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O FETEAG 2026 _ Festival de Teatro do Agreste é um projeto cultural realizado em Caruaru-PE, que promove o intercâmbio entre grupos teatrais do Brasil e do exterior. Criado pelo Teatro Experimental de Arte _ TEA, o festival oferece programação gratuita com espetáculos, oficinas e ações formativas. Valoriza a diversidade de linguagens, amplia o acesso à arte e fomenta a formação de plateias. Suas atividades ocupam teatros, escolas e espaços alternativos, fortalecendo o teatro como agente de transformação social.
1. Festival de Teatro do Agreste (Produto Principal): a) Espetáculos de Artes Cênicas (Produto Secundário) O Festival contará com uma programação artística composta por espetáculos teatrais oriundos do Brasil e de países do sul global. A curadoria, ainda em fase de construção, busca promover produções que abordem temáticas como colonialismo, desigualdade social, resistência política e cultural, além de narrativas de grupos subalternizados. A seleção dos espetáculos será orientada pelo princípio da “ecologia de saberes”, conforme proposto por Boaventura de Souza Santos em sua obra O Fim do Império Cognitivo, dando visibilidade às estéticas e práticas teatrais fora do eixo hegemônico. b) Seminário “Teatro, Epistemologias do Sul e Justiça Social” (Produto Secundário)O seminário será composto por mesas-redondas, debates e rodas de conversa com pesquisadores, artistas e pensadores do sul global, que atuam nas intersecções entre arte, política e transformação social. As temáticas tratadas no seminário estarão alinhadas com as ideias de Boaventura de Souza Santos, especialmente no que se refere ao enfrentamento das monoculturas do saber e à valorização de saberes insurgentes. Será promovida uma articulação entre teoria e prática, estimulando o diálogo entre os participantes dos espetáculos e os convidados do seminário, em uma perspectiva de formação crítica e troca horizontal de experiências. c) Oficina-montagem "Perspectivas Cênicas do Sul: Performar Territórios, Imaginar Futuros" (Produto Secundário) A oficina propõe uma vivência prática em teatro a partir das epistemologias do Sul (Boaventura de Sousa Santos) e das ideias de imaginação e diáspora cultural (Arjun Appadurai). Por meio de laboratórios teatrais, experimentações corporais e criação coletiva, os participantes serão convidados a refletir sobre suas territorialidades, narrativas e identidades periféricas. A prática visa fomentar processos criativos que valorizem saberes locais, deslocamentos e utopias possíveis, ativando o teatro como linguagem crítica e ferramenta de reinvenção do mundo.
OBJETIVO GERAL Promover a realização do FETEAG 2026 _ Festival de Teatro do Agreste com a finalidade de fortalecer a difusão das artes cênicas no interior de Pernambuco, criando um espaço contínuo de intercâmbio cultural entre artistas locais, nacionais e internacionais. O projeto visa ampliar o acesso à produção teatral de qualidade, fomentar processos formativos e valorizar a diversidade de expressões cênicas como instrumento de formação de público, desenvolvimento artístico e afirmação da identidade cultural do Agreste. OBJETIVO ESPECÍFICOS 1. Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura): Estrutura para o evento a ser realizado em 10 dias com as seguintes ações culturais: a) Espetáculo de Artes Cênicas: I) Mostra Argemiro Pascoal: 10 apresentações que englobam espetáculos nacionais e produções internacionais; II) Mostra Pernambuco: 4 apresentações de espetáculos produzidos exclusivamente no estado de Pernambuco; III) Mostra Erenice Lisboa: 1 apresentações para a infância, com foco na formação de novas plateias. b) Curso / Oficina / Capacitação: realizar, durante 4 dias - com carga horária total de 16h - a oficina formativa "Perspectivas Cênicas do Sul: Performar Territórios, Imaginar Futuros". c) Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage: promover, durante 4 dias, o seminário "Teatro, Epistemologias do Sul e Justiça Social".
A realização do FETEAG 2026 _ Festival de Teatro do Agreste trata-se de um projeto de relevância local e nacional que há mais de três décadas contribui de forma contínua para o fortalecimento da cultura brasileira, especialmente no interior do Nordeste. De acordo com o Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, o projeto se enquadra nos incisos I, II e III, ao viabilizar ações voltadas para o estímulo à produção, difusão e preservação de bens culturais (inc. I), à promoção e ao acesso à cultura em todas as suas dimensões (inc. II) e ao desenvolvimento da identidade cultural nacional (inc. III). Assim, a pertinência do apoio estatal, por meio da renúncia fiscal, encontra respaldo no interesse público manifesto na trajetória e impacto comprovado do referido festival. Além de fortalecer a cadeia produtiva das artes cênicas, o FETEAG se destaca por seu caráter formativo, educativo e inclusivo, aspectos que dialogam diretamente com os objetivos expressos no Art. 3º da mesma lei. A realização de oficinas, seminários e ações pedagógicas gratuitas voltadas para estudantes, professores e artistas locais contribui para os objetivos dos incisos I (incentivar a formação cultural), II (estimular a democratização do acesso aos bens de cultura) e IV (valorizar a diversidade étnica e regional). A escolha por uma curadoria fundamentada na "epistemologia do sul" _ conceito elaborado por Boaventura de Sousa Santos _ reafirma o compromisso com a valorização dos saberes periféricos, da pluralidade de vozes e da justiça epistêmica, resgatando narrativas historicamente silenciadas com vista a promover e divulgar princípios de justiça social, equidade e representatividade. A centralidade da cidade de Caruaru-PE como território de realização das ações é mais do que uma escolha geográfica: é um gesto político e estético de descentralização da produção cultural brasileira. Ao ocupar espaços convencionais e alternativos, como teatros, praças, escolas públicas e assentamentos rurais, o projeto rompe com os eixos hegemônicos de circulação da arte e efetiva o que dispõe o inciso V do Art. 3º, promovendo o acesso equitativo à cultura nas diversas regiões do país. Além disso, o projeto gera impactos concretos na economia criativa regional, ao empregar diretamente artistas, técnicos, educadores e fornecedores locais, contribuindo para os objetivos expressos nos incisos VIII e X do Art. 3º: estimular a profissionalização no setor cultural e fomentar o desenvolvimento da cultura como fator econômico e estratégico. A justificativa para o uso da Lei de Incentivo à Cultura, nesse contexto, também se sustenta pelo seu alinhamento com a Agenda 2030 da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O FETEAG atua em convergência com os ODS 4, 5, 8, 10, 11, 12 e 17, promovendo educação de qualidade, equidade de gênero, trabalho decente, redução das desigualdades, sustentabilidade urbana, práticas de produção conscientes e parcerias institucionais. Trata-se, portanto, de um projeto que transcende a lógica do entretenimento para se constituir como uma política cultural estruturante e integradora. Dessa forma, o apoio via Lei de Incentivo à Cultura é não apenas justificável, mas indispensável. O FETEAG, enquanto política pública cultural de continuidade, contribui para a construção de uma sociedade mais plural, justa e crítica, por meio da arte. Sua atuação é coerente com os princípios constitucionais de acesso à cultura (Art. 215 da CF/88), reafirma a função social do teatro e promove um modelo de desenvolvimento cultural enraizado no território, na memória e na diversidade. A mobilização de recursos por meio da Lei 8.313/91 possibilitará a ampliação das ações, o fortalecimento das parcerias e a consolidação do festival como referência nacional em práticas culturais descentralizadas e comprometidas com a transformação social.
Produto PrincipalFestival de Teatro do Agreste Paginação: 15 espetáculos teatrais, distribuídos ao longo de 10 dias.Duração: Cada espetáculo terá duração média entre 50 e 90 minutos.Espaços de apresentação: Teatro, praças e espaços alternativos de Caruaru-PE.Material necessário: Equipamentos de luz e som, estrutura de palco (móvel ou fixa), cadeiras, materiais de sinalização e comunicação visual, apoio técnico e operacional.Curadoria/Projeto Pedagógico: A curadoria baseia-se no conceito de ecologia de saberes (Boaventura de Sousa Santos), priorizando produções do Sul Global que dialoguem com temáticas como colonialismo, desigualdade, resistência e expressões de grupos subalternizados. Os espetáculos servirão como disparadores para reflexão crítica e formação de público, articulando-se com outras ações formativas do festival. Produto Secundário 1Seminário “Teatro, Epistemologias do Sul e Justiça Social” Paginação: 1 mesa-redonda, 3 rodas de conversa e 3 debate final de síntese.Duração: Atividades distribuídas em 3 dia, com carga horária total de 3h.Material necessário: Espaço com cadeiras, mesa de som, microfones, projetor multimídia, tradução em libras, registro audiovisual, blocos, canetas e material gráfico informativo.Projeto Pedagógico: Proposto como espaço de reflexão crítica e articulação de saberes insurgentes. Inspirado na crítica às monoculturas do saber (Boaventura de Sousa Santos), o seminário promoverá o intercâmbio entre artistas, pesquisadores e público, articulando teoria e prática em uma perspectiva horizontal e dialógica. Produto Secundário 2Oficina-montagem “Perspectivas Cênicas do Sul: Performar Territórios, Imaginar Futuros” Paginação: 1 oficina prática de 6 dias consecutivos com culminância em apresentação pública.Duração: 24h totais (4h por dia), com apresentação final de até 30 minutos.Material necessário: Espaço cênico adequado a práticas corporais (sala ampla, ventilada e com piso apropriado), figurinos e objetos cênicos (a definir conforme processo coletivo), sistema de som, iluminação básica, materiais para cenografia alternativa, cadernos e materiais de registro criativo.Projeto Pedagógico: Desenvolvida com base nas epistemologias do Sul (Boaventura) e nas ideias de imaginação cultural e diáspora (Arjun Appadurai), a oficina propõe a criação coletiva a partir de memórias, deslocamentos e vivências territoriais. O processo será conduzido por orientadores com experiência em pedagogias decoloniais e criação colaborativa, resultando em uma ação performática que ressignifique os modos de representar e ocupar a cena.
O projeto FETEAG 2026 - Festival de Teatro do Agreste adota diversas medidas de acessibilidade para garantir a inclusão de todos os públicos, abrangendo tanto a acessibilidade física quanto de conteúdo. Acessibilidade para Pessoas com Mobilidade Reduzida (PMR)- Rampas de Acesso: Serão instaladas rampas em todos os pontos de entrada e áreas de circulação nos locais de apresentação, assegurando a mobilidade de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.- Banheiros Adaptados: Banheiros acessíveis estarão disponíveis, equipados com barras de apoio e espaço adequado para a movimentação de cadeiras de rodas.- Assentos Reservados: Serão reservados assentos específicos para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, garantindo conforto e acessibilidade durante as apresentações. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva (PcD Auditivas)- Intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais): Todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras, com atenção especial às sessões voltadas ao público infantil, facilitando a compreensão e a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual (PcD Intelectuais)- Monitores Treinados: Monitores especializados estarão disponíveis para atender pessoas com deficiência intelectual, incluindo pessoas dentro do espectro autista (TEA).
O FETEAG 2026 - Festival de Teatro do Agreste adota diversas estratégias para garantir a democratização de acesso na distribuição e comercialização dos produtos da proposta. Essas medidas visam assegurar que pessoas de diferentes origens e condições socioeconômicas possam participar e aproveitar as atividades oferecidas pelo projeto. As principais estratégias incluem: Ingressos Gratuitos:Distribuição de ingressos gratuitos para todo o público, com atenção especial para estudantes de escolas da rede pública de ensino do município de Caruaru/PE. Cotas Sociais:Reserva de ingressos gratuitos para grupos específicos, a exemplo de idosos, pessoas com deficiência (PCDs) e moradores de áreas periféricas, promovendo a inclusão de públicos historicamente excluídos dos eventos culturais. Parcerias com Instituições:Colaboração com escolas e outras instituições locais para distribuir ingressos e materiais promocionais, facilitando o acesso de seus membros às atividades e atrações previstas. Material Digital e Acessível:Disponibilização de materiais digitais, como programas de eventos, vídeos e conteúdos educativos, de forma gratuita e acessível através do site e redes sociais do evento, permitindo que pessoas que não possam comparecer fisicamente ainda possam participar e se beneficiar das atividades culturais. Monitoria guiada:Visita guiada nos teatros para os alunos da rede pública de ensino. Tradução:Tradução em Libras em todos as apresentações e demais ações presentes no festival.
Arary Marrocos - Presidente do TEA/AdministradoraPernambucana de Belo Jardim, atriz, produtora, encenadora, educadora, bacharel em Direito e em contabilidade, iniciou suas atividades em teatro no ano de 1952 no Colégio Estadual de Caruaru com a criação do grupo de Teatro Estudantil do Colégio de Caruaru. Participando do Grêmio Estudantil Heroínas de Casa Forte, ainda pelo Colégio de Caruaru. Lecionou no Colégio de Caruaru e Instituto Santo Antônio até 1962, quando passou a atuar como Contadora. Em 1962, participou da fundação do Teatro Experimental de Arte-TEA, entidade voltada para o desenvolvimento das Artes Cênicas entre a juventude de Caruaru, principalmente do ensino Fundamental e Médio, dando-lhes condições de participar do movimento artístico e Cultural, incentivando-lhes através de cursos, oficinas e seminários sobre as Artes Cênicas, sendo desde então, há 57 anos ininterruptos, oficineira do Grupo. No período de 1982 à 1985 foi Diretora da Casa de Cultura Jose Conde, promovendo neste período o 1o Simpósio do Teatro Nordestino, em abril de 1984, com participação dos teatrólogos Luiz Marinho, Isaac Gondim, tendo como conferencista a Professora Jurema Pena da Universidade Federal da Bahia. Ainda nesse período idealizou e realizou o I Encontro de Bacamarteiros da Região e ainda, organizadora do 1o Trem do Forró. Participa ativamente da produção do FETEAG - Festival de Teatro Estudantil do Agreste, do qual participam em média 500 atores e técnicos, oriundos de escolas de cerca de 21 municípios do estado de Pernambuco, levando cultura e arte a um público de cerca de 15 mil pessoas ao ano. É oficineira do Teatro Experimental de Arte – TEA, Ex-Presidente da ASSARTIC – Associação dos Artistas de Caruaru, Ex-Presidente do ROTARY Club Caruaru Norte e membra efetiva da ACACCIL – Academia Caruaruense de Cultura Ciências e Letras, ocupa cadeira cujo patrono é Vitalino Pereira, ocupou ainda os cargos de: Secretaria em 1993, Diretora Cultural de 1998 à 2002 e presidente de Maio de 2002 à Maio de 2004. Distinguida pela Câmara Municipal de Caruaru, com o Título de Cidadã Caruaruense. Como presidente da Rotary Club Caruaru criou no Centro Comunitário Odete Melo de Sousa o Clube das Maes, dando assistência a Sessenta Mães de baixa renda, proporcionando cursos profissionalizantes e promovendo encontros com palestrantes sobre saúde, higiene e prevenção de acidentes domésticos. Fundou um grupo de artes com crianças e adolescentes, desenvolvendo dança, teatro e artes plásticas, recebendo o Grupo, por denominação dos companheiros rotarianos e alunos, a denominação de Grupo Cultural Arary Marrocos. Participou de várias oficinas e cursos de artes cênicas, tendo estreado como atriz no Teatro Experimental de Teatro Experimental de Arte (TEA) em 1962, após curso ministrado pelos professores Isaac Gondim, Estefânia Gondim e Clênio Vanderley. Como atriz e diretora recebeu vários prêmios em festivais à nível estadual e Nacional, com os espetáculos: MORTE E VIDA SEVERINA, FEIRA DE CARUARU, A RAPOSA E AS UVAS, A EPOPÉIA DO BEATO TORQUATO MARIA DE JESUS, AUTO DA COMPADECIDA, A BRUXINHA QUE ERA BOA, O BAILE DO MENINO DEUS e A MENINA QUE PERDEU O GATO ENQUANTO DANÇAVA FREVO NA TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL. Foi professora voluntária no Colégio Nicanor Souto Maior no período de 1995 à 2001, tendo dirigido os seguintes espetáculos: A BRUXINHA QUE ERA BOA, O BAILE DO MENINO DEUS, A MENINA QUE PERDEU O GATO ENQUANTO DANÇAVA FREVO NA TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL, O ECLIPSE, A TRISTEZA DA LA URSA e CANCÃO DE FOGO. Nos anos de 2004 e 2005 foi Assistente de Direção no espetáculo ROMEU e JULIETA e em 2006 foi assistente de direção do espetáculo ANJOS DA NOITE, ambos realizados pelo Teatro Experimental de Arte – TEA Fabio Pascoal - Produtor/CuradorIniciou sua experiência artística no TEA – Teatro Experimental de Arte, grupo fundado por seus pais, Argemiro Pascoal e Arary Marrocos, em 1962, na cidade de Caruaru, sendo assim, tem acompanhado desde cedo o desenvolvimento cultural da Cidade. É coordenador pedagógico do Curso de Iniciação Teatral, realizado anualmente, de março a outubro, e oferecido gratuitamente pelo TEA na sua sede, o Teatro Lício Neves. Em 2005, criou o Núcleo de Pesquisa do TEA cujo objetivo é dar continuidade ao trabalho desenvolvido no Curso de Iniciação Teatral, realizado pelo TEA, buscando aprofundar o estudo dos elementos que compõem a cena, como iluminação, interpretação, dramaturgia e cenografia. O primeiro trabalho do Núcleo foi a montagem do espetáculo A Metamorfose, baseado na obra de Franz Kafka, tendo circulado por diversos festivais, Festival de Teatro de Curitiba/PR, Festival de Teatro do Rio/RJ, FETO/BH, Mostra Capiba/SESC/PE e Mostra de Teatro de Grupos/PB, e realizado uma exitosa temporada no Teatro Joaquim Cardozo, Recife/PE. Em 2005 assumiu a função de Diretor Assistente, no projeto de montagem do espetáculo Romeu e Julieta. Em 2007, atuou como Coordenador Geral no projeto desenvolvido pela Fundaj, de filmagem da história do TEA e o FETEAG - Festival de Teatro do Agreste, que resultou na produção dos documentários respectivos: “Quando as Garagens Virarem Teatros”; e “Lições de um Palco Sem Fim”, documentários que passaram a integrar o projeto DOC na Comunidade da Fundaj, tendo circulado por todo o Brasil. Em 2010, foi produtor do projeto de residência artística da diretora Marianne Consentino, com a realização de uma residência artística no TEA, durante 4 meses, resultando no experimento cênico "Carta ao Pai", que circulou por 5 (cinco) pontos de cultura de Caruaru. Ainda em 2010 participou dos cursos de Gestão e Produção Cultural: Fragmentos Gestão e Cultura Gestão Cultural, ministrado por José Alberto e Paula Gonçalves ministrado na Universidade de Pernambuco – Faculdade de ciências e Tecnologia de Caruaru/2010 e do curso produção teatral “ O Avesso da Cena – Gestão e Produção Cultural", ministrado por Rômulo Avelar e produzido pela TRATO – Assessoria e Produção Cultural – João Pessoa/2010. Em 2011, idealizou e realizou o projeto "O Rei Lear no Meu Quintal", montagem contemporânea do "Rei Lear" de Shakespeare, com circulação por pontos de cultura de Recife e Olinda, Pernambuco. Em 2018, idealizou e realizou o projeto Como um Gaudi Nordestino, atuando como ator e produtor, tendo circulado por comunidades da zona rural de Caruaru e cumprido temporada no Teatro Rui Limeira Rosal. Desde 1981 tem se dedicado ao trabalho de produção cultural, promovendo cursos, palestras, oficinas e o festival FETEAG - Festival de Teatro do Agreste, que idealizou e assina como produtor/programador. O FETEAG foi criado com o objetivo de promover a fruição da produção estudantil de Pernambuco, estimulando o estudo e a prática do teatro no âmbito escolar e já recebeu mais de 200 espetáculos. É curador da Mostra Profissional do FETEAG, criada em 2004 com o objetivo de contribuir com a profissionalização da cena local, tendo recebido em sua grade importantes grupos e artistas, nacionais e internacionais, sendo considerado um dos mais importantes festivais de teatro do Brasil. Em 2022 participou como curador convidado da Plataforma Brasil - MITbr, dentro da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, e da PLATEA23 - Plataforma de Programadores do Festival Santiago a Mil,no Chile. Fabio Pascoal faz parte do rol dos programadores internacionais de dança da plataforma digital Mercadança e é o idealizador e executor do projeto de requalificação do Teatro Lício Neves, sede do TEA, que propõe transforma-lo em um espaço multifuncional, moderno, com área cênica em plano único e arquibancada móvel, atendendo as demandas da produção contemporânea em artes cênicas. Marianne Consentino - CuradoraProfessora adjunta do Departamento de Artes, da Universidade Federal de Pernambuco, desde 2014. Ao longo desse período, além das disciplinas ministradas, coordenou diversos projetos de extensão, entre os quais, "Isadora, um espetáculo de plagiocombinação" (2017/2018); "A conferência dos pássaros" (2017/2018); "Fluxos do riso: a palhaçaria e a bufonaria como caminhos possíveis para o artista-docente" (2020); "Parceria entre o Festival de Teatro do Agreste (FETEAG) e a UFPE" (edições 2019; 2021; 2022). Desde 2023 coordena o projeto de pesquisa "Palhaçada na sala de aula: investigações sobre a aplicabilidade da técnica da palhaçaria na Pedagogia do Teatro"; e desde 2018 atua corno coordenadora do Curso de Teatro - Licenciatura. Licenciada em Educação Artística / habilitação Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina, mestre em Artes pela Universidade de São Paulo e doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Sua pesquisa está centrada nos processos de formação e de treinamento do ator, com ênfase na utilização da técnica do palhaço corno recurso para essa aprendizagem. Participou de oficinas de palhaçaria ministradas por Sue Morrison, Ricardo Puccetti, Leris Colombaioni, entre outros, e ministrou oficinas de formação de ator e de iniciação à palhaçaria em Santa Catarina, São Paulo e Pernambuco. Entre outros cursos complementares de formação, participou do 'Curso de Introdução ao Método de Ator" (Cepetezinho) coordenado por Antunes Filho (CPT/SESC/SP/2004-2005) e do "Laboratório Dramático do Ator", criado e ministrado por Antonio Januzelli (ECA/USP/2005). Durante o Curso de Mestrado foi bolsista da FAPESP e uma das pesquisadoras integrantes do CEPECA (Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator), coordenado pelo Prof. Dr. Armando Sérgio da Silva (ECA/USP). Sua pesquisa de mestrado resultou em uma premiada encenação de "As três irmãs", de Anton Tchékhov, apresentada em festivais nacionais e em Portugal. No Curso de Doutorado foi bolsista da CAPES e desenvolveu a montagem "O Rei Lear no meu quintal", adaptação da obra "O Rei Lear", de William Shakespeare (Recife/2013). Sua tese, intitulada "O Rei Lear no meu quintal. Da sala de ensaio à cena: formação, percurso e método no trajeto poético de uma encenadora" recebeu Menção Honrosa do Prêmio CAPES de Tese 2015. Uma das fundadoras da Troço Cio. de Teatro (Florianópolis/2001), participou como atriz, dramaturga e diretora em diversos espetáculos do grupo. Com a Traço Cia. de Teatro realizou sua primeira experiência como encenadora, a montagem "Fulaninha e Dona Coisa", de Noemi Marinho, premiada nas categorias "Atriz de Rua" (Débora de Matos) e "Prêmio Especial do Júri: Interação da Sonoplastia na Ação Dramática" (Neno Miranda), no X Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo (Florianópolis/2002). Desde 2011 reside no Recife, onde atuou como professora no Curso de Interpretação para Teatro (CIT), promovido pelo SESC, nas Unidades Santo Amaro e Piedade. Em 2018 dirigiu a montagem final do CIT Santo Amaro, intitulada "Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes". Entre outras atividades, atuou como curadora, ao lado de Fábio Pascoal, da Mostra Nacional do FETEAG - Festival de Teatro do Agreste (Caruaru/PE) nos anos 2010, 2014, 2017, 2018, 2019, 2021 e 2022. Desenvolveu o projeto "A subjetividade do ator: individualidade e coletividade", no Ponto de Cultura TEA - Teatro Experimental de Arte (Caruaru/PE/2011), por meio do Prêmio Interações Estéticas — Residências Artísticas em Pontos de Cultura, do Ministério da Cultura, resultando na montagem do experimento cênico "Carta ao Pai", inspirado na obra homônima de Franz Kafka. Com a Cia. Fiandeiros de Teatro, dirigiu a performance "Caliban: um olhar sobre a Tempestade", inspirado na obra "A Tempestade", de William Shakespeare (Recife/2015). Endereço para acessar currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/0865770431210673 Márcio Bastos - Assessor de Imprensa Jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde atualmente cursa o Mestrado em Comunicação. Estagiou no caderno de Cultura da Folha de Pernambuco, entre 2011 e 2013. Foi repórter do site Roberta Jungmann entre 2013 e 2015, ano em que assumiu o cargo de editor-assistente do veículo e da coluna impressa Persona, publicada diariamente na Folha de Pernambuco, onde ficou até 2016. Atuou como repórter do caderno de Cultura do Jornal do Commercio entre 2016 e 2021, produzindo para o jornal impresso e para o online. No veículo, foi responsável pela coluna Terceiro Ato, voltado para as artes cênicas, que também virou um blog. Já contribuiu com matérias para a Revista Continente, Revista Trema!, Revista Noize, os jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, Suplemento Pernambuco e os sites Revista O Grito e MonkeyBuzz. Como assessor de imprensa, foi responsável pela comunicação do Festival de Teatro do Agreste (FETEAG), em 2022, da mostra "Na Cidade da Ressaca", de Jonathas de Andrade, no MAMAM, em 2023; da Cia Devir (2022 e 2023), do MOV - Festival de Cinema Universitário de Pernambuco (2018, 2019, 2023), entre outros. Também integrou a equipe de Assessoria de Imprensa do Paço do Frevo (2022). Atualmente, é analista de Comunicação na CAIXA Cultural Recife. Daniel Gomes - Diretor de Produção Graduando em História pela (UNICAP) e formado pelo Curso de Interpretação Teatral – CIT SESC Piedade. Iniciou sua carreira em 2006 na cidade do Recife – PE. Participou de cursos, oficinas e workshops na área de atuação, expressão corporal e encenação. Dentre seus principais trabalhos estão a dramaturgia e encenação do musical A Arca de Noé (2015), baseado na obra de Vinícius de Morais (Projeto do Instituto de Música Dom da Paz); A Incrível Confeitaria do Sr. Pellica, que lhe rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no 13o Festival de Teatro de Limoeiro (2013), Homenagem ao Malandro (2016 – participante da 3a Mostra de Artes Aldeia Yapoatan, do 22o Janeiro de Grandes Espetáculos e da 1a Mostra SESC de Teatro e Circo), na peça Curral Grande (2016), A Gaivota, dentre outros. No âmbito da produção atuou como coordenador de produção da 3a MITpb – Mostra internacional de Teatro da Paraíba. Atualmente é membro da produtora de teatro Noz Produz a qual realizou a produção executiva da turnê da peça Pasu – Caminho das Dúvida, contemplada pelo edital cultural do Banco do Nordeste; da websérie (In)cômodos e do monólogo Loré, ambas contempladas pela Lei Aldir Blanc. Atualmente é Diretor de Produção do FETEAG.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.