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PRONAC 251814Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

SILO CULTURAL: EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA ARTE

PARATY COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 302,4 mil
Aprovado
R$ 302,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Parati
Início
2025-07-01
Término
2025-12-20
Locais de realização (2)
Angra dos Reis Rio de JaneiroParati Rio de Janeiro

Resumo

O projeto "Silo Cultural: Educação Ambiental Através da Arte" visa promover a conscientização ambiental e cultural entre crianças e jovens das escolas públicas da região da Costa Verde, RJ. O projeto se estrutura em duas frentes: espetáculos teatrais e shows musicais. As atividades incluem a apresentação do espetáculo infantil "O Sapo e a Bromélia" pela Companhia DançanteAto, no Silo Cultural em Paraty e nas escolas em Angra dos Reis, e os shows do artista Luís Perequê "Tô Brincando", para o público infantil das escolas, e "Mar Revolto", para público em geral, nos centros culturais de Angra dos Reis e Paraty.

Sinopse

Espetáculo "O Sapo e a Bromélia":O espetáculo "O Sapo e a Bromélia" é um teatro infantil escrito e idealizado por Vanda Mota, bailarina, atriz e coreógrafa, fundadora da CIA DançanteAto. Unindo a fantasia do teatro com a beleza* das coreografias de dança, o espetáculo trata sobre um sapinho que após uma grande enchente acaba indo parar no alto de uma bromélia, lá, sem contato com outros de sua espécie, passa a crer que é na verdade um pássaro e aguarda ansiosamente suas asas crescerem. Os personagens "Beija Flor" e "Cambaxirra" são quem se sensibilizam com a história e partem em uma aventura para encontrar a família do sapinho. O espetáculo, que traz com leveza e diversão um passeio pela flora e fauna da região da Mata Atlântica, já circulou por diversas escolas da região da Costa Verde, como ferramenta de educação ambiental. Show "Mar Revolto" de Luís Perequê: Com aproximadamente uma hora e vinte de duração, o show Nas Entranhas do Mato tem a proposta de apresentar novas composições de Luís Perequê e relembrar as mais marcantes de seu repertório. Trazendo uma nova formação de músicos que o acompanham, os arranjos são enriquecidos por uma banda composta por vários instrumentistas. O show traz a marca da trajetória do artista Luís Perequê, sempre conectado com a cultura caiçara, mas com um olhar que alcança horizontes mais amplos com composições que conversam com outros sotaques da música brasileira. Show "Tô Brincando" de Luís Perequê: Lançado em 2010 durante a FLIP, o álbum Tô Brincando de Luís Perequê é um convite ao universo lúdico e encantador. Com 12 faixas, incluindo canções como Cavalinho, Mais um Dia, Manacá da Serra e Joaninha, o disco mergulha na musicalidade regional, apresentando ritmos leves e envolventes que celebram a natureza, a infância e as tradições populares. As composições de Perequê refletem sua identidade artística, sempre voltada para a valorização do meio ambiente e da cultura local, utilizando uma linguagem acessível e cativante para o público infantil. Com melodias alegres e letras poéticas, Tô Brincando se tornou uma ferramenta cultural e educativa, sendo amplamente utilizado em atividades pedagógicas e apresentações em escolas.

Objetivos

Objetivo Geral:Proporcionar acesso a produções artísticas de qualidade para alunos das escolas públicas, fomentando a valorização da cultura local e promovendo a conscientização socioambiental por meio da circulação dos shows musicais Tô Brincando e Mar Revolto, de Luís Perequê, e do espetáculo O Sapo e a Bromélia, da Companhia DançanteAto, nas cidades de Paraty e Angra dos Reis. Objetivos Específicos:Realizar apresentações teatrais conforme calendário: Executar 12 apresentações do espetáculo O Sapo e a Bromélia em escolas e espaços culturais, garantindo a difusão da peça e seu impacto educativo.Promover a circulação do show infantil Tô Brincando: Realizar 09 apresentações do show infantil Tô Brincando conforme o calendário definido, permitindo que crianças tenham contato com a música e suas mensagens lúdicas e educativas.Realizar shows do espetáculo Mar Revolto: Apresentar shows abertos ao público em centros culturais, expandindo o acesso da comunidade ao repertório de Luís Perequê e fortalecendo a conexão entre música e identidade caiçara.Favorecer o acesso à arte: Levar espetáculos e shows de qualidade artística para alunos da rede pública, possibilitando vivências culturais enriquecedoras tanto em suas escolas quanto em espaços culturais como o Silo Cultural.Divulgar a produção artística local: Apresentar ao público infantil e juvenil os trabalhos desenvolvidos por artistas de Paraty, fortalecendo a identidade cultural da região.Promover a conscientização socioambiental: Abordar temas ambientais de forma lúdica e acessível, incentivando a reflexão sobre a preservação dos ecossistemas locais e suas conexões com questões sociais.Estimular a formação integral dos alunos: Integrar arte e educação ambiental no cotidiano escolar, desenvolvendo habilidades como criatividade, empatia e pensamento crítico.Garantir inclusão e acessibilidade: Criar um ambiente acolhedor e adaptado para crianças atípicas ou dentro do espectro autista, utilizando recursos visuais e estratégias de acessibilidade para garantir a participação de todos.

Justificativa

O projeto "Silo Cultural: Educação Ambiental Através da Arte" se apresenta como uma iniciativa essencial para a democratização do acesso à cultura e para a formação da consciência socioambiental nas comunidades de Paraty e Angra dos Reis. Utilizando a arte como ferramenta para a educação ambiental e cultural, o projeto oferece espetáculos teatrais e shows musicais que proporcionam experiências imersivas, estimulando o pensamento crítico, a criatividade e o engajamento dos alunos da rede pública com as questões ambientais e culturais da região. A viabilização deste projeto depende diretamente do apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91), que possibilita a captação de recursos junto a patrocinadores para o desenvolvimento de ações culturais de impacto social. O "Silo Encena" se enquadra nos dispositivos da legislação, especialmente no Artigo 1º, incisos III e VI, ao fomentar a produção cultural e artística e ao apoiar projetos que promovam a consciência ecológica e a preservação do meio ambiente através da arte. Além disso, atende objetivos estabelecidos no Artigo 3º, tais como estimular a formação cultural do público, valorizar a produção cultural regional, democratizar o acesso aos bens culturais e incentivar a pesquisa e a criação artística relacionadas à identidade cultural caiçara. A relevância do projeto se sustenta em experiências bem-sucedidas e na crescente demanda por iniciativas culturais e socioambientais na região. A obra de Luís Perequê já é amplamente utilizada por professores como material complementar para a educação ambiental. Em 2009, a Companhia DançanteAto levou alunos das escolas públicas para assistirem a espetáculos no Silo Cultural por meio de um projeto apoiado pela Secretaria Estadual. Mais recentemente, em 2023, a peça O Sapo e a Bromélia foi apresentada em escolas de Angra dos Reis com apoio da Eletronuclear, demonstrando uma grande aceitação e o interesse crescente pelo tema. A continuidade desse trabalho, agora ampliado e acessível a um público maior, fortalece a proposta de inclusão e engajamento cultural. Além do impacto cultural e educacional, o projeto atende a uma demanda específica por ações inclusivas e de preservação ambiental. Em Paraty, aproximadamente 78 crianças com deficiência (PCDs) e outras com Transtorno do Espectro Autista (TEA) são atendidas por duas instituições locais, com as quais estabelecemos parcerias para garantir acessibilidade e adaptações necessárias às apresentações. Paralelamente, a região enfrenta constantes desafios decorrentes do turismo predatório, o que torna essencial o desenvolvimento de iniciativas que promovam a valorização e a preservação da cultura caiçara e do meio ambiente. O projeto também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, contribuindo para a educação de qualidade (ODS 4), a conscientização ambiental e combate às mudanças climáticas (ODS 13) e a proteção dos ecossistemas terrestres (ODS 15). Dessa forma, "Silo Cultural: Educação Ambiental Através da Arte" se destaca como uma iniciativa transformadora, que integra cultura, educação e meio ambiente em uma proposta inclusiva e acessível. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura permitirá que o projeto alcance um público ainda maior, garantindo que crianças, jovens e educadores tenham acesso a experiências culturais enriquecedoras, promovendo um futuro mais sustentável e consciente para as novas gerações.

Especificação técnica

Show "Mar Revolto" de Luís PerequêPaginação: Repertório com 12 músicas.Duração: 90 minutos por apresentação.Material: Banda composta por 4 músicos, rider técnico com equipamentos de som profissional, palco modular adaptável a diferentes espaços, iluminação cênica dinâmica. ESPETÁCULO "O SAPO E A BROMÉLIA": Paginação: O texto do espetáculo possui aproximadamente 25 páginas, incluindo descrição de cena, diálogos e marcações coreográficas.Duração: Aproximadamente 50 minutos.Material Cênico:Cenário móvel representando a bromélia e elementos da Mata Atlântica.Figurinos estilizados inspirados na fauna e flora.Adereços como asas, folhas e pequenos objetos manipuláveis pelos atores.Iluminação especial para efeitos de amanhecer e anoitecer.Projeto pedagógico: Roda de conversa pós-espetáculo com os alunos para discutir a mensagem da história. SHOW "TÔ BRINCANDO": Paginação: Setlist com 12 músicas do álbum Tô Brincando. Duração: 50 minutos. Material: Figurinos coloridos e interativos para os músicos e artistas em cena.Instrumentação variada, incluindo violão, percussão e instrumentos de sonoridade lúdica para estimular a interação das crianças.Elementos cênicos que remetem ao universo infantil.Iluminação suave e cenografia móvel para facilitar a adaptação em diferentes espaços, como escolas e praças.

Acessibilidade

O projeto "Silo Cultural: Educação Ambiental Através da Arte" tem um compromisso sólido com a acessibilidade, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam usufruir das atividades culturais de forma plena e inclusiva. Nos espetáculos e shows infantis realizados nas escolas públicas, todas as apresentações seguirão as normas de acessibilidade vigentes, assegurando que os espaços estejam adequados para receber todas as crianças de forma segura e confortável. No Silo Cultural, a acessibilidade física será garantida com rampas de acesso, assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida e uma equipe treinada para acolher crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para essas crianças, será disponibilizada uma sala de estabilização, permitindo um ambiente seguro e tranquilo, caso necessário. O projeto também estabeleceu parcerias com a AME (Associação de Mães Especiais) e com a AMAP (Associação de Mães Atípicas de Paraty), assegurando que suas comunidades sejam convidadas a participar dos eventos e que todas as demandas de acessibilidade sejam atendidas. Para garantir uma experiência cultural inclusiva, as apresentações contarão com intérpretes de Libras e material de divulgação acessível, incluindo audiodescrição e legendas nos conteúdos digitais. A implementação de um ambiente adaptado e acessível não apenas permite a participação de crianças com deficiência, mas também promove o desenvolvimento pessoal e a conscientização ambiental de todos os envolvidos. Dessa forma, o projeto assegura que todas as crianças tenham a oportunidade de vivenciar a arte e a cultura sem barreiras.

Democratização do acesso

Com o objetivo de ampliar o acesso às manifestações artísticas e culturais, o projeto "Silo Cultural: Educação Ambiental Através da Arte" adota estratégias que garantem a participação de públicos diversos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social. Uma das principais medidas para garantir essa democratização é a gratuidade dos espetáculos nas escolas públicas, permitindo que crianças e adolescentes da rede pública tenham acesso à programação cultural sem custos. No Silo Cultural, pelo menos 40% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para estudantes, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Além disso, foi firmada uma parceria com a Casa de Passagem de Paraty, que abriga crianças em situação de risco, garantindo que elas também tenham acesso ao projeto. Para ampliar ainda mais o alcance das atividades, as apresentações serão descentralizadas, acontecendo não apenas no Silo Cultural, mas também em diferentes bairros e municípios, como Paraty e Angra dos Reis. Dessa forma, a cultura chega a um público mais amplo e diversificado, reduzindo as barreiras geográficas que muitas vezes limitam o acesso a experiências culturais. A mediação cultural também é um ponto-chave da democratização do acesso. Antes das apresentações, serão realizadas rodas de conversa e atividades pedagógicas para contextualizar os temas abordados, além da distribuição de materiais didáticos para as escolas, incentivando os professores a trabalharem os conteúdos dos espetáculos em sala de aula.Por fim, para garantir que a informação sobre o projeto alcance o maior número possível de pessoas, será realizada uma campanha de divulgação acessível, utilizando redes sociais, rádios comunitárias e parcerias com instituições locais. Os materiais de comunicação contarão com linguagem simples e acessível.Com essas iniciativas, o projeto "Silo Cultural: Educação Ambiental Através da Arte" reafirma seu compromisso com a inclusão e a democratização do acesso, proporcionando uma experiência cultural enriquecedora para toda a comunidade.

Ficha técnica

Nome: Rafael Gandolfo ScherkFunção: Músico (Violoncelista, Rabequeiro, Bandolinista, 2ª Voz)Mini-Currículo:Multi-instrumentista especializado em cordas friccionadas, estudou Violoncelo, Viola da Gamba e MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí. Atua em Paraty desde 2020 como professor de Violoncelo na Casa da Cultura e desde 2022 como Maestro da Orquestra Pequenina Calixto e professor de cordas friccionadas na Escola Waldorf Quintal Mágico. Pesquisa música brasileira e cultura popular, integrando Rabeca Brasileira e Violoncelo a esses contextos. Nome: Jonathan AndreoliFunção: Músico (Percussionista)Mini-Currículo:Músico uruguaio, reside no Brasil desde 2004. Tocou com diversos artistas, como Luís Perequê, Chico César, Gilberto Gil e Luiz Melodia. Criou os grupos Candombe Ilú Ayiê e El Latinazo. Foi diretor artístico do ENANGRA e integra o Tarancón desde 2010. Nome: Juliano Sant'Ana dos SantosFunção: Músico (Violinista)Mini-Currículo:Autodidata, atua há mais de 12 anos em gênros diversos, destacando ritmos brasileiros. Trabalhou com artistas como Luís Perequê e Moreno Overá. Nome: Joana Mota VelosoFunção: Assistente de ProduçãoMini-Currículo:Criada em ambiente cultural, atua na elaboração e produção de eventos desde jovem. Bailarina e atriz formada, cursa Administração na UFSJ, participando da Dinâmica Consultoria Jr. Nome: Luís Carlos Albino Veloso (Luís Perequê)Função: Músico AutorMini-Currículo:Com mais de 30 anos de carreira, abordou questões culturais e socioambientais em sua obra. Fundador da Rede Caiçara de Cultura, produziu CDs de Ciranda de Paraty e foi premiado pelo conceito de Defeso Cultural. Nome: Vanda Maria Mota PintoFunção: Produtora ExecutivaMini-Currículo:Bailarina, coreógrafa e produtora, fundou o Silo Cultural com Luís Perequê, produzindo eventos e turnês. Coordenou projetos culturais com a Eletronuclear e criou três espetáculos de sua Cia de Dança. Nome: Dante Mota VelosoFunção: Assistente de ProduçãoMini-Currículo:Criado em um centro cultural, participou desde cedo na produção de eventos e festivais. Atua na logística de eventos culturais e coordena iniciativas como "Silo Encena". Nome: Axel SchwemmerFunção: BailarinoMini-Currículo:Alemão residente no Brasil desde 2011, tem formação em dança contemporânea. Foi membro de duas cias de dança na Alemanha e faz parte da Cia DançanteAto desde 2015. Nome: Laura BaetaFunção: BailarinaMini-Currículo:Formada em Design Gráfico e Educação Física. Integrou a Cia DançanteAto em 2022. Praticou balé, capoeira, yoga e mountain bike. Nome: Maria Florencia CeballosFunção: BailarinaMini-Currículo:Filha de bailarinos, tem formação em dança contemporânea e expressão corporal. Integra a Cia DançanteAto e também atua como professora de Yoga. Nome: Nathalia BailoniFunção: BailarinaMini-Currículo:Atleta de ginástica artística de 1992 a 2004, praticou capoeira, escalada, teatro e circo. Ingressou na dança contemporânea em 2016 e na Cia DançanteAto em 2022. Nome: Francisco SidcleyFunção: BailarinoMini-Currículo:Bailarino versátil, iniciou sua formação em dança clássica na adolescência. Atua no ensino da dança e integra a Cia DançanteAto desde 2007.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.