores; Coordenadora de Comunicação no MANDATO DO DEPUTADO FEDERAL ADELMO LEÃO - Período: 2015 a 2018; Produtora e assessora de Imprensa para PIGMALIÃO ESCULTURA QUE MEXE -Período: 2013 até hoje; Coordenadora de Comunicação no CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DE MINAS GERAIS -Período: 2008 à 2014; Assessora de Planejamento e Desenvolvimento no INSTITUTO ARTIVISÃO (ONG QUE GERENCIA PROJETOS CULTURAIS) -Período: 2007 á 2009; Jornalista no SINDICATO DOS METALÚRGICOS DE OURO BRANCO E CONGONHAS (GERDAU AÇOMINAS)-Período: 2005 à 2009; Assessoria de Comunicação e Imprensa PROJETO CIDADES DIGITAIS (MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES) – TIRADENTES E BARBACENA -Período: 2007 à 2009; Assessoria de Comunicação e Imprensa em UNIFENAS (UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELANO) -Período: 2004 á 2007; Assessoria de Comunicação em FUMSOFT (SOCIEDADE MINEIRA DE SOFTWARE) – INCUBADORA - Período: 2004; Produtora do projeto “Macunaíma Gourmet” em comemoração aos 10 anos do Pigmalião escultura que Mexe com patrocínio do Itaú Cultural e Unimed BH; Produtora do Festival do Teatro Brasileiro em Belo Horizonte em agosto de 2017; Produtora da Circulação da Mostra Pigmalião Escultura quem Mexe em Juiz de Fora, BH, Montes Claros, Ipatinga e Itaúna com patrocínio da Petrobras; Produtora da Festival Internacional Via Dupla – Brasil – Chile – Argentina – edital Iberoscena; Lançamento CD Nono Osso – teatro Dom Silvério - Assessoria de Imprensa, produção e divulgação; Lançamento disco AbraPalavra – museu Histórico Abílio Barreto - Assessoria de Imprensa, produção e divulgação; Show Vanessa da Mata – palácio das artes- Assistente de produção; PopRock- Mineirão- Produtora Artística; Espaço Cultural Lugar- Período: agosto de 2002 até julho de 2003- Assessoria de Imprensa, Produção dos shows, Fechamento da agenda de shows e Organização de Festas. Laura Bastos Pimenta Neves – Coordenadora Social / Mobilização Comunitária Laura é formada em Desenho Industrial pela Escola de Design da UEMG, possui Mestrado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro. Possui também especialização Lato Sensu em Elaboração, Gestão e Avaliação de Projetos Sociais em áreas urbanas pela Universidade Federal de Minas Gerais e Especialização Lato Sensu em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela UEMG. Por fim, possui também formação em curso técnico de ator/atriz pelo Centro de Formação Artística – CEFAR – Fundação Clóvis Salgado/ Palácio das Artes. Possui atuação como sócia fundadora do Estúdio 43 Artes & Projetos Ltda ME, empresa de gestão cultural e social. Realiza projetos nas áreas cultural e social (2006 até o presente momento), atuando na Direção de Podcast, criação de identidade visual, diagramação, ilustração e produção de projetos gráficos e editoriais (Pacote Adobe e Office), impressões e acabamentos artesanais. Livros: “Capoflora Faunaeira: uma arte brasileira” (2018) – Editora: E43; “Do Grupo Galpão ao Galpão Cine Horto: uma experiência de gestão cultural” e “Galpão Cine Horto: uma experiência de ação cultural” (2014), “Grupo Galpão: uma história de encontros” (2012), “Pimentas no Paraíso” (2018 e 2021), entre outros. Vale destacar a atuação na coordenação, articulação e mobilização de programação sócio cultural de carácter comunitário e diversificado (2019 – 2020 / 2021-2022) no Circuito Municipal de Cultura, por meio do “Centro de Intercâmbio e Referência Cultural, tendo como função Coordenar mobilização das redes de artistas locais nas regionais de Belo Horizonte, visando representatividades nos grupos de discussão. Elaborar, colaborativamente, ações sócio culturais para territórios periféricos. Coletar dados para diagnóstico e relatórios. Ademais, atuou como Coordenadora Geral de Programação e Projetos junto à Associação Galpão (2005-2008) e na gerência de programação (1999-2004), tendo como função planejar e coordenar equipes nas áreas de comunicação, pedagógica, administração e produção. Colaborar na construção de redes de artistas, na concepção e elaboração dos novos projetos com a finalidade de atender à demanda dos patrocinadores e com vistas à ampliação do público frequentador do Galpão Cine Horto; Elaborar relatórios e prestação de contas; assessorar permanente a Direção Geral; Desenvolver as atividades pertinentes ao cargo, conforme orientações da Direção Geral.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.