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PRONAC 251750Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Funk Killer - Tudo por amor

OUTRA MARGEM ARTE PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 1,01 mi
Aprovado
R$ 1,01 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-05-01
Término
2026-05-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Funk Killer - Tudo por amor é um projeto artístico-pedagógico que pretende refletir sobre as tensões entre a luta pelos direitos de igualdade de gênero e o sistema patriarcal de poder. Para isso pretendemos realizar durante 1 ano inteiro diferentes ações que possam refletir sobre a seguinte pergunta: Como alcançar uma sociedade mais amorosa no desejo de romper a perpetuação das dores e violências sociais, especialmente em relação às questões de gênero? A ideia é realizar 1 encontro com 12 pensadores durante 4 dias, 4 intervenções artísticas e pedagógicas, 1 processo criativo, com montagem e apresentação de 1 espetáculo, 3 workshops com artistas feministas da cena contemporânea das artes cênicas, 3 aberturas de processo, 5 apresentações. Todas as ações serão gratuitas para o público em geral, considerando vagas prioritárias para grupos de vulnerabilidade social e que sofrem discriminação, como mulheres negras, transgêneros, indígenas, quilombolas, migrantes, refugiados etc.

Sinopse

O projeto artístico-pedagógico multidisciplinar denominado FUNK KILLER - tudo por amor, traz para reflexão como se dá a tensão de poder imposta pelo mundo patriarcal sobre os corpos femininos e de diferentes gêneros. A ideia da performance não é reforçar a violência do trauma ou excluir a masculinidade, ao contrário, o que se deseja falar é sobre as possibilidades de escape, de proteção e sobre o saber que a vida pode trazer por meio do vínculo humano comprometido com o amor.

Objetivos

Atingir o máximo de pessoas em todas as atividades.Trazer ações e reflexões que visam o empoderamento das mulheres e meninas.Levar ao público em geral a reflexão sobre a importância e essencialidade da luta sobre a igualdade de gênero para a não perpetuação da violência dos corpos.Valorizar o amor enquanto ação que visa os direitos das pessoas e da dignidade humanas, especialmente contra toda discriminação que envolvem as mulheres de todas as classes, raças, gêneros, idades, origens. Enquanto público espera-se atingir: 1 encontro de 4 dias:presencialmente 2000 pessoas online 10000 pessoas 5 intervenções artísticas e pedagógicas220 pessoas 1 Pesquisa, desenvolvimento, montagem a apresentação de 1 espetáculoum coletivo de criação que envolverá pessoas, profissionais em torno de 20 pessoas. 3 workshops com artistas feministas da cena contemporânea.60 pessoas 3 aberturas de processo.150 pessoas 5 apresentações gratuitas para o público em geral.250 pessoas por apresentação, 1250 pessoas ao todo. Público esperado ao todo: 13700 pessoas. ATIVIDADES PROPOSTAS 1 encontro de 4 dias 5 intervenções artísticas e pedagógicas 1 Pesquisa, desenvolvimento, montagem a apresentação de 1 espetáculo 3 workshops com artistas feministas da cena contemporânea. 3 aberturas de processo. 5 apresentações gratuitas para o público em geral.

Justificativa

A concepção desse projeto começa com a reflexão sobre o poder imposto pelo mundo patriarcal. Diante deste sistema, as mulheres vivenciam histórias de diferentes abusos. São violências generalizadas de pedofilia, de poder patrimonial, de condicionamente sobre o corpo - de como vestir, de como comer, sobre o que fazer, na submissão profissional, pela disputa e subordinação, pela manipulação e estelionato emocional, pela violência física etc. As histórias de cada mulher demonstram um contexto social violento que é consequência do patriarcado imposto sobre o corpo da mulher. Por isso, o projeto artístico-pedagógico multidisciplinar denominado FUNK KILLER - tudo por amor, traz para reflexão como se dá a tensão de poder imposta sobre os corpos femininos e os diferentes gêneros. A ideia do evento não é reforçar a violência do trauma ou excluir a masculinidade, ao contrário, o que se deseja falar é sobre as possibilidades de escape, de proteção e sobre o saber que a vida pode trazer por meio de um vínculo humano comprometido com o amor. Assim, o projeto pretende valorizar o conhecimento das mulheres e dos diferentes gêneros considerando que é uma forma de reconhecer esse saber como potência de convivência e coletividade. Como nos ensinou Bell Hooks em seu livro "Tudo sobre o amor, novas perspectivas", com este trabalho queremos pensar e construir uma sociedade amorosa, entendendo aqui amor como verbo, ação que deseja romper o ciclo de perpetuação de dores e violências, em busca de mais liberdade e segurança para todos os corpos.

Estratégia de execução

A Proponente do projeto é a Diretora artistica do espetáculo e também estará em cena.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

O local escolhido para a apresentação do espetáculo, deverá possuir toda a acessibilidade e atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pela naLei nº 13.146, de 2015 no Decreto nº 9.404, de 2018, de forma a garantir, priorizar e facilitar o livre acesso deidosos e portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, garantindo o pleno exercício de seusdireitosculturais. O Teatro também terá que atender ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, quediz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20dedezembro de 1999”. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento einclusão social.

Democratização do acesso

Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso para oproduto espetáculo de artes cênicas - Teatro Musical: O critério utilizado para doação dos ingressoscumprirá o estabelecido no artigo 20, da Instrução Normativa 05, de 26 de dezembro de 2017, inciso I,alíneas a,b e c: Disponibilizaremos 40% dos ingressos exclusivamente para instituições de caráter social,educativo ou para formação artística. Os ingressos comercializados cumprirão o estabelecido no mesmoartigo 20, da IN 05/2017, no inciso I, alíneas d e e: 20% dos ingressos serão vendidos ao preços populares e 50% dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente conforme Plano de Distribuição.OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO Atendendo as regras previstas no artigo 21 da InstruçãoNormativa 05, de 26 de dezembro de 2017, em seu inciso V: Art. 21. Com temporada de 2 meses, emSão Paulo. Serão disponibilizados 6.000 mil ingressos (40% do total) para a população de baixa renda,serão destinados gratuitamente à grupos de alunos de instituições públicas de ensino da cidade de SãoPaulo (e Grande São Paulo), pessoas com deficiência, atendidas por entidades filantrópicas ouorganizações não-governamentais, divulgados através de mailing list e instituições cadastradas e doentorno do teatro.Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redespúblicas de televisão e outras mídias;Pois o projeto se vale da lei: do artigo art. 22 da in no 02/2019: Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ouequivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) doquantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem seconstituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. A contrapartida srão 5 ações que acontecerão durante o processo criativo:

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA EM PROCESSO DIREÇÃO E CONCEPÇÃO Andreia Duarte COLABORAÇÃO CÊNICA E DRAMATÚRGICA Kenia Dias - dramaturgia e preparação de ator Rachel Brumana - produção e internacionalização Jaya Batista - provocação encenação Juliana Pautilla - provocação dramatúrgica Alle Bomber - colaboração coreográfica PRODUÇÃO EXECUTIVA Associação SÙ de Cultura e Educação REALIZAÇÃO OUTRA MARGEM Associação SÙ de Cultura e Educação CURRÍCULOS EQUIPE Andreia Duarte Andreia Duarte é artista, curadora e diretora artística. Morou cinco anos no Parque Indígena do Xingu com o povo Kamayura (MT) e desde então trabalha como apoiadora à causa indígena, completando 20 anos de realizações artísticas, culturais, educativas e de pesquisa acadêmica. É Mestre em Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Belas Artes (EBA), Doutora em Teatro pela Universidade de São Paulo - Escola de Arte e Comunicação (ECA), com uma pesquisa sobre arte, teatro, corpo, anti colonialidade e povos indígenas. Já publicou artigos em diferentes contextos, tais como "Indigenous peoples and the theatre, a possibility of reinventing life" em Harvard Review of Latin America (2020), "Silence of the World" and "Scenic Experiment Script" no The Drama Review, New York University, "O silêncio do mundo + A efemeridade do O silêncio do Mundo" (Corpo Futuro 2020 e 2021), "Antes do tempo existir" no livro Políticas da cena contemporânea: comunidades e contextos" (HUCITEC 2023) entre outros. Organizou o livro "Moroneta Kamayura - Histórias Kamayura" (2013 - Literaterras UFMG), o livro "Teatro e os povos indígenas - Janelas Abertas para a possibilidade" ao lado de Naine Terena (2020, editora N-1) e organizou e escreveu a pesquisa para o livro "Longa história de negação" com o líder indígena Ailton Krenak pela Cia das Letras e Itaú Cultural (Rumos). Durante cinco anos foi Coordenadora dos Eixos Reflexivo e Pedagógico, foi Coordenadora de Comunicação e atualmente faz as Relações Institucionais da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Ainda fez a curadoria do Seminário Perspectivas Anticoloniais na MITsp ao lado de Christine Greiner (PUC) e José Fernando Azevedo (EAD/USP). Realizou a curadoria do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT/BH 2022) em parceria com Marcos Alexandre (UFMG) e Yara de Novaes, em sua 16ª edição. E realiza a Coordenação Curatorial do Museu das Culturas Indígenas do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Maracá e Acam Portinari. É fundadora e diretora da Outra Margem, onde realiza um programa anual com ações artísticas, formativas e publicações voltadas as discussões sobre colonialidade, especialmente ecologia, gênero, justiça social e povos indígenas. A Outra Margem realizou diversos projetos, como: a Mostra Artística TePI - Teatro e os povos indígenas em uma co-curadoria com Ailton Krenak (2018 - 2023), a plataforma bilíngue TePI.Digital, a palestra-performance "O silêncio do mundo" com Andreia e Ailton Krenak em cena (2019), o espetáculo "Antes do Tempo Existir" co-criado com artistas Jaider Esbell, Denilson Baniwa, Zahy Tentehar, Lilly Baniwa (estreia 2022), a direção do evento "Efeito Kopenawa, homenagem a sua vida e obra (SESC / 2023). E ainda projeção e pintura em empenas, intervenção da rua, publicação de livros, curadorias, mostra artística, plataformas artísticas e de formação. Atualmente, como projetos da produtora realiza o !PULSA! Movimento Arte Insurgente em parceria com a Olhares Instituto, o Antes do tempo existir (espetáculo, instalação, encontros e publicações) e o projeto FUNK KILLER – Tudo por amor, que é uma discussão sobre a perspectiva de uma sociedade mais amorosa a partir das reflexões sobre direitos das mulheres e de gênero. Para currículo completo acesse: https://drive.google.com/file/d/1okMASSYn5gq4XeJS4QE3m04fUqu-rraV/view?usp=sharing Dani Correia Dani Correia, mulher preta, mãe solo, empreendedora cultural, formada em Administração de Empresas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP, iniciou sua carreira em 2005 na área de preservação de patrimônios históricos como o Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro (RJ) e a Capela de São Miguel Paulista (SP), onde aprimorou suas habilidades em gestão de projetos complexos e multidisciplinares. Há 15 anos, fundou a Correia Cultural, empresa que se tornou referência na concepção, aprovação e gestão de projetos culturais, com foco em gerenciamento financeiro e prestação de contas. Atuando em diversas áreas, como artes cênicas, música, literatura e audiovisual, contribuindo para o enriquecimento cultural do país. Entre os principais projetos estão o livro “O Julgamento do Cabeza de Vaca", do jornalista Paulo Markun; o musical "Cartola, O Mundo é Um Moinho", de Artur Xexéu e direção de Roberto Lage; o show “O Choro é Live”, idealizado durante a pandemia e o documentário "22 em XXI" e de Hélio Goldsztejn, para o SescTV, em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna. Exerceu por dois anos (2021 - 2023) o papel de parecerista na comissão julgadora de projetos culturais da Lei de Incentivo Municipal de São Paulo o Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – PROMAC. Também em 2023, associou-se a outras 4 mulheres na Associação SÙ de Cultura e Educação, instituição que tem produzido grupos diversos, além de estar à frente de mostras internacionais, internacionalização e intercâmbio das artes cênicas. Sua presença em espaços de poder e decisão quebra barreiras e estereótipos, inspirando outras mulheres negras. Rachel Brumana Atua na área de produção, gestão e curadoria das artes cênicas em âmbito nacional e internacional. É curadora da SCENA – Semana da Cena Italiana Contemporânea em São Paulo, com duas edições realizadas (2019 e 2022) e coordena a produção da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo desde 2016. Foi professora convidada pela universidade IUAV de Veneza em 2022, ministrando o curso Curadoria e Sistemas de Produção entre Itália e América do Sul. Atua na produção de projetos nacionais e internacionais desde 2001, inspirados e focados nas expressões das artes cênicas contemporâneas, na colaboração e no ativismo, na liberdade de expressão, nas pautas ambientais da sobrevivência e dos direitos humanos. Formada em Artes Cênicas pela UNICAMP com Bacharelado em Interpretação e diploma em Língua e Literatura Italiana pela Università Degli Studi de Firenze, foi assessora cultural assistente do Istituto Italiano di Cultura SP e coordenadora de eventos do Istituto Europeo di Design de São Paulo – SP. Em 2008 funda a Substância Produções Artísticas, atuante no campo da produção nacional e internacional de teatro, dança, música e artes visuais. Coordenou a produção do Festival Música Estranha – Mostra Internacional de Música Exploratória em 2015 e 2016. Entre 2012 e 2022, realiza a direção de produção de dezenas de espetáculos internacionais de teatro, dança e música inéditos no Brasil, como Him, West e Emerald City – Trilogia O|Z da cia Fanny&Alexander (Itália), Amarillo do Teatro Linea de Sombra (México), (M)imosa – Paris is Burning at the Judson Church, de Trajal Harell, El vientre de la Ballena da cia Teatro Petra (Colômbia), El Jardin de Cilezos do Teatro Camino (Chile), The rape of Lucrece com a Royal Shakespeare (Inglaterra), Sonata de Outono de I. Bergman direção de Daniel Veronese (Argentina), do evento Fin la la la! – Life in Bytom, Executed Stories, Parasitic Furniture, Perfect Shipwreck Tour e Artronomer (Brasil|Finlandia), Le sorelle Macaluso de Emma Dante, na MITsp (Italia), Revue of Fire, da Cia Teatr Cinema (Polônia), Criação da cia. Reflektion (Dinamarca), Familia Museo de Ariel Zagarese (Argentina), Villa de Guilllermo Calderón (Chile), Psico|Embutidos com Compañia Titular de Teatro da Universidade de Veracruz e direção Richard Viqueira (México), Na solidão dos campos de algodão com direção Radoslaw Rychcik (Polônia), FOLK-s will you still love me tomorrow? de Alessandro Sciarroni (Itália), Souvenir Asiatico (Los Animistas, Colômbia), NIMBY (Colectivo Zoologico – Chile), DRAGON (Guillermo Calderón, Chile), entre outros. Jaya Batista É encenador, diretor e gestor cultural, atuando nas áreas de dança, teatro e artes visuais. Já colaborou com diversos artistas, como: Morena Nascimento, Marta Soares, Martha Kiss Perrone, Petra Costa, coletivA ocupação, Ivaldo Bertazzo; Naufus Ramires-Figueroa, Márcio Meirelles e Marina Abramovic. Dentre as criações mais recentes, destaca-se a direção da performance cênico-musical “caravana LIVRE!” (Salvador/BA, 2024), com artistas da universidade Livre, em comemoração aos 60 anos do teatro Vila Velha. Tem experiência em gestão de festivais, como o FICA-MG (2010-2015) e a MITsp (2019-2024). Foi coordenador curatorial e curador das ativações e ações educativas da exposição "Vila Velha, por exemplo - 60 anos de um teatro do Brasil (MAM -BA, 2024-2025). Atualmente, seu trabalho de pesquisa está voltado para encenação e movimentação de coros cênicos. Tem formação em Educação Física e Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/SP) e é mestre pela mesma instituição. Tem formação complementar em Dança e Teatro. Allexander Bomber Capoeirista, artista da dança. Co-fundador do original Bomber Crew (2005). Fez parte do Núcleo do Dirceu. Com eles e Demolition Incorporada apresentou pelo Brasil, Japão e Europa. Foi coordenador da Casa de Hip Hop Piauí entre 2016 e 2018. É professor da Escola de Dança do Piauí, residente no Campo Arte|Casa de Produção, coordenação do interação RALÉ e do Casa Dança, diretor da federação de breaking do Piauí. Juliana Pautilla Com mais de 20 anos de experiência na condução de processos criativos e educativos com públicos diversos tem a sua prática ampliada e aprofundada através da psicanálise. Atua como diretora e dramaturga de espetáculos e realiza acompanhamentos artísticos individuais nas artes visuais e híbridas, desenvolvendo uma abordagem integrada a qual sustenta atualmente as conexões clínicas que vem produzindo. Seu percurso psicanalítico é marcado pela junção de esquizoanálise e filosofia da diferença, com uma atenção especial às subjetividades e às experiências de trauma e violência. Desde 2022, integra o Núcleo de Subjetividades da PUC-SP, onde se dedica ao estudo dessas abordagens. Entre 2022 e 2023, aprofundou-se nos Estudos Freudianos, além de explorar o impacto do trauma e da violência de estado na REM - Rede para Escutas Marginais. Também participa de grupos de estudos contínuos e se dedica ao estudo da arte e fundamentos psicanalíticos na ALCEP (Associação Livre Centro de Estudos em Psicanálise) desde 2023. Sua análise pessoal, iniciada em 2015, percorre tanto os caminhos da psicanálise quanto os da esquizoanálise, proporcionando-lhe uma vivência contínua de aprofundamento teórico e clínico. No campo acadêmico, possui graduação em Música pela UEMG (2013), mestrado em Artes Cênicas pela UFMG (2015) e especialização em Análise de Movimento pela Faculdade Angel Vianna (2016), formando-se de maneira interdisciplinar e estabelecendo um diálogo constante entre as artes e a psicanálise. Ao longo dessa trajetória, Juliana tem se destacado por suas experiências em conexão arte-clínica, com atendimentos individuais em arte-psicanálise desde 2022. Entre 2014 e 2022, dirigiu e desenvolveu dramaturgias de processos autobiográficos, além de ter atuado em processos criativos com pessoas com deficiência e neuro divergentes na ACDEM/SP (2017). Também foi responsável por processos criativos com jovens em cumprimento de medida socioeducativa em BH/MG (2016) e por projetos de arte-educação com adolescentes, jovens e adultos em BH/MG entre 2007 e 2015. Essas práticas integradas têm sido uma forma de criar um espaço de transformação, onde a arte, a psicanálise e a subjetividade se encontram, favorecendo o cuidado e a produção de novos sentidos. Kenia DiasProfessora Adjunta do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília-UnB. Área de conhecimento: interpretação teatral com ênfase em práticas corporais e poéticas do movimento. Doutora em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, com a tese Obras em processo nas Artes Cênicas: estudos dos diários de montagem da peça Nós do Grupo Galpão/MG e Prática Aisthesis/DF. Mestre em Arte e Bacharel em interpretação Teatral pela UnB. O foco de sua pesquisa está em investigar dramaturgias corporais para cena e analisar registros de processos de criação pela perspectiva da corporalidade e de seus desdobramentos poéticos. É diretora e performer. Trabalha com diversos artistas e companhias de teatro e de dança no país.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.