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PRONAC 251640Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CHORO É COISA DE GENTE JOVEM - EDIÇÃO 2025

ASSOCIACAO BRASILIENSE DE APOIO AO VIDEO NO MOV POPULAR
Solicitado
R$ 631,6 mil
Aprovado
R$ 631,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-10-01
Término
2025-12-06
Locais de realização (1)
Macapá Amapá

Resumo

O projeto "Choro é Coisa de Gente Jovem" visa fortalecer e difundir o Choro em Macapá-AP, promovendo formação musical, valorização e quebra de paradigmas, uma vez que o gênero é considerado "coisa de gente velha" na cidade. A ser realizado em outubro de 2025, contará com uma palestra-show com o tema "Das Origens da Música Brasileira ao Choro", proferida pelo pesquisador e escritor Ruy Godinho; um concerto em formato de Roda de Choro e 12 masterclasses gratuitas de instrumentos típicos do estilo, dentre eles: violão de sete cordas, violão, cavaquinho, bandolim, clarineta, flauta, piano, voz, gaita, acordeom, violino e pandeiro. As atividades acontecerão no Centro de Educação Profissional de Música Walkíria Lima, beneficiando estudantes e músicos locais. O projeto busca democratizar o acesso à cultura, incentivar novas gerações a se conectarem com esse patrimônio musical brasileiro.

Sinopse

*SINOPSE DA OBRA* O projeto *"Choro é Coisa de Gente Jovem"* é uma iniciativa dedicada à valorização e difusão do Choro, um dos mais importantes gêneros musicais brasileiros. A proposta engloba um conjunto de atividades educativas e artísticas voltadas à formação de novos músicos e à ampliação do acesso do público à riqueza musical do Choro. A programação inclui a realização de uma *palestra-show, intitulada *"Das Origens da Música Brasileira ao Choro", ministrada pelo pesquisador, escritor e radialista *Ruy Godinho, acompanhada por um conjunto regional de doze jovens instrumentistas de renome nacional e internacional. O evento ocorrerá no **Teatro do Centro de Ensino Profissional de Música Walkíria Lima*, em Macapá, com capacidade para 400 pessoas. Além da palestra, será realizado um *concerto em formato de Roda de Choro, sob o título *"Choro é Coisa de Gente Jovem", no mesmo teatro. O espetáculo apresentará um amplo revezamento de solistas e formações variadas (duos, trios e solos), demonstrando a versatilidade do gênero e destacando a juventude como protagonista na sua perpetuação. O projeto também contempla a realização de *12 masterclasses, ministradas pelos músicos participantes, abrangendo os principais instrumentos do Choro: **violão de sete cordas, violão de seis cordas, violino, cavaquinho, piano, bandolim, clarinete, flauta, harmônica (gaita), acordeom, pandeiro e voz*. Cada masterclass terá a duração de três dias (com três horas/aula por dia), atendendo 20 alunos por instrumento. Por meio dessa programação diversificada, *"Choro é Coisa de Gente Jovem"* reafirma o compromisso com a *educação musical, formação de novos talentos e difusão do Choro*, promovendo a renovação e perpetuação desse gênero que é um patrimônio da cultura brasileira. SINOPSE PALESTRA-SHOW: DAS ORIGENS DA MÚSICA BRASILEIRA AO CHORO Apresentador: Ruy Godinho com Conjunto Regional A forma mais simples de se compreender a diversidade e a riqueza da música brasileira é fazer uma viagem ao Brasil de 1499, habitado apenas pelos indígenas. Aqui eles cultuavam o Deus Tupã, falavam o tupi, faziam música com chocalhos e flautas feitas de bambu, andavam completamente nus e praticavam o amor livre, sem a presença opressora dos portugueses, repressora dos padres e escravizadora dos latifundiários que vieram se apropriar das terras brasileiras, nas capitanias hereditárias. É sabido que o homem não vive sem sua música. Onde ele vai quer levá-la consigo. O mesmo acontecia antigamente. Com a chegada de Cabral, em 1500, chegou também a música das fanfarras, pequenos grupamentos musicais rudimentares, que geralmente utilizavam instrumentos de sopro e percussão. Em seguida, os jesuítas com a música sacra. Na sequência, a música aristocrática dos fidalgos e produtores rurais. E diante da necessidade de mão de obra escravizada, a chegada da música dos negros africanos. Foi quando o Brasil começou a tocar tambor e alegrar as rodas com o batuque e a malemolência da cultura dos irmãos da África. O país que conhecia apenas a música mântrica e monocórdica dos indígenas, passou a experimentar toda a musicalidade que aqui aportava. A chegada da Família Real ao Brasil foi de grande importância, uma vez que o Rei D. João trouxe orquestra completa e coro com presença de castratis italianos. Muitos músicos estrangeiros desta orquestra tornaram-se os primeiros professores locais. Foi quando se deu a rica mistura no imenso caldeirão cultural, que levou mais de 200 anos para amalgamar o que se pode chamar de música brasileira. Do batuque africano nasceu o lundu. Da moda portuguesa, nasceu a modinha. E haja a chegar ao Brasil novos gêneros estrangeiros como a habanera, a quadrilha, o schottisch, a valsa, a mazurca... Em 1845, mais uma revolução: a chegada da polca, que forneceu elementos para o choro, o frevo, o maxixe, o samba e outros gêneros locais. Antes de se definir como Choro, nosso gênero mais genuinamente brasileiro, foi chamado de tango brasileiro e difundido nas obras de Henrique Alves de Mesquita e Ernesto Nazareth. Do choro, ponto final da palestra, é enfatizada a razão de ser um gênero tão rico e generoso. Por ter recebido influências da música negra, da polca, do tango, da mazurka, da habanera, se permite sofrer variações. E se torna samba-choro, choro-baião, valsa-choro, choro-maxixado, choro-frevado..., sem perder a essência. Nascido em 1870, a partir da criação do regional Choro Carioca, criado pelo flautista Joaquim Callado, o Choro é hoje tocado em todas as regiões brasileiras, com sotaque próprio e também é admirado e cultuado em diversos países pelo mundo, com grande aceitação na Europa, no Japão e nos Estados Unidos da América. Consolidado como gênero nas primeiras décadas do século XX, o Choro quase desapareceu com a chegada da Bossa-Nova, do Tropicalismo e da Jovem Guarda. Mas, ressurgiu a partir da década de 1970 e ganhou grande projeção com gravações de álbuns específicos de Paulinho da Viola, a realização de festivais na tevê Bandeirantes, o surgimento de músicos jovens excepcionais, como Armandinho, que influenciaram adolescentes como Hamilton de Holanda, hoje reconhecido internacionalmente, que motivou centenas de jovens músicos a adotarem o gênero como linguagem principal. Hoje o Choro é pujante em todo o país, com a programação intensa realizada pelos Clubes de Choro em todas as regiões, especialmente o de Brasília, que até criou uma escola dedicada ao gênero: a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Nesta proposta de palestra-show, um conjunto regional, formado por 10 instrumentos típicos, dentre eles violão, violão de sete cordas, flauta, clarineta, cavaquinho, bandolim, gaita, violino, acordeom e um pandeiro ilustra cada gênero citado e faz ampla exposição de peças musicais tradicionais, numa verdadeira roda-de-choro. Durante toda a apresentação, imagens de instrumentos, fotos dos primórdios e dos personagens enfocados serão projetadas em telão. (Ruy Godinho)

Objetivos

Objetivo Geral:Promover a preservação, a difusão e valorização do Choro no Estado do Amapá, por meio de atividades formativas e apresentações musicais instrumentais, incentivando o engajamento de jovens e o reconhecimento do gênero como patrimônio cultural brasileiro. Objetivos Específicos:Resgatar e preservar a história do Choro no Amapá, por meio da palestra-show "Das Origens da Música Brasileira ao Choro", ministrada pelo pesquisador Ruy Godinho e ilustrada por um Conjunto Regional e solistas.Estimular o interesse de jovens e adolescentes pelo gênero, por meio de uma palestra-show e do concerto "Choro é Coisa de Gente Jovem", reunindo instrumentistas virtuoses de diversas regiões do Brasil.Proporcionar ao público uma experiência imersiva e interativa com o Choro, por meio de um concerto no formato de Roda de Choro, com dinâmico revezamento de solistas.Ampliar o alcance do projeto por meio da gravação e disponibilização do concerto no YouTube, democratizando o acesso ao conteúdo.Impactar diretamente cerca de 1.200 pessoas, incluindo o público das apresentações e participantes das masterclasses instrumentais. Realizar 12 masterclasses de instrumentos específicos do Choro, abordando violão de sete cordas, violão, cavaquinho, bandolim, clarineta, flauta, piano, voz, gaita, acordeom, violino e pandeiro, beneficiando estudantes e músicos locais, ministradas por renomes da múaica instrumental do Brasil, dentre elas Maria Teresa Madeira (piano), Márcio Marinho (cavaquinho), Ian Coury (bandolim), Félix Jr (violão de sete cordas), Morgana Moreno (flauta), Larissa Umaytá (pandeiro), Pablo Fagundes (gaita), Tiago Amaral (clarineta) e outros. Ampliar o alcance do projeto por meio da gravação e disponibilização do concerto no YouTube, democratizando o acesso ao conteúdo.Impactar diretamente cerca de 1.200 pessoas, sendo as duas plateias das apresentações (Palestra-show e Roda de Choro) e os 20 participantes das 12 masterclasses oferecidas. Além do público a ser atingido nas redes sociais e nas plataformas de publicação de vídeos. Quebrar o paradigma no Estado de que "Choro é coisa de gente velha" e só de homens, incluindo no elenco de artistas jovens, homens mulheres, de diversas etnias, oriundos de diversos estados brasileiros.

Justificativa

JustificativaO projeto "Choro é Coisa de Gente Jovem" nasce da necessidade urgente de revitalizar e preservar o gênero Choro no Estado do Amapá, um dos mais importantes patrimônios culturais do Brasil. A cidade de Macapá, apesar de sua rica tradição musical, perdeu em 2020 seu último bandolinista remanescente, Laurindo Pereira Trindade (Lolito), sem que sua maestria e conhecimento pudessem ser transmitidos às novas gerações. Com sua ausência, o único regional de Choro da cidade deixou de se apresentar, e o gênero ficou sem protagonismo na cena musical instrumental local. Além disso, a inexistência de um núcleo institucional de ensino do Choro na principal escola de formação musical do estado, o Centro de Educação Profissional de Música Walkíria Lima, comprometia a continuidade do gênero, contribuindo para a percepção equivocada de que o Choro é uma música exclusiva de gerações mais velhas. Entretanto, em setembro de 2024, durante o I Festival Amazônia Eco Música, o projeto "Choro é Coisa de Gente Jovem" foi um dos destaques do evento. O impacto da palestra-show realizada no festival levou o diretor do Walkíria Lima a anunciar publicamente a criação do Núcleo de Choro da escola, consolidando uma oportunidade histórica de oferecer formação sistemática no gênero. Diante desse contexto, a viabilização do projeto por meio da Lei Rouanet se justifica com base no artigo 18 da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos: Inciso I _ Estímulo à formação cultural e artística, garantindo acesso a conhecimento e capacitação em um gênero musical tradicionalmente marginalizado nas políticas públicas de ensino.Inciso II _ Produção e difusão cultural, com concertos e palestras que visam ampliar o público apreciador do Choro.Inciso III _ Preservação e resgate do patrimônio cultural imaterial brasileiro, promovendo o ensino e a prática do Choro como forma de manter viva sua tradição.Inciso V _ Apoio a projetos que promovam a diversidade cultural, especialmente em regiões onde há fragilidade na oferta de ensino musical especializado.A Lei Rouanet se mostra essencial para garantir a estruturação do projeto, viabilizando palestras, concertos e 12 masterclasses de instrumentos característicos do Choro. A captação de recursos possibilitará não apenas a formação de novos músicos, mas também a democratização do acesso à cultura, permitindo que jovens e adolescentes de Macapá tenham contato direto com o gênero, seus repertórios e principais expoentes. Com essa iniciativa, buscamos não apenas formar instrumentistas, mas contribuir para a continuidade e renovação do Choro no Amapá, garantindo sua presença viva e ativa no cenário cultural da cidade e do país.

Estratégia de execução

A proposição de revitalizar o Choro em Macapá, quebrar paradigmas de que é um gênero só de homens velhos é ritual para uma dezena de anos, sabemos disso. Razão pela qual o projeto, que já esteve presente na cidade em 2024, retorna em 2025 e prosseguirá contemplando a cidade por mais 8 a 10 anos até se conseguir o intento. De qualquer forma, quando se fez presente, inserido parcialmente no Festival Amazônia Eco Música, em 2024, colheu a declaração do Prof. Bruno George, Diretor da Escola Walkíria Lima, logo após assistir a palestra-show Das Origens da Música Brasileira ao Choro, de que, naquele momento, estaria criado o Núcleo de Choro da Escola. Esta emocionada ação do Diretor, estimulou o prosseguimento do projeto e imprimiu a importância de seguir com ele. Nesta oportunidade, em que o projeto homenageava Lolito, único e último bandolinista da cidade, falecido em 2020, e que com sua morte havia deixado uma lacuna enorme no choro macapaense, também tivemos a promessa de Lindomar, seu filho, que participou como aluno na master class de bandolim, de que o projeto havia consolidado nele a intenção de criar o Instituto Amapaense de Choro. Lindomar, como entusiasta e reconhecido pela importância do projeto, será um dos produtores locais. Importante que se informe que o dia 5 de agosto, data de nascimento de Lolito, virou o Dia Municipal do Choro em Macapá. Releases importantes No campo dos Detalhes Técnicos, oferecemos um resumo dos releases dos integrantes da Ficha Técnica, abaixo oferecemos o release de Elizabete Braga, Presidente da Abravideo e responsável pela Direção Geral, bem como o release de Ruy Godinho, produtor multimídia, pesquisador e escritor, responsável pela criação, pela Coordenação de Produção e ainda ministrará a palestra-show e será Mestre-de-Cerimônia na grande roda de choro de encerramento. ELIZABETE BRAGA Produtora Multimídia 61-98121-0630 Realizou a direção dos vídeos da área de educação da Fundação Banco do Brasil - Estação Digital, BB Educar e AABB Comunidade. Produziu os shows de lançamento do livro Então, Foi Assim? Os bastidores da Criação musical brasileira - Volumes I, III e IV, de Ruy Godinho. Coordenou a produção dos Projetos Memória João Cândido - A luta pelos direitos humanos; Rondon - A construção do Brasil e a causa indígena; Drummond, testemunho da experiência humana e Lélia Gonzalez - O feminismo negro no palco da história, que consistiu na produção de um videodocumentário, um almanaque histórico, um site, uma exposição portátil e um livro fotobiográfico para cada edição, que foi realizada pela Fundação Banco do Brasil. Produziu o lançamento do livro Poder Local no Ar - Municipalização das Rádios Comunitárias e fortalecimento das esferas públicas locais no Brasil, de Adriane Lorenzon. Foi assistente de produção do CD Estúdio, do cantor e compositor Eduardo Rangel. Realizou a produção editorial dos livros Então, Foi Assim? Os bastidores da Criação musical brasileira - Volume III e Mensagens do Pai da Taba. Produziu o vídeo Cada lugar tem uma história para contar, realizado pela Votorantim Cimentos. Foi produtora no Festival Latinidades, edição de novembro de 2017. Atualmente trabalha como freelancer na produção dos programas de rádio Então, foi assim? e no programa de rádio Roda de Choro, ambos apresentados por Ruy Godinho. E, também, no desenvolvimento e elaboração de projetos para editais culturais públicos e privados. Atua, ainda, como mestre de cerimônias, tendo apresentado o lançamento do Projeto Memória Lélia Gonzalez no CCBB do Rio de Janeiro; eventos corporativos da Fundação Banco do Brasil; Seminário de comunicação da SEPPIR; Seminário Nacional de Combate ao Racismo, da CNTE; Festival São Batuque, realizado no Espaço Renato Russo e na Praça dos Orixás, em Brasília. Fez a apresentação no evento sociocultural Natal dos Catadores 2024 e, em fevereiro de 2025, apresentou por dois dias festival Festa das Águas, na Praça dos Orixás. É Presidente da Abravideo desde 2008. RUY GODINHO Ruy Godinho, paraense é produtor multimídia, pesquisador, radialista e escritor. Fundador da ABRAVÍDEO, em jan/1991. É co-fundador e ex-presidente da TV Comunitária do DF/1997-2001. Coordenou a produção do Projeto Solidariedade Noruega Brasil, show com gravação de CD, ao vivo, para a Embaixada da Noruega, com 58 artistas, 14 noruegueses e 44 brasileiros, com renda do show e da prensagem para o Programa Fome Zero, do Governo Federal (2003). Produziu e apresentou o programa Roda de Choro, na Rádio Câmara FM 96,9 Mhz (Brasília-DF), de 2003 a 2023. Coordenou a produção e direção de 127 vídeos institucionais para o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2005/07/09 e 2011; produziu CD Clodo Ferreira Interpreta Sinhô (2005). É autor da série Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira, Volumes 1 (2008), 2 (2010), 3 (2013) e 4 (2017). É autor do livro Então, foi assim? – Compositores Amapaenses, (2019). Produziu e apresentou o programa Então, Foi Assim? ( 2010/2022), na rádio Nacional FM e Rádio Cultura FM, de Brasília. Realizou a Coordenação de Acessibilidade do projeto Ijexá com Gana e Donde eu Vim, em escolas públicas nas RAs do DF, em agosto/24 e novembro/24. Palestrante e Coordenação de Produção do projeto Choro é coisa de gente jovem, realizado no contexto do I Festival Amazônia Eco Música, no CEPM Walkíria Lima, em Macapá, em setembro/24. Formado em Comunicação e Mobilização Social pela UnB (1998) e DRT na categoria de Locutor/Apresentador/Animador de programas de rádio sob o nº 0008203DF, de 25/06/2012. LINKS IMPORTANTES PARA O PROJETO: https://www.instagram.com/reel/DAi_xAsJqOt/?igsh=MXRlb3BpOHFvOTZ3OA== https://www.instagram.com/p/DAEtMdZJIX0/?img_index=7&igsh=MTUxbTg2Nnl1bHN3eg== https://www.instagram.com/p/C_3jm6WpTo-/?igsh=dDhnMWcyZGRveGUx https://www.instagram.com/p/C_yVolUJJKX/?igsh=bmtjbGdmMDBjdTB4

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO O projeto “Choro é Coisa de Gente Jovem” é composto por três atividades principais: uma palestra-show, um concerto em formato de Roda de Choro e doze masterclasses. A seguir, detalham-se as especificações técnicas de cada etapa da execução do projeto: 1. Palestra-show – “Das Origens da Música Brasileira ao Choro” • Palestrante: Ruy Godinho (pesquisador, escritor e radialista). • Formato: Apresentação expositiva com suporte audiovisual e ilustração musical ao vivo. • Acompanhamento musical: Conjunto regional composto por doze jovens instrumentistas de renome nacional e internacional. • Instrumentação: Violão de sete cordas, violino, violão, cavaquinho, bandolim, clarinete, flauta, harmônica (gaita), acordeom, pandeiro, piano e voz. • Duração: 90 minutos. • Local: Teatro do Centro de Ensino Profissional de Música Walkíria Lima, Macapá. • Capacidade: 400 lugares. • Equipamentos técnicos: • Sistema de som com mesa de mixagem, caixas acústicas e microfones adequados aos instrumentos e voz. • Iluminação cênica direcionada para o palco. • Telão e projetor para suporte audiovisual. 2. Concerto em formato de Roda de Choro – “Choro é Coisa de Gente Jovem” • Formato: Apresentação musical com amplo revezamento de solistas, explorando diferentes formações instrumentais (duo, trio e solo). • Músicos: Doze instrumentistas especializados no Choro. • Instrumentação: Violão de sete cordas, violão, violino, cavaquinho, bandolim, clarinete, flauta, piano, harmônica (gaita), acordeom, pandeiro e voz. • Duração: 120 minutos. • Local: Teatro do Centro de Ensino Profissional de Música Walkíria Lima, Macapá. • Capacidade: 400 lugares. • Equipamentos técnicos: • Sistema de som profissional com mixagem para instrumentos acústicos. • Microfones específicos para cada instrumento e captação de ambiente. • Iluminação artística ajustável para o concerto. 3. Masterclasses – Formação técnica especializada • Número de masterclasses: 12 (uma para cada instrumento específico do Choro). • Instrumentos contemplados: Violão de sete cordas, violão, violino, cavaquinho, bandolim, clarinete, flauta, piano, harmônica (gaita), acordeom, pandeiro e voz. • Duração: Três dias por masterclass, com três horas/aula por dia. • Público-alvo: Até 20 alunos por masterclass. • Local: Centro de Ensino Profissional de Música Walkíria Lima, Macapá. • Recursos didáticos: • Instrumentos musicais e partituras didáticas. • Equipamento de som para demonstrações. • Estrutura acústica adequada para as aulas. Infraestrutura e Logística • Transporte e acomodação: Passagens e hospedagem para os músicos convidados. • Alimentação: Fornecimento de refeições para os artistas e equipe técnica. • Equipe técnica: Profissionais de som, iluminação e produção executiva para garantir a qualidade das apresentações. O projeto “Choro é Coisa de Gente Jovem” reúne um conjunto de ações que aliam educação musical, formação artística e difusão do Choro, promovendo uma experiência imersiva para músicos e público, garantindo excelência técnica em todas as suas atividades.

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto Choro é Coisa de Gente Jovem tem compromisso com a inclusão e a acessibilidade, garantindo que pessoas com deficiência (PCDs) e com necessidades específicas possam usufruir plenamente da palestra-show, da Roda de Choro e das master class de instrumentos típicos do Choro. O espaço de realização do evento, a Escola de Educação Profissional de Música Walkíria Lima, do Governo do Estado do Amapá, vinculado à Secretaria de Educação do Estado, localizada em Macapá, possui uma área plana com acesso facilitado, servido por elevadores, banheiros adaptados para PCDs e piso tátil que asseguram a mobilidade. No entanto, para ampliar a acessibilidade e proporcionar maior conforto e autonomia ao público, a presente proposta prevê as seguintes medidas: Apoio à locomoção: Contratação de dois assistentes especializados para auxiliar pessoas com deficiência na locomoção, facilitando o posicionamento seguro de cadeiras de rodas na área reservada próxima ao palco. Acessibilidade comunicacional: Disponibilização de intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e audiodescrição, assegurando que pessoas surdas e com deficiência visual tenham acesso à experiência musical e aos conteúdos transmitidos durante o evento. Espaço sensorialmente seguro para autistas: Criação de uma área reservada para pessoas autistas, localizada em um ponto estratégico, mais afastado das caixas de som e próximo a saídas facilitadas, permitindo maior conforto e bem-estar. Regulagem sonora inclusiva: Controle rigoroso do volume do som, garantindo um nível sonoro adequado e confortável para todos, especialmente para pessoas com hipersensibilidade auditiva. Com essas ações, o Choro é Coisa de Gente Jovem reforça seu caráter democrático e inclusivo, promovendo um evento acessível a todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, e reafirmando a cultura como um direito fundamental.

Democratização do acesso

Democratização do AcessoDesde sua primeira edição, em setembro de 2024, incluído no I Festival Amazônia Eco Música, o projeto Choro é Coisa de Gente Jovem se consolidou como um evento cultural gratuito e de livre acesso, realizado em instituição pública de ensino. Seu caráter inclusivo e democrático contribuiu para que conquistasse um lugar de destaque no calendário cultural da cidade de Macapá, atraindo um público diverso e fortalecendo o vínculo entre arte e a comunidade. A democratização do acesso é um princípio fundamental do projeto, garantindo que as apresentações musicais sejam amplamente acessíveis, sem barreiras financeiras ou geográficas. Para viabilizar esse compromisso, adotamos as seguintes estratégias: Gratuidade das apresentações musicais, permitindo que qualquer pessoa possa desfrutar da programação, independentemente de sua condição socioeconômica. Acessibilidade como diretriz central, incluindo infraestrutura adaptada, tradução em LIBRAS, audiodescrição e áreas reservadas para pessoas com deficiência e com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Registro e difusão digital: Todas as apresentações são gravadas e editadas em vídeo, sendo posteriormente disponibilizadas no canal oficial do projeto no YouTube, ampliando seu alcance para além do público presencial. Trechos e fotografias dos eventos também serão publicados no perfil do projeto no Instagram e Facebook, que conta com milhares de seguidores orgânicos, garantindo um engajamento contínuo e fortalecendo a identidade cultural do evento. Segurança e bem-estar do público, em parceria com os órgãos competentes, garantindo que o evento ocorra em um ambiente seguro e acolhedor para todos, que são as salas de aula/ensaio e o auditório da Escola de Música Walkíria Lima. Com essas diretrizes, o Choro é Coisa de Gente Jovem reafirma seu papel como um evento que integra cultura e acessibilidade, proporcionando uma experiência enriquecedora e inclusiva para toda a comunidade.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA PROJETO: CHORO É COISA DE GENTE JOVEM 01 – Elizabete Braga de Oliveira, produtora multimidia, formada em produção audiovisual, presidenta da ABRAVIDEO (proponente), exercerá a função Direção Geral. Mulher negra, brasiliense, cisgênero. 02 – Ruy Godinho, pesquisador, radialista e escritor, idealizador do projeto, exercerá as funções de Coordenador de Produção, Roteirista, Palestrante da Palestra-show e Mestre-de-cerimônias do concerto Choro é Coisa de Gente Jovem. Homem pardo, paraense, cisgênero. 03 - Jefferson D'ávila de Oliveira, economista, homem, pardo, sisgênero, captador de recursos e produtor cultural. Exercerá a função de Gestor Financeiro; 04 – Félix Jr., violonista sete cordas, curso superior em música, arranjador, compositor, diretor e produtor musical. Professor de violão. Experiência internacional. Exercerá a função de Diretor musical, arranjador, violonista sete cordas e oficineiro. Homem negro, mineiro, cisgênero. 05 – Camila Alves, curso superior em música, violonista sete cordas, compositora, arranjadora e professora de música, integrante do Regional Charme do Choro e do Quinteto Caxangá. Exercerá a função de violonista e oficineira. Experiência internacional. Mulher negra, paraense, cisgênero. 06 – Thanise Silva, curso superior em flauta, flautista, professora de música, arranjadora. Exercerá a função de flautista e oficineira. Mulher, branca, brasiliense, cisgênero. 07 – Márcio Marinho, curso superior em música, especialista em cavaquinho de 6 cordas, integrante do regional Choro Livre, experiência internacional, compositor e arranjador. Professor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabelo. Exercerá a função de cavaquinhista e oficineiro. Homem, brasiliense, pardo, cisgênero. 08 – Pablo Fagundes, curso superior em música, Mestre em harmônica (gaita), professor de gaita da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, compositor e arranjador. Experiência internacional. Exercerá a função de gaitista e oficineiro. Homem, branco, brasiliense, cisgênero. 09 – Roger Corrêa, curso superior em música, especialista em acordeom e gaita de 8 pontos. Compositor e arranjador, experiência internacional. Exercerá a função de acordeonista e oficineiro. Homem branco, gaúcho, cisgênero. 10 – Larissa Umaytá, curso superior em música, compositora e arranjadora. Especialista em percussão orgânica. Experiência internacional. Exercerá a função de pandeirista e oficineira. Mulher negra, brasiliense, pessoa não binária. 11 – Camila Panesi, curso superior em música, Mestra em violino, compositora, arranjadora, professora de música, experiência internacional. Exercerá a função de violinista e oficineira. Mulher, branca, cisgênero, carioca. 12 – Tiago Amaral, curso superior em música, Mestre em clarinete e outros instrumentos de sopro, compositor, arranjador, professor de música, integrante do Trio Lobita e o Quarto Elemento. Experiência internacional. Exercerá a função de clarinetista e oficineiro. Homem, branco, paraense, cisgênero. 13 – Ian Coury, curso superior em música, é aluno da Berklee College of Music, especialista em bandolim e guitarra baiana. Compositor, arranjador, professor de música. Experiência internacional. Exercerá a função de bandolinista e oficineiro. Homem, branco, brasiliense, cisgênero. 14 – Márcia Tauil, programadora visual, webdesign, cantora, compositora, professora de música. Professora da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabelo. Experiência internacional. Ministrará a Master Class de Canto. Exercerá também as funções de programadora visual e web design do projeto. Mulher, branca, mineira, cisgênero. 15 – Maria Teresa Madeira, mestra em Piano, curso superior em música, renome internacional, especialista em Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth. Exercerá a função de pianista e oficineira. Mulher negra, casada, sisgênero. 16 – Andreza Gil, formanda em jornalismo, cursa administração de empresas, pesquisadora, trabalhou em diversas produções culturais. Exercerá a função de Coordenadora de Acessibilidade; Mulher, parda, solteira, sisgênero. 17 - AMCAP - Associação dos Músicos e Compositores do Amapá, instituição sem fins lucrativos, que congrega artistas da área musical do Estado do AMAPÁ, que ficará responsável pela produção local.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.