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A exposição "Mulheres Negras entre Áfricas e Brasis" busca valorizar e promover a cultura, identidade e historicidade das mulheres negras por meio das artes visuais. A proposta imersiva e sensorial ressalta a força, fé, saberes e pluralidade dessas mulheres em diversos contextos, estabelecendo conexões entre matrizes africanas e a contemporaneidade. O projeto prevê instalações interativas, performances e oficinas formativas.
A exposição "Mulheres Negras entre Áfricas e Brasis" é um mergulho sensorial e histórico na ancestralidade, resistência e identidade das mulheres negras. Por meio de instalações imersivas, performances artísticas e recursos interativos, a mostra destaca a força, os saberes e a espiritualidade dessas mulheres ao longo do tempo. As obras expostas estabelecem um diálogo entre tradição e contemporaneidade, conectando narrativas afro-brasileiras e africanas, e valorizando a representatividade feminina na arte e na cultura. A exposição provoca reflexões sobre pertencimento, memória e empoderamento e sensibiliza, educa e inspira novas perspectivas sobre a contribuição das mulheres negras para a sociedade. Em casa espaço haverá uma imersão, um portal para a experiência sensorial: 1) Colo de Mãe Lava-se as mãos antes de adentrar esse espaço sagrado, carregado da força do axé. Estruturas como cabaças, peneiras e tecidos afro trançados pendem do teto, conectando-se ao chão e formando um elo simbólico entre o céu e a terra. O ambiente acolhe com a ancestralidade e o calor do colo materno, convidando à introspecção e à conexão espiritual. 2) Casa de Vó e Fé Uma viagem sensorial às casas de nossas avós, onde o aconchego se entrelaça com a fé e a espiritualidade. O aroma das ervas preenche o ar, enquanto tapete de crochê, cadeira de balanço, fogão a lenha, louças e bolos recriam esse espaço de afeto e cuidado. O visitante é envolvido pela memória e pelo sagrado, culminando em uma instalação cenográfica de cachoeira, representando a fertilidade, a sabedoria e a suavidade de Oxum. 3) Saberes e Sabores das Mãos e Mentes Negras Um tributo à intelectualidade e aos saberes ancestrais das mulheres negras. Livros, banners e referências às cientistas e intelectuais negras compõem a exposição, destacando suas contribuições. A culinária afro-brasileira também ocupa um lugar de honra, reafirmando a comida como conhecimento e cultura. A instalação é sensorial: de um lado, é possível tocar e interagir; do outro, apenas sentir, em uma experiência imersiva e reflexiva. 4) Mulheres Negras Plurais No teto, turbantes soltos, amarrados e aramados formam um arco-íris. O espaço vibra com a arte e a cultura das mulheres negras periféricas, materializadas em um muro de grafite e na presença de um espaço para DJ, trazendo música, ritmo e voz para a experiência. 5) Altar Mulher Negra O caminho para esta instalação conduz por uma floresta cenográfica, onde esteiras de taboa e elementos naturais evocam a ancestralidade. No centro, um altar singular: em vez de santos, esculturas de mulheres negras que fizeram e ainda fazem história em vida. A iluminação, mais suave e intimista, diferencia esse espaço sagrado, que celebra a resistência feminina e presta homenagem àquelas que abriram e abrem caminhos. 6) Palco Mãe Preta Um palco meia lua, decorado com elementos afro-brasileiros, onde a arte se manifesta em múltiplas formas: canto, dança, performances e apresentações. Um espaço vivo e pulsante, destinado a amplificar vozes e espalhar cultura negra para o maior número de pessoas.
OBJETIVOS GERAIS: Pretende-se a realização de uma exposição inédita no Rio de Janeiro, sobre valorizar a cultura e identidade das mulheres negras por meio das artes visuais, imersão e interatividade. Entre os objetivos principais deste projeto, destaca-se: - Conectar ancestralidade africana e contemporaneidade, destacando influências culturais. - Ampliar a representatividade de mulheres negras no cenário artístico. - Criar experiências imersivas e educativas para o público. - Fortalecer redes de conhecimento e formação cultural por meio de oficinas e debates. - Promover acessibilidade, inclusão e sustentabilidade, alinhando-se aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável). OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Exposição de Artes - Apresentação de 6 instalações imersivas que exploram a ancestralidade, a resistência e a diversidade das mulheres negras. Cada espaço propõe um mergulho sensorial em diferentes aspectos da cultura, identidade e espiritualidade afro-brasileira. Previsão de 04 meses de exibição, programa educativo e monitoria para atendimento ao público. Local de realização: Sede do Iphan _ Centro _ Rio de Janeiro/RJ 2) Oficinas - Realização de 12 oficinas diversificadas, focadas na educação patrimonial e valorização de bens tangíveis e intangíveis dos povos de matriz africana e quilombolas, especialmente lideradas por mulheres negras.
A exposição visa preencher a lacuna de representatividade das mulheres negras nas artes visuais, proporcionando um espaço para que suas vozes e histórias sejam ouvidas e reconhecidas. A mostra apresenta instalações imersivas e sensoriais que celebram a ancestralidade, resistência e identidade das mulheres negras. Os espaços exploram a força espiritual e cultural das mães e avós negras (Colo de Mãe e Casa de Vó), a valorização do conhecimento e da culinária afro-brasileira (Saberes e Sabores), a diversidade das vivências negras (Mulheres Negras Plurais), a resistência feminina como quilombo (Altar Mulher Negra) e a arte como expressão de identidade (Palco Mãe Preta). A mostra une tradição e tecnologia para proporcionar uma experiência sensorial e reflexiva. Haverá, ainda, realização de 12 oficinas com o objetivo de fortalecer a identidade quilombola e promover o entendimento das conexões culturais entre as comunidades negras do Brasil e da África. ODS - Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - de Alinhamento com o Projeto: ODS 4: Educação de Qualidade. ODS 5: Igualdade de Gênero. ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico ODS 10: Redução das Desigualdades. ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis. ODS 16: Paz, Justiça e Instituições Eficazes. A equipe que compõe a exposição é majoritariamente feminina e negra, refletindo a representatividade que se busca na exposição. A presença de elementos da matriz africana é destacada através da interligação da tecnologia ancestral com recursos da contemporaneidade, criando um diálogo entre o passado e o presente. Público-alvo: - Comunidade Quilombola. - Estudantes e Educadores. - Artistas e Entusiastas da Cultura. - Público Geral.
O projeto ainda não possui projeto expográfico, pois o local, a princípio, ainda não está definido.
1) Exposição de Artes Materiais: Impressões fotográficas, painéis expositores, telas, esculturas, videoinstalações e elementos táteis. Dimensões: Obras de diversos formatos, com áreas de circulação ampla para acessibilidade. Vídeo institucional: Com interpretação em LIBRAS, legendas e audiodescrição. Mediação na exposição Visitas escolares, com locação de ônibus e lanches, para educandos e atendidos pela rede pública. 2) Oficinas Realização em auditório adaptado. Recursos audiovisuais (projetores, caixas de som, microfones) Gravação para disponibilizar online Tradução em libras para participantes surdos Oficinas voltadas para diferentes faixas etárias e perfis (comunidade quilombola, estudantes, educadores, artistas e público geral).
1) Exposição de Arte Aspecto Arquitetônico: - Todo o fluxo expositivo será desenhado atendendo às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. O espaço previsto possui rampas e elevadores. A mostra será realizada no térreo. Aspecto Comunicacional: - Será produzido um vídeo sobre a exposição com interpretação em libras e legenda em português, para os deficientes auditivos, e narração, para os deficientes visuais, exibido no espaço expositivo e disponibilizado na página virtual do projeto. Além disso, haverá monitores para receber e realizar visita guiada com os portadores de deficiência. 2) Oficinas Aspecto Arquitetônico: - O espaço previsto possui rampas e elevadores. Aspecto Comunicacional: - Haverá intérprete em libras durante todas as oficinas, que serão gravadas e disponibilizadas na página virtual do projeto.
1) Exposição de Artes Gratuita e aberta a todos os públicos. 2) Oficinas Oficinas presenciais e gratuitas, mediante inscrição prévia. Adotaremos como medida de democratização de acesso adicional realizar visitas guiadas com a curadoria para o público.
O proponente será responsável pela produção e coordenação geral do projeto, que, mesmo sendo gerido por uma equipe multidisciplinar, sua posição é majoritária em todas as decisões do projeto. Proponente, Produção e Coordenação Geral: Instituto Artepadilla O Instituto Artepadilla, cujo presidente é Roberto Padilla, que atua há trinta anos na área de elaboração, organização, produção, coordenação e administração de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória, realizou diversas exposições, publicações e projetos de patrimônio, em diferentes locais do Brasil e exterior, utilizando, por vezes, Lei Federal, Estadual e Municipal de Incentivo à Cultura. Em suas últimas produções, realizou ações de revitalização patrimonial e o plano plurianual do Museu Histórico Nacional, produziu e instalou o “Polo ITALIANORIO”, com evento e exposições temporárias. Em suas últimas produções, destacam-se as exposições “Brecheret Modernista – a imagem indígena como símbolo de brasilidade”, “Amerigo Vespucci -La Piu Bella del Mondo”, “O feminino na obra de Victor Brecheret” e “O olhar germânico e a gênese do Brasil”. Realizou a produção executiva do projeto de segurança para detecção, prevenção e combate a incêndio do Museu Imperial, onde realizou também a exposição “O Olhar Germânico na Gênese do Brasil”, fez a gestão da elaboração de projeto executivo para reforma e adaptação da Casa Geyer e administra a implantação do projeto (obra). Curadoria e pesquisa: Silviane Ramos Pérola Negra É historiadora, mestre em História (UFMT) e doutoranda em Sociologia (UFSCar). Atua como professora, pesquisadora e consultora em educação, políticas públicas e patrimônio. Tem experiência em ensino superior, gestão educacional e políticas de igualdade racial. Fundadora do Coletivo Herdeiras do Quariterê, integra diversas iniciativas de afroempreendedorismo e cultura negra. Já ocupou cargos na gestão pública e atualmente é assessora parlamentar na ALMT, com foco em igualdade racial e divulgação científica. Representou a quinta geração de Tereza de Benguela no Dia Mundial do Meio Ambiente (2023). Assistente de curadoria: Rosana Lobato Designer de Exposição: Cristiane João Cenografia: Toni Babá Administração: Mariana Oscar/MAPE Cultural Artistas Participantes: Liniker, Zezé Mota, Carla akotirene, Bárbara Carine, Jô Borges, Nilze, Sandra de Sá, Suely Carneiro, Tereza Cristina, Lecy Brandão (confirmadas)
PROJETO ARQUIVADO.