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PRONAC 251724Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Esse Monte de Mulher Palhaça - 10a edicão Festival Internacional de Comicidade Feminina

AS MARIAS DA GRACA ASSOCIACAO DE MULHERES PALHACAS
Solicitado
R$ 996,4 mil
Aprovado
R$ 996,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-05-01
Término

Resumo

Esse Monte de Mulher Palhaça - 10a edição Festival Internacional de Comicidade Femininaa promove o encontro, troca e intercâmbio de palhaças e cômicas nacionais e internacionais com apresentações de espetáculos, performances, realização de oficinas, debates e encontros.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

A 10o edição do Festival Esse Monte de Mulher Palhaça tem como objetivo geral revisitar a trajetória do Festival na comemoração de seus 20 anos de existência e criar espaços de encontro, intercâmbio, formação, debates e reflexão sobre a comicidade e a palhaçaria feminina, dando visibilidade ao trabalho de mulheres palhaças, realizando atividades de formação para o aprimoramento técnico e a sustentabilidade artística das participantes. São objetivos específicos: - Produzir e divulgar o X Esse Monte de Mulher Palhaça - Festival Internacional de Comicidade Feminina; - Inserir de forma explícita as questões de clima e meio-ambiente como elemento transversal das atividades e dos debates propostos; - Debater e incentivar a apropriação do espaço público (rua) como alternativa de atuação e geração de renda para mulheres palhaças; - Dar visibilidade ao trabalho de mulheres palhaças a partir da apresentação de espetáculos e cabarés de cenas curtas; - Ampliar o espaço da diversidade no âmbito da palhaçaria feminina contemplando e dando visibilidade a mulheres palhaças gordas, negras e LGBTQ+; - Disponibilizar atividades de formação por meio da oferta de oficinas facilitadas por palhaças brasileiras e estrangeiras; - Debater e dar visibilidade a iniciativas e estratégias inovadoras na formação de mulheres palhaças; - Refletir sobre a equidade de gênero em festivais de palhaçaria e estratégias para promover a participação equitativa de mulheres e homens na programação; - Fortalecer a rede brasileira de curadoras de festivais e encontros de mulheres palhaças; - Contribuir com a formação de público e a divulgação da palhaçaria feminina.

Justificativa

A importância dos Festivais de Palhaçaria Feminina A presença da mulher na palhaçaria é um fenômeno recente, que tem início nos anos 80/90 do Século XX. Até essa data era rara a presença de mulheres no universo da palhaçaria. Por condicionantes culturais e sociais, a incidência de mulheres em papéis cômicos no universo circense, quando observada até então, tem ou natureza secundária, quando estas integram o enredo, ou as mulheres se apresentam travestidas de homens, com identidade masculina, e o gênero da artista por trás do palhaço é mantido em sigilo para o público. Na tentativa de desvendar as estruturas de construção social que impediram - e ainda dificultam - a atuação das mulheres no universo da comicidade, e especialmente como palhaças, encontramos fatores históricos e explicações na literatura mitológica (Hyde, 2017) sociológica (Remy, 2002; Junqueira, 2012; e Santos, 2014) e nos estudos feministas (Cezard, 2009) que abordam a identificação do arquétipo do palhaço como masculino, a influência determinante da sociedade patriarcal e o preconceito vigentes que qualificam o cômico, por exemplo, como impuro, vulgar, libertino, características que não correspondem nem à imagem nem ao lugar histórico e idealmente construído para a mulher na sociedade. A entrada da mulher na palhaçaria acontece a partir do surgimento das primeiras escolas de circo abertas ao público _ que representam a possibilidade de acessar técnicas e conhecimentos mesmo sem tradição familiar circense - e com a proliferação de cursos e oficinas direcionados exclusivamente à formação de palhaços. Esse movimento, torna acessível às mulheres este ofício e abre caminho para novas leituras, questionamentos e construções dramatúrgicas a partir de questões femininas. Em um cenário de profunda mutação, de mudança no papel social exercido pelas mulheres, a dramaturgia elaborada e proposta por palhaças desponta e as coloca como protagonistas, não mais como assistentes de palco. As palhaças deixam para trás a atitude passiva e se apropriam do enredo e dos questionamentos que querem propor assumindo o ridículo pessoal que as acompanha. A trajetória das mulheres na palhaçaria é marcada pela superação de obstáculos e resistência. Se agora já conseguem ser reconhecidas no direito de atuarem, de se vestirem como palhaças mulheres, de proporem dramaturgia que retrata suas questões (embora as críticas diretas e indiretas persistam) os espaços para apresentação dos espetáculos femininos e para a discussão das temáticas e desafios que enfrentam neste ofício _ nos âmbitos político, social, econômico e artístico _ seguem restritos. Na procura por pautas os espetáculos muitas vezes são inadequadamente indicados para crianças e nos festivais tradicionais de palhaços o espaço dedicado às mulheres é pequeno, muitas vezes inexistente, frequentemente ainda limitado àquelas que atuam em parceria com um homem. É nesse contexto que a realização de festivais exclusivos de palhaçaria feminina tem um papel relevante e se justificam. São espaços de encontro, debate, disseminação e troca de experiências e pesquisas artísticas realizadas por mulheres no âmbito da linguagem da palhaçaria. A relevância do Festival Esse Monte de Mulher Palhaça A primeira edição do Esse Monte de Mulher Palhaça aconteceu em 2005 e teve como objetivo transpor a então ausência de fóruns sobre comicidade feminina no Brasil, reunir e aproximar mulheres que se dedicavam à palhaçaria no Rio de Janeiro, e no Brasil e, criar um espaço de visibilidade para as mulheres palhaças e o trabalho por elas desenvolvido. Desde então, o Festival é um marco no desenvolvimento da palhaçaria feminina na cidade e no País e segue como propositor de abordagens e temáticas inéditas no cenário das mulheres palhaças, sendo palco, também, de embrião de novos projetos que fortalecem a discussão e o empoderamento das mulheres palhaças. A presente proposta enquadra-se no Inciso I do art. 1o da Lei 8.313/91 ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais ao se propor a promover amplo festival de artes cênicas, com variados espetáculos, ampliando o acesso tanto do público como dos criadores a diversas oportunidades de fruição e realização cultural. O presente projeto atende aos seguintes incisos do referido Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O presente projeto também atende aos seguintes incisos e letras do Art. 3º: I I - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A presente proposta necessita do financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura para viabilizar-se e permitir que possam ser praticados valores de bilheteria que assegurem amplo acesso público e popular, bem como a ampliação dos direitos e do acesso à cultura.

Estratégia de execução

- Não há propostas de edição de livro, revistas e periódicos - A rubrica do orçamento referente ao proponente é Diretor Geral

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DO PROJETO PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de realização dos espetáculos é plenamente acessível, contando com rampa ou elevador e sinalização, sendo identificados os assentos e lugares de cadeirantes, idosos, gestantes e deficientes físicos. RUBRICA Sinalização ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os espetáculos do Festival contarão com serviço de audiodescrição. RUBRICA Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As falas nos espetáculos e atividades de abertura do Festival contarão com serviço de tradução em libras. RUBRICA Legendagem e Intérpretes de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Os conteúdos do Festival veiculados no site e no canal do YouTube contarão com legendagem, bem como os espetáculos em língua estrangeiras contarão com legenda de palco. RUBRICA Legendagem MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DO PROJETO - PRODUTO PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de realização dos debates e palestras será plenamente acessível, contando com rampa ou elevador e sinalização, sendo identificados os assentos e lugares de cadeirantes, idosos, gestantes e deficientes físicos. RUBRICA Sinalização ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As palestras contarão com serviço de audiodescrição na abertura e apresentação dos representantes das mesas de conversa. RUBRICA Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As palestras contarão com serviço de tradução com interprete de libras durante as mesas de conversa. RUBRICA Legendagem e Intérpretes de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Os conteúdos das palestras serão veiculados no canal do YouTube contarão com legendagem, bem como os espetáculos em língua estrangeiras contarão com legenda de palco. RUBRICA Legendagem MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DO PROJETO - PRODUTO EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Este projeto garante o acesso de pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida, sendo realizado apenas em locais que garantam este acesso. O material de divulgação será produzido permitindo a maior acessibilidade possível com áudio, legendas e tradução em libras. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS: Para permitir o acesso do conteúdo para pessoas com deficiência visual incluiremos ferramenta de audiodescrição através de aplicativo para celular (QR code com audiodescrição na exposição) Item na planilha orçamentária: Aplicativo para Celular ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS: - Disponibilizar a visita guiada com tradução em libras e legendas descritivas - para atender comunidade surda Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Para aumentar a visibilidade de PCDI (pessoas com deficiência intelectual) o projeto abrirá vaga de emprego assistido através da contratação de PCDI, para atendimento aos expectadores que apresentem espectros, síndromes ou doenças que geram limitação de conteúdo. Item na planilha orçamentária: Assistentes e Consultoria

Democratização do acesso

O grupo optou por uma atuação popular e estar presente em diversos pontos da cidade. Os espetáculos na rua e nas comunidades serão sempre gratuitos e nos teatros a preços populares. Além disso, serão fechados com escolas públicas e projetos sociais, a reserva de lugares em apresentações e oficinas durante o festival. As Marias da Graça acreditam que esta iniciativa ajuda para que todos tenham ter acesso à cultura. Para os eventos em que os teatros com bilheteria a preços populares faremos 4 ensaios abertos gratuitas para público de instituições e/ou alunos e professores de escolas públicas.

Ficha técnica

Idealização: As Marias da Graça (Geni Viegas, Karla Concá, Samantha Anciães e Vera Ribeiro) O grupo foi criado em 1991, a partir de uma oficina de clown. Em sua formação inicial havia sete palhaças. Da formação original ficaram Geni Viegas, Karla Concá e Vera Ribeiro. São mulheres que trabalham o riso e escolheram a arte da/o palhaça/o para expressar o cotidiano feminino. Interferem assim, na visão tradicional deste universo artístico. Em 2003, Samantha Anciães integrou-se ao grupo. Foi nesse ano que o grupo se institucionalizou e fundou As Marias da Graça Associação de Mulheres Palhaças que tem como missão valorizar a arte da mulher palhaça dentro da visão do feminino. A partir dessa data tomamos consciência da nossa missão e definimos nosso foco de atuação, gerando uma série de atividades. Samantha Anciães - Atriz, Palhaça, Coordenadora de Produção. Atua também como produtora executiva, logística, recepção,entre outros, na área de eventos. Karla Concá é palhaça, atriz, diretora, dramaturga, e fundou o grupo “Maria das Graças”, só de mulheres palhaças. Direção artística: Karla Concá Curadoria: Karla Concá, Samantha Anciães e Ana Borges Direção de Produção: Karla Concá e Samantha Anciães Produção executiva e logística de hospedagem e viagem: Fernanda Klein e Samantha Anciães Assistente de Produção: Mayara Voltolini Apoio à produção: Ana Borges Relações Internacionais: Ana Borges e Samantha Anciães Direção de cena/contraregra: Marcelo Mattos e Andrea Castilhos Iluminação: a confirmar Operadora de Som: Lyria Gimenez Arte e logotipo: a confirmar Site: D2A Marketing Digital Design Gráfico: Ana Oliveira Assessoria de Imprensa: Fernanda Lacombe Mídias Sociais/comunicação : Carol Spork Fotógrafa: Paula Cristina Video Maker: Paula Cristina Tradutora Libras: Diana Dantas Administração: Samantha Anciães

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro