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PRONAC 251667Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Incorporados Flutuantes

CASAPLANTA LTDA
Solicitado
R$ 1,56 mi
Aprovado
R$ 1,56 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-05-04
Término
2027-05-28
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A exposição Incorporados flutuantes margeiam baias amarelas e´ um projeto instalativo criado pela artista Georgia Creimer especialmente para o espaço expositivo do MAC-USP em São Paulo, e estará em cartaz por 24 semanas, aberta ao público de forma gratuita.

Sinopse

Incorporados flutuantes margeiam baías amarelas é um projeto instalativo criado especialmente para o espaço do MAC-USP localizado na ala A do 3° andar do museu, compreendendo cerca de 800 m2. Importante mencionar que o prédio do MAC-USP é de autoria do arquiteto Oscar Niemayer. Trata-se de uma grande instalação de „desenhos-pinturas“ e esculturas que serão expostos sem a utilização de paredes ou painéis, mantendo o epaço completamente vazio. Os diversos elementos da instalação se posicionam no espaço, entrelaçando-se e potencializando a formação de um organismo único e relacional, que propõe à Recepção o margeamento de um caminho orgânico. A partir de um esboço livre sobre a precisão retangular da planta do espaço expositivo, Georgia Creimer recorre às formas curvilíneas, características da obra do arquiteto Oscar Niemayer, proporcionando um contraponto ao rigor retilíneo desenhado pelo próprio “arquiteto de curvas”. Para tanto, ela também se inspira na organicidade plana dos desenhos paisagísticos de Roberto Burle-Marx. A artista estabeleçe, assim um trilogue de formas entre estes grandes nomes da arquitetura e do paisagismo brasileiro e o seu próprio repertório de formas orgânicas. Desta “conversa a três“ nasce um objeto (quase) plano, curvilíneo e alongado que se assemelha a um caminho ou a um lago , estendendo-se longitudinalmente no espaço retangular; neste estágio do projeto ela chama este objeto de “objeto-paisagem”. Guilherme Pires Mata sobre o „objeto-paisagem“ de Georgia Creimer Georgia Creimer sobre suas intenções: Meu objetivo com essa exposição, é mostrar ao público brasileiro amplo o que venho desenvolvendo há anos em diferentes mídias, utilizando um processo muito íntimo e pessoal que ocorre basicamente quando trabalho com meus “desenhos-pinturas“. Depois de trabalhar por mais de 30 anos na Europa Central, é muito importante pra mim poder viver a experiência de “voltar às minhas raízes” e constatar as mudanças e as permanências que o fluxo histórico operou na percepção artística, além de estabelecer trocas formais e conceituais com o público, a instituição, a universidade e com outr(a)s artistas.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto Incorporados flutuantes margeiam baias amarelas consiste em uma exposição de artes visuais que irá ocupar um andar da ala A do MAC USP com quase 800m2 de área. Com curadoria, da Profa. Dra. Da Universidade de São Paulo _ Ana Gonçalves Magalhães, a exposição é composta por uma grande instalação com 12 desenhos e 06 escuturas e uma grande escultura de piso, que serão expostas sem a utilização de paredes ou painéis, mantendo o espaço livre e amplo. A instalação cria a ilusão de que as pinturas e desenhos estão flutuando. Podendo o público observar a instalação de forma completa, sem obstáculos de qualquer ponto da sala expositiva, criando leituras variáveis. Objetivo Específico - Exposição de artes visuais - Construção dos elementos visuais e montagem da cenografia proposta pela artista para a visualização do trabalho proposto. - Produzir uma exposição inédita no país que ficará em cartaz por 24 semanas, aberta ao público de forma gratuita - Visita guiada conduzida pela artista e pela curadora em evento de abertura, aberto ao público - Catálogo / livro de artista Catálogo sobre a exposição com textos da artista, curadora e convidados debatendo e expondo o tema proposto. Livro bilíngue com imagens de processo e fotografias da exposição finalizada. - Publicar 2.000 exemplares que serão distribuídos de forma gratuita - Destinar 20% dos exemplares para instituições de ensino e/ou culturais a fim de democratizar o acesso à cultura - Palestra de lançamento do catálogo com a participação da artista, da curadora Ana Magalhães e de um convidado

Justificativa

A exposição Incorporados flutuantes margeiam baias amarelas da artista brasileira - Georgia Creimer, visa apresentar seu trabalho para as atuais gerações e ampliar o acesso do público às suas importantes contribuições para a arte brasileira. Georgia graduou-se em artes visuais pela Fundação Álvares Peteado no início dos anos 1980. Iniciou sua carreira nessa época e reside em Viena na Áustria desde 1989, desde então a artista se divide entre os dois países. Georgia desenvolveu uma obra conceitual única que mistura sensações de um universo particular que remete à biologia, ao corpo, às células e às nossas ramificações nervosas/cutâneas. Seu trabalho passa pelo desenho e pela pintura, pela fotografia, pelo vídeo, pela escultura e, principalmente, por grandes instalações/site specifics e obras de arte pública. Com uma carreira consolidade na Áustria, a artista ganhou visibilidade, sobretudo, por suas obras públicas de grande porte. O Museu de Arte Contemporânea da Universidade São Paulo MAC USP é museu público vinculado à Universidade de São Paulo, fundado em 1963 e que possui uma das mais relevantes coleções de arte contemporânea e moderna brasileira do país e da América Latina. Com uma média mensal de 30 mil visitantes por mês, o Museu está aberto ao público gratuitamente, o ano todo, de forma ampla e inclusiva. Sua programação apresenta exposições de longa duração com sua coleção e exposições temporárias, oferece também um programa educativo que atende escolas e grupos. Possui um dos mais renomados cursos de pós-graduação em museologia e coleções de arte. Além disso, o MAC USP está localizado em frente ao Parque do Ibirapuera, próximo à Bienal de São Paulo, localização que garante um amplo público. Ao submeter essa proposta ao MAC USP, o projeto garante a democratização do acesso à cultura, pois o MAC possui um público diverso com as mais diferentes tenha a oportunidade de conhecer e apreciar o legado da artista. A proposta da exposição nasce da Professora Doutora da Divisão Técnica de Acervo e Curadoria do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo _ Ana Magalhães. Historiadora da arte, Professora Titular, Curadora e ex-Diretora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP, 2020-2024) que convidou a artista a desenvolver este projeto e apresenta-lo ao Museu. O uso da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar essa exposição de forma gratuita, assegurando que a qualidade da mostra seja mantida e que o projeto possa alcançar um público amplo e diversificado. A exposição não só valoriza a obra de Georgia Creimer, mas também contribui para a preservação do patrimônio cultural brasileiro, oferecendo ao público o acesso a uma obra nova e inovadora. Esta iniciativa promove o conhecimento, a formação de novos públicos, e reforça o pluralismo cultural, alinhando-se diretamente com os objetivos da Lei Rouanet, especialmente nos aspectos de preservação e difusão do patrimônio cultural, estímulo à produção cultural de valor universal, e priorização do produto cultural originário do Brasil. Em consonância com os princípios da lei, ressalta-se que a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1˚da Lei n˚ 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto proporciona livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais. O projeto oferece uma oportunidade inclusiva para que o público explore, aprenda e aprecie as obras e trajetória da artista Georgia Creimer, promovendo a democratização do acesso à cultura. Essa abordagem enriquece a experiência cultural e reforça a cidadania cultural. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto proporciona uma oportunidade para que o público em geral tenha acesso e aprecie o trabalho de uma artista proeminente no cenário artístico brasileiro e internacional. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pois o projeto visa apoiar, valorizar e difundir a manifestação cultural por meio da exposição da obra da artista, quase não conhecida pelo público em geral, promovendo e difundindo sua criação e contribuindo para a apreciação da arte, a valorização dos criadores e a disseminação do conhecimento cultural. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Pois o projeto contribui para a proteção das expressões culturais que compõem a sociedade brasileira e enriquecem o pluralismo da cultura nacional. Ao destacar a trajetória e obra da artista Georgia Creimer, o projeto abraça a diversidade cultural e contribui para a preservação e promoção do patrimônio artístico e das experiências que enriquecem a cultura nacional. A exposição e os eventos relacionados proporcionam um espaço para a valorização e celebração das contribuições culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, fortalecendo o respeito pela pluralidade e pelo legado cultural do país. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Pois o projeto inspira a continuidade da criatividade e expressão artística, promovendo a vitalidade dos modos de criar e fazer presentes na cultura brasileira. O projeto oferece uma plataforma para a apreciação e reflexão sobre as práticas artísticas, incentivando a conexão entre tradições culturais e as expressões contemporâneas, fortalecendo assim a riqueza e diversidade dos modos de viver no Brasil. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A exposição, seminário e publicação contribuem para a disseminação de conhecimentos que transcendem fronteiras, fortalecendo a cultura, a memória e o patrimônio, em linha com o propósito de enriquecer a humanidade com valores universais. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ao explorar a trajetória da artista Georgia Creimer, o projeto destaca e valoriza a contribuição brasileira para a formação da sua obra. Ao fazê-lo, o projeto reafirma a importância de priorizar e celebrar as manifestações culturais nacionais, enriquecendo o panorama artístico e promovendo a identidade cultural do Brasil. Com relação ao Art. 3˚ da Lei 8.313/91, o presente projeto enquadra-se nos seguintes incisos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto alinha-se com o inciso II, alínea "e", ao promover o fomento à produção cultural e artística por meio da realização de uma exposição individual de grande porte em um museu público de grande visitação.

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO DE ARTE Incorporados flutuantes margeiam baías amarelas para o MAC USP Para o projeto do MAC USP, foram escolhidos 10 desenhos-pinturas da série dos Biomas que a artista denomina “incorporados” para fazerem parte da instalação. Criados em 2017, e atuando na época, na exposição “georgia creimer incorporado“ (Academia de Artes Visuais de Viena – antigo Semperdepot) relaciona esses trabalhos com ritos mediúnicos de incorporação. Essa série de desenhos-pinturas que como todos os outros Biomas surgem de desenhos ”semi-cegos“, aparentam algo quase que imaterial, fantasmagórico – algo que está à beira de se tornar corpo. O fato de serem feitos utilizando grafite e gouache, dois materiais extremamente antagônicos, reforça essa sensação. A Instalação Aos 10 Biomas (incorporados), junta-se um novo Bioma intitulado Bioma (em repouso): um desenho feito a lápis de cor, que se divide sobre duas telas (díptico), a serem posicionadas na “apsis“ do espaço expositivo. Todos esses trabalhos são pendurados do teto, sendo que os 10 Biomas (incorporados) são pendurados em pares. Cada dois trabalhos formando um par, fixados de costas um para o outro. Além dos desenhos-pinturas, a artista concebeu 6 novas esculturas (que se encontram ainda em fase de desenvolvimento) intituladas Copulantes. Estas se apresentam em 3 pares, cada um deles interligado por “filamentos“ que expressam simultaneamente flacidez e tensão. Essas esculturas são a materialização tridimensional de formas criadas também através dos desenhos “semi-cegos“. Os Biomas (incorporados) e os Copulantes se organizam às margens e dentro de um terceiro trabalho planejado para o chão do museu intitulado de objeto-paisagem. Esse objeto-paisagem parte de um desenho livre e é o centro de uma grande instalação onde todos esses elementos se entrelaçam. - 1 escultura, intitulada objeto-paisagem (a ser produzida no Brasil)Posicionada na parte central do chão do espaço expositivo. Feita em CNC, utilizando o material EPS (poliestireno expandido), recoberta com tela de Poliéster / argamassa, resina e pintada com tinta automotiva de cor amarela com código fornecido pela artista, 47,2 x 6,62 x 0,10 Mts Copulantes - 3 pares de esculturas (a serem produzidas no Brasil) Cada uma das 6 esculturas é posicionada em um dos 6 espaços vasados do Objeto-paisagem e fixada por um cabo de aço fino no teto do espaço expositivo. Os 3 pares são interligados por cabos de aço. Esculturas executadas em 3D, a partir de desenhos executivos da artista, o material é PLA (polímetro termoplástico, biodegradável) e a altura é de 310 cm. Os “filamentos“ são de arame de alumínio com 10 mm de diâmetro e pintados de tinta preta. Biomas10 desenhos-pinturas (Obras estão no ateliê da artista em Viena) Cada 2 trabalhos, fixados de costas um para o outro, formam um par que é pendurado no tetol do espaço expositivo (com pé di reito de 315 cm de altura) por 2 cabos de aço pintados de branco com uma espessura de 0,3 mm. São suspensos 15 cm acima do chão. Total de 5 pares.2017, gesso, tinta acrílica, grafite e gouache sobre tela, 180 x 128,5 x 4 cm Biomas (em repouso) 2 desenhos pendurados lado a lado no teto do espaço expositivo com, cada qual com 2 cabos de aço pintados de branco com uma espessura de 0,3 mm e com 8 cm de distância entre eles. Suspensos 15 cm acima do piso. 2024, gesso, tinta acrílica e lápis de cor sobre tela, 205 x 143 x 4 cm (cada) CATÁLOGO / LIVRO DE ARTISTA Produção de 2000 exemplares do catálogo da exposição segundo a seguinte especificação: •⁠ ⁠miolo Formato aberto 43 x 27cm (largura x altura) Formato fechado 21,5 x 27cm (largura x altura) 80 páginas 4x4 cores + verniz offset de proteção em área total frente e verso Papel couché fosco (Suzano) 170g/m2 •⁠ ⁠capa com orelha Formato aberto 85 x 27cm (largura x altura) Formato fechado 21,5 x 27cm (largura x altura) Cartão DuoDesign 250g/m2 impressão 4x0 cores + laminação fosca frente •⁠ ⁠acabamento miolo costurado, capa laminada, vincada e colada

Acessibilidade

Produto: Exposição de Artes Medidas de Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: O projeto garantirá a acessibilidade arquitetônica no centro cultural onde a exposição será realizada (MAC-USP). O Museu possui estrutura adequada para o acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, incluindo elevadores, rampas e banheiros adaptados. Medidas de Acessibilidade para PcD Visuais:Audiodescrição disponível para a obra da exposição. Acessibilidade para PcD Intelectuais:Monitores treinados e materiais em formato acessível. Item da planilha orçamentária: não se aplica Produto: Catálogo Acessibilidade para PcD Auditivos:Tradução em livras na palestra de lançamento do livro com a curadora e artista.

Democratização do acesso

O espaço cultural em negociação, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo ( MAC-USP) é abertos e gratuito ao público, sem cobrança de ingresso. Em cumprimento ao disposto no ARTIGO 30 da Instrução Normativa Minc n º 11, de 30 de janeiro de 2024, o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso: VI- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; O projeto organizará, em parceria com o Educativo atividades paralelas, como visitas guiadas gratuitas, especialmente direcionadas a alunos de escolas públicas das cidades onde as exposições ocorrerão.

Ficha técnica

Proponente Casaplanta - o proponente é o idealizador e responsável pelas decisões administrativas e financeiras do projeto e prestará serviços de produção executiva. A Casaplanta é um estúdio de criação e desenvolvimento de projetos artísticos e culturais que nasceu em 2016 da parceria de Amanda Dafoe e Julia De Francesco. Amanda Dafoe é formada em Arquitetura e Urbanismo. Dedica-se ao desenvolvimento de exposições, produção de conteúdo, coordenação e curadoria, além de trabalhar com direção de arte e comunicação visual. É mestra pela FAU-USP, com dissertação que trata da museografia original do MASP. Desde 2009 atua no desenvolvimento de exposições de arte contemporânea e projetos culturais em âmbito nacional e internacional. É idealizadora do projeto Panela Coletiva, ação comunitária que apoia pessoas em situação de insegurança alimentar que já entregou mais de 3 toneladas de alimentos na cidade de São Paulo. Sócia fundadora da Casaplanta desde 2016. Julia De Francesco é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Escola da Cidade, com especialização em Arte, Crítica e Curadoria pela PUC-SP. Atua nas áreas de criação e produção executiva de projetos cenográficos, expositivos e culturais. Em sua bagagem traz o desenvolvimento de cenografia para óperas e exposições nacionais e internacionais. Sócia fundadora da Casaplanta desde 2016. Ao longo desses últimos anos realizamos projetos de exposições de arte contemporânea atuando em frentes como produção executiva, coordenação e produção, pesquisa, curadoria, comunicação e design, cenografia, produção de conteúdo visual e textual. Principais projetos realizados: Navio Perdido de Marcia Alves, Museu da Cidade de São Paulo (2025), Línguas africanas que fazem o Brasil no Museu da Língua Portuguesa (2024), Hendu Porarã: escuta com o corpo no Museu das Culturas Indígenas (2023), Mariana Castillo e Pol Taburet no Espaço Pivô (2023) Entre nós – 10 anos da Bolsa Zum Parceria entre Instituto Moreira Salles e espaço Pivô (2023), Rios Descobertos, do Jerivás ao Rio Pinheiros no Sesc Santo Amaro e Sesc Interlagos (2022/2023), Performance Perdido do artista Nuno Ramos na Biblioteca Mário de Andrade (2022), Expo Dinos no Pavilhão Pacubra no Parque do Ibirapuera. Produção e Coordenação de montagem (2022), Os Gêmeos, nossos segredos no CCBB RJ, BH e Instituto Brennand em Recife (2022/2023), “Sonhei em Português” no Museu da Língua Portuguesa (2021), Exposição “A liberdade da Cor | Carlos Cruz-diez, no Espaço Cultural Porto Seguro (2019), Exposição "Instrumentos | Ismael Bahri” no Espaço Cultural Porto Seguro (2019), 6* MIT sp – Mostra de Teatro internacional (2019) e Exposição “Transumantes - Marcelo Moscheta”, no Sesc Pompeia - Produção executiva, produção da obra e comunicação visual (2018). Curadoria Ana Magalhães Historiadora da arte, Professora Titular, Curadora e ex-Diretora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP, 2020-2024). Foi coordenadora editorial da Fundação Bienal de São Paulo entre 2001 e 2008. Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) desde 2000. Possui bacharelado em História pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 1992), mestrado em História da Arte e da Cultura pela mesma universidade (1995), doutorado em História e Crítica da Arte pela Universidade de São Paulo (USP, 2000), e a livre-docência pela Universidade de São Paulo (2015). É credenciada como docente e orientadora dos Programas de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte, em Museologia, e em Artes Visuais, todos da Universidade de São Paulo. Assessora Ad Hoc da FAPESP, da CAPES e do CNPq. Foi professora visitante na Università degli Studi di Milano (2011), Université Paris 8 - Saint Denis (2014), na Universidade de Viena (2017/2018), e na Universidade de Hamburgo. Foi ainda pesquisadora convidada no Getty Research Institute (2016), em Los Angeles, e na Biblioteca Hertziana - Instituto Max Planck, em Roma. Artista Georgia Creimer Georgia Creimer nasceu em São Paulo em 1964 e completou seus estudos de arte na Fundação Armando Álvares Penteado (1982-85). Pouco depois de sua primeira exposição individual em São Paulo, na Galeria Mônica Filgueiras de Almeida, mudou-se para Viena em 1986, onde vive e trabalha até hoje. Desde então, realizou inúmeras exposições na Áustria, em outros países europeus, bem como no Brasil e na China, onde foi convidada para uma residência e exposição no Galaxy Museum, em Chongqing, em 2019. Creimer também ganhou vários concursos de arte pública na Áustria e na Alemanha. Seus trabalhos estarão em breve presentes na exposição Vienna Today - Activating Futures - Contemporary Art from Austria no The Hai Museum, em Xangai, e a partir de abril na exposição In erster Linie Skulptur no Kunsthaus Mürz, em Mürzzuschlag, na Áustria. Projeto luminotécnico Anna Turra Arquiteta e urbanista pela FAU-USP e atua como lighting designer em projetos cênicos, expositivos, arquitetônicos e audiovisuais, nos quais por vezes colabora também na direção de arte/set design. Destacam-se projetos de iluminação para exposições como Raio-que-o-parta (Sesc 24 de Maio/2022); Nhe'e-Porã e Sonhei em Português (Museu da Língua Portuguesa/2021/2022); Trienal de Artes FRESTAS (Sesc Sorocaba 2021); Kader Attia (Sesc Pompeia/2020), Meta-Arquivo (Sesc Belenzinho/2019), Arte-Veículo (Sesc Pompeia/2018), diversas montagens na Associação Cultural Videobrasil (2017-2018), entre outras. Projeto expográfico e Iluminação para instalação Perder a Imagem, de Tiganá Santana (Itaú Cultural 2022-2023). Projeto de Iluminação Arquitetônica e Expositiva permanente para Museu Boulieu em Ouro Preto/MG (2022) e sede da Galeria A Gentil Carioca em São Paulo. Iluminação e Set Design para o musical Merlin e Arthur – um sonho de liberdade – Aventura Entretenimento, dir. Guilherme Leme (2019); Iluminação para Ninho, direção Bruno Guida (2020); Cenografia para Bárbara, com Marisa Orth (dir. Bruno Guida/2021); cenografia para A Domadora, dir. Otavio Dantas (2017); Direção de Arte, Iluminação e Cenografia para espetáculo multimídia Voos de Villa (2019), dir. Maestro Gil Jardim; Iluminação e cenários para turnês diversas dos artistas Elza Soares (2015-2018), Gal Costa (2021-2022); Arnaldo Antunes (2011-atual), Ana Carolina (2019), 5 a Seco (2017), Anelis Assumpção (2008-2012), entre outros. Iluminação cênica para os reality shows Nasce Uma Rainha, de Netflix e Boutique Filmes (2019) e para Match nas Estrelas (Amazon e Sentimental Filme, em finalização). Premiada pela Iluminação em Merlin e Arthur – um sonho de liberdade na 14º edição do Prêmio APTR de Teatro (2019) e indicada pelo Set Design do mesmo espetáculo na categoria Especial do Prêmio Cesgranrio 2019. Cenotécnico e montagem Marton O Artista José Marton , lidera sua empresa a Marton Estúdio com sede em São Paulo ,um grupo de negócios que atua nos segmentos de Arte, Arquitetura de Varejo, Cenografia e Design de Produtos. Formado em 1988 pela Faculdade Santa Marcelina , fundou seu Estúdio em 1.989 com foco em Arte, e ao longo de 3 décadas , atuou transversalmente em todas elas. No seguimento de design de produto criou a patente da série ENTRELINHAS, recebendo prêmio de inovação em matéria prima e posteriormente prêmios nacionais e internacionais ,nos produtos criados com este material. Os objetos e mobiliário foram publicados em vários veículos de comunicação, resultando no convite para expor na feira Maison & Objet em Paris , como talento Brasileiro. Por atuar de forma transversal o Estúdio é convidado para criar projetos onde clientes buscam romper paradigmas. Alguns prêmios também se estenderam na Arquitetura de varejo pela inovação. Cenografia é um pilar muito importante no Estúdio, pois nos educa a pensar diariamente em uso de matérias primas sustentáveis .

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.