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Trata-se de um festival que se propõe valorizar e difundira cultura afro-mineira, sobretudo do Congado de Minas Gerais. Será realizada uma edição do Festival com a participação de guardas de congado e grupos instrumentais de percussão.
O projeto se dividirá em dois eixos: Festival: Realização de uma edição do Festejo, na cidade de Ouro Preto-MG, com a participação de guardas de congado de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais, como Mariana, Ouro Preto e Conselheiro Lafaiete e apresentações de música e circo. Todas as atividades têm como fio condutor a cultura afro-mineira. Como nos anos anteriores, a programação será selecionada a partir da curadoria/diretoria artística do projeto. Difusão: Por meio de campanha em suas redes sociais, o projeto pretende divulgar a programação (festejos, levantamentos de bandeiras, procissões etc) de Guardas de Congado e conteúdos diversos sobre o Reinado. Será também empreendida uma pesquisa para levantamento de artigos, teses, monografias e livros sobre a cultura afro, sobretudo do congado. Identificados os textos, a equipe entrará em contato com os respectivos autores para liberação, sem ônus, de sua publicação no site do Festejo (www.festejo.art.br). O objetivo dessas ações é contribuir com a disponibilização de informações, para a disseminação e o reconhecimento da cultura congadeira.
Objetivo geral Realização de uma edição do festival Festejo do Tambor Mineiro no interior de Minas Gerais com o objetivo de valorizar e difundir cultura afro-mineira, sobretudo do Congado de Minas Gerais. Trata-se de um evento gratuito. Objetivos específicos - Realização de cinco apresentações de guardas de congado; - Realização de cinco apresentações de grupos de percussão; - Realização de uma apresentação de circo;
Em primeiro lugar, a inscrição deste projeto no Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, se deu em função de uma possibilidade de captação do projeto, via esse mecanismo. Acreditamos ainda que a Lei Rouanet é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada para realização de projetos culturais. Em um estado fundado em princípios escravocratas e patriarcais como foi o mineiro, não é de se surpreender que a cultura negra que aqui floresceu _ e foi um dos principais baluartes de construção de nossa identidade cultural _ ainda seja obscurecida pelo manto da invisibilidade, do não-reconhecimento e do preconceito. Há mais de uma década, o Festejo do Tambor Mineiro vai de encontro a essa realidade. Considerado um dos principais e mais longevos projetos de valorização, preservação e difusão da cultura afro-mineira, o Festejo apresentou a um grande público a cultura congadeira da periferia de Belo Horizonte e do interior de Minas. O festejo permanece com o objetivo de apresentar aos mineiros e belohorizontinos o que existe de mais tradicional em seus mitos e ritos fundantes. Ao propor o encontro de guardas de congado com grupos percussivos e artistas, o evento ainda mostra como pode ser profícuo o diálogo entre tradição e contemporaneidade. A cada edição, a festa reúne diversas pessoas em torno da cultura congadeira. Assim, consideramos que a finalidade do projeto está em consonância com o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e se enquadra, especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Considerando que a principal finalidade do projeto é viabilizar um festival com apresentações culturais, o mesmo se enquadra no seguinte inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Com trata-se de um projeto feito na rua, gratuito e aberto a toda população, o projeto também se enquadra no seguinte inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Não é o caso.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto vai contratar banheiros químicos adaptados e reservará espaço para para cadeirantes, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O festejo irá contratar profissional de audiodescrição que estará presente em todas as atividades do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O festejo irá contratar intérprete delibras que estará presente em todas as atividades do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O festejo irá contratar monitores treinados para auxiliar esse público em todas as atividades do projeto.
ATIVIDADES GRATUITAS O projeto está aberto a todas as faixas etárias e grupos sociais e todas as suas ações serão abertas e gratuitas. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Como medidas de ampliação de acesso, entre aquelas previstas no Art. 21 da Instrução Normativa No 02/2019, o projeto vai: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Mauricio Tizumba - Curador e diretor artístico Ator, compositor, cantor, multiinstrumentista, diretor musical e capitão de congado, Mauricio Tizumba estabeleceu em sua trajetória artistísca – que começou quando ainda era criança, na extinta TV Itacolomi – diálogo entre diversas linguagens e entre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro-brasileira e afro-mineira. Elias Gibran - Coordenação de produção e gestor Em projetos relacionados à culturas tradicionais e populares: é responsável pela gestão e produção executiva do Festejo do Tambor Mineiro (desde 2005); coordenou a produção do Canjerê – Festival de Cultura Quilombola de Minas Gerais (2015); produziu a Revista Marimbondo – Edição Congado (2016); idealizou e produziu o documentário “Os Carolinos” (2013), o livro “Percursos do Sagrado – Irmandades do Rosário de Belo Horizonte e Entorno” (2014), o álbum “Aparecida, Reinos Negros” (2017) e a exposição “Reinado de Chico Calu – Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos” (2017), publicou o livro “Mulheres Reinadeiras“ (2022). Mariana Misk - Coordenação de comunicação e designer Mestre em Design na Universidade do Estado de Minas Gerais é sócia-diretora da empresa Oeste Design. Tem trabalhos publicados no Anuário do Clube de Criação de Minas gerais (2004 e 2005), nos Catálogos da Bienal Brasileira de Design, promovida pela Associação de Designers Gráficos do Brasil (2014 e 2017) e projetos premiados internacionalmente no iF Design Awards (2017), no Red Dot Communication Design (2016) e no Prêmio Lusófonos de Criatividade (2016). Silvia Batista - Coordenação administrativaCom ampla experiência na gestão administrativo-financeira de projetos culturais, incluindo orientação sobre a legislação vigente e prestação de contas, Silvia Batista trabalha com importantes grupos e artistas do cenário cultural mineiro e nacional, como o Grupo Teatral Espanca!, a Cia de Teatro Luna Lunera, a Quick Cia de Dança e a Cia MaÌ?rio Nascimento. Foi responsável pela gestão administrativo-financeira do Grupo Galpão de 1997 a 2007, e de quase oitenta projetos dos mais diversos agentes culturais, nas áreas de música, teatro, dança e circo, inscritos nas leis municipal, estadual e federal de incentivo à cultura. Sérgio Pererê - Artista convidado Sérgio Pererê é cantor, compositor, multi-instrumentista, ator e produtor musical. Seu trabalho autoral é reconhecido pelo diálogo que estabelece entre a tradição e a experimentação, pela profusão de sonoridades – com destaque para as referências afro-latinas –, e pelo timbre peculiar de sua voz. * O restante da equipe será definido e contratado durante a execução do projeto. ** O proponente realizará os serviços de Coordenação de Produção. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenador de Produção". Sendo que a Coordenação de Produção abrange a responsabilidade pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.