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PRONAC 251637Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Escolas de samba, marcações do tempo

MAREBI CONSULTORIA E ORGANIZACAO DE EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,41 mi
Aprovado
R$ 1,41 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
São Gonçalo
Início
2025-05-01
Término
2025-10-31
Locais de realização (2)
Porto Seguro BahiaRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realização do teatro-musical Escolas de samba, marcações do tempo, no distrito de Porto Seguro, Trancoso-BA, dividido em dois dias. No primeiro, uma apresentação cênica, a céu aberto, homenageando nosso maior patrimônio imaterial, o Samba, por meio de uma construção narrativa, trazendo os maiores Sambas Enredo produzidos para o Carnaval. No segundo dia, realizaremos uma apresentação musical, trazendo as diversas variações do gênero, como o samba de coco, samba da Bahia, o Samba de Terreiro, entre outros estilos regionais, onde grandes intérpretes subirão ao palco, relembrando compositores que foram imortalizados pelo tempo. A proposta é apresentar a versatilidade do samba, seus estilos e representatividades regionais, aos presentes, e o porquê do Samba ser nosso maior representante musical no mundo, povoando nossas memórias e o imaginário de um povo. Como contrapartida, desenvolveremos oficinas ligadas à cadeia produtiva do carnaval, com foco em gestão de negócios,artesanato e adereço.

Sinopse

Produto Principal (Show Musical): Tempo previsto: 2:20h divididos em 2 atos de 1:10h cada. Uma construção cênica será criada a partir da sinopse proposta abaixo. 1o Ato: Da Escrvidão a Liberdade Houve um tempo – há cerca de 100 anos – em que o som do couro era abafado. A porção de Brasil recém-saída das senzalas, cujo corpo sentira o peso da batida do chicote, só podia ressignificar suas dores marcando a percussão. Mas de modo clandestino. Sim, as forças do Estado seguiam produzindo som a partir do sofrimento do corpo preto – com proibições em nome da manutenção de uma violenta estratégia de ordem e controle. Neste primeiro ato, narraremos a trajetória dos negros trazidos da Mãe África, suas aflições, temores, assim como o flagelo imposto pelo homem branco, até o momento de sua liberdade na Abolição. 2o Ato: A consolidação das Escolas de Samba, Só que a batida do tambor reinventa o tempo, a sociedade, o discurso dos corpos. Com a criação das escolas de samba, o corpo preto ganhou liberdade para poder bater livremente nas avenidas e produzir ecos da complexidade do Brasil. Mas não em outros seres humanos e, sim, via marcação do ritmo que passou a discursar sobre um bom naco de país tão abafado por séculos a fio. A batida que toca para deuses que dançam, que manifesta o grito dos excluídos, virou espécie de divã para tocarmos feridas, exaltarmos brasilidades, bebermos contradições, lágrimas e sorriso rasgado. Ao som do surdo de marcação, houve a também marcação das viradas de eras, transformações sociais complexas, até culminar no show do povo outrora amordaçado (e com carne arrebentada pela vara) se configurar no dito “Maior do Planeta Terra”. Neste segundo ato do espetáculo de teatro “Escolas de samba, marcações do tempo” onde parte do corpo é a própria percussão sob diversos aspectos, o sofrimento até o ressignificar da história de nossa gente a partir das escolas de samba, seus sons ancestrais e saberes evocados. As “viradas” de um país espelhadas pela marcação sonora que é grito de existência e - hoje - a excelência do nosso país. A ideia geral é utilizar recursos próprios ao carnaval – instrumentos, fantasias, adereços, alegorias –, artistas/personagens importantes dos coletivos escolas de samba, associados a recursos tecnológicos audiovisuais de ponta para promover um mosaico de impressões que levem ao pleno entendimento das transformações centenárias marcadas pelo toque da baqueta desde os primórdios do samba até a realidade hoje consagrada das agremiações foliãs. (Encontro Musical) Tempo previsto: 4:00h Trata-se de um encontro musical onde um apresentador falará aos presentes sobre o samba e suas diferentes formas na qual é apresentado no Brasil a fora. Em cada bloco (set) teremos a presença de diversos cantores do Brasil irão apresentar-se trazendo cada qual as características regionais do samba, e assim montando um rico mosaico de como o gênero musical se apresenta em cada localidade e como isto impacta na sociedade.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a memória e construção cultural: O samba é um gênero musical que resulta da mistura entre influências africanas e europeias. De sua fusão surgem os elementos que alicerçam a base do que chamamos de identidade nacional; Representatividade da Cultura Popular: o samba é um dos elementos mais representativos da cultura popular brasileira. Trata-se de uma expressão artística que permeia diversas camadas sociais e regiões do país; Reforçar a importância do samba como elemento de coesão Social: Por meio do samba minimizamos as diferenças de classe, promovendo um senso de coletividade social; Relembrar a luta pela Igualdade e Resistência de um povo: Ao longo dos séculos, a trajetória dos escravizados no Brasil foi marcada pela busca de igualdade social e direitos básicos a todas as pessoas. O samba, naturalmente assume seu o lugar de importância por trazer este ideias e por ser um local para se expressar questões sociais e políticas, refletindo as lutas e aspirações do povo. Demonstrar as diversas formas de expressão do samba na Música e Dança: O samba influenciou não apenas a música brasileira, mas também a dança, criando um estilo único que é reconhecido mundialmente. Suas diversas variantes, como o samba de roda, samba e coco e o samba carioca, por exemplo, trazem em si características rítmicas e cênicas próprias de cada região, demonstrando toda a beleza e riqueza cultural do gênero. Valorização Cultural: Em diversos momentos de nossa história, o samba foi exaltado como uma representatividade da identidade brasileira. Essa valorização ajudou a solidificar o samba como um ícone nacional. Logo, resgatar estes elementos é retratar nossa trajetória de construção de nação. Objetivo específico Promover o Samba como elemento de representatividade nacional: o gênero musical traz em si toda a diversidade histórica e étnica que originou o brasileiro. Assim, ao promovermos o Samba, estamos revisitando nossa história e nossos símbolos pessoais e afetivos que nos levaram a ser uma nação. Desenvolvimento Cultural e Econômico: Entendemos que o samba tem forte impacto no desenvolvimento cultural e econômico do Brasil, contribuindo para a indústria do entretenimento e turismo, além de ser um elemento central em festivais como o Carnaval. Promoção de nossa imagem no Brasil e no exterior: O show musical proposto tem como finalidade atrair o olhar do Brasil e do mundo sobre a importância do Samba e como o gênero pode e deve ser usado como ferramenta de atração turística e econômica, promovendo bem estar e desenvolvimento local. Elaboração de oficinas: promovemos uma série de oficinas profissionalizantes de forma a permitir o desenvolvimento local das regiões que receberão o espetáculo, auxiliando no desenvolvimento da economia do carnaval e aperfeiçoamento do artesanato.

Justificativa

As raízes do samba estão entrelaçadas de forma inconteste com as tradições trazidas pelos africanos escravizados, como ritmos, danças e conhecimentos ancestrais sempre presentes em sua herança cultural. Infelizmente, por conta de todo o processo escravocrata, toda aquela massa de pessoas vinda de Mãe África, só podiam expressá-las dentro das senzalas e em espaços fechados, distante dos olhos dos colonizadores. Foi a pouco mais de 100 anos atrás, quando da abolição da escravatura e o início do ciclo migratório dos negros vindos das fazendas para as cidades que suas manifestacoes e ancestralidades começaram a se difundir de forma tímida em nossa sociedade, mas mesmo assim sendo repreendida e criminalizada pelo homem branco, mas se mantendo resiliente e transmitida a seus descendentes em seus de guetos e terreiros. Os tambores, um dos principais símbolos de uma cultura africana, se mantinham empalidecidos, silenciados, resignados a espaços de culto e festejos onde apenas negros frequentavam. Estes distanciamentos começam a ser desfeitos, com a aproximação de classes menos abastadas, periféricas. Os ritmos africanos, vão se miscigenando a outros gêneros musicais, com especial ao maxixe e cantigas populares do cancioneiro da época. Desta forma, vemos o crescimento da cultura negra, saindo das áreas periféricas da cidade para os grandes centros, principalmente no estado da Bahia e no Rio de Janeiro. Dos encontros musicais de origem europeia, com os ritmos negros, comeca a surgir um novo gênero musical, algo nunca visto, trazendo em si toda uma bagagem histórica de ancestralidade, arte, dor e resiliência, o samba, que nasce nos terreiros e das festas populares, mas que traz em si toda a luta, a alegria e a resistência de um povo. Evidentemente, as classes ditas dominantes não poderiam permitir a ascendência do samba, considerando-a uma música marginalizada, associada a cadeia mais básica da sociedade, desprovida de educação e formação. Nos morros, o gênero já era dominante, expressando e espelhando as vivências cotidianas, agruras e alegrias, celebrações e dificuldades enfrentadas pelas comunidades afro-brasileiras e de classes minoritárias, destinadas à pobreza. Mas, se de um lado a sociedade abdicava os direitos aos negros, estes começavam a entender a necessidade de terem seus próprios espaços de manifestação, troca e representatividade. Assim começaram a surgir as primeiras agremiações voltadas a estilo de vida e percepções do povo negro, ou como seriam conhecidas, Escolas de Samba. Foram nestes espaços, que a marcação ancestral da chibata, tocada no corpo negro a base de muito acoite, dá lugar a uma outra batida, agora dos tambores, que ganham rítmo, complexidade, tradição e historia, organização comunitária e cultural. Durante a Era Vargas, nos anos 1930, o governo começou a enxergar no samba uma oportunidade de promover a identidade nacional. O gênero foi elevado a uma expressão cultural legítima e passou a ser considerado um símbolo do Brasil. Essa valorização ajudou a consolidar o samba como um elemento de reconhecimento e representatividade para o Carnaval, que entre as celebrações populares, já se despontava como um grande espetáculo e a mais importante festividade do país. O samba tornou-se não apenas uma música, mas um meio de resistência e de união, onde graças a seu apelo democrático, aceitava não apenas as vozes afro-brasileiras , mas toda uma diversidade de minorias, que eram invisibilizadas pela sociedade. Foi então que, exatamente por seu poder agregador e lugar onde o diverso é aceito e acolhido, o samba tornou-se nosso maior patrimônio cultural do Brasil . É a partir desta bela história de luta e resiliência e luta que nasce o espetáculo musical Escolas de samba, marcações do tempo, onde contaremos de forma dramatizada, mas também com muita música e emoção, a evolução dos ritmos africanos, originando o Samba, que alcança a sua expressão máxima com os desfiles das escolas de samba, ganhando o Brasil e o mundo. Teremos ainda um ensaio aberto na cidade do Rio de Janeiro para estudantes, terceira idade e apiaxonados pelo universo das artea cênicas. Acreditamos que este espetáculo além de promover nossa arte, permitirá que nossa história seja conhecida e perpetuada, impactando inclusive em outros segmentos, como o turismo de entretenimento e economias locais por onde estivermos nos apresentando. As contrapartidas ofertadas ajudarão a promover o desenvolvimento do setor do carnaval, capacitando os artesãos do Carnaval.

Estratégia de execução

NÃO É O CASO

Especificação técnica

OFICINA DE FIGURINOS PARA O CARNAVAL - duas turmas de 30 alunos 1. Introdução ao Figurino de Carnaval (4 horas)História e Contexto :Origem do Carnaval e a evolução dos figurinos ao longo do tempo.Influências culturais e regionais nos trajes carnavalescos,abordando fatores históricos e festejos brasileiros. Conceitos Básicos :O que é figurino e sua função no entretenimento, especialmente no Carnaval.Diferença entre figurino de carnaval, fantasias tradicionais e roupas convencionais. 2. Pesquisa e Desenvolvimento de Ideias (6 horas)Pesquisa Temática :Escolha de temas: como criar figuras baseadas em enredos (ex.: samba-enredos).Inspirações culturais, artísticas e históricas.Criação de Moodboards (modelos que permitam criar conceitos e ideias :Uso de referências visuais para criar conceitos.Ferramentas digitais (ex.: Pinterest, Canva) ou analógicas (colagens).Desenho e Planejamento :Técnicas básicas de desenho e croqui (mesmo para iniciantes).Esboçar um figurino completo. 3. Materiais e Técnicas de Construção (10 horas)Materiais Específicos :Tecido: tipos mais usados no Carnaval (lycra, cetim, tule, etc.).Adereços: pedrarias, plumas, lantejoulas e outros enfeites.Estruturas: arame, EVA, papelão, materiais recicláveis.Técnicas de Confecção :Noções básicas de costura manual e à máquina.Introdução ao uso de cola quente e outras técnicas não costuradas.Como criar bases estruturais para fantasias (ex.: ombreiras, cocares, saias volumosas).Acabamentos e Detalhes :Aplicação de brilho, bordados, pintura em tecido e customização 4. Design Funcional e Movimentação (6 horas)Praticidade no Carnaval :Como equilibrar estética e conforto (leveza e mobilidade são essenciais!).Figurinos para desfile versus figurinos para blocos de rua.Testes de Mobilidade :Como ajustar a estatueta para permitir movimento em danças e coreografias.Testes práticos de resistência e durabilidade. 5. Sustentabilidade e Inovação (4 horas)Materiais Sustentáveis :Como usar materiais recicláveis e ambientalmente responsáveis.Reaproveitamento de peças antigas ou descartadas.Inovações no Carnaval :Uso de tecnologias como iluminação LED, tecidos tecnológicos e impressão 3D.Como criar figuras que se destacam visualmente no ambiente carnavalesco. 6. Coordenação de Figurinos em Grupo (4 horas)Figurinos para Alas e Grupos :Como criar figuras coordenadas para representar um tema unificado.Adaptação de designs para diferentes corpos e funções (passistas, destaques, etc.).Colaboração com Outras Áreas :Integração com coreografia, maquiagem e cenografia para um visual completo. 7. Produção Prática (6 horas)Mão na Massa :Momento de criar figuras reais ou protótipos com os materiais e técnicas aprendidas.Atividades em grupo para estimular a criatividade e a colaboração.Ajustes Finais :Como fazer configurações de última hora e finalizar os trajes. 8. Apresentação, Avaliação e Feedback (4 horas)Desfile Final :Preparar uma apresentação para mostrar os figurinos criados, simulando um desfile.Feedback e Reflexão :Discussão coletiva sobre o processo de criação e o resultado final.Pontos de aprendizado e sugestões para futuros projetos. Materiais NecessáriosTecidos variados e retalhos.Ferramentas de costura (agulhas, linhas, tesouras).Materiais decorativos (plumas, lantejoulas, pedrarias).Estruturas (arame, EVA, papelão).Ferramentas de colagem e pintura (cola quente, pincéis, tintas). OFICINA DE ADEREÇOS E ALEGORIAS - duas turmas de 30 alunos 1. Introdução ao Universo do Carnaval: Adereços e Alegorias (4 horas)História e Contexto :A evolução do Carnaval e o papel dos adereços e alegorias nas celebrações.Diferenças e interações entre figuras, adereços e alegorias.Influências culturais e regionais: escolas de samba, blocos de rua, trios elétricos.Conceitos Básicos :O que são adereços e alegorias? Diferenças entre peças pequenas, médias e grandes.A importância da narrativa: como os adereços e alegorias contam histórias visuais. 2. Pesquisa e Desenvolvimento de Conceitos (6 horas)Escolha de Temas e Enredos :Como desenvolver um tema para adereços e alegorias (ex.: mitologia, natureza, história).Pesquisa de referências visuais, culturais e artísticas.Planejamento Criativo :Introdução ao desenho de croquis e esboços básicos.Criação de estruturas básicas para servir de modelo de avaliação.Como integrar os adereços e alegorias ao enredo de um desfile ou performance. 3. Materiais e Ferramentas (6 horas)Materiais Utilizados em Adereços e Alegorias :Estruturais :Pequenos adereços: EVA, arame, papelão, MDF, PVC.Alegorias maiores: ferro, madeira, espumas, tecidos reforçados.Decorativos :Plumas, pedrarias, lantejoulas, glitter, tecidos estendidos, espelhos.Luzes LED e materiais tecnológicos para efeitos luminosos.Sustentáveis :Materiais reciclados e reaproveitados, como garrafas PET e papelão.Ferramentas Necessárias :Pistolas de cola quente, alicates, tesouras, estiletes.Ferramentas para modelagem e estruturação (furadeiras, serras, grampadores industriais).Pincéis, tintas, aerógrafos para pintura e acabamento. 4. Técnicas de Construção de Adereços (8 horas)Peças Pequenas e Médias :Modelagem de bases para adereços: coroas, cocares, ombreiras, máscaras.Técnicas de escultura em EVA, papel machê e arame.Fixação e estabilidade: como criar peças leves e confortáveis para uso prolongado.Decoração e Acabamento :Aplicação de plumas, tecidos, pedrarias, glitter e pintura.Técnicas de colagem, costura e fixação de elementos decorativos.Inovação Criativa :Uso de luzes LED, materiais reforçados e elementos tecnológicos. 5. Técnicas de Construção de Alegorias (8 horas)Estruturas de Alegorias :Construção de bases: como criar estruturas e folhas.Uso de ferro, madeira ou PVC para suportar elementos grandes.Aplicação de rodízios e sistemas de transporte (ex.: rodas para carros alegóricos).Decoração e Detalhamento :Cobertura com tecidos, pintura, texturas e aplicação de elementos decorativos.Técnicas de escultura em isopor e espuma.Como criar efeitos visuais impactantes com iluminação e movimento.Segurança e Funcionalidade :Como garantir a estabilidade e a segurança das alegorias durante o desfile.Testes práticos de resistência e mobilidade. 6. Sustentabilidade e Reaproveitamento (4 horas)Materiais Sustentáveis :Uso de materiais recicláveis como garrafas PET, papelão e plásticos.Técnicas para transformar materiais descartados em peças exuberantes.Adereços e Alegorias Reutilizáveis :Como adaptar ou reaproveitar peças do Carnaval anterior.Métodos para desmontar e reconstruir estruturas. 7. Integração com o Desfile e Movimento (4 horas)Movimento e Ergonomia :Como criar adereços e alegorias que acompanhem a dança e a performance.Ajustes para garantir leveza e conforto em peças móveis.Sincronia com o Enredo :Como alinhar os elementos visuais com a coreografia e a música.Ensaios para testar a integração entre figuras, adereços e alegorias. 8. Produção Prática e Exposição Final (6 horas)Criação de Adereços e Alegorias :Mão na massa! Os participantes trabalham em projetos práticos.Produção de adereços individuais e alegorias em grupo.Testes e Feedback :Apresentação das peças criadas para o grupo.Discussão e configurações práticas com base em feedback técnico e criativo.Exposição ou Simulação de Desfile :Preparação de uma apresentação final dos adereços e alegorias criadas.Simulação de um desfile para testar funcionalidade e impacto visual.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA O local onde realizaremos o espetáculo (produto principal) já encontra-se de acordo com a legislação vigente, possuindo rampas de acesso, corrimões e banheiros adaptados para pessoas com locomoção reduzida, além de piso tátil para deficientes visuais. Garantimos ainda auxílio às pessoas que venham a precisar de algum tipo de suporte, por meio de monitores, que constarão em planilha orçamentária com a mesma nomenclatura. Acessibilidade COMUNICACIONAL No âmbito comunicacional teremos a presença de intérpretes de libras nas apresentações. Quanto às oficinas a serem ministradas, as mesmas ocorrerão em locais que respeitem a legislação vigente. Contaremos também com monitores que darão suporte a pessoas com mobilidade reduzida. Caso necessário também teremos intérpretes de libras à disposição ao longo de todo o período de aulas. Acessibilidade de CONTEÚDO O site do projeto usará linguagem simples e opção de aumento do corpo de texto e áudio dos mesmos. O material a ser gravado contará com janela de libras e legendas.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL Reservarmos 10% dos ingressos para serem distribuídas de forma gratuita para ongs que trabalham com formação de plateia para projetos culturais e sociais na cidade de Trancoso-BA, além da garantia da cota de ingressos para patrocinadores. Adotaremos as seguintes medidas previstas no art. 24 da IN nº 1/2022 do Ministério da Cidadania:II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, sarau e eventos presenciais, acompanhando com libras e audiodescrição; III- permitir a captação de imagens das atividades ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Garantimos ainda a meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 e a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. PRODUTO SECUNDÁRIO As oficinas a serem ministradas serão gratuitas, com disponibilidade de 120 vagas. As inscrições serão feitas por meio de cadastro on-line até o preenchimento total das vagas.

Ficha técnica

Direção Geral: Francisco José Marins Ferreira Sócio Diretor da Marebi. Atua como Consultor em Gestão, Articulação Institucional, Economia Criativa e Governança Territorial. Coordenador do Projeto Sebrae no Pódio – Sebrae/RJ, juntamente com o Comitê Rio 2016, criou o projeto de inclusão de micro e pequenas empresas para fornecimento de produtos e serviços para os jogos olímpicos e paralímpicos. A metodologia foi replicada para o Projeto Paris 2024. Ainda pelo SEBRAE/RJ atuou nas Gerências de Educação e Cultura Empreendedora, Gestão dos Recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT voltado à qualificação profissional, de Desenvolvimento Territorial, Comércio Exterior, Assessoria da Diretoria. Presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Porto da Pedra – de 2010 a 2012 Atual Diretor de Articulação Institucional da Liga das Escolas de Samba de Florianópolis –LIESF Curador / pesquisador / enredista: Fábio Fabato Jornalista, escritor e pesquisador de cultura popular. Trabalha, há 17 anos, na Área de Comunicação da Finep, maior agência de fomento federal a projetos científicos e inovadores do Brasil. Possui diversos artigos e livros publicados (dentre eles, a premiada série “Família do carnaval” e “Pra tudo começar na quinta-feira – o enredo dos enredos”, que ganhou reconhecimento da Prefeitura do Rio de Janeiro como obra de relevância nas comemorações dos 450 anos da cidade, em 2015). Produziu, ainda, a biografia do carnavalesco Fernando Pamplona (“O encarnado e o branco”), lançada em 2013. Além da literatura, exerce a função de comentarista da folia do Rio em TV e rádio. Sua experiência se estende a veículos que cobrem a festa momesca de outros estados. Também já atuou como enredista ou no argumento de diferentes desfiles carnavalescos, como o que homenageou a cantora Elza Soares (Mocidade Independente 2020). Biógrafo da escola de Padre Miguel, outros carnavais que idealizou e tiveram sambas destacados foram “Batuque ao caçador” e “Pede caju que dou, pé de caju que dá”. Diretor Artístico e Coreógrafo: Márcio Moura Diretor, ator e coreógrafo profissional. Cursou Artes Cênicas na Uni Rio; graduado em dança pela Uniasselvi e cursando pos graduacao em Historia da Cultura Afro Brasileira. Docente do Curso de Pós graduação de carnaval da Censupeg. Coreógrafo de shows como DVD Dudu Nobre; Chá da Alice. Coreógrafo e diretor artístico de grandes empresas, entre elas Natura; L'oréal; Jeunesse; Farm; C&A, Farmasi. Proprietário do Conservatório Brasileiro de Dança, uma das mais importante escolas de dança do país. Diretor dos espetáculos: Xire Orixa; O último Unicórnio e Terror é coisa de criança - todos da Ore Cia Artística. Diretor do espetáculo "Lá na Gafieira "- da Giros Cia . Diretor do espetáculo solo " Emaranhados " de Amarillis Irani. Diretor do espetáculo de estreia do Circo em Nós, coletivo formado pelo Edital de Fomento ao circo da Secretaria de Cultura do Municipio do RJ. Diretor artístico da Casa Carnaval na sua inauguração. Coreógrafo e diretor artístico de muitas agremiações cariocas tais como Portela, Viradouro, Estácio de Sá, União da Ilha, Paraíso do Tuiuti, Vila Isabel dentre outras. Em 2025 renova contrato para a comissão de frente da União da Ilha do Governador . E na Unidos do Viradouro, onde será responsável por toda direção cênica e coreográfica da escola Produção executiva: Marcus Gatto Produtor e Gestor de Projetos Culturais desde o ano de 2005, com vasta experiência em elaboração de projetos, controle de fluxo de pagamentos e prestação de contas, além de produção executiva e marketing cultural. Enquadramento de projetos em leis de incentivo (Rouanet, ICMS-RJ, PROAC-SP e ISS-RJ) e consultor. Foi membro da Comissão Carioca de Promoção Cultural (CCPC-RJ) da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro (SMC-RJ) entre 2013/2015 para Lei do ISS-RJ. Em 2016 atuou como analista de projetos estratégicos da SMC-RJ, contratos e convênios com OSCIPs. Parecerista da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (SMC-RJ) de 2020 a 2024 e para o edital Paulo Gustavo no município de São Gonçalo-RJ - 2023 e PNAB 2024 no mesmo município. Prestação de contas dos projetos Nilópolis 77 anos e Luzes da Guanabara, ambos executados com recursos da lei do ICMS-RJ pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC-RJ) e Conexão Praia, também pela Lei do ICMS-RJ mas pela Secretaria de Estado de Esporte do Rio de Janeiro. Coordenador de Comunicação: Angélica Crispino Planejamento, desenvolvimento e produção de projetos e gestão para a democratização do acesso, formação de plateia, promoção da leitura e da língua portuguesa por meio da música. Publicações,eventos esportivos, culturais e promoções de grande porte. Coordenador Pedagógico: José Antônio Rodrigues Filho Atua como produtor cultural e estilista há 20 anos, tendo como formação acadêmica, pós-graduado-graduado em Produção Cultural (UCAM), pós-graduado em Carnaval e Cultura, com docência do ensino superior (UNESA), Administração de Empresas – (FIJ), graduação em Gestão de Carnaval e Eventos – (UNESA) Com experiência nas seguintes produções: * Idealizador e Produtor do Prêmio e da Revista Plumas & Paetês Cultural, direcionado, aos profissionais da economia criativa do carnaval desde 2005). * Instrutor de Empreendedorismo Cultural - ARUC – DF 2010/2012- Ministério da Ciência e Tecnologia. * Instrutor de Gestão Cultural – No Projeto “Fabricando Artes” e “Reciclando com Arte” (2009 a 2015) - Brasília - FAC da Secretaria de Cultura/DF. Julgador dos quesitos (Enredo e Alegorias & Adereços) – LIERJ Série A – (2013 a 2019). E no carnaval de Vitória/ES – (LIESES/LIEGES - 2019 /2020 e 2022). Expositor da oficina de Artes Sustentáveis na 1ª Feira de Empregabilidade da Rocinha – “Arte Cidadã” – (2011)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.