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Exposição de arte contendo 12 quadros que narram, em conjunto a partir de uma linhado tempo, a história de vida do artista pelo ponto de vista da surdez, jogando luz a temas importantes e urgentes à toda comunidade surda. Cada quadro abordará os seguintes temas: dificuldade na alfabetização; solidão na infância e bullying; raiva; angústia; vida adulta e inocência; despreparo para o mercado de trabalho; amor e surdez; solidão do surdo na comunidade LGBTQIAP+ ouvir pela primeira vez; capacitismo; vulnerabilidade da comunidade surda nas redes sociais; futuro, os novos horizontes
Exposição ‘dExistir’ – exposição de 12 quadros produzidos pelo artista Adriano Nardim que tem como objetivo contar sua história de vida tendo como fio condutor a sua surdez. As obras serão produzidas dentro de uma lógica de ordem cronológica, criando uma narrativa e chamando a atenção para temas que extrapolam as experiências pessoais do artista. Cada obra marcará um momento marcante na vida do artista, abordando experiências como a vida escolar isolada, solidão na adolescência, raiva, a frustação por não ser compreendido e por não compreender, inocência na fase adulta e suas consequências e a experiência de ouvir pela primeira vez (o artista recentemente recebeu implantes cocleares fornecidos pelo SUS – Sistema Único de Saúde e está em processo de aprendizagem de escuta e fala com acompanhamento de fonoaudióloga também pelo SUS). As obras serão abstratas e produzidas em tela de tamanhos diversos utilizando técnicas variadas com tinta acrílica e a óleo. Quando: de acordo com definição do Banco do Brasil Duração: LIVRE – limitado ao funcionamento geral do espaço. Classificação indicativa: LIVRE Evento Gratuito
Promover, através da arte e da comunicação, a conscientização sobre asdiversas barreiras vividas pelas pessoas surdas e buscar sensibilizar a sociedade, o poderpúblico e a imprensa, para uma discussão ampla sobre as necessidades da Comunidade Surdano Brasil. Objetivos Específicos Viabilizar a comunicação através da pintura; Sensibilizar o público-alvo para a causa surda através da arte; Normalizar a surdez no cotidiano das pessoas; Promover a reflexão sobre as barreiras enfrentadas pela população surda nos diversosaspectos da vida, como: família, amizades, vida acadêmica e mercado de trabalho; Promover a normalização da surdez no ambiente escolar; Prevenção ao Bullying no ambiente escolar; Promover acesso à cultura ao surdo, na qualidade de produtor; Atuar como plataforma que possibilite a multiplicação do conhecimento.
A trajetória das pessoas surdas na história é marcada por muitos estigmas que, em algum nível, reflete nos dias atuais. De acordo com PEIXOTO, Janaína Aguiar, no seu trabalho de pesquisa pela Universidade Federal da Paraíba, intitulado, ‘O Conceito de Sagrado em Surdos Congênitos: Um Estudo na Língua Brasileira de Sinais’, a história da comunidade surda é marcada por exclusão e até mesmo perseguição. A pesquisa revela que o filósofo grego Aristóteles ensinava que as pessoas surdas não possuíam linguagem e que, por este fato, não eram capazes de raciocinar. Mais adiante, na Idade Média, descobrimos que os surdos eram impedidos de casar-se entre si, e mais, eles não podiam receber herança e não podiam votar. Esse breve contexto histórico já consegue dar o tom de como foi a trajetória da comunidade surda. Ainda que nos dias atuais muito se tenha avançado, ainda é presente a dificuldade de acesso das pessoas surdas aos diversos direitos, serviços e ferramentas disponíveis na sociedade. De acordo com levantamento do IBGE, em torno de 5% da população brasileira é surda, onde destes, 2,7 milhões são surdos profundos. São poucos os dados mais detalhados e atualizados sobre a população surda no Basil, mas a matéria publicada em 2021 pela ALESP _ Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, revelou que pesquisa feita em 2019 apontou dados preocupantes: Somente 7% da população surda possui ensino superior completo; Somente 15% da população surda frequentou até o ensino médio; 46% pararam os estudos no ensino fundamental; 32% da população surda não possui nenhum grau de instrução. Nesse sentido, a Exposição dExistir se mostra necessária como uma ferramenta para auxiliar a reduzir as desigualdades entre a comunidade surda e os demais extratos da sociedade. Compreendemos que, para além da importância da elaboração de políticas públicas voltadas ao enfrentamento das desigualdades, outros segmentos da sociedade devem atuar em conjunto como auxiliares na construção de uma sociedade mais justa. Aqui, a arte assume esse papel auxiliar com a Exposição dExistir. Em fevereiro de 2025 o Ministério da Educação (MEC) divulgou a edição de 2025 do programa Rede Nacional de Formação Continuada de Professores (Renafor). Ele é destinado à formaçãode professores e outros profissionais em educação bilíngue de surdos em todo o território nacional e desenvolvido em regime de colaboração entre a Secadi e as instituições federais de ensino superior. O lançamento do programa serve como importante termômetro sobre o quão atual a discussão está na sociedade brasileira. Destacamos que uma recente Lei, a 14.191/2021, tratou especificamente da educação bilíngue para surdos, alterando a Lei de Diretrizes e Bases de Educação Nacional. Vale destacar que a Lei compreende a LIBRAS não só como uma língua,mas como a primeira Língua das pessoas surdas, conferindo um reconhecimento significativo para o planejamento de futuras políticas públicas. Dentre os diversos dispositivos desta recente Lei, nos chama atenção uma alteração feita na redação da Lei 9.394, que passou a vigorar como seguinte texto: "Art. 78-A. Os sistemas de ensino, em regime de colaboração, desenvolverão programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilíngue e intercultural aos estudantes surdos, surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com outras deficiências associadas, com os seguintes objetivos: I - proporcionar aos surdos a recuperação de suas memórias históricas, a reafirmação de suas identidades e especificidades e a valorização de sua língua e cultura;" Ainda que não estejamos tratando aqui de um projeto de ensino, a exposição promove, dentre outros benefícios, o objetivo contido no inciso I do artigo 78-A da referida Lei, mostrando mais uma vez a sua relação direta com a contemporaneidade. Outro importante salto recente na sociedade foi a publicação da Lei 14.399/2022, a Lei AldirBlanc, regulamentada pelo Decreto 11.740/2023, e traz ações afirmativas que promovem: "III - os mecanismos de estímulo à participação e ao protagonismo de agentes culturais e equipes compostasde forma representativa por mulheres, pessoas negras, pessoas e povos indígenas, povos e comunidades tradicionais, camponeses, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, pessoas idosas, pessoas em situação de rua e outros grupos minorizados socialmente;" Ainda no mesmo ano, em dezembro de 2023 o Ministério da Cultura avançou ainda mais no sentido de promover a democratização da cultura aos artistas deficientes e publicou a Instrução Normativa de Número 10, de 28 de dezembro de 2023. Nela, são detalhados todos os mecanismos e regras a serem observados no sentido de garantir o protagonismo de agentes culturais deficientes e de outros grupos minoritários. A política confirma assim, a necessidade de mais acesso, conhecimento e conscientização a toda a sociedade quando tratamos dos grupos minoritários. São, na verdade, duas necessidades sociais urgentes: promover conhecimento e conscientização sobre as necessidades e direitos das minorias e promover o protagonismo das pessoas pertencentes a estes grupos. A proposta da Exposição ‘dExistir’ atende às duas necessidades. Vejamos a seguir, os benefícios sociais promovidos pelo projeto, a partir dos objetivos diretos contidos na proposta: Viabilizar a comunicação através da pintura _ a abordagem artística possibilita o rompimento da barreira entre as línguas português e LIBRAS que, ainda que possam ser traduzidas, possuem códigos e culturas próprias. A arte, no entanto, é uma expressão universal, sentida e vivenciada por todos. A abordagem possibilita o "nivelamento" de todosos grupos; Normalizar a surdez no cotidiano _ a normalização da surdez no cotidiano dos demais grupos da sociedade possibilita ao surdo maior participação social e mobilidade entre os diversos segmentos. Facilita o acesso à educação, ao mercado de trabalho e a construção de uma vida social mais ampla e diversa; Promover a normalização da surdez no ambiente escolar _ a normalização da surdez com foco no ambiente escolar promove a redução da evasão escolar e a melhoria da qualidadedo ensino a partir da construção de um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo; Prevenção ao Bullying no ambiente escolar _ a ação auxilia na promoção de ambiente escolar seguro às crianças surdas e reduz a evasão escolar; Promover acesso à cultura ao surdo, na qualidade de produtor _ garante ao surdo o direto a um trabalho de sua livre escolha conforme previsto na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência e garante também o direito do surdo de produzir cultura, promovendo mais acesso e democratização da cultura.
O Planejamento desta proposta eprevê que, após a aprovação do Ministério da Cultura, seja ela submetida ao Edital CCBB 2026/27 para a ocupação dos espaços culturais do Banco. Dentro desta linha temporal, o artista já está em fase de idealização das obras dentro dos 12 temas apresentados na Identificação da Proposta. Sendo assim, quando a proposta for submetida ao Banco do Brasil, a proposta já terá uma prévia conceitual das obras que serão produzidas, contendo esboços detalhados. A produção das obras se dará após a aprovação e liberação do investimento, uma vez que o artista depende exclusivamente do incentivo financeiro. No entanto, compreendendo a importância da Equipe do Ministério ter acesso às obras do artista para poder avaliar a capacidade técnida dele, disponibilizamos em anexo o Portfólio do artista e o Catálogo de Obras atualizado, contendo todas as obras disponíveis em seu acervo. Considerando que o prazo de análise das propostas inseridas no SALIC é de 30 dias, podemos afirmar que, quando esta proposta estiver am análise, o artista já terá alguns asboços e prévias de suas obras. Por este motivo, estamos à disposição para o envio de material complementar, caso a equipe do Ministério da Cultura ache pertinente. Conceito do projeto A idéia central da exposição dExistir é narrar em linha temporal as vivências cotidianas na vida de uma pessoa surda através da arte. A pintura como o formato de comunicação promove o “nivelamento” da linguagem aos mais diversos públicos e utiliza a arte como ferramenta de transformação social. A escolha conceitual, de promover a reflexão de uma causa coletiva a partir de uma experiência cotidiana pessoal se justifica na vasta experiência de vida do artista que, por pertencer a comunidade surda, possui a compreensão exata de diversos temas e situações que são compartilhados por toda a comunidade, resguardadas devidas proporções e eventuais especificidades. Sendo assim, o artista revisitou sua história e selecionou cuidadosamente as passagens que permeiam a vida de diversos outros indivíduos surdos. Desta forma o artista consegue, a partir de suas experiências pessoais, jogar luz em cima de temas relevantes à toda a sociedade.
Exposição ‘dExistir’ Quadros da exposição Telas de algodão cru com estrutura de madeira. Tinta acrílica e tina a óleo Os tamanhos de cada quadro e quais serão produzidos com tinta acrílica e tinta a óleo será definido na etapa da concepção artística
A ação se propõe a ocorrer nos Centros Culturais do Banco do Brasil das seguintes cidades: - São Paulo; - Rio de Janeiro; - Belo Horizonte; - Brasília; - Salvador. Todas as unidades possuem acessibilidades físicas e sensoriais. No entanto, o projeto prevê acessibilidade em LIBRAS para visitas guiadas
Toda a divulgação prévia do evento ocorrerá em redes sociais de ampla utilização e gratuitos; Todas as peças de comunicação serão desenvolvidas em LIBRAS com locução em português e legendas interativas; Todas as atividades do projeto serão gratuitas e após o encerramento da exposição, todas as peças expostas estarão disponíveis para apreciação nas redes sociais do artista contendo explicação e contextualização; Importante destacar que, após o encerramento da execução do projeto, dois quadros que pertenceram à exposição serão escolhidos pelo artista e doados à uma ONG que atue em favor da comunidade surda. A ONG poderá manter a obra em seu acervo ou destiná-la para Leilão; O Projeto está modulado de forma a potencializar seus impactos sociais para além de sua execução pontual. Sendo assim, contamos com as seguintes estratégias: 1 - Visita Guiada e Roda de Diálogo - Ainda que a participação desta ação seja aberta ao público e gratuita, a assessoria de comunicação do evento atuará de forma proativa no sentido de sensibilizar os agentes "chave" da sociedade. Serão convidados a participar da ação membros do poder público das três esferas, profissionais da educação, do esporte e da saúde, influenciadores digitais, membros de sindicatos trabalkhistas e patronais, empresários e demais formadores de opinião que possam atuar como um multiplicador na sociedade; A ação potencializa significativamente a abrangência do público atendido pelo projeto e maximiza os impactos positivos na sociedade.
Proponente/Artista: Adriano Cesar Nardim – o proponente é o próprio artista plástico e realizará as seguintes etapas do projeto: idealização geral do projeto ‘Ouvindo a Arte’ e seus objetivos; concepção artística geral do projeto; concepção estética do espaço em que será realizada a exposição de arte ‘Dexistir’; produção das obras de arte que serão expostas; elaboração do conteúdo que será abordado na visita guiada durante a exposição de arte; condução da execução visita guiada; elaboração dos assuntos a serem debatidos na roda de diálogo pós visita guiada; condução da execução da roda de diálogo; concepção geral da oficina ‘Ouvindo as Cores’; objetivos da oficina e conteúdo programático da oficina e gestão geral de todo processo decisório do projeto, incluindo a gestão financeira dos recursos Produtor Geral: Marco Aurélio Oliveira Giachetto – realizará a seguintes atividades no Projeto: compreensão da idealização do artista e materialização em projeto estruturado; pesquisa de viabilidade para execução do projeto e busca ativa dos meios para a execução do projeto; planejamento da pré-produção, produção e pós-produção; elaboração de todos os documentos em português; acompanhamento de todas as fases do projeto no sistema SALIC; acompanhamento da fase de captação de recursos e busca direta de recursos; intermediação para a contratação dos serviços e compras de materiais relacionados no projeto; intermediação entre o artista e as empresas contratadas para viabilizar a compreensão linguística; supervisão da confecção do layout do evento; supervisão da confecção do plano de comunicação do evento; coordenação da execução do plano de comunicação do evento; coordenação da montagem do evento; coordenação geral durante a execução do projeto; gestão e acompanhamento para a garantia do cumprimento das contrapartidas; gestão e acompanhamento para a garantia da prestação de contas; assessoria ao artista durante a abertura do evento, realização da visita guiada, execução da oficina e eventuais entrevistas. Breve currículo de Adriano César Nardim - O artista plástico Adriano Nardim reside no Município de Bady Bassitt/SP. Surdo desde o seu nascimento, Adriano tem sua primeira recordação de si desenhando por volta dos 6 anos de idade. Nesta mesma época, onde as crianças são alfabetizadas, o artista conta que teve muita dificuldade para assimilar o português e encontrou no desenho o seu suporte. O artista iniciou seus estudos em escola rural e por falta de informação dos demais alunos e capacitação do corpo docente da época, iniciou sua trajetória sempre muito sozinho. Foi nesse contexto que Adriano encontrou no desenho o suporte de que precisava. Autodidata, Adriano começou a produzir inúmeros desenhos e relata que na época, produzia desenhos em série, um atrás do outro, como forma de manifestação dos seus sentimentos e para preencher os inúmeros momentos sem a companhia de outras crianças. Sempre com muito apoio de sua família, Adriano seguiu aprimorando sua arte e expressando cada vez mais todo o sentimento e necessidade de comunicação que lhe faltava no convívio social público. O artista aborda a arte por uma perspectiva subjetiva, se utilizando dela de forma abstrata e inspirado no impressionismo para expressar os diversos conflitos, dúvidas, angústias e alegrias tão humanamente presentes em cada um de nós. Após um período afastado da produção artística, Adriano retornou a seu ofício e inaugurou um novo capítulo para sua carreira. Ele produziu novas obras e iniciou uma série de produção de conteúdo em seu Instagram, onde ele pode compartilhar com o público um pouco sobre sua visão de mundo e suas inspirações em seu processo criativo. Desde o início de seu novo projeto nas redes sociais, iniciado em 16/02/2025, Adriano já atraiu mais de 490 mil visualizações e mais de 6 mil novos seguidores no seu perfil no Instagram. Atualmente o artista está na marca de 11,8 mil seguidores. O rápido retorno do público serve como um seguro parâmetro de que seu novo trabalho artístico, alinhado com sua abordagem social, está no caminho certo. Em sua carreira artística, Adriano já produziu mais de 200 obras, incluindo pinturas acrílicas, a óleo e impressões digitais em Canvas. Sua coleção mais recente, produzida entre novembro de dezembro de 2024, reuniu 12 peças exclusivas, que podem ser apreciadas no Portfólio do artista. Em dezembro de 2024 o artista realizou uma exposição de arte em São Jose do Rio Preto/SP, em parceria com a empresa de Assessoria Inclusiva, Adaptin. A oficina ‘Ouvindo as Cores’, ação que faz parte do Projeto proposto, foi aprovada na seleção de projetos culturais da PNAB – Política Nacional Aldir Blanc da Prefeitura de Bady Bassitt/SP e será executada ainda em 2025. O proponente já assinou o termo de compromisso junto à Prefeitura Municipal. Neste momento o artista está confirmado para participar de evento literário no SENAC Barretos, onde exporá suas obras e ministrará uma palestra para compartilhar sua experiência artística. Estão em andamento conversas com mais três instituições para possíveis exposições e palestras, uma com a UMC – Universidade de Mogi das Cruzes, outra com o a ATEAL – Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem, sediada em Jundiaí/SP e por fim, com o SENAC Pindamonhangaba/SP. Breve Currículo do Produtor Geral – Marco Aurélio Oliveira Giachetto – Formado em Comunicação Social pela Universidade Paulista UNIP e com experiência em organização de eventos. Funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, Marco atuou por cinco anos no setor de Marketing e Eventos do banco e realizou inúmeros eventos institucionais como, reuniões institucionais, ativações de marca, estandes nos Feirões de Imóveis CAIXA, e diversos eventos de entrega de casas e apartamentos do Programa do Governo Federal, Minha Casa, Minha Vida. Os eventos do programa Minha Casa, Minha Vida, conferiram a Marco Giachetto significativa experiência na área de planejamento, execução e montagem de eventos, visto o seu tamanho e complexidade. O produtor possui também experiência com cerimonial, tenho atuado na organização e condução das cerimônias de abertura de eventos, com presença de inúmeros Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Ministros e até Vice-presidente e Presidente. Na sua atuação, se destaca a experiência específica nas atividades acima dentro do contexto de uma empresa pública, ou seja, o produtor possui experiência com os cuidados adicionais necessários ao realizar eventos com verba pública, e está familiarizado com as regras normativas para auxiliar o proponente a garantir a conformidade de todas as etapas previstas em um projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.