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PRONAC 251801Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposição do Traje Majestático do Imperador D. Pedro II

Sociedade de Amigos do Museu Imperial
Solicitado
R$ 927,5 mil
Aprovado
R$ 927,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2025-05-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

O projeto apresenta a nova apresentação do Traje Majestático de D. Pedro II, recentemente restaurado, do Museu Imperial. A iniciativa integra as comemorações do bicentenário do imperador e busca valorizar a peça por meio de uma museografia inovadora, garantindo sua preservação e acessibilidade ao público. Além disso, a exposição permanente estabelecerá um diálogo com pinturas do acervo, reforçando o contexto da Sagração e Coroação do Imperador.

Sinopse

O Traje Majestático de D. Pedro II é um dos mais emblemáticos símbolos da monarquia brasileira, composto por peças de grande valor histórico e artístico. Criado para a coroação do imperador em 1841, o conjunto inclui manto, veste, luvas, sapatos e insígnias imperiais, destacando-se pelo requinte dos materiais e pela complexidade dos bordados em fio de ouro. Preservado no acervo do Museu Imperial, o traje foi utilizado por D. Pedro II em cerimônias oficiais ao longo de seu reinado. Após um minucioso processo de restauração, a peça retorna ao público em uma nova exposição, acompanhada de uma museografia inovadora que realça sua importância. O projeto também estabelece um diálogo com pinturas históricas que retratam o imperador trajando essa indumentária, proporcionando uma imersão na história do Brasil Imperial. A iniciativa integra as comemorações do bicentenário de D. Pedro II, reforçando seu legado e a valorização do patrimônio nacional.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Pretende-se a realização da nova apresentação do Traje Majestático de D. Pedro II, recém restaurado, com requalificação do espaço expositivo atual, para exibição do Traje e acervos relacionados. O projeto visa, ainda: 1. Contribuir para a garantia do status do Museu Imperial como referência nacional para o estudo do período monárquico brasileiro; 2. Promover o acesso qualificado do público a um dos mais importantes acervos históricos e artísticos relativos ao período imperial brasileiro; 3. Estimular o interesse pela história do Brasil e sua nacionalidade; 4. Incentivar a visitação pública a museus e exposições; 5. Oferecer ao público visitante uma exposição de qualidade, de forma planejada e permanente, com informações históricas, artísticas e conhecimento científico; 6. Adequar os espaços físicos para ampliar e estimular o acesso do grande público, com respeito e atenção à diversidade, à acessibilidade e ao meio ambiente; 7. Oferecer ao público conhecimento sobre a História do Brasil; a importância dos espaços públicos no exercício da pesquisa e da troca de conhecimento; e para o entendimento da memória como ferramenta essencial na construção da identidade de uma nação; 8. Contribuir para a garantia da conservação do acervo histórico e artístico do Museu, respeitando a urgência necessária de execução de ações para garantir sua integridade física. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Exposição de Artes Produzir uma museografia permanente arrojada para a exposição do Traje Majestático do Imperador D. Pedro II, valorizando a sua fruição estética. Como a exposição é permanente, ela estará inserida no circuito do Museu Imperial, que recebe visitas guiadas e possui programa educativo abrangente. Contempla, também, um caderno técnico de conservação e restauração para documentar o processo de restauro do Traje, recém realizado. Local de realização: Museu Imperial _ Petrópolis - RJ

Justificativa

O Traje Majestático que pertenceu ao imperador D. Pedro II, do acervo do Museu Imperial, é um conjunto constituído de diversos itens: manto, veste, sapatos, luvas, bicos de renda, manípulos, murça de penas de tucano e banda da Ordem do Cruzeiro. O primeiro item a integrar o acervo da instituição foi o Manto Imperial, transferido do Museu Histórico Nacional, em 1940. Confeccionado em veludo verde, lhama dourada e bordados em fio de ouro, mede 3,05m de comprimento e 1,93m de largura e foi produzido pela bordadeira Rosa Alexandrina de Lima, conforme ordem de pagamento presente nos Livros da Mordomia do Arquivo da Casa Imperial. Elaborado para a coroação de D. Pedro II, em 18 de julho de 1841, o manto foi usado pelo imperador durante as cerimônias de abertura e encerramento da Assembleia Geral, ao longo dos 48 anos de seu reinado. A murça (gola em forma de pelerine) também foi transferida do Museu Histórico Nacional. Elaborada com penas de papo de tucano de bico preto, cetim de seda bege e verde escuro, a murça foi usada inicialmente por D. Pedro I, passando a compor posteriormente o Traje majestático do segundo imperador do Brasil. Em 1987, por intermédio do príncipe D. Pedro de Orleans e Bragança, foi doada ao Museu Imperial a complementação do Traje Majestático, a saber: chapéu, veste, manípulos, faixa, sapatos e luvas. O chapéu fazia parte da indumentária utilizada na Sagração e Coroação do imperador durante a entrada na Capela Imperial, em 1841. Já as demais peças formavam o Traje utilizado pelo imperador já adulto, sendo itens mais novos que o Manto Imperial. Com a inauguração do Museu Imperial em 1943, o Manto foi exposto pela primeira vez, permanecendo em exibição até os dias de hoje. Inicialmente foi apresentado sozinho, dentro de vitrine própria, aberto em toda sua extensão. A partir da década de 1970, o Traje Majestático passou a ser exibido em sua totalidade no circuito expositivo do palácio, montado em manequim e com o manto disposto drapeado ocupando uma vitrine menor na Sala das Insígnias. Durante todo o período em que o Traje esteve exposto e sob a guarda do Museu Imperial, houve somente uma ação de restauração, sendo anterior a chegadas da veste, tratando apenas o Manto. A restauração foi realizada pelo restaurador Almir Paredes Cunha em 1975, em conjunto com antigas funcionárias das fábricas de tecido de Petrópolis, onde foram realizadas intervenções nos tecidos, aplicação de um forro intermediário visando dar maior estrutura a peça, além de fornecer suporte os bordados refeitos. Em 2017, durante vistoria realizada pelo Laboratório de Conservação e Restauração do Museu Imperial, foram diagnosticados pontos de tensão nas costuras e dobras que provocavam danos nas fibras do veludo. Assim, foi elaborado um conjunto de medidas de conservação e restauro visando garantir a integridade física do conjunto. Com a descentralização de recursos do Ministério da Cultura, por meio do Instituto Brasileiro de Museus, foi contratada, mediante processo licitatório, uma empresa especializada em conservação e restauro de obras de arte, para a realização dos seguintes procedimentos técnicos, que farão parte do registro no caderno técnico previsto neste projeto: - Diagnóstico descritivo do estado de conservação atual do Traje, com a realização de testes físicos, químicos e biológicos dos materiais; - Higienização do objeto como um todo, respeitando seus diversos materiais; - Remoção de intervenções anteriores, se necessário; - Restauro de bordados perdidos e/ou soltos em material e técnica compatíveis com o original, - Consolidação das áreas com rompimentos, perdas ou fragilizadas; - Reforço estrutural da peça, visando sua exposição futura; - Eliminação de eventuais fungos; - Confecção de manequim confortável e seguro para exposição do conjunto; - Documentação fotográfica de todas as etapas da intervenção; - Auxílio no momento da montagem do conjunto para exibição ao público; - Relatório com os procedimentos realizados e sugestões para conservação futura. Com a conclusão dos trabalhos de restauração, faz-se necessária a elaboração de uma nova museografia que apresente o conjunto, agora restaurado, de uma forma e arrojada, que valorize a sua fruição estética e, ao mesmo tempo, que atenda aos requisitos atuais de conservação museológica, garantindo a sua integridade física. A sua exposição pretende, igualmente, valorizar duas obras expostas no circuito de exposição permanente do Museu Imperial, formando um estreito diálogo com base no tema da Sagração e Coroação do imperador D. Pedro II: As pinturas "Sagração e Coroação do Imperador D. Pedro II", óleo sobre tela de François René Moreaux, de 1842, e "D. Pedro II na Abertura da Assembleia Geral", óleo sobre tela de Pedro Américo de Figueiredo e Melo, de 1872. Nelas, o imperador aparece vestindo o traje pela primeira vez, na pintura de Moreaux, e durante a cerimônia da abertura do Parlamento do ano de 1872, no registro de Pedro Américo. Montagem e diálogo museográfico constituem importantes ações no âmbito das comemorações do bicentenário do nascimento do Imperador D. Pedro II, que o Museu Imperial celebra ao logo do ano de 2025. A exposição contribuirá para ampliar o acesso ao acervo do Museu Imperial, promovendo a educação patrimonial e estimulando o interesse pela história nacional.

Estratégia de execução

Não incluímos o projeto expográfico, pois o mesmo será contratado para ser realizado. Assim que tivermos este material anexaremos ao projeto.

Especificação técnica

1) Exposição de Artes Título: Exposição do Traje Majestático do Imperador D. Pedro II Formato: Mostra museológica com abordagem histórica e artística. Requalificação da museografia. Acervo: Traje Majestático de D. Pedro II (manto, veste, luvas, sapatos e insígnias imperiais) Pintura "Sagração e Coroação do Imperador D. Pedro II", óleo sobre tela de François René Moreaux, de 1842 Pintura "D. Pedro II na Abertura da Assembleia Geral", óleo sobre tela de Pedro Américo de Figueiredo e Melo, de 1872 Outros, a definir Conceito Curatorial: Diálogo com pinturas históricas e documentos do período imperial Museografia: Vitrines seguras - o traje de Dom Pedro I é exposto em uma vitrine de vidro antirreflexo, com controle de temperatura e umidade Iluminação especializada para conservação - Spots de LED com filtro UV Manequim técnico adequado para suporte da peça Painéis explicativos com textos curatoriais Recursos digitais para acessibilidade Público-alvo: Pesquisadores, estudantes, historiadores, turistas e público em geral Acessibilidade: adaptação para mobilidade reduzida e vídeo acessível no espaço

Acessibilidade

1) Exposição de Arte Aspecto Arquitetônico: - Todo o fluxo expositivo será desenhado atendendo às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. O espaço previsto possui rampas e elevadores. Aspecto Comunicacional: - Será produzido um vídeo sobre o Traje e sua expografia com interpretação em libras e legenda em português, para os deficientes auditivos, e narração, para os deficientes visuais, exibido no espaço expositivo. Além disso, o Museu dispõe de monitores para receber e realizar visita guiada com os portadores de deficiência.

Democratização do acesso

1) Exposição de Artes A visitação da exposição não terá acréscimo em cima do ingresso do Museu Imperial e será aberta a todos os públicos. Como medida de ampliação de acesso, disponibilizaremos registros e textos da exposição, o caderno técnico e o vídeo acessível no site do projeto.

Ficha técnica

O proponente (SAMI) será responsável por parte da ADMINISTRAÇÃO do projeto, sendo sua posição como majoritária em todas as decisões do projeto. Proponente: Sociedade de Amigos do Museu Imperial No artigo 01 de seu estatuto, A Sociedade de Amigos do Museu Imperial - SAMI - se define como uma “associação sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Petrópolis, sito à Rua Alencar Lima, n. 35, sala 511, Centro, Petrópolis, CEP 25.620-050, fundada em 12 de abril de 1991, constituída por prazo indeterminado, com número ilimitado de associados.” A finalidade da SAMI é a de prestar apoio às atividades do Museu Imperial. A receita proveniente de suas atividades, promoções, doações e captações é integralmente aplicada na manutenção e consecução dos objetivos do Museu, como previsto no seu Plano de Trabalho e em seu estatuto. A SAMI tem contribuído, de forma decisiva, para apoiar as atividades propostas pelo Museu Imperial no desempenho de suas atribuições institucionais. Merece destaque o desempenho da SAMI nas atividades de captação e administração de patrocínios para a execução de projetos no âmbito do Museu Imperial. A primeira experiência foi com a implantação do “Espetáculo Som e Luz Museu Imperial”, que contou com o patrocínio da Eletrobras da ordem de R$ 3.200.000,00, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O espetáculo emprega efeitos especiais de iluminação e sonorização para conduzir o público a uma viagem no tempo. Com duração de 45 minutos, é oferecido três vezes por semana, de quinta a sábado, e já foi visto por quase 400 mil pessoas desde o seu lançamento, ocorrido em novembro de 2002. Desde então, o espetáculo tem impactado as áreas de gastronomia, hotelaria e serviços do centro da cidade de Petrópolis e ocupado posição de destaque como uma ótima opção de entretenimento cultural para diferentes segmentos da população. O segundo projeto do Museu Imperial administrado pela SAMI foi o “Projeto de Digitalização do Acervo do Museu Imperial – Projeto DAMI”, que pretende digitalizar e disponibilizar a totalidade do acervo histórico e artístico do Museu Imperial no portal da instituição na internet. A etapa de implantação contou com o patrocínio de R$ 2.000.000,00 disponibilizados pela IBM do Brasil, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. As atividades de implantação do projeto duraram 5 anos e incluíram a montagem da estrutura física, a estrutura tecnológica, a definição da solução tecnológica, a contratação de equipe especializada, o processo de digitalização, armazenamento de dados e disponibilização de conteúdo na internet. Fases subsequentes do projeto foram igualmente viabilizadas com a atuação da SAMI na captação e na administração dos recursos, como o apoio da empresa AMBEV, via Lei de Incentivo Fiscal do Estado do Rio de Janeiro, no valor de R$ 400.000,00,com prazo de execução de um ano, e o apoio do Ministério da justiça, por meio do edital do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, com igual valor e período de execução. A SAMI também atuou na captação e na administração do apoio de R$ 393.051,38 disponibilizados pela empresa GE-Celma que viabilizou o “Projeto de Restauro da Berlinda de Aparato do imperador D. Pedro II”, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O projeto, com duração de 2 anos, foi executado às vistas do público visitante que, assim, pôde acompanhar cada fase dos trabalhos. Museu Imperial: DIREÇÃO: Maurício Vicente Ferreira Júnior Núcleo de Comunicação: Natalia Tavares Calzavara Núcleo de Relações Institucionais: Isabela Maria Verleun DIVISÃO ADMINISTRATIVA: Carolina Knibel DIVISÃO TÉCNICA: Claudia Maria Souza Costa Produção Executiva e Coordenação: Artepadilla Gestão e Produção Cultural Artepadilla é atuante há trinta anos na área de elaboração, organização, produção, coordenação e administração de projetos culturais. Já realizou diversas exposições e publicações, utilizando, por vezes, Lei Federal e Municipal de Incentivo à Cultura. Recentemente, em maio/22, realizou a exposição “O Olhar Germânico na Gênese do Brasil – Coleção Geyer/Museu Imperial” no Museu Imperial/Petrópolis/RJ. No segmento de patrimônio, realizou a gestão da elaboração de projeto executivo para reforma e adaptação da Casa Geyer. Realizou, em 2021, a produção e coordenação dos produtos do Plano Anual do Museu Histórico Nacional 2021 e 2022. Administração e Prestação de Contas: MAPE Mariana Oscar atua a mais de 15 anos em produção, administração e prestação de contas de projetos incentivados.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.