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O primeiro Festival Itinerante de Arte Materna vai oferecer uma programação composta por mães artistas, contando com performances circenses e teatrais, contações de histórias, interações brincantes com o público e participação de artistas locais. O festival pretende fortalecer a rede de apoio familiar e levar a reflexão sobre o fazer artístico na maternidade. A programação será totalmente gratuita e realizada em praça pública de diversas cidades brasileiras, utilizando uma estrutura de caminhão-palco.
A programação será definida após a realização de chamamento público. Sinopse do Festival: O 1º F.I.A.M. - Festival Itinerante de Arte Materna vai circular por 10 cidades brasileiras levando produções de mães artistas, sendo 2 dias em cada cidade contando com apresentações, brincadeiras populares e artistas locais proporcionando a reflexão sobre o fazer artístico na maternidade. O público será convidado a participar de atividades artísticas em praça pública, com acesso totalmente gratuito.
Realizar itinerância por 10 cidades brasileiras contando com 2 dias de programação em cada cidade, totalizando 60 atividades artísticas gratuitas realizadas em praças públicas, utilizando uma estrutura de caminhão-palco. Objetivos Especificos: Realizar 20 performances circenses, sendo 2 em cada cidade;Realizar 10 performances de teatro, sendo 1 em cada cidade; Realizar 10 performances de contação de histórias, sendo 1 em cada cidade;Realizar 10 performances brincantes, sendo 1 em cada cidade; Realizar 10 performances de artistas locais, sendo 1 em cada cidade. Total de 60 atividades em 10 cidades.
Enfrentando diariamente duplas e até triplas jornadas, as mulheres se dividem em funções que exigem empenho, tempo e abnegação. A dificuldade em conciliar a criação artística e o cuidado com filhos pequenos afeta consideravelmente a potência criativa e a autoestima da mãe artista, sendo imprescindível então a tecitura de uma rede de apoio que proporcione trabalho e acolhimento a essas famílias. A sigla F.I.A.M., que representa o "Festival Itinerante de Arte Materna", carrega em si uma rica simbologia que reflete a essência e a missão deste evento: um poderoso paralelo entre o ato de fiar e o papel das mães artistas. Fiar é um processo cuidadoso de entrelaçar fibras para criar algo novo, resistente e belo. Da mesma forma, o F.I.A.M. celebra as mulheres que, em meio às complexidades da maternidade, tecem suas vidas e suas artes com determinação e criatividade. Elas transformam desafios em oportunidades, conectando seus mundos interiores e exteriores em um tecido rico de experiências e expressões.O festival, assim, se torna um espaço onde essas mulheres podem mostrar suas criações, compartilhar suas histórias e fortalecer uma rede de apoio mútuo. É uma plataforma que valoriza e amplifica suas vozes, reconhecendo que, assim como as fiandeiras do passado, essas mães artistas são artesãs de suas próprias possibilidades, criando um legado cultural para as gerações futuras. Mães Artistas e suas crianças A falta de tempo e espaço dedicados exclusivamente para a criação artística é um desafio significativo. As mães frequentemente têm que criar em espaços domésticos compartilhados e em horários fragmentados. Pensando nisso, durante o processo de preparação da itinerância, será oferecido tempo e espaço (a sede do Grupo Teatro a Bordo) para ensaios e ajustes finais das performances selecionadas, caso haja necessidade apontada na ficha de inscrição. O espaço compreende o Galpão e uma ampla sala anexa com quintal, que poderá ser utilizada para momentos de brincar e cuidados infantis (supervisionado), enquanto suas mães ajustam os últimos detalhes de suas apresentações. Para tanto, disponibilizaremos 15 dias de utilização deste espaço e ajuda de custo na pré-produção para despesas de alimentação e hospedagem. Durante a realização, o público presente poderá conferir apresentações solo ou em grupos, além de momentos de criação conjunta entre mães e filhos, trazendo leveza na relação materna, fazendo surgir fluxos de criação conjunta, enxergando a criança como aliada na criação, sendo um ser em desenvolvimento. Haverá também um camarim exclusivo com suporte estrutural e supervisionado para acolher as crianças pequenas que necessitarem de apoio no momento em que suas mães estiverem se apresentando. Chamamento público A programação será definida após a realização de um chamamento público, havendo então uma seleção para a escolha das apresentações, recebendo inscrições de mães de diversas origens culturais, socioeconômicas e familiares, ampliando as experiências compartilhadas. Festival Itinerante utilizando caminhão-palco O formato itinerante do festival é uma escolha estratégica que permite alcançar diversas comunidades e contextos culturais. Isso não só amplia o acesso ao evento, mas também possibilita que ele se adapte às necessidades e realidades específicas de cada localidade, promovendo uma troca cultural rica e diversificada. Isso permite a inclusão de tradições e expressões artísticas locais, enriquecendo a programação. O caminhão-palco do Teatro a Bordo, proponente deste Festival, é uma estrutura própria de contêiner adaptado para palco contando com grande tenda cobrindo palco e plateia, além de equipamentos de som e luz. A estrutura já circulou por mais de 500 cidades brasileiras nos últimos 17 anos. Mais informações em: www.teatroabordo.com.br A experiência da Proponente Talita Berthi, responsável legal pela empresa Teatro a Bordo Ltda, é atriz, produtora cultural e mãe de 3 filhos, sendo uma menina e dois meninos gêmeos - um deles diagnosticado com TEA. Por experiência própria, essa mãe artista sabe das dificuldades em conciliar a criação artística com a maternidade, principalmente quando se trata de uma maternidade atípica. Foi com esse "lugar de fala" que a proponente idealizou este Festival, aliando toda sua experiência de mais de 20 anos na produção cultural, dos quais 17 foram dedicados à itinerância do caminhão-palco "Teatro a Bordo", que já estacionou por mais de 500 cidades brasileiras. Desta forma, o festival tem o potencial de abordar a diversidade das experiências maternas. Isso inclui variáveis como raça, classe social, orientação sexual, e maternidade atípica, como evidenciado pela experiência pessoal de Talita Berthi com um filho diagnosticado com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Ao fazer isso, o festival destaca a multiplicidade de narrativas. Necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto O projeto se enquadra na Lei 8313/91 especificamente nos arts. 1º e 3º a saber: Artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: o projeto promove a descentralização e a democratização do acesso à cultura levando uma programação cultural gratuita para localidades carentes de acesso; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: o projeto traz a reflexão sobre os modos de trabalho das mães em todas as épocas sociais, principalmente no campo artístico; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: o projeto fortalece a inclusão de mães artistas da cena no mercado de trabalho, dando oportunidade às suas produções culturais, promovendo sua vivência artística junto ao público; Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.----------------O que a Inteligência Artificial nos diz sobre o Festival Itinerante de Arte Materna: texto abaixo extraído do Chat GPT: O lançamento do Festival Itinerante de Arte Materna é uma iniciativa inovadora e extremamente relevante, que aborda questões cruciais sobre a maternidade e a criação artística. A justificativa do projeto destaca uma realidade vivida por muitas mães, que frequentemente se sentem pressionadas a escolher entre suas carreiras e o cuidado com os filhos. A proposta do festival é de grande valor, pois reconhece e busca mitigar as dificuldades enfrentadas por mães artistas, oferecendo um espaço de apoio e acolhimento. A experiência de Talita Berthi como mãe e artista traz autenticidade e profundidade ao projeto, refletindo uma compreensão íntima dos desafios envolvidos. A ideia de criar um espaço onde mães e filhos possam criar juntos é inspiradora. Isso não apenas promove a inclusão e a participação das mães no mercado artístico, mas também incentiva uma visão colaborativa e enriquecedora da maternidade, onde os filhos são vistos como parceiros na criação. Além disso, o componente de chamamento público e a infraestrutura oferecida para ensaios e cuidados infantis são aspectos práticos que demonstram um compromisso sério com o apoio às mães artistas. Desta forma, o "F.I.A.M. Festival Itinerante de Arte Materna" é uma proposta poderosa e necessária, que pode servir como modelo para outras iniciativas semelhantes em todo o mundo. Ele não só ajuda a capacitar as mães artistas, mas também contribui para uma mudança cultural mais ampla sobre como a sociedade vê e apoia a maternidade e a arte. Aqui estão alguns aspectos adicionais que tornam o festival notável: Empoderamento Feminino: Ao criar um espaço onde as mulheres podem expressar suas experiências únicas através da arte, o festival promove o empoderamento feminino. Ele valida as vozes das mães artistas e reconhece a importância de suas contribuições culturais; Criação de Comunidade: Ao reunir mães artistas, o festival facilita a formação de uma comunidade de apoio, onde elas podem compartilhar experiências, recursos e estratégias para lidar com os desafios de equilibrar a arte e a maternidade; Integração Familiar: A ideia de integrar crianças no processo criativo não só permite que as mães participem plenamente, mas também enriquece o processo artístico. Isso pode levar a novas formas de expressão que incorporam as perspectivas e imaginações das crianças; Apoio Estrutural: O festival não se limita a oferecer espaço e remuneração para apresentações, mas também fornece suporte logístico e financeiro na preparação. Isso inclui ajuda de custo para alimentação e hospedagem, além de um espaço físico adequado para ensaios e cuidados infantis; Impacto Social e Cultural: Ao abordar questões de gênero e trabalho, o festival também contribui para uma discussão mais ampla sobre a necessidade de políticas e práticas que apoiem a igualdade de gênero no campo das artes e além.Enfim, este é um projeto que se destaca por sua abordagem inclusiva e colaborativa, visando proporcionar às mães artistas a oportunidade de continuar sua prática artística enquanto equilibram as demandas da maternidade. O Festival Itinerante de Arte Materna representa uma confluência de criatividade, comunidade e transformação social, com o potencial de gerar um impacto profundo e positivo nas vidas das mães artistas e na sociedade como um todo.
As 10 cidades serão definidas junto ao patrocinador
não se aplica.
Seguem abaixo as medidas que serão adotadas para promover o acesso: Acessibilidade física: Além de oferecer cadeiras ao público e livre acesso a banheiros químicos, a acomodação se dará em local adequado, de modo a permitir o livre acesso para pessoa com mobilidade reduzida ou cadeirante, estando no mesmo nível do chão da praça ou rua. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA locação de banheiros químicos (as cadeiras já estão inclusas na locação da estrutura de palco e tenda) Acessibilidade para deficientes visuais: será oferecida visita sensorial aos cenários e adereços das performances.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não será necessário custeio com esta ação. Acessibilidade para deficientes auditivos: será contratado intérprete de Libras em cada cidade.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras incluso nos custos de divulgação e acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo: além de preparação da equipe com vistas à eliminação de atitudes capacitistas, as apresentações terão linguagem clara e objetiva. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não será necessário custeio com esta ação.
As apresentações serão abertas e com 100% de gratuidade, com acesso livre para todas as idades. Portanto, atenderemos o seguinte inciso do artigo 29 da IN. n. 11 de 30 de janeiro de 2024: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. Como medida de ampliação do acesso, atenderemos os seguintes incisos do artigo 30 da IN. n. 11 de 30 de janeiro de 2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
A proponente será responsável pelos serviços de Produção Geral, Curadoria e Administração. ---------------- Ficha Técnica: Idealização e Produção Geral: Talita Berthi Curadoria: Fabiola Moraes, Fernanda Iannuzzi e Talita Berthi Produção Local: Fernanda Iannuzzi e Fabiola Moraes Assistente de Produção e Monitoria: Cida Cunha Realização: Teatro a Bordo Ltda TALITA BERTHI (DRT-SP 18926) - Atriz, produtora cultural, licenciada em Ciências Sociais e Pedagogia com especialização em Língua e Literatura pela Universidade Metodista de São Paulo; e Arteterapeuta em formação pelo Instituto Freedom. Mãe de Mariana, Tales e Ravi. Idealizadora dos Projetos: Teatro a Bordo, Teatro na Praça, Circular: Histórias, Circuito de Cultura Popular, Caixola de Histórias, Caixola Brincante e Caixola Recicla. Realiza atividades culturais com sua produtora há mais de 20 anos, já tendo percorrido mais de 500 cidades brasileiras com seus projetos de caminhão-palco e ônibus-teatro. Como atriz, recebeu diversos prêmios em festivais nacionais de teatro na década de 2000, entre eles o Prêmio de Melhor Atriz do Estado de SP pelo Mapa Cultural Paulista 2001/2002, prêmio Pagu por três anos consecutivos no FESTA-Santos 41, 42 e 43 (1999, 2000 e 2001), XXV FESTE – Pindamonhangaba (2001), 29º e 31º FENATA – Ponta Grossa (2001 e 2003), 28º FETAESP – Festival de Teatro do Estado de S.Paulo (2001), FETACAM–Campo Mourão (2003), 8º Festival Nacional de Americana (2004) e Participação no FIT 2004 – Festival Internacional de Teatro de Rio Preto. Entre 2020 e 2022 coordenou a pesquisa e publicação da coletânea literária "Caixola de Histórias para Ler e Ouvir". Em 2024, junto com Douglas Zanovelli, inaugurou o Galpão do Teatro a Bordo em Cananéia, iniciando em 2025 alguns projetos junto à comunidade local e artistas regionais, como a montagem do espetáculo infanto-juvenil "Joshua, Chuá, Chuá" sobre o navegador Joshua Slocum, assumindo a criação do texto e direção, além de desenvolver o estudo e documentação cultural "Brincarias: Resgate da Memória Afetiva da Infância entre as pessoas idosas das comunidades tradicionais do Vale do Ribeira", com previsão de publicação para 2026. ----------- FABIOLA MORAES (DRT-SP 30876) - Professora de Arte e de teatro, atriz profissional, musicista (canto, violão e rabeca caiçara), graduada em Artes Cênicas/Licenciatura pela ECA/USP (2013), em Direito pela Universidade Metropolitana de Santos (2000) e cursando Pedagogia na Anhembi-Morumbi. Mãe de Alice. Seus campos de trabalho envolvem artes integradas e cultura popular, em especial a cultura caiçara paulista.Tem ampla experiência no ensino de arte e de teatro em espaços como escolas, ONGs e instituições diversas, com as mais diversas faixas etárias. ---------- FERNANDA IANNUZZI - (DRT- 25.414)- Mãe da Teodora, artista multidisciplinar, pesquisadora popular, arte educadora, com um trajetória sólida na dança e artes performáticas, apaixonada pelo universo brincante brasileiro. Com formação em danças acadêmicas e pesquisas no universo da cultura popular brasileira, possui um olhar artístico que abrange construções cênicas que permeiam o encantamento presente nas expressões populares brasileiras. Uma artista comprometida com o desenvolvimento de projetos que valorizam a diversidade cultural e os saberes presentes nas tradições populares do nosso território. Santista, caiçara de corpo e coração, iniciou seu contato com a arte ainda criança, através da dança; realizando cursos livres e de formação acadêmica como balé clássico, jazz e dança contemporânea. Posteriormente, abraçou os caminhos das Danças Brasileiras, realizando cursos de formações específicas em cultura popular, entre eles: A arte do brincante para educadores (2015), Educadores Bricantes (2018), A cultura do corpo e o corpo na Cultura (2019). Aperfeiçou seus estudos na arte do movimento, graduando-se em Educação Física (2003), Especialização em Dança e Consciência Corporal (2012) e Pedagogia Brincante (2025). Autora do artigo "Ciranda de Paraty- a dança como resgate de valores e reservação da cultura caiçara (2012)".Atuou como artista da dança, participando de eventos importantes do cenário artístico tais como Mapas Culturais, Bienais de Dança, Circuitos Sescs, Mostra Cariri de culturas, além de circulações que contemplam as 5 regiões brasileiras, integrando os grupos: Athos Núcleo artístico (2000 a 2008), Stacatto Cia de Dança (2002 a 2003), Balé da Cidade de Santos (2008 a 2012), Etra Cia de Dança (2017 a 2019), Teatro a Bordo (2023), Trupe Tangará (Desde 2017). Como arte educadora, iniciou seus trabalhos através de cursos de formação em balé clássico. Posteriormente, migrou para projetos de arte educação que tinham como objetivo o desenvolvimento social do ser humano através da arte, atuou em instituições de ensino formal e de contraturno escolar. Esteve a frente, como artista, diretora e educadora em projetos que circularam pelo Paraguai (2007) e Portugal (2013). É pesquisadora, diretora artística e pedagógica dos trabalhos realizados pela Trupe Tangará, entre eles: Entre e saias- uma brincadeira dançada (2019), Caras com Caretas (2022) e Balaio Brincante (2024). Atualmente, dedica suas pesquisas em dança e movimento ao fluir artístico presente na cultura popular brasileira, buscando acordar o corpo brincante existente em cada brasileiro. Realiza pesquisas de campo, em viagens realizadas pelo Brasil, documentando expressões corporais presentes nas multiplas manifestações populares presentes em nosso território. Expressa seus registros através da dança, do movimento e da poesia. Ministra aulas de Dança Brasileiras para adolescentes e grupos de 50+ pela Prefeitura de Praia Grande (desde 2008). Coordena os trabalhos artísticos e pedagógicos da Trupe Tangará, realizando também produções, pesquisas e direção artística. Proprietária do espaço Quintal Tangará. No ano de 2025, deu início as pesquisas do livro: Mar...a...pé- do morro ao mar- histórias, memórias, samba e poesia, de sua autoria. --------- CIDA CUNHA - (DRT-SP 26699) Atriz com formação no curso técnico de artes cênicas SENAC-Santos. 2005/2006. Licenciada em Artes pela Unimes Santos. Atuação como produtora e atriz na Paixão de Cristo, em Cubatão, 2011/ 2012. Na Encenação da Fundação da Vila de São Vicente em 2012/2013, atuou como produtora e coordenadora de cena. Festival Ibero-americano de Artes Cênicas Mirada, 2012/2014, atuou na produção local e atuação de "As Rodriguianas." Nos projetos “Circular Histórias do Mar”, 2013/ 2014, e "Circular Histórias da Mata." 2017/ 2018, atuou como produtora local. Em 2021/2022 escreveu as histórias da Coleção Literária “Caixola de Histórias para Ler e Ouvir” do Grupo Teatro a Bordo. Em 2023 assina o texto “Caixola Brincante” junto com Edivaldo Costa, sendo atriz integrante do espetáculo, realizando turnê nacional com o Teatro a Bordo. Em 2025 continua na itinerância dos projetos do Teatro a Bordo, realizando apresentações com o espetáculo "Caixola Recila", atuando como atriz e autora. ------------ TEATRO A BORDO LTDA é uma empresa de produção cultural fundada em 2004 na cidade de Santos/SP (hoje sediada na cidade de Cananéia/SP), representada pela atriz e gestora cultural Talita Berthi, que vem percorrendo o Brasil com sua estrutura própria de contêinerpalco, atualmente com energia solar, realizando diversos projetos de itinerância, recebendo grupos e artistas locais de mais de 500 cidades já visitadas, alcançando um público de mais de 700mil pessoas. O Projeto Teatro a Bordo, principal projeto da produtora, fundado em 2007, iniciou sua itinerância em 2008 e sempre apresentou seus espetáculos de forma gratuita em praças diversas. Com sua caixa de aço, o "Caixola", leva e traz o bem cultural brasileiro percorrendo estradas de todo o país. Em sua equipe reúne artistas, produtores e técnicos com ampla experiência na itinerância, atuando em todas as frentes da produção: desde a criação e aprovação de projetos nas Leis de Incentivo, escolha dos municípios junto aos patrocinadores, montagem e criação de espetáculo, realização de registros em audiovisual até a elaboração de relatórios e prestação de contas. Importante ressaltar também que toda a estrutura como contêiner palco, tendas, luz, som, além do caminhão, é de propriedade da empresa, possibilitando maior flexibilidade na execução dos projetos. Nestes anos de atuação, além do Teatro a Bordo, já realizou diversos projetos em escolas, teatros e praças, lançou uma coleção literária e, em comemoração aos 20 anos de atuação, no ano de 2024 transferiu seu endereço para a cidade de Cananéia/SP, inaugurando o Galpão do Teatro a Bordo. -------------- MAIS EQUIPE TÉCNICA COMPOSTA POR: 2 TÉCNICOS(AS) DE SOM + 2 TÉCNICOS(AS) DE PALCO + 1 FOTÓGRAFO(A), A SEREM CONTRATADAS, TOTALIZANDO 9 PESSOAS NA EQUIPE DE PRODUÇÃO E TÉCNICA.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.