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O projetopropõe a produção deum livro e uma exposição contando a história da etnia indígena Zo'é nos últimos 35 anos, desde o primeiro contato estabelecido pela FUNAI em 1989, documentado pelo fotógrafo paraense Rogério Assis. O artista voltou a documentar os indígenas em 2009. Zoé 35 anospretendelançar o livro e inaugurar a exposição, em praça pública, como a Praça do Carmo, localizada no coração da cidade de Belém (Cidade Velha), PA, próxima ao Porto do Sal, no período que antece a COP30 e durante o evento, a ser realizada na cidade. *O artista tem autorização do povo Zo'é, assinada em 15/02 em reunião da Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapenema - FPEC/FUNAI.
A obra Zo’é 35 anos irá gerar os produtos Livro e Expoisção. Será uma edição e curadoria dos conteúdos de fotografias e textos de três viagens do fotógrafo Rogério Assis ao território da etnia Z'oé, sendo que as duas primeiras já foram realizadas e como a de 1989 - Expedição de primeiro contato oficial da FUNAI, de 2009 - Expedição de documentação audiovisual após implantação da Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema e agora a proposta de 2025 - Expedição de documentação audiovisual sobre as mudanças e organização da etnia. Rogério foi o primeiro fotógrafo brasileiro a ter contato com os Z'oé e será o único a ter documentado por três vezes nesses tempos especificados.
O objetivo geral do projeto Zo'é 35 anos é produzir um livro contando a história da etnia Zo'é nos últimos 35 anos, desde o primeiro contato inicial estabelecido pela FUNAI com a etnia em 1989, documentado pelo fotógrafo Rogério Assis que, no ano de 2009, também fotografou e transformou em livro e exposição os 20 anos de contato com os Zo’é. Rogério Assis foi o primeiro fotógrafo a documentar o povo Zóé até então isolado. Agora em 2025, chegou o momento de documentar esse outro período geracional que completa aproximadamente 15 anos desde a última visita do fotógrafo à à Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapenema, criada em 2011, com responsabilidade em promover a integridade cultural e territorial do povo Zo'é, uma população que praticamente dobrou nos últimos 20 anos. Dessa forma, Rogério Assis será o único fotógrafo a ter documentado três gerações dessa etnia a partir do primeiro contato oficial, importante documentação histórica da memória de um povo e sua cultura. O projeto foi autorizado pela etnia Z'oé em reunião com a Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapenema, Belém, PA, conforme documentos anexos a proposta. Como objetivos específicos, o projeto propõe: - A produção e exibição de uma exposição Zo'é 35 anos, em espaço aberto, público e gratuito, no período que antece a COP 30 e durante o evento a ser realizada em Belém-PA no mês de novembro de 2025 e paralelamente lançar o livro no estado onde vivem os Zo’é, uma oportunidade única de mostrar ao mundo o desenvolvimento do povo ancestral que tem sua terra e sua cultura preservados. . - Realizar visitas três visitas guiadas e 3 palestras durante o período de exibição da exposição. - Realizar três palestras em escolas públicas de Belém para alunos e professores, discorrendo sobre a pesquisa e o trabalho de fotodocumentarista.
A partir da documentação audiovisual, em diferentes períodos, de uma mesma etnia, é possível traçar paralelos e registrar o desenvolvimento e as transformações sofridas por esse grupo. Desde quase dizimados por uma epidemia de gripe em 1989, o isolamento em área demarcada que possibilitou a recuperação, o crescimento populacional, a acentuada melhora da saúde e o reforço da cultura de auto estima, até a mais recente organização social, o desenvolvimento cultural, a interação com outros povos ancestrais e até mesmo não indígenas, mantendo sua cultura são importantes de serem documentados e divulgados com o objetivo de mostrar o quanto é importante respeitar a cultura ancestral e desenvolvimento de cada população indígena. Com a chegada da COP 30 ao Brasil, mais precisamente a cidade de Belém no estado do Pará, onde vivem os Zo’é, é uma oportunidade única de mostrar ao mundo o desenvolvimento do povo ancestral que tem sua terra e sua cultura preservados. O projeto Z'oé 35 anos contribui com a fotografia e documentação de um tempo e de um povo bem como a sua importância cultural no campo das artes visuais. Destacamos também a representatividade da grupos indígenas, proporcionando protagonismo nas falas, histórias. Este projeto com todas as atividades descritas foi concebido para ser executado, contemplando deslocamentos e documentação, com exposição gratuita, publicações distribuidas para escolas e bibliotecas do país, além de lançamentos durante ativações, daí a necessidade de patrocínio para viabilizá-la. Acreditamos, desta forma, que nossa proposta esteja enquadrada nas finalidades elencadas nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprir essas finalidades, atenderemos os seguintes objetivos citados no Art. 3° da mesma Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Características do livro:formato: aberto 60x30 cm; fechado 30x30 cm. capa dura: revestida em papel couche 150g. (opção master blanc sem laminacão) 4x0 cores + laminação e baixo relevo Área 5x14,5cm. guardas: papel color plus cor escura 0x0 cor miolo: 200 pgs. em papel offset 150g, (opção papel garda kiara 135g.) impresso em 4x4 cores U.V acabamento: capa dura com miolo costurado e colado + shirink individual tiragem: 2.000 unidades Características de Exposição: Proposta inicial (depende da estrutura do local)Exibição de 35 imagens tamanho 200X100cm impressas em vinil fosco e montadas em estrutura de ferro, montagem que possibilita ficar exposta ao tempo, com o objetivo de estar 24hs disponível para visitação em local de grande circulação. Todas as imagens são acompanhadas de áudio descrição disponível através de QR-Code impresso em cada uma das imagens. Os dois produtos terão ativação em midias sociais e divulgação via assessoria de imprensa, bem como site do projeto.Site e Redes Sociais
PRODUTO LIVRO Acessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade visual: será disponibilizado uma versão em pdf com plug-ins de acessibilidade Acessibilidade auditiva: Não se aplica. Acessibilidade intelectual: Os textos irão possuir linguagem simples para facilitar o acesso ao seu conteúdo por pessoas com deficiência intelectual. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: Serão atendidas às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores e/ou rampa de acesso à cadeirantes, banheiros acessíveis, fraldários. Acessibilidade visual: As ações expositivas contarão com QR Code que será direcionado aos áudios dos textos e descrição das imagens. Acessibilidade auditiva: Haverá ao menos, uma (1) visita guiada com intérprete em libras. Acessibilidade intelectual: Haverá ao menos, uma (1) visita guiada com equipe capacitada para atendimento a pessoas com deficiência intelectual. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: Serão atendidas às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores e/ou rampa de acesso à cadeirantes, banheiros acessíveis, fraldários. Acessibilidade visual: as atividades são orais e não há restrição. Acessibilidade auditiva: Haverá ao menos, uma (1) palestra com intérprete em libras. Acessibilidade intelectual: Haverá ao menos, uma (1) palestra com equipe capacitada para atendimento a pessoas com deficiência intelectual.
A exposição Z'oé 35 anos será gratuita e ficará em cartaz durante 30 dias, em praça pública, como a Praça do Carmo, localizada no coração da cidade de Belém (Cidade Velha), PA, próxima ao Porto do Sal.em Belém, PA, assim como as atividades de visita guiada e oficina. Os livros Z'oé 35 anos será distribuídos da seguinte forma: 50% Proponente 20% Venda a preços populares 10% Patrocinador 10% Divulgação 5% Bibliotecas, escolas 5% Etnia Z'oé Como contrapartida social, serão realizadas três palestras em escolas públicas de Belém e São Paulo para alunos e professores, discorrendo sobre a pesquisa e o trabalho de fotodocumentarista.
Remuneração do Proponente, responsável pela coordanação geral, operacional do projeto. Atuará no planejamento e cronograma de todas as etapas, incluindo a viagem da equipe para produção de conteúdos, como os produtos Livro e Exposição. Esta atividade não se repete no produto livro. Direção Geral: Mônica Maia Mônica Maia nasceu em São Paulo, SP, em 1963. É editora e curadora de fotografia e produtora cultural. Idealizadora do projeto Mulheres Luz, uma Plataforma de pesquisa e publicação de conteúdos produzidos por fotógrafas e mulheres da imagem com os produtos Revista e Festival que levam o mesmo nome. Sócia da DOC Galeria [2012-2022] e produtora da Mostra SP de Fotografia [2011-2022]. Foi fotógrafa e editora da Agência Estado, O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde [1987-2007] e colaboradora da Folha de S.Paulo desde 2008. Em 1999 foi a primeira brasileira a ser jurada do concurso World Press Photo, e em 2024 retornou como avaliadora do WPP-América Latina. Desde então é membro do Joop Swart Masterclass. Foi curadora do 3º Encontro de Coletivos Fotográficos Íbero-Americano- E.CO, SP [2014]. Com a DOC participou da gestão da Galeria Nikon [2014/2016] e em 2015 do lançamento da Foto Feira Cavalete, com 13 edições. Atuou na curadoria do Programa Nova Fotografia do MIS-SP [2019-2024]. Integrou o júri dos prêmios Chico Albuquerque de Fotografia, CE, Fundação Conrado Wessel, SP, e Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte, RJ, entre outros. Em 2021 foi curadora e produtora dos festivais Everyday Brasil e Imagens Periféricas e da exposição “Presença”, que apresentou imagens de 30 fotógrafas de diversos temas, tempos e territórios, e “Imagens para o Futuro”, coletiva com 36 artistas em parceria com o Everyday. Atua em pesquisas, leituras de portfólios e acompanhamento de projetos. É presidenta da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil - RPCFB. Produção Executiva: Ana Silvia Forgiarini/ Frida Projetos Culturais A Frida Projetos Culturais, criada por Mariane Goldberg e Ana Silvia Forgiarini, uma produtora especializada na elaboração, desenvolvimento e gestão de projetos artísticos e culturais. Desde 2010 se destaca por desenvolver iniciativas que promovam a democratização da cultura e a formação de público em todo o Brasil Produziu diversos eventos e exposições, entre elas: O Norte sem Norte: Fotografias de Elza Lima, Centro Cultural Fiesp (20021); Idílio, Rogério Assis/ CCSP (2019), História da Poesia Visual Brasileira - Acervo Paulo Bruscky/ SESC Bom Retiro (2019), Via Aérea/ SESC Belenzinho (2018), A Origem do Rosto – Arthur Omar/ SESC Consolação (2018), Pai dos Burros – Teresa Berlinck e Julio de Paula/ SESC Rio Preto (2018), Alair Gomes: Percursos/ Caixa Cultural (2017) O Cru do Mundo – Ivens Machado e Casa 7 na Pivô SP (2016). Também desenvolve e produz projetos socioculturais através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Promac e PROAC, entre eles projeto Estampa SP (2021), Panorâmica (2019), Xiló & Cordel (2019), Super Curtas (2016 a 2018), Projeto Sucatas & Caraminholas (artes cênicas/ 2018), dentre muitos outros viabilizados por meio de recursos públicos e privados. Fotografias: Rogério Assis Rogério Assis nasceu em Belém-PA no ano de 1965. Iniciou sua vida profissional em 1988, documentando etnias indígenas para o Museu Emílio Goeldi, em Belém-PA. Depois de participar, em 1989, da expedição oficial da FUNAI de primeiro contato com a etnia Zo’é e publicado essa documentação nas mídias nacionais e internacionais, mudou-se para São Paulo a convite da Agência Angular. Em 1990, foi contratado pela Agência Estado, onde trabalhou por dois anos. Em 1992, desenvolveu extenso projeto de documentação numa viagem de um ano desde a Amazônia, passando por dez ilhas do Caribe, terminando com uma estadia de 3 meses em Cuba onde produziu um documentário sobre o “Período Especial”, drama sócio econômico vivido na Ilha após a queda do Bloco Socialista Europeu, a época um documentário inédito que foi publicado em grandes veículos de mídia nacional e internacional. Em 1994 foi contratado pelo jornal Folha de S. Paulo, onde trabalhou até 1999, exercendo as funções de fotógrafo, editor assistente, editor de matérias especiais e fotógrafo correspondente em Nova York. Lá graduou-se no laboratório de mídia digital do ICP (International Center of Photography) e também foi editor de fotografia para a América Latina da Starmedia Network. Em 2000, participou da criação do Fotosite, primeira agência de fotografia brasileira 100% digital, onde exerceu o cargo de Diretor Editorial. Em 2004, trabalhou no projeto editorial do Casa E, suplemento dominical do jornal O Estado de São Paulo dedicado a arquitetura. Em 2008, criou a Editora Mandioca, que publicou por dois anos a Revista Pororoca, 100% dedicada a temas relacionados à Amazônia. Desde então, vem desenvolvendo projetos editoriais em colaboração com outras editoras, com destaque para os livros: D. BRAZI– Cozinha Tradicional Amazônica, em parceria com a Editora BEI; ZO'É, em parceria com a Editora Terceiro Nome; “MATO?”, em parceria com a Editora Olhavê e VIAGEM AO SUL DO REAL, em parceria com a Editora Origem. Este último ganhador do prêmio Mobile Photo Book. Vencedor do edital de cultura e meio ambiente do Banco da Amazônia. Em 2014, desenvolveu o projeto Esse Rio É Minha Rua, sobre o cotidiano da comunidade ribeirinha Boa Esperança. Esse mesmo projeto ganhou o Edital de Exposições da Secretária Municipal de Cultura de São Paulo em 2018, com a posterior realização da exposição IDÍLIO no Centro Cultural São Paulo. Atualmente, desenvolve projetos documentais na área socioambiental, ministra workshops sobre fotografia documental, além de colaborar com as ONGs Greenpeace e Instituto Socioambiental (ISA). Realizou diversas exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Jornalista: Leão Serva Diretor Internacional de Jornalismo e correspondente em Londres da TV Cultura, professor de Ética Jornalística na ESPM-SP e mestre e doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, que desde 1992 realiza diversas viagens a áreas indígenas da Amazônia e vai acompanhar a Expedição 2025; da antropóloga Dominique Galois, que foi chefe do posto da FUNAI da Frente Cuminapanema, graduada em Sciences Sociales Economiques et Politiques pela Université Libre de Bruxelles (1974), mestra e doutora em Ciência Social pela USP; da antropóloga Lucia Hussak van Velthem, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, curadora da Coleção Etnográfica da Coordenação de Ciências Humanas, museóloga pela UNIRIO, com Doutorado em Antropologia pela Universidade de São Paulo e Pós-Doutorado pela Université de Paris X. Curadoria: Georgia Quintas Escritora, antropóloga, professora e pesquisadora no campo da teoria, filosofia e crítica da imagem fotográfica. Doutora em Antropologia pela Universidade de Salamanca (Espanha), com pós-doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pós-graduada em História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP/SP. Co-fundadora da editora Olhavê. Autora dos livros Jogos de aparência – Os retratos da aristocracia do açúcar (2016), Inquietações fotográficas – Narrativas poéticas e crítica visual (2014), Abismo da carne (2014), Olhavê Entrevista (2012) e Man Ray e a Imagem da Mulher – A vanguarda do olhar e das técnicas fotográficas (2008).
PROJETO ARQUIVADO.