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O projeto "Da Fronteira à Capital _ Juntos por um Mesmo Ideal" visa aproximar a produção cultural da Fronteira Oeste e da Campanha Gaúcha do grande público do Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre. Durante três terças-feiras de setembro, o Piquete Fronteira Seca oferecerá apresentações musicais e uma mostra de poesia com artistas da região, promovendo o intercâmbio cultural, acessibilidade e valorização da cultura local. A proposta busca fortalecer os laços entre a capital e o interior, garantindo acesso democrático e gratuito à cultura regional.
Objetigo Geral: realizar a primeira edição do projeto Da Fronteira à Capital _ Juntos pelo mesmo ideal Objetivos Específicos:- realizar uma apresentação de musica regional com o artista João Marcos Kelbouscas- realizar uma apresentação de musica regional com os artistas Marcelinho Nunes e Marcelo Holmos- realizar uma apresentação de musica regional com o artista Juliano Moreno- realizar uma apresentação de musica regional com o grupo Os Chacreiros- realizar um sarau de poesias
O Acampamento Farroupilha de Porto Alegre é reconhecido como uma das maiores celebrações da cultura tradicionalista gaúcha, reunindo anualmente milhares de visitantes no Parque Harmonia durante o mês de setembro. O evento é um verdadeiro marco no calendário cultural do Estado, consolidado como espaço de convivência, memória e valorização das manifestações artísticas e sociais ligadas às tradições do Rio Grande do Sul. A cada ano, o Acampamento mobiliza mais de um milhão de pessoas, entre público local, turistas, artistas e integrantes das centenas de entidades tradicionalistas que se instalam no parque. O evento é também uma plataforma de difusão da cultura regional, promovendo gratuitamente apresentações musicais, oficinas, rodas de conversa, declamações, culinária típica e ações de educação patrimonial, sempre sob os pilares da identidade, do pertencimento e da inclusão.Nesse contexto, destaca-se o papel do Piquete Fronteira Seca, fundado há 12 anos por um grupo de tradicionalistas oriundos de Santana do Livramento, cidade-símbolo da cultura da fronteira do Estado. Desde sua fundação, o piquete tem se dedicado à preservação das tradições através de uma programação cultural consistente e gratuita durante o mês farroupilha, tornando-se uma referência entre as entidades do Parque Harmonia. Ao longo dos anos, o Fronteira Seca consolidou-se como um dos espaços mais visitados do Acampamento, a ponto de ampliar sua sede física e implementar controle de acesso devido à constante lotação máxima de público. Sua notoriedade é fruto de uma atuação comprometida com a valorização artística e cultural, promovendo ações de qualidade que atraem e engajam públicos diversos.Em 2025, o piquete propõe o projeto "Da Fronteira à Capital _ Juntos por um Mesmo Ideal", com o objetivo de aproximar a produção cultural da Fronteira Oeste e da Campanha Gaúcha do grande público presente no Parque Harmonia. A ideia é utilizar a estrutura e visibilidade já conquistadas pelo piquete como palco para artistas da região, oferecendo a eles um espaço de projeção e valorização durante o evento de maior visibilidade tradicionalista do Estado. O projeto prevê uma programação especial em três terças-feiras do mês de setembro (entre 01 a 20 de setembro), com entrada gratuita e estrutura completa de acessibilidade física e de conteúdo.A programação será composta por apresentações musicais de artistas como João Marcos Kelbouscas, Marcelinho Nunes, Juliano Moreno e o grupo Os Chacreiros, nomes que representam com autenticidade e talento a musicalidade da fronteira. Além disso, será realizada uma mostra de poesia com declamadores e poetas fronteiriços, que participarão ativamente do evento, criando um ambiente de celebração da palavra e da oralidade. A mostra também será aberta à participação espontânea do público, fomentando o intercâmbio e o estímulo ao protagonismo cultural.Estimando um público mínimo de 1.200 pessoas ao longo dos três encontros, o projeto garante acesso gratuito e democrático à produção cultural regional, promovendo diversidade artística, descentralização de oportunidades e valorização de talentos do interior. A presente proposta está em consonância com os princípios da Instrução Normativa MinC nº 23, de 2025, e segue as diretrizes do Manual do Proponente - Módulo I, destacando-se por sua capacidade de promover o intercâmbio entre diferentes regiões do Estado, estimular a produção artística independente e garantir acesso público gratuito às ações culturais. Mais do que uma série de apresentações, o projeto representa um reencontro simbólico e afetivo entre a capital e a fronteira, reafirmando os laços históricos e culturais que unem o povo gaúcho. Com base nesse histórico, impacto e proposta, o projeto justifica-se plenamente como uma ação relevante e estratégica para a promoção da cultura regional e da identidade do Rio Grande do Sul, oferecendo ao público do Acampamento Farroupilha um panorama autêntico e plural da produção artística da fronteira gaúcha, e dando visibilidade a artistas que muitas vezes não têm espaço nas grandes estruturas da capital. Assim, ao unir tradição, diversidade e inclusão, "Da Fronteira à Capital" se firma como uma ação necessária, coerente com as políticas culturais públicas e fundamental para o fortalecimento do setor cultural do Estado. "Da Fronteira à Capital _ Juntos por um Mesmo Ideal" é, portanto, uma proposta que honra o legado do Piquete Fronteira Seca, fortalece os vínculos entre diferentes regiões do Estado, e reafirma a missão maior do Acampamento Farroupilha: manter vivas e em constante reinvenção as tradições culturais do Rio Grande do Sul, com inclusão, acesso e autenticidade. Este projeto está em conforme com o art. 1º da Lei nos itens:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela criação e pela dinâmica cultural do País.V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro.VI _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.VII _ apoiar iniciativas que favoreçam o surgimento de novos talentos e a sua integração no meio artístico e cultural. Da mesma forma, o projeto também se enquadra nos objetivos e possibilidades de ação descritos no Art. 3º da Lei Rouanet, atendendo especialmente aos incisos:• Inciso II: Produção de eventos culturais, individuais ou coletivos — o projeto realiza uma série de eventos gratuitos de valorização da cultura regional durante três terças-feiras do mês de setembro.• Inciso IV: Preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial — promovendo práticas tradicionais como a declamação e a música gaúcha.• Inciso X: Apoio a programas e projetos de acessibilidade cultural — uma vez que a programação é gratuita, com estrutura acessível física e de conteúdo, conforme previsto na Instrução Normativa nº 23/2025.
(continuação ficha tecnica) MARCELINHO NUNES Marcelinho Nunes é Músico, Compositor e Arranjador natural de Santana do Livramento, começou a tocar sua cordeona em 1989 com o seu Professor Leonel Gomez em 1991 já participava de concursos de Gaita e Festivais Nativistas e junto os grupos de Baile em 1992 o Grupo De-lhe Gaita 1993 Os Campesinos e Grupo Fronteira que junto com Adair de Freitas tocou vários bailes e festivais em 1994 Grupo Os Tapejaras de Quaraí em 1995 Grupo Fandango Nativo em 1996 foi fazer parte do Grupo Sul Encanto de Porto Alegre que acompanhou José Claudio Machado em Vários Shows em 1997 foi fazer parte do Grupo Raízes de Santa María onde tocou Bailes por vários estados do nosso País também nessa época acompanhou Shows de Ênio Medeiros e da Bandauê, em 2006 de volta a Fronteira seguiu participando dos maiores festivais Nativistas acompanhando vários artistas como Ranieri Spohr, Ricardo Martins, Daniel Cavalheiro, Pirisca Greco, Juliano Moreno, Jari Terres, André Teixeira, Cézar Oliveira e Rogério Melo, Ângelo Franco, Matheus Leal, Robson Garcia, Volmir Coelho, Adair de Freitas em 2010 também começou a fazer shows com Leonel Gomez em 2018 começou as gravações do seu Álbum Autoral entitulado “Daquele Jeito” composto de 17 músicas,Nesses 30 anos de Carreira Gravou com os vários artistas entre eles 4 discos com Ênio Medeiros com uma participação de José Cláudio Machado 3 discos com Leonel Gomez, 2 discos com Volmir Coelho 1 disco com Raineri Spohr 2 discos com Ricardo Martins 3 discos com Juliano Moreno 2 discos de Daniel Cavalheiro entre outros tantos amigos que deixou gravado seu toque de Cordeona!!Atualmente está fazendo Shows com seu grupo que tem um formato bem Gaúcho e Regional !!! Aqui alguns prêmios do Artista “Melhor Instrumentista”No Festival da Música Crioula de Santiago na Sapecada da Canção de Lages no Sinuelo da Canção em São Sepé na Convenção Nativista em Júlio de Castilhos no Canto Farroupilha de Alegrete no Canto Galponeiro em Santo Ângelo no Aldeia da Canção em Gravatai... OS CHACREIROS“um cantar de fronteira”O grupo regional gaúcho Os Chacreiros é composto por três artistas alegretenses que possuem trajetórias reconhecidas na música e na tradição riograndense. Gerson Brandolt é cantador, compositor, tradicionalista e radialista; Beto Vilaverde é acordeonista, compositor, professor, e andejou porconjuntos de fandango do sul do país e, Cristiano Fantinel é cantor, compositore um dos maiores destaques dos festivais nativistas da atualidade. Juntos Os Chacreiros levam, oficialmente, desde 2018 o compromisso decantar o campo e a nossa gente de bombacha pelos confins do Brasil.O show d’Os Chacreiros é formado por composições próprias de destaque do grupo, como: No Cabo do Socador, Disposto, Na sina de Leiteiro, Um Quadro de Campo, Assim no Osso do Peito e outras. E também, por clássicos da música gaúcha, interpretados por referências, como: Gildo de Freitas, Nelson Cardoso, Adair de Freitas, José Claudio Machado e Francisco Vargas. SARAU DE POESIASAlém do palco aberto, o Sarau contará com a declamação de: MANOEL DIRCEU TORRES DE ÁVILA Manoel Dirceu Torres de Ávila é declamador, chuleador, violonista, instrutor artístico de prendas, técnico contábil, empresário e produtor rural, com forte atuação no tradicionalismo gaúcho, especialmente pela 18ª Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul. Também participou do show de abertura do Seminário Estadual de Prendas, realizado no CTG Fronteira Aberta, no ano de 1995.Na arte da declamação, acumula importantes premiações, como o 1º lugar no Pixurum e na Campereada Internacional de Alegrete. Foi classificado por 05 anos consecutivos para a fase Macro Regional do FEGART, e em uma dessas edições, realizada em Cachoeira do Sul, obteve o 3º lugar, conquistando vaga para a final estadual representando a 18ª RT. Como violonista, foi campeão na categoria Música Mais Popular da Penca Nativista de Sant’Ana do Livramento. KELLEN BOTINO Kellen Botino é declamadora e violonista natural de Santana do Livramento, com formação em Ciências Contábeis e ampla atuação no meio cultural gaúcho. Ao longo de sua trajetória, conquistou diversas premiações em eventos e festivais tradicionalistas e nativistas do Estado. Entre seus principais destaques estão o 1º lugar na Ronda da Poesia Crioula, o tricampeonato da Campereada Internacional de Santana do Livramento e o 2º lugar na Campereada Internacional de Alegrete. É também bicampeã do evento “Um Tributo à Jayme Caetano Braun” e conquistou o 1º lugar na Festa Campeira do CTG Prenda Minha, em Bagé.Kellen ainda acumula o tricampeonato do Ovino e Vinho, além de ser bicampeã tanto do Taurart quanto do Ovino Art. Obteve também o 2º lugar no Pixurum Cultural e diversas outras premiações em festivais nativistas de todo o Estado, sendo um dos nomes de destaque da 8ª edição da Vertente Nativista Estudantil.Atualmente, Kellen Botino integra a Patronagem do CTG Fronteira Aberta, contribuindo ativamente para o fortalecimento das atividades culturais e tradicionalistas da entidade. E PARTICIPAÇÃO DE POESIAS E POETAS:CARLOS OMAR VILELA GOMESCarlos Omar Villela Gomes, advogado, poeta, compositor, uruguaianense, residente em Nicolau Vergueiro-RS. Integrante efetivo do movimento nativista gaúcho, tem mais de 850 composições e poesias com registro fonográfico, sendo premiado e atuando como jurado e palestrante em diversos eventos poético-musicais. Seus poemas são dos mais declamados em rodeios culturais e concursos. Em 1997 recebeu o Troféu Vitória, prêmio concedido pelo Governo do Estado do RS aos destaques no nativismo, como melhor letrista do ano. É vencedor por dois anos consecutivos do Concurso Estadual de escolha da Música-Tema da Semana Farroupilha, promovido pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho e o Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, em 2005 e 2006. É colunista do jornal O Mensageiro e da revista É FATTO Regional. Membro da Estância da Poesia Crioula do RS, do Galpão da Poesia de Santa Maria, da Casa do Poeta de Santa Maria e da Academia Uruguaianense de Letras. É palestrante em diversos eventos da área artístico-cultural. Possui CD com suas composições lançado pela gravadora USA DISCOS. Em 2013 lançou o livro “Os Dez Mil Poetas”, projeto aprovado e financiado integralmente pelo Fundo de Apoio à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul. Foi Patrono da Feira do Livro de Uruguaiana em 2014, com participação também em várias outras, entre elas, Bento Gonçalves, São Vicente do Sul, São Borja, Cruz Alta, Cacequi, Silveira Martins, Lavras do Sul. Foi o escritor homenageado da Semana do Livro de Nicolau Vergueiro em 2021. Em 2017 recebeu os prêmios de Melhor Poeta do Ano do Nativismo e de Poeta Com Mais Premiações pelo Troféu Ronda dos Festivais. Fez a Narrativa Poética do filme OS SENHORES DA GUERRA, de Tabajara Ruas, filme que recebeu duas premiações no Festival de Cinema de Gramado. Em 2021 foi contemplado com o Prêmio Trajetórias Culturais, concedido pela Secretaria da Cultura do RS, através da Lei Aldir Blanc. Entre outros. MARCO AURÉLIO CAMPOS (in memoriam)Marco Aurélio Campos é um destacado poeta e declamador brasileiro, reconhecido por sua contribuição à poesia gauchesca. Em 1982, lançou o álbum "Poesias Gauchescas", que inclui obras como "Chimarrão da Madrugada" e "Pingos". Além de sua atuação na poesia, Marco Aurélio também é conhecido por seu trabalho como ator e dublador, participando de produções como "Teatro Rá-Tim-Bum" (2006) e "O Menino e o Mundo" (2013). Sua versatilidade artística e dedicação à cultura brasileira o tornam uma figura influente no cenário artístico nacional.
Acessibilidade física:O piquete é de livre acesso físico, permitindo que qualquer pessoa adentre seu espaço. Haverá pelo menos um banheiro químico para cadeirantes, e cadeiras reservadas à frente do palco durante a programação para o público PCD e preferencial Acessibilidade de conteúdo: haverá intérprete de libras durante as apresentações do projeto. Como não há partes cênicas, a programação musical e de poesias poderá ser acompanhada sem dificuldades pelo público invisual ou de visão parcial. Além disso, a interprete de libras com experiência em acessibilidade poderá dar um panorama do local se houver necessidade. Acessibilidade intelectual: a apresentação da programação bem como a divulgação ocorrerá em linguagem simples, com o auxílio de vídeos rells – que ajudam na melhor compreensão de conteúdo.
O projeto “Da Fronteira à Capital – Juntos por um Mesmo Ideal” contempla diversas medidas concretas de democratização de acesso, em conformidade com a Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura. Toda a programação será 100% gratuita ao público, sem cobrança de ingresso ou qualquer taxa de participação, garantindo ampla fruição cultural por parte da população. O evento será realizado no Parque Harmonia, em Porto Alegre, durante o Mês Farroupilha — período de grande circulação de público e relevância simbólica para a cultura gaúcha — o que amplia ainda mais seu potencial de acesso e visibilidade. A estrutura do piquete onde ocorrerão as atividades é fisicamente acessível, permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e garantindo condições adequadas de permanência no espaço. O projeto também prevê acessibilidade de conteúdo, com tradução em Libras e audiodescrição nos momentos de apresentação artística e de poesia, permitindo que pessoas com deficiência sensorial possam vivenciar plenamente a experiência cultural. A proposta valoriza ainda a descentralização territorial, ao convidar artistas profissionais e amadores oriundos da região da Fronteira do Estado para se apresentarem na capital, ampliando sua visibilidade e promovendo a integração de diferentes territórios culturais. A mostra de poesia do projeto prevê participação aberta ao público, incentivando o protagonismo de artistas da comunidade e promovendo o intercâmbio com poetas já reconhecidos da região. Essas ações garantem que o projeto promova não apenas o acesso, mas também a inclusão, a diversidade e a valorização da produção cultural regional, em total alinhamento com as diretrizes da legislação vigente.
COORDENAÇÃO GERAL – PIQUETE FRONTEIRA SECAFundado por tradicionalistas oriundos de Santana do Livramento, o Piquete Fronteira Seca consolidou-se como uma referência cultural em Porto Alegre ao longo de seus 12 anos de existência. Sua participação no Acampamento Farroupilha, realizado anualmente no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, destaca-se pela promoção de uma programação cultural de alta qualidade e gratuita, atraindo um público numeroso e fiel durante o mês de setembro. Além das atividades no Acampamento Farroupilha, o Piquete Fronteira Seca estende sua atuação cultural ao longo do ano, organizando eventos que celebram e preservam as tradições gaúchas na capital. Entre esses eventos, destaca-se o tradicional "Assado no Couro", uma festividade que reúne apreciadores da culinária típica e da cultura regional, fortalecendo os laços comunitários e mantendo viva a chama do tradicionalismo.A experiência acumulada pelo Piquete na realização de eventos culturais é evidenciada pela qualidade e diversidade das atividades promovidas, que incluem apresentações musicais, danças, declamações e oficinas temáticas. Essa trajetória sólida e comprometida com a cultura local reforça a capacidade da entidade em desenvolver projetos que valorizam e difundem o patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul, contribuindo significativamente para a preservação e renovação das tradições gaúchas em Porto Alegre.PRODUÇÃO EXECUTIVA, ELABORAÇÃO, PRESTAÇÃO DE CONTAS E CONSULTORIA TECNICA DA PROPOSTA CULTURAL – CONFRARIA DA PRODUÇÃOA Confraria da Produção é uma produtora cultural sediada no Rio Grande do Sul, com atuação nacional, especializada na elaboração, produção executiva, gestão e prestação de contas de projetos culturais através de leis de incentivo (Lei Rouanet, LIC/Pró-Cultura RS, Lei Paulo Gustavo, entre outras) e editais públicos e privados. Fundada em 2011 por Jamile Pereira, a empresa possui um histórico consolidado, com mais de 200 projetos elaborados e aprovados em múltiplas linguagens artísticas, como música, dança, teatro, literatura e audiovisual.Entre os destaques recentes da produtora estão os projetos: • Festival Itinerante da Música Brasileira (edições de 2021 e 2023), promovido em cidades como Frederico Westphalen e Três Passos (RS);• Festimar da Tradição e Festimar em Cena (2023), via Lei Rouanet, no município de Rio Grande (RS);• Rock de Galpão – Percorrendo o Rio Grande (2022), em quatro cidades gaúchas;• Clássico Nas Estâncias com Joca Martins (2024), e Coplitas – “o campo” na voz de Juliana Spanevello (2024), ambos via Lei Paulo Gustavo, em Faxinal do Soturno (RS);• Ricardo Comassetto: Terrunho (2023), via Pró-Cultura em Pelotas;• Incorpore – Mostra de Dança Inclusiva (2018), em Chapecó (SC), e• Pelotas Jazz Festival (2014), via Lei Rouanet e Pró-Cultura. A Confraria já foi responsável por produções artísticas contratadas em projetos independentes — como o álbum “Proscrito” de Juliano Gomes, indicado ao Prêmio Açorianos de Música — além de produções pontuais de grupos artísticos. Hoje, a empresa dedica-se exclusivamente à criação e execução de projetos próprios ou sob demanda de terceiros, mantendo sua missão de transformar ideias em ações culturais concretas e sustentáveis. Sua abordagem combina sensibilidade cultural e eficiência administrativa, com foco em democratização de acesso, acessibilidade, descentralização e valorização das expressões regionais. ARTISTASJOÃO MARCOS KELBOUSCAS João Marcos Kelbouscas, gaiteiro, cantor e compositor. Traz em suas músicas uma essência galponeira, trazendo a realidade da gente de campo principalmente, exaltando os costumes e tradições gaúchas através das letras que retratam essa realidade. Tem dois CDs gravados, com praticamente todas as músicas sendo bem rodadas em todo Sul do Brasil e Norte do Uruguai, destacando sucessos como: Loco das Égua, Solito na Estância, Poncho Santo, De freio e pelego na mão, música esta que já ultrapassou 2,3 milhões de visualizações no vídeo original no YouTube, somando mais de 4 milhões de visualizações apenas nessa música, levando em conta os demais vídeos compartilhados dela. Além disso já teve suas músicas regravadas por artistas como Grupo Os Mateadores, César Oliveira e Rogério Melo, Cristiano Vieira, Darlan Pereira e a cantora uruguaia Yuli Urse, que traduziu a música “De freio e pelego na mão” para o espanhol. João Marcos Kelbouscas, também tem em seu canal do Youtube um documentário chamado “De estância em estância”, em que se dedica a registrar estâncias que ainda conservam o sistema e costumes de antigamente, contribuindo para divulgação e preservação da nossa cultura gaúcha, cenários e contextos esses que dão base pras músicas que canta. JULIANO MORENOJuliano Moreno, natural de Santana do Livramento, bacharel em Administração de Empresas, formado em Locução e Comunicação pelo Senac-RS, músico, compositor, apresentador e cantor da música campeira do Rio Grande do Sul. Atualmente é locutor da Rádio Querência FM de Santana do Livramento.Possui 6 CDs gravados: “Aos Olhos da Pampa”, “Debaixo da Mesma Sombra”, “Fronteira da Alma”, “De Chapéu Bem Tapeado”, “Fronteiros” e “Tempo de Outrora”.Atuante nos festivais nativistas desde o ano de 2004, criou e integrou o grupo Charla de Fronteira, com o qual registrou um trabalho fonográfico intitulado “Vivência de Fronteira”.Juliano Moreno atualmente é o representante da RF6 do Colegiado Setorial de Música do Rio Grande do Sul, região que abrange 20 cidades gaúchas.Foi premiado como melhor intérprete, melodista e venceu vários festivais, tais como: Coxilha Nativista de Cruz Alta, Galponeira de Bagé, Canto Sem Fronteira de Bagé, Canto Missioneiro de Santo Ângelo, César Passarinho da Canção de Caxias do Sul, Estância da Canção de São Gabriel, Gauderiada da Canção de Rosário do Sul, Vigília do Canto Gaúcho de Cachoeira do Sul, Tertúlia Musical Nativista de Santa Maria, Ronda da Canção de São Borja, Pampa & Cerrado de Brasília-DF, Canto Farroupilha de Alegrete, Acampamento da Arte Nativa de Campo Bom, Reponte da Canção de São Lourenço do Sul, Expocanto de Arroio Grande, Canto de Luz de Ijuí, Ronco do Bugiu de São Francisco de Paula, Sapecada da Canção, entre outros.Suas composições já foram gravadas por: Os Mateadores, Grupo Arrastapé, Matheus Leal, Luiz Marenco, Daniel Cavalheiro, Os Ribeiros, entre outros.Em 2008, conquistou o prêmio de melhor intérprete do Festival Um Canto para Martin Fierro. No ano de 2009 foi premiado duas vezes na 11ª edição do mesmo festival, com o 2º lugar e a música mais popular.Participou de dois encontros de folclore na Argentina, nas cidades de Chascomús e General Belgrano.Nos anos de 2022 e 2023, foi escolhido como o melhor intérprete do ano pelo importante blog Ronda dos Festivais.No ano de 2013, participou da gravação do filme “O Tempo e o Vento”, baseado na obra de Érico Veríssimo e dirigido por Jayme Monjardim.Em 2012, com o CD “Fronteira da Alma”, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música como melhor cantor regional; e em 2022 foi novamente indicado, agora como melhor intérprete.Em 2023, conquistou o 3º lugar no 3º Legado da Canção com a música “Os Teus Olhos Boleadeiras”, e venceu o 35º Ponche Verde da Canção Gaúcha de Dom Pedrito, também sendo premiado como melhor intérprete do festival com a música “O Campo por Universo”.Atualmente, prepara a produção de seu 7º álbum autoral, intitulado “Um Cantor de Identidade”. (continua em outras informações)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.