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O projeto prevê a realização de oficinas de Artes Visuais com enfoque na arte ambiental, em diálogo com o ofício dos artesãos locais, sendo: criação de obras de arte com artistas locais e educadores de artes para crianças e adolescentes de escolas públicas municipais da região. Os artistas locais serão capacitados por meio da oferta de um workshop. Será realizada também a exposição resultante das oficinas de artes, criando um circuito artístico.
Sinopse da Obra: Oficinas: Ofertar ao público-alvo oficinas de artes visuais, com a temática da sustentabilidade e agroecologia, utilizando a metodologia da Arte Ambiental como forma de integrar a educação para a sustentabilidade com a educação artística e promover o acesso à cultura, transformando a natureza em inspiração e matéria prima no processo de criação artística. Para produção das obras serão utilizados elementos da natureza, tais como pedras, terra, folhagens, cascas, galhos, troncos de madeira, oriundos do Sítio Doce Refúgio, sede da proponente, bem como os materiais, equipamentos e ferramentas industriais (desengrosso, tinta, massa acrílica, argamassa, verniz, cola branca, vergalhão, prego) utilizados pelos oficineiros para o desenvolvimento do seu ofício. Trabalha, ao mesmo tempo, as habilidades nas artes e o pertencimento geográfico e regional, criando identificação entre o artista, a arte o material utilizado. Os alunos serão divididos da seguinte forma: crianças e adolescentes de 4 escolas públicas da região, divididos 04 em turmas de 25 alunos por escola, totalizando 400 alunos. Workshop: Será ofertado um workshop ministrado por um convidado especial, com domínio e expertise no fazer dialogar o saber artesanal local e a temática da sustentabilidade. Através desta capacitação os oficineiros poderão desenvolver os seus respectivos saberes e estarão aptos a passar estes saberes as próximas gerações, compostas pelos jovens integrantes do projeto. O workshop será ofertado para os quatro oficineiros e arte educador local, e para o restante da equipe técnica, buscando disponibilizar o conhecimento a todos. Serão ofertados quatro encontros ao longo de um mês e cada encontro terá a duração de quatro horas.
Objetivo Geral Promover o ensino das artes visuais integrado aos conceitos de sustentabilidade e agroecologia, aos saberes locais artesanais, bem como a valorização do bioma amazônico, produzindo o que é conhecido hoje como arte ambiental. Oportuniza, assim, à comunidade local o acesso às artes visuais ao mesmo tempo que dialoga com a realidade da região, trazendo junto de si aspectos do modo de vida, do artesanato e do bioma local. Objetivos Específicos ·Produto (principal): Oficinas de Arte Visuais ·Realizar 192 sessões da oficina de Artes Visuais, em formato presencial, com 400 crianças e adolescentes do Ensino Fundamental I, II e do Ensino Médio (entre 10 e 16 anos), nas 4 escolas públicas (municipais) selecionadas na região, durante 3 meses. O tema das oficinas será o consumo consciente e a sustentabilidade, utilizando a Arte Ambiental e o artesanato local como ferramenta de aprendizado. Sendo, 04 aulas de oficinas, uma vez por semana em cada escola, com duração de 48 minutos cada aula, alcançando 25 beneficiários por turma. ·Ofertar um workshop com um artista/professor/educador convidado, buscando capacitar os professores, artesãos e equipe técnica locais que conduzirão as oficinas a dialogar o seus ofícios com a temática da sustentabilidade desenvolvida pelo projeto. ·Produto (secundário): Exposição _ Circuito Artístico Ecológico Dramel ·Exposição Circuito Artístico Ecológico Dramel: realizar durante 6 meses a exposição das artes decorrentes das oficinas, aberta gratuitamente ao público em geral. A exposição ficará aberta de sexta a domingo, durante 6 meses. Espera-se receber aproximadamente 1.800 pessoas, no total ·Será contratado um guia para realizar as visitas guiadas na exposição. As visitas guiadas deverão ocorrer entre os meses de junho a novembro, período não chuvoso da região. ·Serão realizadas visitas à Exposição Circuito Artístico Ecológico Dramel para os 400 alunos e professores de escolas públicas municipais que participaram das oficinas. Na planilha orçamentária, está previsto o aluguel de transporte, bem como as despesas com gasolina, buscando viabilizar o acesso ao local através do deslocamento (ida e volta) dos alunos e professores, sendo necessário realizar a viagem 14 vezes, considerando o número de pessoas estimadas ·Será prevista a contratação de um tradutor, visando auxiliar o guia local nas exposições. Fornecendo as condições necessárias para o acesso a linguagem local. ·Buscando ofertar uma estrutura adequada para a exposição dos trabalhos derivados das oficinas, será realizada a contratação de estruturas móveis.
O Sítio Doce Refúgio, casa da Dramel, nasceu em 2015 a partir da busca do Joaquim Alberto da Silva de viver de maneira sustentável e valorizar os recursos locais do Bioma Amazônico. Em 2016 ele iniciou a criação de abelhas indígenas sem ferrão, características da região, procurando utilizar os recursos regionais como meio de subsistência e promoção da sustentabilidade. Atualmente, o sítio possui 120 colmeias, com a criação de 4 espécies características da região e é referência em meliponicultora, chegando a formar 270 meliponicultores. O Sítio Doce Refúgio trabalha sob a perspectiva da sustentabilidade, tendo um ciclo fechado de produção em que todos os materiais são reaproveitados, os rejeitos de uma atividade são utilizados em outra, transformando todos os recursos em insumo e não gerando lixo. O projeto tem como objetivo promover o acesso à cultura por meio das oficinas de artes visuais pautadas no conceito de Arte Ambiental e do saber artesanal local, procurando utilizar os recursos naturais do bioma amazônico para criação de peças de arte pelas crianças da comunidade local. Ao mesmo tempo que fomenta a cultura, o projeto valoriza as especificidades da natureza regional, possibilitando a apropriação, pelos alunos, dos recursos naturais e ajudando a promover identificação entre o meio e o sujeito. Entende-se que a educação para sustentabilidade, valorização dos recursos e consumo consciente pode ser realizada através da arte, fomentando a criatividade e a espontaneidade no processo criativo e promovendo acesso à cultura em uma região que carece de investimentos na área cultural. Sabe-se que a região Sudeste do país acumula a maior parte dos recursos incentivados na área cultural: Os produtores culturais captaram mais recursos por meio de incentivo fiscal. Os valores passaram de R$ 980 milhões em 2009 para R$ 1,489 bilhão em 2020. O Sudeste foi a região que captou a maior parte. Foram 77,7% do total[1] Considerando o cenário da promoção da cultura no país, percebe-se a importância de fomentar atividades em regiões diversificadas, oportunizando o acesso à cultura a diferentes públicos em diferentes regiões. O presente projeto busca, além de fomentar a cultura na região Amazônica, integrar a arte e a ecologia, valorizando os patrimônios naturais e os saberes locais artesanais característicos do país que possibilitam o sustento de famílias. A oferta do workshop através de um convidado, especialista na temática, também visa capacitar os oficineiros e professores locais através da formação ofertada. O projeto se enquadra nos seguintes incisos dos artigos 1º e 3º da Lei nº 8.313/91 Art. 1º° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Uma vez que as oficinas do projeto serão gratuitas. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Serão contratados profissionais locais para realização das oficinas e serão utilizados recursos materiais locais. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Pois as oficinas terão metodologia envolta em umas das formas de produção e sustento característicos da região. IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Pois fomenta a criação de arte por comunidades locais da região Amazônica. Art. 3º° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Através da realização da exposição por meio do Circuito Artístico Ecológico [1] https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-12/setor-cultural-ocupava-em-2020-48-milhoes-de-pessoas#:~:text=A%20maior%20parte%20das%20unidades,Tocantins%20(4%2C6%25).
O Projeto Pedagógico do Projeto, segue em anexo.
Acessibilidade Produto Principal: Oficinas de Arte Ambiental a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. Item na planilha Orçamentária: Sem custo. O espaço escolar já possui infraestrutura adaptada para recepção de PcD físico. b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Narração do conteúdo e dos materiais disponíveis para oficinas. Item na Planilha Orçamentária: A ser realizada pelos artistas contratados para as aulas. c) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras (no caso de aluno pertencente à população surda). Item na Planilha Orçamentária: Custos Vinculados. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Profissional especializado no acompanhamento à este público. Realizará a monitoria do aluno o auxiliando com quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para a melhor compreensão do conteúdo. Item na Planilha Orçamentária: Custos vinculados. Acessibilidade Produto Secundário: Exposição Circuito Artístico Ecológico Dramel a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Adaptação do espaço da trilha ecológica, onde será montada a exposição, com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso. Item na planilha Orçamentária: Custos vinculados. b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Narração do conteúdo e das paisagens. Item na Planilha Orçamentária: Custos vinculados. c) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras (no caso de pessoa pertencente à população surda). Item na Planilha Orçamentária: Custos vinculados.
Democratização de Acesso: · Democratização: O projeto prevê o alcance de mais de 1.800 mil pessoas, sendo público em geral, alunos e professores de Escolas Públicas da região, de maneira gratuita (mais de 10% do público estimado). Conforme inciso II do Art. 46 da IN 01/25: Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; · Ampliação: Todas as oficinas do projeto são direcionadas ao público infanto-juvenil, atendendo o inciso VII do Art. 47 da IN 01/25: Art. 47. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
FUNÇÕES A SEREM EXERCIDAS PELO PROPONENTE Coordenação Geral: Operacionaliza a integração com a equipe de trabalho, realiza o planejamento e execução do projeto de acordo com o plano de trabalho e cronograma, orienta pessoas envolvidas no projeto, organiza os recursos do projeto, planeja, monitora e presta contas dos recursos financeiros e materiais necessários. Equipe do Projeto: a) Nome: Joaquim Alberto da Silva Função no Projeto: Coordenador do projeto Currículo Resumido: Cirurgião Dentista formado pela UFAM 1988, Especialista em Saúde Coletiva, Mestre e Doutor pela UNICAMP com área de concentração em Clínica Odontológica Reabilitação Bucal, Envelhecimento e Qualidade de Vida, Professor Doutor Associado concursado pela Universidade do Estado do Amazonas. Produtor Rural e Meliponicultor formado pelo IDAM. b) Nome: Nexo Investimento Social Função no Projeto: Captação Currículo Resumido: Desde 2011, atua com o intuito de fortalecer e desenvolver Organizações da Sociedade Civil e auxiliá-las a captarem recursos de forma estratégica para viabilizar suas iniciativas. Em mais de 10 anos de atuação, mobilizou mais de R$ 500 milhões para o setor social, possibilitando a manutenção das atividades de diversas Organizações na prestação de serviços para a sociedade. Consultoria para Feira Preta, Fa.VELA, Instituto Ânima, FDC, Força Meninas, entre outros.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.