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PRONAC 251756Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FELIZ 64

MERAKI ENTRETENIMENTOS E PUBLICIDADE LTDA
Solicitado
R$ 1,49 mi
Aprovado
R$ 1,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-06-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A peça teatral Feliz 64 nos leva ao universo de Edgar, um adolescente em busca de identidade, que em 1964 desperta para eventos históricos do país. Através da vida de pessoas comuns, a obra mostra as complexas relações humanas em um período de crise política e social no país, abordando temas como a transição da adolescência para a maturidade, o primeiro amor e o despertar político e sexual. A peça também pretende oferecer à audiência uma reflexão sobre o passado histórico e a importância de a pessoa buscar a própria felicidade. Em 1992, a Fundação Banco do Brasil e a Fundação Brasileira de Teatro premiaram o texto FELIZ 64 no I Festival Nacional de Dramaturgia, com jurados consagrados: Aderbal Freire Filho, Antonio Mercado, Alberto Guzik, B. de Paiva e Paulo Dourado. Em 1993 o texto foi lido em S. Paulo, com direção de Celso Nunes, com grande aceitação do público. Em 2000, foi lido na Casa da Gávea, R. Janeiro, sob a direção de André Valli, e em 2001, no Auditório do Jornal O Globo.

Sinopse

Sinopse Edgar, adolescente tímido, passando por sérias dificuldades escolares, começa a tomar aulas particulares com Eleonora, amiga de sua irmã. Corre o ano de 1964, mas Edgar é completamente alienado. Eleonora, moça liberada, é a namorada de Valdo. Ambos são ativistas políticos, profundamente envolvidos com o movimento universitário. Os pais de Eleonora, Lucia (Lutía) e Leonardo, são imigrantes italianos e têm posições completamente opostas em relação à política de João Goulart. Carente, Edgar apaixona-se por Eleonora, que lhe dá atenção especial por ser muito generosa. Ela começa a libertá-lo de sua timidez. Ele começa a sentir ciúme de Valdo. Durante o Golpe Militar, Eleonora é obrigada a fugir. Na hora da difícil despedida, Edgar pede para ser iniciado sexualmente. Ela vacila, mas - diante da insistência dele, e também já envolvida emocionalmente - acaba concordando. Perto do Natal daquele mesmo ano, Edgar despede-se de Leonardo e Lucia, que estão voltando para a Itália. Deduz-se que Eleonora morreu. Antes de partir, Lucia presenteia Edgar com livros e discos que pertenceram à filha. Edgar fica sozinho na casa vazia. Eleonora e Valdo aparecem - numa outra dimensão - e instruem Edgar sobre a necessidade de ele ser feliz. Edgar jura ser eternamente fiel à memória de Eleonora e consegue se livrar da timidez – ficando nu em público. Classificação etária: 16 anos

Objetivos

O objetivo da peça teatral Feliz 64 é resgatar a memória nacional ao contextualizar os eventos históricos de 1964, ano do Golpe Militar, por meio da vida de pessoas comuns. Através da história de Edgar, um adolescente em busca de identidade, a obra busca mostrar as complexas relações humanas em um período de crise política e social no Brasil, abordando temas como a transição da adolescência para a maturidade, o primeiro amor e o despertar político e sexual. A peça também pretende oferecer à audiência uma reflexão sobre o passado histórico e a importância de a pessoa buscar a própria felicidade. Objetivos Específicos - Realizar temporada de 3 meses (36 apresentações) da peça teatral Feliz 64, na cidade de São Paulo. As apresentações ocorrerão de sexta-feira a domingo. - Público estimado de 500 pessoas por sessão, totalizando 18000, considerando 1 sessão especial para PCD, quando contaremos com interprete de libras. - Realizar 1 ensaio aberto para alunos e professores da rede pública, como contrapartida social. Na execução deste projeto, de acordo com a Lei nº 8.313, de 1991, serão realizadas ações culturais destinadas às seguintes finalidades: II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XV - Contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal;

Justificativa

A justificativa para a escolha desse tema se dá pela relevância histórica do momento retratado na obra — a crise de 1964, que resultou no Golpe Militar e na subsequente ditadura que durou até os anos 80. A peça apresenta a História do Brasil sob diversos pontos de vista, alguns complementares e outros opostos, oferecendo uma visão multifacetada de um período tão conturbado. O autor não adota uma postura doutrinária, mas sim uma abordagem mais humana e realista dos impactos do regime militar, mostrando como esses fatos históricos influenciaram e repercutiram nas vidas de pessoas comuns, muitas vezes à margem da compreensão política. O autor também opta por uma abordagem bem-humorada, usando o humor como chave principal para tratar de um material tão dolorido. Ao invés da tradicional purgação de outros trabalhos políticos, ele escolhe uma forma mais leve e acessível de tratar de um tema tão grave, sem perder a seriedade, a crítica e a emotividade. Através da figura de Edgar, um adolescente tímido, o público é convidado a relembrar o passado (a ação ocorre em 1964) e, ao mesmo tempo, refletir sobre a necessidade de buscar a felicidade pessoal, em um cenário de tensão política e social. A obra também tem uma forte conotação com a revolução sexual dos anos 60, refletindo a grande virada nos costumes da época. A escolha de uma pequena cidade interiorana como cenário faz com que os contrastes entre a realidade provinciana e os eventos nacionais, como o Rio de Janeiro sendo visto como uma cidade mítica, ganhem uma dimensão mais cômica e ao mesmo tempo crítica. O humor se entrelaça com a crítica social e política, proporcionando uma experiência mais rica para a audiência. Para as gerações mais velhas, Feliz 1964 pode servir como uma oportunidade de rememorar a década de 1960, revivendo experiências intensas e emotivas. Já para as novas gerações, a peça oferece um acesso não-maniqueísta à História do Brasil, permitindo que se envolvam com personagens de fácil identificação e que vivenciam um enredo direto, crescente e empolgante. Por fim, a peça é uma reflexão não apenas sobre o passado, mas também sobre o presente e as escolhas individuais de cada pessoa na busca pela felicidade e realização, ao mesmo tempo em que evidencia os impactos de um regime de repressão e violência sobre as vidas pessoais e coletivas. De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/1991, o projeto se enquadra: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, este projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

A peça será exibida de sexta-feira a domingo e terá duração aproximada de 90 minutos. Além da cenografia e dos figurinos, teremos várias edições de imagens cenográficas que serão projetadas em telão de LED de 8x8m.

Acessibilidade

Conforme disciplina o art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, Decreto nº 9.404 de 11 de junho de 2018 e IN nº 23 de 5 de fevereiro de 2025, informamos que: - O teatro onde iremos realizar o projeto já está adaptado para deficientes físicos, permitindo a livre circulação de cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, e espaços acessórios com banheiros, área de alimentação e circulação. - No aspecto comunicacional, realizaremos uma sessão especial para pessoas com deficiência auditiva, onde teremos intérpretes de libras. - Teremos na equipe de produção 2 monitores que atenderão pessoas com deficiência visual e intelectual, e os mesmos serão treinados previamente para melhor receber esse público. - Atendimento prioritário: Em filas e em locais de atendimento, o projeto assegurará prioridade para pessoas com deficiência, idosos e gestantes, facilitando o acesso a serviços, como alimentação e banheiros. O projeto é pensado para a inclusão e bem-estar de todas as pessoas, especialmente do público PCD, garantindo que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam participar plenamente, seguindo as diretrizes estabelecidas pela Lei Brasileira de Inclusão – LBI, Lei nº 13.146, exige que eventos públicos e privados ofereçam condições de acesso a todos. A implementação dessas medidas de acessibilidade não só garante o cumprimento das exigências legais, mas também promovem a inclusão social, permitindo que o evento seja apreciado por um público mais amplo e diverso. Essas práticas também ampliam o impacto cultural e social da iniciativa, assegurando que todos tenham a oportunidade de participar da peça de forma plena e digna.

Democratização do acesso

- Os ingressos serão comercializados a R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada). - Como contrapartida social, realizaremos ensaio aberto para alunos e professores de escolas da rede pública. - Teremos uma sessão especial para PCD, quando teremos intérprete de libras para atender pessoas com deficiência auditiva. O plano de distribuição seguirá as medidas de democratização do acesso conforme disposto no Art. 46 da IN Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais). § 1º As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas. § 2º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013; II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; e III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda, portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. § 3º Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso inteiro ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais).

Ficha técnica

Ficha Técnica Proponente e Coordenadora de produção - Zanza Capelari De 1998 a 2011 foi responsável pela implantação e coordenação do Departamento de Relacionamento Educacional do Centro Cultural Grupo Silvio Santos, que levou ao Teatro Imprensa mais de 750 mil estudantes e professores. Durante esse período foram adaptados para o teatro os espetáculos: No Reino das Águas Claras e O Terror dos Mares, de Monteiro Lobato, A Flauta Mágica, Pinocchio, O Gato Malhado, a Andorinha Sinhá, A Hora da Estrela, O Poeta e as Andorinhas, entre muitas outras. Atualmente atua na área de projetos e na busca de recursos para a viabilização de espetáculos. Diretor Artístico - Ulysses Cruz é diretor de teatro, TV e carnavalesco. NA TV foi Diretor Geral e Artístico de novelas, minisséries e linha de shows da TV Globo de 1997 a 2015, dos programas Criança Esperança, Domingão do Faustão, Eterna Magia, Sítio do Pica Pau Amarelo, O Pequeno Alquimista, Um Só Coração, Sabor da Paixão, Estrela Guia, entre outros. NO TEATRO Dirigiu as peças: 2024 Perfeita; 2023 A Cerimônia do Adeus; O musical Iron O Homem da Máscara de Ferro; 2019/2020 *Zorro, nasce uma Lenda; 2018; Meu quintal é maior do que o mundo; 2017 O Leão no Inverno; 2015 O Camareiro; Rio + Brasil o nosso Musical; 2014 Através de um Espelho; SAMPA SAMBA O Musical; 2013 TRIBOS; 2008 O Zoológico de Vidro; 2002- O Círculo das Luzes; 2000 - Péricles, Príncipe de Tiro (Portugal); 1996- A Dama do Mar.; 1995- Rei Lear; 1993- Desejo; 1992- Macbeth; 1991 O Melhor do Homem;; Gota d’agua; Encontrar-se; 1988 A Cerimônia do Adeus; Hamlet. NO CARNAVAL, foi Carnavalesco da Vai-Vai de 1986 a 1988 e 2004/05 Comissão de Frente Viradouro (Rio de Janeiro). Diretor Técnico Cizo de Souza – Design de Luz e produtor teatral Trabalhos realizados: A Flauta Mágica de Mozart– adaptação: Vladimir Capella, Direção: Roberto Lage, Avoar - de Valdimir Capella, O Gato Malhado e Andorinha Sinhá- Direção: Vladimir Capella, Casa, Comida e Alma Lavada- Direção de Alexandre Reinecke, A Hora da Estrela – de Clarisse Lispector, adaptado e dirigido por Naum Alves de Souza, Panos e Lendas- Direção: Chico Cabrera. Prêmios Conquistados: Prêmio Paulo Autran da APETESP (2000) com o espetáculo No Reino das Águas Claras. Prêmio Coca-Cola (2005) com o espetáculo Avoar. Iluminação Aline Santini Graduada em Artes Visuais e Pós-Graduada em Lighting Design, estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e de Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 25 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, ópera, performance e artes visuais em São Paulo. Também executa projetos de iluminação para exposições. Atua como performer e cria instalações visuais e realiza direção cênica de espetáculos das artes do palco. Indicada sete vezes ao prêmio Shell na categoria Iluminação ganhou o prêmio em 2024 com o espetáculo MUTAÇÕES. Atualmente está indicada ao prêmio Shell com o espetáculo PERFEITA!, direção de Ulysses Cruz e dramaturgia de Samir Yazbek. Vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017 com o a luz do espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal, Irlanda e França. Trilha Sonora - Andre Mehmari Graduado em piano pela ECA-USP, é multi-instrumentista, produtor, arranjador e compositor, teve seus primeiros contatos com a música através de sua mãe. Compositor prolífico e requisitado, teve suas composições e arranjos tocados por muitos grupos orquestrais e de câmara, entre eles OSESP, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, OSB, Miami Symphony, Orchestre de Normandie, Quarteto da Cidade de São Paulo e Quinteto Villa-Lobos. Recentemente fez a trilha sonora da primeira série brasileira produzida a Netflix. Além de sua vasta e premiada discografia, Mehmari possui uma ativa carreira internacional como solista e criou duos expressivos com músicos como Antonio Meneses, Mário Laginha, Makoto Ozone, Gabriele Mirabassi, Maria João, Hamilton de Holanda, Chico Pinheiro, Sérgio Santos, Marilia Vargas, Ná Ozzetti, Rafael Cesário, Maria Bethânia e Mônica Salmaso. Em 2023 estreou a ópera O Machete, Concerto para Violoncelo e orquestra, foi triplamente premiado no Prêmio Profissionais da Música e recebeu o Grande prêmio Concerto como artista do ano. Apresentou-se em países vários países ao redor do mundo, em espaços como Carnegie Hall Salle Gaveau, Kennedy Center, Lincoln Center, Casa da Música do Porto, Bunkanan Hall, Teatro Colón, Umbria Jazz, Sala Minas Gerais, Sala São Paulo, Sala Cecilia Meirelles, Palacio das Artes, entre outros. ELENCO (no momento temos os seguintes atores) Atriz – Regina Maria Remencius Iniciou sua formação com Klauss Vianna e Myrian Muniz. Ingressou no CPT onde atuou nas montagens Macunaíma e A Hora e a Vez de Augusto Matraga, sob a direção de Antunes Filho. No teatro participou das montagens: Red Line, As Aves da Noite (Prêmio APCA 2021); À Espera Terremotos (SESI/SP - Prêmio Bibi Ferreira – indicação de melhor Atriz Coadjuvante), Cobra na Geladeira e Assim é (se lhe parece). A Reação. DR. ANTI; O Fingidor. Atuou nas minisséries El Presidente (AMAZON) e O Homem da Sua Vida (HBO). Na TV GLOBO fez Malhação ID, Paraíso Tropical e as minisséries Queridos Amigos e Aquarela do Brasil. No cinema atuou nos filmes: Papai é POP, O Escaravelho do Diabo, Faces de Alma e Os Desafinados. Ator - Hugo Coelho Formado em Filosofia, começou sua carreira como ator no Teatro de Arena, fazendo Teatro Jornal em 1972. Estudou interpretação com Eugênio Kusnet, foi assistente de direção de Antônio Abujamra em diversos trabalhos no teatro e na TV, entre eles Os Adolescentes e Ninho da Serpente; no teatro, foi Assistente de Direção na montagem de Morte Acidental de um Anarquista com Antônio Fagundes. Na Band foi Diretor-Assistente de Roberto Talma. No teatro atuou nos espetáculos Cock, Morte Acidental de um Anarquista, Assim é (se lhe parece), O Terraço, Motel Paradiso Na direção seus trabalhos mais recentes foram As Aves da Noite, Prêmio APCA de melhor espetáculo online de 2021. Dirigiu e adaptou o conto O Monstro. Dirigiu À Espera, Morte Acidental de um Anarquista com Dan Stulbach, e hoje em cartaz com Marcelo Laham no papel título. O texto contemporâneo (Selvagens) Homem de Olhos Tristes de Händl Klaus, inédito no Brasil. Ganhou o Prêmio de Teatro Myriam Muniz com o projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma (breve) história do teatro ocidental.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.