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O projeto propõe um espetáculo teatral inédito que investiga a relação entre corpo pardo e território mineiro, a partir da trajetória e influência cultural de Clara Nunes. Dividido em três etapas _ um laboratório de pesquisa teórica e prática, a construção de cenas com integrações cênica, musical e coreográfica, e a apresentação final _ o projeto alia estudos, oficinas e montagem cênica. Finaliza com dezesseis apresentações, acompanhadas de seminário de capacitação e roda de conversa para fomentar reflexões sobre o fazer tearal, a profissão na arte e sobre as "Clara’s Nunes" da atualidade.
SINOPSE DA MONTAGEM: O espetáculo que será concebido pelo projeto “Clara Nunes: pesquisa e montagem” é uma jornada teatral intensa e poética que convida o público a mergulhar nas múltiplas dimensões da identidade, memória e resistência. Inspirado na trajetória de Clara Nunes – uma mulher que, partindo da vivência humilde em Caetanópolis e da labuta na indústria têxtil, transformou sua dor e sua luta em arte – o espetáculo propõe uma reflexão sobre o corpo pardo e seu lugar (ou não-lugar) no território contemporâneo de Minas Gerais. Na encenação, cenas fragmentadas se entrelaçam para revelar diferentes perspectivas da vida de Clara: desde os primeiros acordes de sua voz na Rádio Inconfidência, passando pela vivência da migração para a capital em busca de melhores oportunidades, até sua consagração como uma das maiores intérpretes do samba e da cultura afro-brasileira. Cada cena se constrói como um mosaico de memórias, onde o improviso, a dança e a musicalidade se unem para criar um diálogo entre o passado e o presente. As atrizes, preparadas por meio de uma intensa pesquisa cênica e corporal, incorporam personagens que representam as “Claras Nunes” de hoje – mulheres que, mesmo diante da marginalização e da violência estrutural, encontram na arte a força para transformar suas realidades. A narrativa, ancorada na metodologia da escrevivência, se faz como um testemunho vivo da ancestralidade, da resistência e da incessante busca por reconhecimento. Elementos como figurinos, cenografia e iluminação trabalham em harmonia para evocar a estética e a energia dos ritmos do samba, criando uma atmosfera que pulsa com o espírito dos terreiros, das rodas de samba e das manifestações culturais populares. Contextualização do tema: Clara Nunes foi uma das maiores cantoras do Brasil, reconhecida principalmente por sua contribuição ao samba e sua conexão com as raízes culturais afro-brasileiras. Nascida em 1942 na cidade de Caetanópolis, Minas Gerais, Clara teve uma infância marcada pela pobreza e pelo trabalho na indústria têxtil, que predominava na região, mais tarde, migrou para Belo Horizonte e, posteriormente, para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades. Essa trajetória de migração espelha a realidade de muitos brasileiros que saem de suas cidades do interior em busca de trabalho e de uma vida melhor nos grandes centros urbanos. No Rio, a cantora se destacou ao abraçar a cultura do samba e, sobretudo, ao defender a ancestralidade afro-brasileira, abordando temas como religiosidade, resistência cultural e identidade negra. A partir desses elementos de sua vida – o trabalho na indústria, a migração, a valorização da cultura afro-brasileira, a mestiçagem no processo de identificação e o samba como meio de expressão – o projeto de montagem visa abordar como essas perspectivas aparecem na atualidade, construindo uma encenação alicerçada nas vivências das atrizes em relação à figura de Clara Nunes. Desse modo, provocaremos em cena a reflexão sobre “Quem são as Clara’s Nunes da atualidade?”, abordando suas potencialidades e refletindo sobre as relações de raça no Brasil. SEMINÁRIO DE CAPACITAÇÃO: Ementa: Seminário “Caminhos da Profissionalização em Teatro” Objetivo: Capacitar agentes culturais e estudantes de teatro para aprimorar suas competências na montagem, direção e produção teatral, tomando como estudo de caso a montagem autoral “Clara Nunes: Vozes do Corpo e da Raiz”. O seminário será conduzido pelo elenco da montagem e visa proporcionar uma formação prática e teórica que integre elementos de pesquisa cênica, dramaturgia autoral e produção cultural, fortalecendo o papel dos participantes como protagonistas no cenário teatral de Belo Horizonte.
Objetivo geral: Realizar uma montagem teatral inédita e autoral inspirada na figura de Clara Nunes. Objetivos especificos: 1) Produto espetáculo de Artes Cenicas: Realizar (16) dezesseis apresentações do espetáculo criado por meio do projeto. Este produto inclui (01) uma pesquisa na área de artes cênicas, (01) uma cenografia, (01) uma iluminação cênica, (01) um figurino cênico e (01) uma dramaturgia autoral, a serem distribuidas como resultado nas apresentações. 2) Produto CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS: Realizar (01) roda de conversa/desmontagem cênica após uma das sessões, como metodologia de formação de público e articulação com a crítica teatral local; 3) Produto contrapartida social: Realizar como contrapartida social, 01 (um) seminário de capacitação de artistas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Centro Acadêmico de Teatro (CAT).
A aprovação do projeto "Clara Nunes: pesquisa e montagem" submetida ao presente edital justifica-se, dentre outras razões, por sua excepcional consonância para com as propostas e objetivos do SALIC e a Lei Rouanet de Incentivo a Cultura. A proposta do projeto agrega valor à cultura mineira por contribuir efetivamente com o desenvolvimento artístico cultural da cidade, promover a democratização do acesso e favorecer a fruição e formação de público (principalmente no que concerne a área de artes cênicas); além de criar espaços de valorização e fomento ao artista local O próprio histórico da Incompetente Companhia de Teatro - IncompetênCia é também um fator que justifica a sua aprovação, por se tratar de uma Companhia Teatral formada por mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e moradoras de regiões descentralizadas da cidade de Belo Horizonte. Além disso, o projeto traz visibilidade sobre questões de raça e de gênero na sociedade contemporânea, gerando uma conscientização sobre a existência de diferentes corpos, inclusive corpos trans, buscando desenvolver uma sensibilidade artística no público, capaz de formar multiplicadores culturais que incentivem outros moradores da cidade a consumir teatro e a ocupar os espaços de cultura. Pontos de Alicerce para o Espetáculo Inspirado em Clara Nunes e a Realidade de Minas Gerais O espetáculo se estrutura a partir de temas centrais que atravessam a trajetória de Clara Nunes e a realidade social de Minas Gerais, abordando a relação entre indústria e trabalhadores, migração e deslocamento, negritude e resistência, além das dinâmicas de mestiçagem e embranquecimento. 1) Minas Gerais, como um dos principais polos industriais do Brasil, abriga milhares de trabalhadores que dedicam suas vidas à produção fabril. Assim como Clara Nunes, que saiu de uma fábrica para trilhar seu caminho artístico, o espetáculo busca contar histórias de operários, pesquisando suas jornadas de trabalho e os desafios enfrentados nesse universo. 2) A migração também é um elemento fundamental na construção da identidade Belo Horizontina. Muitos migrantes deixaram áreas rurais e pequenas cidades em busca de emprego nas indústrias e de melhores condições de vida na capital e região metropolitana. O espetáculo investigará esse deslocamento, trazendo à cena personagens que lutam para se adaptar ao novo espaço urbano, muitas vezes lidando com a perda de suas raízes culturais e enfrentando preconceitos. 3) Outro pilar essencial da montagem é a negritude e sua resistência histórica em Minas Gerais. O estado carrega marcas profundas do racismo estrutural e da marginalização da população negra, mas também é um território de luta e afirmação. O espetáculo dará voz a essas narrativas, ecoando a trajetória de figuras que se tornaram referência para o movimento negro no estado e destacando suas batalhas por direitos e reconhecimento. 4) Por fim, a peça também debruçará sobre as questões da mestiçagem e do embranquecimento, processos históricos que marcaram não apenas o Brasil, mas a própria identidade de Clara Nunes. A pesquisa cênica investigará como essas dinâmicas afetaram a população mineira, revelando histórias de apagamento cultural, mas também de resistências individuais e coletivas que persistem ao longo do tempo. Dessa forma, o espetáculo não apenas homenageia Clara Nunes, mas também mergulha na complexidade da identidade mineira, criando um diálogo entre passado e presente, arte e realidade, tradição e transformação. Circunstâncias que favorecem sua execução: O projeto encontra-se bem fundamentado e articulado para sua plena execução, contando com uma equipe de 26 profissionais do teatro e da produção cultural local, as cartas de anuência se encontram em anexo do projeto. Destacam-se as seguintes parcerias: 1) Para a direção de encenação, contaremos com Sinara Teles, cofundadora e integrante da Cia. Cóccix e do Coletivo InMinas, além de atual presidente da Cooperativa InMinas de Teatro. No cinema, trabalhou com produtoras audiovisuais como Filmes de Plástico, Katásia Filmes, Trem Chic, Anavilhana, Mar de Morros e Cine Leblon. Sinara também dirigiu junto ao bailarino Rodrigo Antero, à Cia. Espaço Preto de Teatro e ao Coletivo Desiderato (Teatro PLUG-Minas). Além disso, foi curadora de festivais como Ponta a Pé Cultural e o 49º Festival de Inverno da UFMG, além de mostras de teatro como Puxadinho e InMinas. 2) Para a direção musical, teremos Julia Tizumba, atriz da Companhia Burlantins e uma das idealizadoras das mostras Benjamin de Oliveira e Solo Negro. Integrante do Coletivo Negras Autoras, atua como compositora, cantora e instrumentista, além de ser regente e professora de percussão na Associação Cultural Tambor Mineiro. Com 17 anos de carreira, já participou de nove espetáculos de Teatro Musical Brasileiro, incluindo o premiado musical Elza. Ao longo de sua trajetória, apresentou-se em países como Argentina, EUA (New Orleans), Bangladesh, Portugal, França, Inglaterra, Senegal e diversas cidades do Brasil. 3) Ressaltamos também, a nossa parceria com a Funarte MG, onde ensaiaremos nosso espetáculo. Por ser gerido em uma instância federal, a Funarte MG agrega uma visibilidade e projeção nacional ao projeto, ampliando seu alcance e promovendo o intercâmbio cultural entre diferentes regiões do país. Essa articulação fortalece não só a cena cultural local, mas também posiciona Belo Horizonte como um polo de inovação e referência no cenário artístico brasileiro, gerando impacto positivo tanto para os moradores quanto para o público de outras localidades. Relevância do projeto: Este projeto atende aos princípios da Constituição Federal (Art. 215), garantindo acesso à cultura e promovendo reflexão crítica sobre questões de gênero, raça e direitos humanos (Art. 205). De acordo com a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), 90% das mulheres trans e travestis no Brasil dependem da prostituição como principal fonte de renda. Este projeto busca subverter essa realidade ao criar oportunidades de trabalho para atrizes trans, travestis e pessoas não-binárias, promovendo sua inclusão e protagonismo no cenário cultural. O projeto também dialoga com a comunidade LGBTQIAPN+, um público que movimentou cerca de R$ 18,7 bilhões em 2024, segundo a quarta edição do estudo Rainbow Homes da NielsenIQ Brasil. Ao valorizar a representatividade dessa população, a iniciativa amplia o alcance da produção cultural e fortalece a diversidade no setor. Outro ponto fundamental é o combate à disparidade de renda entre negros e brancos. Dados do IBGE de 2023 indicam que, entre os 10% mais pobres da população, 78,5% são negros (pretos e pardos), enquanto entre os 10% mais ricos, 72,9% são brancos. Ao empregar uma equipe majoritariamente negra, o projeto confronta as estruturas de racismo que historicamente marginalizam esses grupos, garantindo visibilidade e protagonismo a artistas e técnicos negros. Apoiadas pelo SALIC e a Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, temos a certeza de que este projeto impactará positivamente a vida de muitos, ressignificando espaços e experiências através da arte.
Histórico do grupo: 2021: Projetos fomentados pela Lei Aldir Blanc:- Recontando a nossa Contagem: Um curso teatral para promover a fruição e formação de público.- Pesquisa sobre Mestiçagem no Processo Criativo Teatral que resultou em um artigo.- Histórias de Quintal: Produção de curtas audiovisuais que narram histórias familiares mineiras 2022: Estreou Arrepsia, resultado do TCC de Malu Dimas, que também defendeu um artigo sobre a construção do espetáculo. 2023: - Com o incentivo do Fundo Municipal, circulou o Arrepsia em três regiões periféricas da cidade.- Realizou o primeiro webinário, Desmontagem Arrepsia, no qual as integrantes compartilharam o processo criativo do espetáculo.- Rafa Calú pesquisou a metodologia do grupo e registrou no artigo "Encontros: a Formação de Atrizes no Processo Colaborativo da Incompetente Cia de Teatro". 2024: - Temporada na FUNARTE MG com o Arrepsia.Circulação em São João Del Rei e Belo Horizonte ainda em 2024, apoiadas pela Lei Paulo Gustavo Estadual.
Duração da montagem em meses: 04 Espetáculo: Duração do espetáculo resultante da montagem: 90 minutos. Para o acesso à peça teatral criada a partir do projeto “Clara Nunes” será cobrado o valor do ingresso inteira $50,00 (cinquenta reais) e meia $25,00 (vinte e cinco reais) em 16 apresentações que acontecerão em Belo Horizonte. Total de 2400 ingressos. Os ingressos serão distribuídos em vendas online e na bilheteria do teatro durante os dias de apresentação, obedecendo a capacidade máxima do teatro. Como forma de democratizar o acesso, 20% dos ingressos (480 unidades) serão disponibilizados gratuitamente para pessoas negras, PCDs, estudantes de escolas públicas de teatro, pessoas trans e não binárias. Além disso, 10% dos ingressos (240 unidades) serão destinados aos patrocinadores do projeto, e 5% (120 unidades) serão cedidos para a divulgação na imprensa, em centros culturais e criticos locais. Em resumo: Total de ingressos: 2400Ingressos para venda: 1560Ingressos gratuitos: 840 Seminário de capacitação: O seminário será ofertado de forma gratuita para toda a população, com foco em agentes culturais de Belo Horizonte e estudantes de Teatro. Vagas: 100 Duração do seminário: 3 horas Carga Horária: 3 horas Perfil dos Participantes: - Agentes culturais atuantes na cidade (produtores, diretores, técnicos e gestores culturais)- Estudantes de teatro e das áreas afins (preferencialmente vinculados à Escola de Belas Artes da UFMG ou instituições correlatas)- Professores e pesquisadores interessados em práticas de montagem autoral e produção teatral- Profissionais emergentes que buscam desenvolver habilidades para a profissionalização no setorNúmero estimado de participantes: 100 Conteúdo Programático: - Contextualização do projeto “Clara Nunes: pesquisa e montagem”- Estratégias de ensaio e construção de cenas: experiências da Incompetente Companhia de Teatro- Planejamento e logística para produções teatrais em espaços culturais- Debate sobre os desafios e oportunidades na profissionalização do teatro em Belo Horizonte- Feedback dos participantes e orientações para a continuidade da formação profissional Recursos Didáticos Necessários: - Projetor multimídia e computador para exibição de vídeos e slides- Espaço do Centro Acadêmico de Teatro da UFMG
O projeto adota uma abordagem integrada, contemplando a acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal, garantindo a participação plena e inclusiva de pessoas com deficiência e outros públicos com necessidades específicas. 1. Acessibilidade ArquitetônicaEspaço Adaptado: Todas as atividades presenciais ocorrerão em locais que atendam aos padrões de acessibilidade, com adaptações que asseguram o acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Infraestrutura Física: Inclusão de rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e assentos reservados, facilitando a circulação e a permanência de todos os participantes. 2. Acessibilidade ComunicacionalInterpretação em Libras: Em uma das apresentações do espetáculo, durante a roda de conversa e seminário, será disponibilizado um intérprete de Libras, garantindo o acesso à comunicação para pessoas surdas.Programa do espetáculo/informativo digital: Elaboração de materiais em formatos digitais acessíveis, compatíveis com leitores de tela e com linguagem clara e objetiva. Serão desenvolvidos também conteúdos em áudio e textos com linguagem de fácil compreensão para ampliar o alcance e a participação nos processos formativos e informativos.Vídeos Legendados: Todos os vídeos de divulgação do projeto serão legendados, assegurando a acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência auditiva. 3. Acessibilidade AtitudinalRecepção Especializada: Durante o evento (apresentação, roda de conversa e desmontagem cênica, seminário), contará com uma recepcionista/guia especializada, capacitada para atender pessoas com deficiência (PCDs) e idosos, promovendo um acolhimento inclusivo e orientado às necessidades específicas de cada pessoa.
Visando ampliar o acesso ao projeto “Clara Nunes: Montagem e Pesquisa de espetáculo” e fomentar a formação de público, serão adotadas as seguintes medidas: Roda de Conversa/Desmontagem Cênica: Ao final de uma das sessões, promoveremos uma roda de conversa. Essa atividade tem como objetivo estimular a formação do público e estreitar a articulação com a crítica teatral local. Distribuição de Ingressos Gratuitos: Para facilitar o acesso da população aos bens e serviços gerados pelo projeto, 20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente como forma de cortesia e democratização. Esses ingressos serão destinados a estudantes de teatro, pessoas negras, pessoas trans e não binárias, pessoas com deficiência (PCDs) e mães solo. Seminário de Capacitação: Em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Centro Acadêmico de Teatro (CAT), realizaremos um seminário gratuito voltado para agentes culturais e para estudantes de teatro da Escola de Belas Artes (EBA). Essa iniciativa visa fortalecer a formação e a capacitação de novos agentes culturais, contribuindo para o desenvolvimento e a diversificação do cenário artístico local.
Elaboração de projeto: Sarah Vá Moreira Coordenação de projeto: Maria Luiza Dimas de Oliveira Descrição: Supervisiona a execução do projeto, articulando as diversas equipes e fases do processo. Atua como elo de comunicação entre os setores, monitorando prazos, metas e a qualidade das entregas para manter o projeto alinhado aos objetivos. Coordenação de produção: Gabriela Vieira França Descrição: Organiza e gerencia todos os aspectos logísticos e operacionais do espetáculo. Essa função envolve a sincronização entre montagem, ensaios e suporte técnico, assegurando o cumprimento do cronograma e a eficiência de toda a produção. Produção executiva: Luan Elias Silva Castro Descrição: Esse profissional acompanha todas as etapas operacionais, desde o carreto e a montagem do espetáculo até a desmontagem, garantindo a segurança e o cumprimento dos prazos. Nos dias de apresentação, supervisiona a operação técnica e a segurança, monitora a bilheteria e organiza os bastidores, incluindo os camarins. Além disso, atua na resolução rápida de imprevistos, assegurando que todos os aspectos do evento ocorram de forma eficiente e integrada. Elenco: Gabi Vieira, Malu Dimas, Rafael Calú e Sarah Vá Descrição: 04 Atrizes profissionais e graduadas que executam um laboratório criativo que integra pesquisa cênica, experimentação e ensaios, promovendo a descoberta e o refinamento de personagens e narrativas. As atrizes exploram diversas técnicas de interpretação, participam de oficinas e dinâmicas teatrais, contribuindo para a definição estética e expressiva da produção. O ambiente de laboratório favorece a inovação e a liberdade artística, permitindo que as descobertas e ensaios se transformem em elementos estruturais que enriqueçam e consolidem a identidade do espetáculo. Direção de cena: Sinara Caroline Teles Rodrigues Descrição: Conduz a montagem do espetáculo no palco, coordenando a atuação dos intérpretes, a dinâmica cênica e a interação com os elementos visuais. Busca a harmonia entre performance e narrativa. Laboratório de pesquisa cênica e ensaiospara adaptação/realização do espetáculo. Direção musical: Júlia Dias Lino Moreira (Julia Tizumba) Descrição: Responsável pela concepção e execução da trilha sonora. Trabalha em conjunto com músicos e cantores para que a parte musical se integre à narrativa, definindo arranjos, ritmos e a atmosfera sonora do espetáculo. Laboratório de pesquisa cênica e ensaiospara adaptação/realização do espetáculo. Coreógrafo: a ser contratado Descrição: Cria e ensaia as coreografias, definindo a linguagem corporal e os movimentos dos artistas. Sua atuação é essencial para traduzir a emoção e a energia do espetáculo através da dança. Figurinista: Edsel Marcos Soares Sales Duarte Descrição: Desenvolve o design dos figurinos, refletindo a personalidade dos personagens e a estética do espetáculo. Trabalha em colaboração com a direção de cena e demais departamentos para que os trajes harmonizem com o conceito visual. Costureira: a ser contratado Maquiagem e cabelo: a ser contratado Descrição: Responsável pela confecção, ajustes e manutenção dos figurinos. Assegura que cada peça esteja em perfeitas condições, respeitando as exigências de movimento e a integridade visual dos trajes durante o espetáculo. Cenógrafo: a ser contratado Descrição: Cria e monta os cenários que ambientam o espetáculo, integrando a visão estética com as necessidades funcionais da cena. Trabalha em harmonia com a iluminação, figurino e demais elementos para criar ambientes imersivos. Musico: a ser contratado Descrição: executa os arranjos musicais. Trabalham em conjunto para proporcionar a harmonia, o ritmo e a expressividade que complementam a performance vocal e a narrativa do espetáculo. Está preente durante as apresentações. Preparação vocal: Talita Rafaela Araújo Vasconcelos Descrição: Oferece orientações e treinamentos focados no aprimoramento da técnica vocal dos artistas. Visa garantir que as performances musicais sejam executadas com clareza, potência e preservação da saúde vocal. Preparação corporal: a ser contratado Descrição:Promove treinamentos e exercícios físicos que preparam os artistas para as exigências do espetáculo. Inclui técnicas de alongamento, dança e condicionamento, contribuindo para a expressividade e segurança durante as performances. Técnico de luz: a ser contratado Descrição: Responsável pelo design e operação da iluminação, criando efeitos que destacam cenas e intensificam emoções. Cuida da montagem, manutenção e ajuste dos equipamentos para atender às demandas artísticas. Técnico de som: a ser contratado Descrição: Gerencia a captação, amplificação e mixagem do áudio. Atua para que a sonoridade esteja balanceada e integrada, garantindo que os diálogos, músicas e efeitos sonoros sejam percebidos com qualidade. Contrarregra: a ser contratado Oficina de dança afro: a ser contratado Oficina de instrumentalização: a ser contratado Fotógrafo: a ser contratado Registro audiovisual: João Pedro Correa Lima Descrição: Equipe ou profissional responsável pela documentação em vídeo do espetáculo. Registro para fins de divulgação, análise crítica e preservação da produção Intérprete deLIBRAS: a ser contratado Recepcionista atitudinal: a ser contratado Coordenação de mídias digitais: Tayná Aparecida Dimas de Oliveira Descrição: Profissional responsável por planejar, criar e gerenciar campanhas digitais para divulgar o espetáculo nas redes sociais. Atua na produção de conteúdos (textos, imagens, vídeos), agendamento de publicações e monitoramento de métricas para otimizar o engajamento do público. Designer gráfico: Tayná Aparecida Dimas de Oliveira Descrição: Responsável pela criação e produção das peças gráficas, tanto para mídias digitais quanto para impressos. Desenvolve a identidade visual do projeto, assegurando a coerência estética em flyers, cartazes, folders e demais materiais de divulgação. Assessoria de imprensa: Vapor comunicação Descrição: Profissional encarregado de articular a divulgação do espetáculo em veículos de comunicação, como jornais, revistas e portais. Providencia entrevistas, elabora releases e estabelece contato com a mídia para ampliar a visibilidade e credibilidade do projeto. Videomaker: João Pedro Correa Lima Descrição: Responsável pela captação e edição de imagens dos bastidores e do processo criativo do espetáculo. Produz conteúdos audiovisuais dinâmicos para serem publicados nas redes sociais, contribuindo para a divulgação e humanização do projeto. Gestão financeira: Rafael Calú Descrição: Profissional que garante o cumprimento do orçamento por meio do controle rigoroso das despesas e da gestão dos recursos do projeto. Responsável por manter uma planilha orçamentária atualizada, assegurando a saúde financeira e a transparência dos investimentos. Prestação de contas: Rafael Calú Descrição: Responsável pela elaboração de relatórios detalhados que documentam as atividades realizadas e os resultados alcançados ao longo do projeto. Inclui a consolidação de dados financeiros, operacionais e de desempenho para a finalização do projeto, garantindo transparência Capitação de recursos: a ser contratado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.