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O projeto "Elementar, Meu Caro Cientista", levará para escolas públicas, municipais e estaduais da cidade de São Bernardo do Campo - SP, um envolvente, dinâmico e interativo espetáculo teatral itinerante e com linguagem descontraida envolvendo experimentos de ciências contagiantes. O roteiro inclui ações lúdicas no palco, instigando os expectadores a explorar as diversas possibilidades da Arte atrelada a Divulgação Científica.
A apresentação é realizada por 2 Atores devidamente ensaiados pelos profissionais do grupo Ciência em Show, que utilizam experimentos de ciências interativos e práticos para animar o público. O roteiro é composto por 5 experiências, que podem ser realizadas em quadras, salas ou auditórios das escolas. As apresentações teatrais propiciam o desenvolvimento de habilidades e competências essenciais nos campos das ciências e eduentretenimento.
- Realizar apresentações de um espetáculo de artes cênicas em 40 escolas públicas (municipais e estaduais) na cidade de São Bernardo do Campo(40 dias x 4 apresentações por dia, totalizando 160 apresentações).
- O projeto irá atingir aproximadamente 18.000 crianças com as apresentações nas escolas públicas (112 por apresentação) Leis e Diretrizes no Brasil que embasam a divulgação científica como projeto artístico e cultural: 1. Constituição Federal (1988) _ Artigo 215 e 216 O art. 215 determina que "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional", o que inclui manifestações artísticas que envolvem ciência e tecnologia. O art. 216 define cultura de forma ampla, abrangendo "as criações científicas" como parte do patrimônio cultural brasileiro. 2. Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) A Lei de Incentivo à Cultura permite o financiamento de projetos que envolvem ciência e arte, reconhecendo a interseção entre esses campos. O Ciência em Show se enquadra nessa lei por sua abordagem performática e educativa. 3. Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) Capítulo I - Art. 1º - Paragrafo VI - estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional. O artigo 26 da LDB enfatiza a importância de abordagens interdisciplinares, o que legitima o uso da arte para ensinar ciência. 4. Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010) Essa lei prevê o apoio a manifestações culturais diversas, incluindo ações de popularização da ciência, o que reforça a ideia do Ciência em Show como um projeto artístico e cultural. Com essas bases legais, é justificado que a ciência, quando apresentada de forma performática e criativa, deve ser considerada uma manifestação artística e cultural
O espetáculo "Elementar, Meu Caro Cientista" Tem duração de 45 minutos e contará com cenario próprio, sonorização e luzes.
Produto Artes Cênicas Acessibilidade Física: Os espetáculos serão realizados preferencialmente em escolas públicas, que já contam com estrutura de acessibilidade para os alunos, como rampas de acesso para deficientes físicos e/ou mobilidade reduzida e banheiros adaptados. Não há previsão orçamentária para este item uma vez que a ideia é utilizar espaços acessíveis já existentes. Disponibilizaremos também cadeiras caso o projeto tenha presença de idosos. Acessibilidade de Conteúdo: Para deficientes visuais: Via de regra, os deficientes visuais das escolas públicas já contam com o apoio do professor de classe nos eventos da escola para que os alunos tenham pleno entendimento e participação nos eventos. No caso das apresentações a serem realizadas em locais que contam com a infraestrutura necessária para a Audiodescrição, com cabine montada, fones e profissional que faz a Audiodescrição, faremos a Audiodescrição. (obs: via de regra, nestas escolas e instituições que já contam com infraestrutura, elas já tem seus próprios profissionais contratados para a Audiodescrição, sendo que o valor orçado serve como contingência caso seja necessária a contratação de mais profissionais). No caso dos locais que não possuem esta infraestrutura, iremos fazer a Autodescrição, a descrição de imagens e a diversificação dos estímulos sonoros. Cada Artista irá se apresentar de viva voz para que o deficiente visual “grave e memorize” a sua voz. Os Artistas farão uma narrativa do palco, cenário e figurino, sendo que poderá ser feita visita sensorial para melhor compreensão, para que o deficiente visual tenha a noção exata do espaço de palco onde se desenrolará a peça. Neste momento, antes da apresentação, os próprios Atores falam da apresentação em si, do conceito do projeto, e de como será a dinâmica em palco. Para deficientes auditivos: o espetáculo contará com intérprete de libras sempre que as escolas informarem a necessidade no agendamento prévio. O custo está previsto no orçamento como intérprete de libras (obs: via de regra as escolas e instituições já tem seus próprios intérpretes que acompanham os alunos sendo que os valores orçados servem como contingência caso seja necessária a contratação de mais profissionais). Acessibilidade para pessoas com Espectros ou Síndromes: por ter uma linguagem simples, infantil e de fácil entendimento, o espetáculo é lúdico e acessível para este público. Na fase de agendamento nas escolas solicitaremos autorização para participação das APAEs locais. Não há previsão orçamentária para este item uma vez que ao convidar as APAEs, o público comparece ao local sempre acompanhado dos próprios professores e profissionais da APAE, que acompanham a peça com os alunos, servindo como monitores.
O projeto tem caráter social, buscando beneficiar prioritariamente as crianças estudantes das escolas públicas dos municípios em situação de vulnerabilidade social Desta forma, não será cobrado ingressos, o projeto será 100% gratuito.
Atividades do proponente: a proponente poderá exercer estas atividades no projeto: Coordenação geral e Produtora Executiva, sendo respeitando o limite de 20% de remuneração, conforme estabelecido no Artigo 14 da IN 11/2024. Ana Teresa Ralston (Proponente), licenciada em Pedagogia e Administração Escolar pela Universidade Mackenzie (1992); pós graduada em Politicas Publicas pela GV / Microsoft (2007); extensão em Gestão em Inovação GV / Dom Cabral (2011) Inovação em extensão Babson (2012). Desde 2002 atua na área de educação como educadora em escolas particulares como Colégio Dante Aliguieri (1990-1999) - Diretora de Tecnologia de Educação Grupo KlickNet (1999-2003) - Gerente de Educação Microsoft (2003-2009) - Diretora de Tecnologia de Educação Abril Educação (2009-2014) - VP UniItalo (2014-2015) - Ciência em Show (2016-hoje). Atividades no projeto: Produtora Executiva. Paulo Borges Viríssimo dos Santos , estudou Licenciatura em Ciências da Natureza pela Escola de Artes, ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo – EACH-USP (2011), onde participou de diversos projetos de Divulgação Científica, como a Banca da Ciência, especializando-se no desenvolvimento de recursos didáticos, com materiais de baixo custos, para o ensino de ciências. Trabalhou como professor de Educação Ambiental no Instituto Eurofarma (2020). Atualmente cursando Pedagogia pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo UNIVESP. Atividades no projeto: Coordenador de Projetos. Daniel Ângelo dos Santos, licenciado em Física (2004), pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo; concluiu o curso de Técnico de Manutenção no SENAI (1995) e o Ensino Médio como Técnico em Eletrônica (1997). Atuou na Universidade de São Paulo, no Instituto de Física, no aprimoramento do acervo de materiais experimentais (Projeto Promat - 2004 a 2006); no Projeto Atividades Experimentais em Física, promovendo a divulgação do conhecimento científico a alunos de ensino médio e no “Show de Física”, projeto de divulgação científica, que mescla arte e ciência, dirigido a alunos de escolas públicas e privadas. Desde 2006 atua em programas televisionados destinados à divulgação científica (“Canal Pincelada” – Youtube; “Ciência em Show” – SBT; “Ciência em Casa” – National Geographic Channel). Entre as publicações, destaca: “Almanaque Ciência em Show” – Editora Master Books (2014). Atividades no projeto: Diretor de conteúdo. Gerson dos Santos Julião, Mestre em Física pela Universidade de São Paulo (2004) onde, também, cursou Licenciatura em Física (2000), pelo Instituto de Física (2000) e atuou como monitor, ministrando as disciplinas: “Produção de Material Didático” (2003) e “Introdução às Medidas em Física” (2002). Ainda na Universidade de São Paulo, no Instituto de Física, colaborou no aprimoramento do acervo de materiais experimentais (Projeto Promat - 2001) e atuou, como professor no projeto de divulgação científica “Show de Física” (1994-2003). Desde 2001, presta consultoria e apresenta o projeto “Ciência em Show”, com temas científicos, em programas de televisão. Participa, também, de eventos como “Feira do Saber” e Programas de Atualização. Atividades no projeto: Diretor Executivo.
PROJETO ARQUIVADO.